sábado, julho 15, 2006
Viagens Turísticas, de Law Cost, da CIA
Portugal Descobre o Horror da Violência ...
sexta-feira, julho 14, 2006
Estado Da Nação (II)
A Educação e os Exames da Covia Nacional
no
Hoje, 14 de Julho, dia nacional de França, aniversário da tomada da Bastilha, o (des)Governo da Nação Portuga, face às constantes e crescentes críticas sobre o conteúdo/erros dos exames nacionais de Física/Química, 1.ª Fase de 2006, decidiu, dar a mão à palmatória, ainda que disfarçadamente, dando a possibilidade dos alunos prejudicados poderem exercer novamente o direito de fazerem/repetição o respectivo exame correspondente à 2.ª fase e não serem prejudicados nos prazos de acesso ao ensino superior. Podendo eles escolher a melhor classificação. Mas será que este Ministério estará a responder às aspirações legítimas dos alunos ou a dar hipótese de alguns, sempre os betinhos do costume, poderem redimirem-se das fracas classificações? Na realidade, as críticas começaram logo, cerca de uma hora pós realização da prova, quer em Física quer em Química, mas só agora existe uma reacção oficial. Por outro lado, será que as ditas provas tinham erros que justificassem o procedimento do Ministério? Pois, erros, se os houve, eram mais de carácter interpretativo do que de natureza de conteúdo, embora na prova de Química, Lavoisier tenha ido pentear macacos para a mongólia. Assim, críticas ao tipo de prova de Física, são as mesmas de sempre, desde o início delas, já que são elaboradas, estranhamente, de acordo com os interesses dos tais Betinhos que frequentam o ensino privado; senão vejamos:
1 – O programa está estruturado em 2/3 de conteúdo teórico e 1/3 de conteúdo experimental/prático
2 – As provas dos exames nacionais apenas abordam os aspectos teóricos; parece que os estabelecimentos de ensino privado aplaudem este modelo, porque, na sua maioria, não possuem laboratórios. Que coincidência…
3 – Claro que no ensino público existem condições mínimas, ainda que precárias, para dar todos os conteúdos. Na prática, fica pouco tempo para aprofundar os respectivos conteúdos programáticos, ao contrário do que acontece nos estabelecimentos de ensino privado.
4 – Uma das questões que valia mais, neste exame, em 2006, em todos os livros, existentes no mercado, apenas abrange cerca de uma página, do último capítulo do quarto e último volume. Muito interessante …
Na verdade, os responsáveis pela elaboração das provas dos exames nacionais sempre tiveram queda, quiçá desde que foram empossados, para a inovação do disparate (?). Em outras provas de outras disciplinas aconteceram destrambelhos desta natureza:
1 – Num exame na disciplina de Introdução ao Direito, na transição do século, a resposta a uma questão apenas estava contemplada num dos manuais em circulação e em nota de rodapé. Era dever de qualquer professor abordar esse aspecto se estivesse atento, mas o assunto nem era relevante.
2 – Em 2004, 1.ª fase, na disciplina de Psicossociologia a identificação de uma Teoria Organizacional dependia da interpretação de um texto dúbio. Os alunos, na sua maioria, responderam Teoria da Contingência, mas nos critérios de correcção apenas se admitia certa a Teoria Sistémica. Para alguns especialistas, professores de Gestão de duas Universidades as duas respostas deviam ser consideradas como correctas. Mas como era uma disciplina de um curso tecnológico…
3 – A extensão da prova de matemática, 1.ª fase de 2006, foi um hino à irracionalidade.
4 – Os critérios de avaliação definidos pelo GAVE, na disciplina de Biologia do 12.º, 1.ª fase de 2006, tiveram uma interpretação erradamente restritiva.
As disciplinas de Física e Química, Matemática, Biologia, História, Filosofia e Português têm peso mediático em Associações próprias identificadas como Lobies, logo com capacidade de promoverem mudanças de atitudes, por parte das entidades públicas governamentais?
Muitos outros exemplos, poderíamos relatar, mas a verdade é que, os miornos inteligentes, que elaboraram e fizeram a respectiva revisão, das diversas provas de exame, pagos a peso de ouro, parece que gostam de inventar …
quarta-feira, julho 12, 2006
ESTADO DA NAÇÃO (I)
Os Disparates normativos da REN / RAN / POLIS e o Urbanismo Tuga
no
Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
O ambientalista Sócrates tem defendido, como um paladino, tipo pimpinela escarlate a existência de políticas de defesa dos ambientes, em todos os Governos, por onde tem marcado presença. No entanto, estando à frente de um Governo legítimo, age de forma diferenciada consoante os interesses em jogo. A REN, actualmente em vigor, prevê excepções, como a construção de recintos desportivos e a construção de zonas habitacionais, mas dentro de certo número de condicionalismos: haver uma estrada.
Deste modo, o processo a desencadear, pelos miornos ronhas, pressupõe diversas fases:
Tentar construir um caminho/picada de passagem de inocentes tansos
Melhorar as condições/arranjo desse caminho, como roçar mato e/ou terraplenagem manual ou mecânica.
Apresentar às entidades administrativas competentes, uma pretensa estória histórica daquele trilho como se tivesse sido desbravado na época de Viriato
Incentivar essas entidades a promoverem o arranjo com saibro, numa primeira etapa e com alcatrão, numa etapa posterior.
A partir da segunda etapa começam logo a aparecer as primeiras maisons.
Claro que quem construir, em zona classificada, mesmo que à posterior, arrisca-se à demolição. Por vezes, a visão prega-nos partidas distorcidas da paisagem; ou seja, existem zonas de REN com uma volumetria urbanística de arrepiar e outras zonas, de área reduzida onde é proibido construir seja o que for. É nesses terrenos rurais, por exemplo, nas zonas de St.º António/Covilhã e Lugar do Fojo/Braga, onde é interdito qualquer alteração e onde, em princípio, até ao fim do mundo, construções, nem do lego. Mas, é aí onde acontecem os verdadeiros milagres. Normalmente, o encalistado proprietário vende-os a preços baixos. Quase que por magia, pouco tempo depois, o terreno é desclassificado, por interesse público ou por interesse turístico e valoriza-se espontaneamente (?) e assustadoramente.
Quem sabe, sabe …
É a política da trasologia de dietrologia
Mas, vejamos outro tipo de aberrações, começando pela Torre Sócrates Com vinte e quatro andares e que se situa, numa REN em St.º António/Covilhã (www.urbi.ubi.pt) e que foi considerado um disparate urbanístico. Apesar de ser apenas um esqueleto, sem ocupação, parece que agora vai ser reabilitado. Porquê?

Outro disparate acontece em Ofir/Esposende, onde três torres foram construídas sobre dunas primárias: Elas não vão ser demolidas, os nossos impostos vão suportar os respectivos custos de manutenção contra os avanços do mar. (www.geota.pt)
Fin
almente, o prédio Coutinho/Viana do Castelo (http://jn.sapo.pt), construído à mais de trinta anos, legalmente, mas que um projecto Polis, da autoria de um arnaz, considerou que o dito cujo, feria a sensibilidade paisagística/estética da urbe. Interpretação divinal. Vai ser demolido por via dos nossos impostos. Coisa estranha esta situação, de todos os exemplos, é o único que está legitimado e é o único que vem abaixo e parece (?) que a respectiva demolição só foi encarada depois de alguns dos moradores terem trespassado sus habitaciones (?)
domingo, julho 09, 2006
A Morte Saiu À Rua
Al-Quaeda?
USA? UE?
Os Espanhóis?
Os Cubanos da Madeira do Jardim ?
sábado, julho 08, 2006
Regresso dos Magriços
Footbolês Patriótico
Uma amiga enviou-me esta imagem elucidativa, por Email. Footbolês eis o incentivo para a motivação do nosso orgulho de estarmos em crise de identidade sócio-económica. Choramos por um simples golinho, mas a mística de Tuga está sempre presente: beber para esquecer o filho da ... do patrão, praticamos boxe no conjûge porque é o que está mais disponível e mandamos os árbitros àqueloutra ... porque temos de desabafar com alguém. Nem todos podem pagar a um psicanalista.
Sonho? Pesadelo é a nossa vida quando acordarmos do sono do football. Não existe sorte nem azar nem destino pré-programado. Somos nós próprios os actores culpados e actores vítimas das escolhas que fazemos. Azar de ainda não ter ganho o euromilhões? Se nunca jogo...
Filósofos de Bancada
No Semanário Expresso. do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos. do dia 8 de Julho, dois miornos paios resolveram opinar, com toda a legitimidade, sobre o footbolês de Scolari. O primeiro, com saudades do tempo das vitórias morais e das derrotas humilhantes, ou seja, defensor da eficiência de jogar mas não necessariamente da eficácia, afirma que: … a equipa não convenceu desde o início e Scolari pratica um jogo que não se recomenda: sofredor e sofrível, sem espaço para a velha criatividade das Quinas, acrescentando, prefiro uma equipa que joga bem e às vezes perde … o futebol, para mim, é um bailado …, o segundo, dentro da mesma onda, mas com dor de cotovelo por causa da não convocação da sua prima-dona, Vitor Baía, confessa que quer ver Scolari longe, porque queremos mais. Queremos ganhar. Divinal os juízos destas duas personagens.
sexta-feira, julho 07, 2006
O Ângulo Obscuro e Sinistro do Sucesso Educativo
1. A atitude dos responsáveis pela educação, nestas últimas décadas, talvez herdeira de uma pedagogia assente numa visão retrógrada da filosofia da educação, pode traduzir-se no que Crato (2006: 14) apelida de … desvalorização dos conteúdos e do conhecimento substantivo.
2. Esta perspectiva pretende pois, retirar, em princípio, aos professores a definição das regras por que as escolas se devem reger, transferindo-as para os pais, que as implementarão consoante os seus próprios interesses. Existe então, uma deformação subversiva, dolosa e danosa, dos princípios básicos do Sistema Educativo. Estudar implica desenvolver esforço e o facilitismo defendido pelos encarregados de educação e pela Ministra da Educação, advém do facto de uma certo tipo de classe média, não saber conviver, com alunos de outras classes sociais que apresentam melhores classificações. A expressão The jobs for the boys, não é mais do que a defesa de uma certa mediocridade intelectual evidenciada na adolescência com a cobertura dos respectivos encarregados de educação e a complacência do Poder Político vigente.
3. Desejar que um filho tenha as melhores classificações é natural, mas estabelecer como nível mínimo de inteligência, classificações de valoração elevada, e culpar os professores por tal insucesso já é discutível.
4. Apesar das posturas desenvolvidas, por cada aluno, é necessário avaliar a consciência do aluno para a procura do seu eu, neste processo de ensino aprendizagem, em que, constantemente se está perante o dilema da tomada de uma determinada decisão assente na necessidade de partilha das dificuldades e dos riscos, na solidariedade e no diálogo, e na tolerância e na solidariedade.
5. Na realidade, em cada disciplina, o sucesso de um aluno deverá depender de diversos factores, a começar, principalmente, pelo ambiente familiar e depois pelo ambiente escola. A escola não deve ser encarada como um lameiro onde se despeja o gado. Na Escola, cada aluno socializa-se formal e informalmente, aprendendo, por exemplo, a arte de redigir uma redacção na disciplina de Português, no saber trabalhar a Palavra, em Filosofia a capacidade de ordenar as Ideias, e nas disciplinas técnicas, o explanar dos Conteúdos programáticos, etc.
Nuno Crato, (2006). Eduquês em discurso directo…Gradiva. Lisboa.
quinta-feira, julho 06, 2006
Trilhos Pedestres
Praticar desporto (correr e/ou andar), segundo cardiologistas e afins, dá saúde e faz crescer a capacidade lúdica da sanidade mental de cada um.
Neste sentido, a Biblioteca Manuel Monteiro da Escola Secundária Alberto Sampaio, decidiu, neste ano lectivo de 2005/2006, promover caminhadas. Assim, partiu-se à descoberta da Geira Romana, desde Seramil até à Portela do Homem (cerca de 40 Km), no troço da Via Romana XVIII. Para Outubro, já está programada outra incursão a Pitões das Júnias (Montalegre).
Da viagem muitas foram as interrogações que se nos depararam: como a degradação progressiva dos Trilhos e a falta de limpeza dos matos (rastilho propício aos incêndios florestais); parece que algumas sumidades burocráticas, pouco iluminadas, do IPPAR recusam conceder as devidas autorizações. Estão à espera que tudo arda para invocar os deuses? Ou existem outros interesses de natureza material para preservar o disparate?
UMA LOMBRIGA FORMADA EM FILOSOFIA MAKÚLO[1] – 1.ª Parte
Não conhecem o Sr. Dr. Gustinho Motorista?
Parece-se muito com uma pústula bífida nascida numa cloaca, como produto do viscoso conúbio entre uma ameba disentérica e um verme recém-cevado no cadáver dum chacal; a sua baba ofídica não é mais do que a podridão que jorra de uma pena mercenária e fedorenta numa cara ridícula de funâmbula, em suma um aborto langanheto. – magrinho, mas muito corrupto.
Os pés estreitos, delgadinhos e fininhos; as perninhas estreitas, delgadinhas e fininhas; mais acima o tronco estreito, delgadinho e fininho; para cima o pescoço estreito, delgadinho e fininho e por último a cabecinha estreita, fininha e delgadinha.
Adicionadas estas parcelas obtém-se um total também estreito, fininho e delgadinho, pelo princípio de que a soma é da mesma natureza das parcelas.
É muito estreitinho, fininho e delgadinho o Sr. Dr. Gustinho Motorista.
Quando com o seu terno hip-hop visto de costas, dá-nos a imagem dum gafanhoto vestido de macaco.
Com as suas cangalhas opacas, com o cabelo castanho-escuro, um pouco disperso, e com a epiderme levemente enrugada, dá-nos a impressão dum bicho da fruta.
A carinha mimosa, ligeiramente ondeada, moliçosa e encarnadinha e com os holofotes nas fanecas, traz-nos à lembrança a aparência duma lombriga.
Esta lombriga, não obstante a sua inconsistência, fura sempre e esconde-se quando pode. Uma vezes atrás do lodaçal da sua labita, outras atrás da intelectualidade medíocre bracarense, da sociedade dandy e balofa e de outros quantos caca-manecas que aparecem e até atrás da sua incompetência de aprendiz de enseñanza.
Ensopado entre uma Posta Barrosã: Almanaque de Lembranças Locais, Vitor Branco (1941: 305) e um Churrasco Gaúcho: O Tempo e o Vento, Erico Veríssimo (1958).
Formação Neural Tuga
Comparando os comportamentos dos Timoneiros/Homens do Leme perante a restante tripulação, verifica-se uma assombrosa discrepância, no tipo de abordagens de incentivo para a motivação dos respectivos subordinados. Scolari sabe da poda, mas Sócrates e seus ajudantes, em vez de se reciclarem, apostam sempre na mesma táctica: mobbing/achatar os beques, que consiste numa desvalorização pública dos diversos agentes, mesmo que as respectivas acções sejam positivas; realçando os aspectos negativos e minimizando os positivos; culpabilizando, à vez, cada classe, pelos males sociais diagnosticados.
quarta-feira, julho 05, 2006
Perfil do Sassá Mutema Tuga
O Capitão de Rebordelo é alguém que só existe na realidade virtual; é uma personagem das mil e umas identidades/personalidades, um Arsène Lupin e um Orlik, a Besta e o Salomão (Parece que tinha 700 mulheres e 300 concubinas), um sarraceno/infiel e um intocável (India), um deputado da nación e um maficubano, um vírus e uma bactéria, um ser unicelular protozoário e um dinossauro, um Dupont e um Dupond, Um capitalista sem cheta explorador da mais-valia e um labrego defumado, um Caucasiano Aguiar e um Branco Motorista, um personagem das fábulas de La Fontaine da ESAS e uma assombração maligna sobre a ESCA, um herdeiro cubano natural da harmonia simbiótica entre a Sicília Portuguesa e a Beira Interior Profunda, enfim é um heterónimo de um pé rapado depenado, funcionário público alvo de tentativa de homicídio da honra, por parte de uma lombriga esca em 2006, mas, que, apesar de tudo, continua a vender saúde.
