9 de Agosto de 1945, Nagasaki
10 de Agosto de 2003, Jenin
10 de Agosto de 2006, Líbano.
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9 de Agosto de 1945, Nagasaki
10 de Agosto de 2003, Jenin
10 de Agosto de 2006, Líbano.
É uma pena que a investigação científica ainda não tenha descoberto uma vacina contra a estupidez, evitando-se, deste modo, o disparate.
Algures, no século XXI, na Real República da Broncalândia do Império do Meio, Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, a ingenuidade eleitoral permitiu que um tal Capitão de Rebordelo (professor paraquedista sem construção) ganhasse as eleições, para o Conselho Executivo da Escola Secundária do Bairro da Aldeia dos Macacos, sito Bracara Augusta. Com o lema do novo Choque da Inovação: agora, o que é bom para o meu pecúlio é bom para esta escola; hoje aqui, amanhã nos cofres do Forte Knox...
Fora de brincadeiras, será que já existe Ministro da Educação (Com aquele ar angélico, de santidade e de vítima inocente, contagia a opinião pública de que o país está assim – crise económica, desemprego, insegurança, criminalidade, etc. –, por causa dos maléficos professores, exploradores das pensões/reformas, que faltam para irem pentear macacos para a Mongólia, que nada produzem e apenas sabem encher o bandulho à custa da labuta dos Deputados da Nação e dos membros dos Governos)? Por outro lado, tomam-se medidas de branqueamento da posta, para safar os ternos (parafraseando Camões: Prodep/Pedip é fogo que arde sem se ver…, mas que se sente como o euromilhões), para já não falar no verdadeiro imbróglio que se lhes depara, neste patriótico momento: como silenciar as críticas de funcionários do Estado às chefias (Aposentação Compulsiva? Degredo? Gulag? Tarrafal?) usando métodos salazarentos de outros tempos idos ou de que forma se pode abafar informações inoportunas sobre ilícitos praticados por mosqueiros partidários, através da introdução de normas especiais, no novo código do processo penal ou como impugnar futuras eleições legislativas, através da argumentação de que as mesas eleitorais não foram eleitas por voto secreto. Se a moda pega, o PS arrisca-se a ficar, contra a sua vontade, eternamente no Poder.
25 de Julho, comemora-se o dia da Pátria Galega. Nada dizendo aos portugueses em geral, o sentimento de liberdade de um só povo separado por linhas de fronteira, continua a subsistir nas raias do Minho e de Trás-os-Montes
A Galiza durante, o reino Suevo, tinha como limite sul o rio Tejo.
Actualmente, na Galiza existem três falares:
Castelhano (zonas urbanas e turísticas – classes sócio-económicas altas)
Galego da Xunta – Galego com nuances Castelhanas e vice-versa (zonas urbanas e turísticas e na TV Regional – classes sócio-económicas médias)
Galego puro semelhante ao português (zonas rurais – classes sócio-económicas baixas)
Como solidariedade com os nossos vizinhos do Norte, em que revejo muitos dos nossos sentires, presto a minha homenagem, através de cantares de uma das maiores poetisas galegas, do Hino Galego (canção de luta republicana durante e pós Guerra Civil) e de poemas de Garcia Lorca dedicados à Galiza:
HINO DA GALIZA | Poemas gallegos | |
Airiños, airiños aires, Airiños, airiños aires,
airiños d'a miña terra;
airiños, airiños aires,
airiños, leváime á ela. Sin ela vivir non podo, non podo vivir contenta; qu'adonde queira que vaya cróbeme unha sombra espesa. supportLineBreakNewLine] Cróbome unha espesa nube
tal preñada de tormentas,
tal de soidás preñada,
qu'a miña vida envenena.
Leváime, leváime, airifios,
………………………… | O Breogam Que diz os rumorosos na costa verdeceste, o raio transparente do plácido luar ? Que diz as altas copas de escuro arrume arpado co seu bem compassado monótono fungar ? Do teu verdor cingido e de benignos astros, confins dos verdes castros e valoroso clam, não dês a esquecimento da injuria o rude encono; desperta do teu sono folgar de Breogam. …………………………… | Madrigal á cibdá de Santiago Chove en Santiago meu doce amor. Camelia branca do ar brila entebrecida ô sol. Chove en Santiago na noite escrura. Herbas de prata e de sono cobren a valeira lúa. Olla a choiva pola rúa, laio de pedra e cristal. Olla o vento esvaído soma e cinza do teu mar. Soma e cinza do teu mar Santiago, lonxe do sol. Agoa da mañán anterga trema no meu corazón. |
Assim, no semanário Tal&Qual, foi perguntado, a várias personalidades se os professores seriam os culpados do insucesso escolar:
Inês Pedrosa: Sim. Se metade dos alunos chumbam não é porque são mais burros que os outros . A culpa é dos professores e de quem os educou. A ministra está a ser corajosa.
Júlio Machado Vaz: É evidente que há professores que são culpados pelo insucessoescolar, mas generalizar parece-me uma visão muito simplista da questão.
Luísa Castel-Branco: Não. A causa do insucesso é a péssima qualidade da estrutura, desde os manuais, aos programas e ao próprio Ministério, que sempre desautorizou os professores
Carlos Dias Silva: Não. O insucesso passa pela falta de condições e pelas dificuldades do Ministério. Muitas vezes, os pais também têm culpa, porque não acompanham os filhos.
Penso, que em Portugal, os perissodáctilos/solípedes não frequentam a escolaridade, tal como os cidadãos desta república ibérica. Como dizia um excelente professor da Faculdade de Economia do Porto, Prof. Bayard: Na Escola tal como no Mundo, todos são
Na realidade, todos temos culpa, uns mais do que outros, do insucesso escolar académico e do insucesso da formação profissional:
1 –
(d). São Pais biológicos ou pensam que são, mas do resto nã pecebem peva.
3 – Alunos
(a). Sabedores das fraquezas dos professores vão-se baldando.
(b). Reconhecem que os conteúdos programáticos nada lhes dizem e desmoralizam.
(c). Verificam que os professores apenas querem ver o tempo passar e nada têm de relevante a explicar e desinteressam-se ou que os professores nada percebem da poda.
(d). Sabem que os papais resolvem todas as dificuldades e conseguem obter-lhes as classificações adequadas, pelo menos ao nível do ensino. Porque ao nível profissional, como diriam nuestros hermanos, os enchufes ultrapassam todos os obstáculos.
4 – O Sistema
(a). O que interessa é a estatística positiva face à Europa e assim, ao nível dos 1.º, 2.º 2 3.º ciclos, os alunos apenas reprovam com autorização expressa paterna (Governos Cavaco Silva). Agora, parece que a norma se estende também ao secundário.
(b). Programas desadequados às exigências das sociedades e dos alunos, mas elaborados, normalmente, pelos mesmos que são autores dos manuais escolares.
(c). Estrutura burocrática do ministério.
(d). Incompetência e mediocridade dos políticos que tutelam o ministério.
(e). Insuficiência de meios materiais e financeiros. As Escolas são obrigadas a saber gerar receitas para colmatar o disparate financeiro da tutela (instalação de uma impressora offset, que permanece encaixotada durante anos e anos, numa escola do 2.º ciclo; atribuir 120 microscópios a uma EB2/3 com cerca de 300 alunos; fornecer 20 computadores a uma escola do 1.º ciclo com 15 alunos e com deficiência de instalação eléctrica, e sem meios financeiros para conservar um mínimo de higiene nas casas de banho, que mais parecem fossas/alçapões para a coorte do gado).
(f). Instalações escolares sem condições mínimas de sustentabilidade face às inclemências do tempo (a estrutura da Escola Secundária de Montalegre - temperaturas de Inverno da ordem dos 4/5 graus negativos - semelhante à da Escola Secundária de Alberto Sampaio, em Braga - com temperaturas mais amenas - semelhante a uma das Escolas Secundárias de Albufeira - com um clima mediterrânico)
Enfim, querem-se fazer omoletes sem ovos credíveis. A opinião pública fica intoxicada com as centrais de informação do Poder Político, através de diarreias mentais de alguns dos nossos cronistas estilo meia leca.
5 - Versões Chinesas (3)


Hoje, 18 de Julho de 2006, comemoram-se 70 anos do início da Guerra Civil de Espanha, quando o exército de Melilla, sob as ordens de Franco (ido, clandestinamente, das Canárias para o Norte de África em 17 de Julho de 1936) se sublevou/alzamiento contra o Governo Republicano legitimamente eleito.
Morreram mais de 500 000 pessoas, combatentes e não combatentes e cerca de 160 000 foram fuzilados durante e pós a guerra. Muitas outras desapareceram, cerca de 30 000, nos diversos campos de concentração existentes ou em fossas/valas (Perto de Badajoz foram fuziladas cerca de 4 000 pessoas, cremadas e enterradas). Espanha, actualmente é o único país do mundo a cujo Hino foi retirada a respectiva letra. O Hino actual foi estabelecido pelo franquismo.
Portugal foi o principal centro de apoio à vitória de Franco. No entanto, por ironia do destino, Franco nunca deixou de cobiçar a anexação do seu vizinho ibérico. Na cimeira de Hendaya, em 1940 entre Franco e Hitler, em troca do direito de passagem, das tropas nazis, até Gibraltar e Norte de África, Franco fez três exigências:
1 – Anexar Portugal
2 – Rearmamento do exército
3 – Repartir Marrocos com a França de Petain
Foi apenas por causa desta última cláusula que nunca houve acordo.
O Hino da República Espanhola designava-se de: Himno de Riego.
A Educação e os Exames da Covia Nacional
no
Hoje, 14 de Julho, dia nacional de França, aniversário da tomada da Bastilha, o (des)Governo da Nação Portuga, face às constantes e crescentes críticas sobre o conteúdo/erros dos exames nacionais de Física/Química, 1.ª Fase de 2006, decidiu, dar a mão à palmatória, ainda que disfarçadamente, dando a possibilidade dos alunos prejudicados poderem exercer novamente o direito de fazerem/repetição o respectivo exame correspondente à 2.ª fase e não serem prejudicados nos prazos de acesso ao ensino superior. Podendo eles escolher a melhor classificação. Mas será que este Ministério estará a responder às aspirações legítimas dos alunos ou a dar hipótese de alguns, sempre os betinhos do costume, poderem redimirem-se das fracas classificações? Na realidade, as críticas começaram logo, cerca de uma hora pós realização da prova, quer em Física quer em Química, mas só agora existe uma reacção oficial. Por outro lado, será que as ditas provas tinham erros que justificassem o procedimento do Ministério? Pois, erros, se os houve, eram mais de carácter interpretativo do que de natureza de conteúdo, embora na prova de Química, Lavoisier tenha ido pentear macacos para a mongólia. Assim, críticas ao tipo de prova de Física, são as mesmas de sempre, desde o início delas, já que são elaboradas, estranhamente, de acordo com os interesses dos tais Betinhos que frequentam o ensino privado; senão vejamos:
1 – O programa está estruturado em 2/3 de conteúdo teórico e 1/3 de conteúdo experimental/prático
2 – As provas dos exames nacionais apenas abordam os aspectos teóricos; parece que os estabelecimentos de ensino privado aplaudem este modelo, porque, na sua maioria, não possuem laboratórios. Que coincidência…
3 – Claro que no ensino público existem condições mínimas, ainda que precárias, para dar todos os conteúdos. Na prática, fica pouco tempo para aprofundar os respectivos conteúdos programáticos, ao contrário do que acontece nos estabelecimentos de ensino privado.
4 – Uma das questões que valia mais, neste exame, em 2006, em todos os livros, existentes no mercado, apenas abrange cerca de uma página, do último capítulo do quarto e último volume. Muito interessante …
Na verdade, os responsáveis pela elaboração das provas dos exames nacionais sempre tiveram queda, quiçá desde que foram empossados, para a inovação do disparate (?). Em outras provas de outras disciplinas aconteceram destrambelhos desta natureza:
1 – Num exame na disciplina de Introdução ao Direito, na transição do século, a resposta a uma questão apenas estava contemplada num dos manuais em circulação e em nota de rodapé. Era dever de qualquer professor abordar esse aspecto se estivesse atento, mas o assunto nem era relevante.
2 – Em 2004, 1.ª fase, na disciplina de Psicossociologia a identificação de uma Teoria Organizacional dependia da interpretação de um texto dúbio. Os alunos, na sua maioria, responderam Teoria da Contingência, mas nos critérios de correcção apenas se admitia certa a Teoria Sistémica. Para alguns especialistas, professores de Gestão de duas Universidades as duas respostas deviam ser consideradas como correctas. Mas como era uma disciplina de um curso tecnológico…
3 – A extensão da prova de matemática, 1.ª fase de 2006, foi um hino à irracionalidade.
4 – Os critérios de avaliação definidos pelo GAVE, na disciplina de Biologia do 12.º, 1.ª fase de 2006, tiveram uma interpretação erradamente restritiva.
As disciplinas de Física e Química, Matemática, Biologia, História, Filosofia e Português têm peso mediático em Associações próprias identificadas como Lobies, logo com capacidade de promoverem mudanças de atitudes, por parte das entidades públicas governamentais?
Muitos outros exemplos, poderíamos relatar, mas a verdade é que, os miornos inteligentes, que elaboraram e fizeram a respectiva revisão, das diversas provas de exame, pagos a peso de ouro, parece que gostam de inventar …
Os Disparates normativos da REN / RAN / POLIS e o Urbanismo Tuga
no
Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
O ambientalista Sócrates tem defendido, como um paladino, tipo pimpinela escarlate a existência de políticas de defesa dos ambientes, em todos os Governos, por onde tem marcado presença. No entanto, estando à frente de um Governo legítimo, age de forma diferenciada consoante os interesses em jogo. A REN, actualmente em vigor, prevê excepções, como a construção de recintos desportivos e a construção de zonas habitacionais, mas dentro de certo número de condicionalismos: haver uma estrada.
Deste modo, o processo a desencadear, pelos miornos ronhas, pressupõe diversas fases:
Tentar construir um caminho/picada de passagem de inocentes tansos
Melhorar as condições/arranjo desse caminho, como roçar mato e/ou terraplenagem manual ou mecânica.
Apresentar às entidades administrativas competentes, uma pretensa estória histórica daquele trilho como se tivesse sido desbravado na época de Viriato
Incentivar essas entidades a promoverem o arranjo com saibro, numa primeira etapa e com alcatrão, numa etapa posterior.
A partir da segunda etapa começam logo a aparecer as primeiras maisons.
Claro que quem construir, em zona classificada, mesmo que à posterior, arrisca-se à demolição. Por vezes, a visão prega-nos partidas distorcidas da paisagem; ou seja, existem zonas de REN com uma volumetria urbanística de arrepiar e outras zonas, de área reduzida onde é proibido construir seja o que for. É nesses terrenos rurais, por exemplo, nas zonas de St.º António/Covilhã e Lugar do Fojo/Braga, onde é interdito qualquer alteração e onde, em princípio, até ao fim do mundo, construções, nem do lego. Mas, é aí onde acontecem os verdadeiros milagres. Normalmente, o encalistado proprietário vende-os a preços baixos. Quase que por magia, pouco tempo depois, o terreno é desclassificado, por interesse público ou por interesse turístico e valoriza-se espontaneamente (?) e assustadoramente.
Quem sabe, sabe …
É a política da trasologia de dietrologia
Mas, vejamos outro tipo de aberrações, começando pela Torre Sócrates Com vinte e quatro andares e que se situa, numa REN em St.º António/Covilhã (www.urbi.ubi.pt) e que foi considerado um disparate urbanístico. Apesar de ser apenas um esqueleto, sem ocupação, parece que agora vai ser reabilitado. Porquê?

Outro disparate acontece em Ofir/Esposende, onde três torres foram construídas sobre dunas primárias: Elas não vão ser demolidas, os nossos impostos vão suportar os respectivos custos de manutenção contra os avanços do mar. (www.geota.pt)
Fin
almente, o prédio Coutinho/Viana do Castelo (http://jn.sapo.pt), construído à mais de trinta anos, legalmente, mas que um projecto Polis, da autoria de um arnaz, considerou que o dito cujo, feria a sensibilidade paisagística/estética da urbe. Interpretação divinal. Vai ser demolido por via dos nossos impostos. Coisa estranha esta situação, de todos os exemplos, é o único que está legitimado e é o único que vem abaixo e parece (?) que a respectiva demolição só foi encarada depois de alguns dos moradores terem trespassado sus habitaciones (?)
Al-Quaeda?
USA? UE?
Os Espanhóis?
Os Cubanos da Madeira do Jardim ?
Uma amiga enviou-me esta imagem elucidativa, por Email. Footbolês eis o incentivo para a motivação do nosso orgulho de estarmos em crise de identidade sócio-económica. Choramos por um simples golinho, mas a mística de Tuga está sempre presente: beber para esquecer o filho da ... do patrão, praticamos boxe no conjûge porque é o que está mais disponível e mandamos os árbitros àqueloutra ... porque temos de desabafar com alguém. Nem todos podem pagar a um psicanalista.
Sonho? Pesadelo é a nossa vida quando acordarmos do sono do football. Não existe sorte nem azar nem destino pré-programado. Somos nós próprios os actores culpados e actores vítimas das escolhas que fazemos. Azar de ainda não ter ganho o euromilhões? Se nunca jogo...
No Semanário Expresso. do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos. do dia 8 de Julho, dois miornos paios resolveram opinar, com toda a legitimidade, sobre o footbolês de Scolari. O primeiro, com saudades do tempo das vitórias morais e das derrotas humilhantes, ou seja, defensor da eficiência de jogar mas não necessariamente da eficácia, afirma que: … a equipa não convenceu desde o início e Scolari pratica um jogo que não se recomenda: sofredor e sofrível, sem espaço para a velha criatividade das Quinas, acrescentando, prefiro uma equipa que joga bem e às vezes perde … o futebol, para mim, é um bailado …, o segundo, dentro da mesma onda, mas com dor de cotovelo por causa da não convocação da sua prima-dona, Vitor Baía, confessa que quer ver Scolari longe, porque queremos mais. Queremos ganhar. Divinal os juízos destas duas personagens.
1. A atitude dos responsáveis pela educação, nestas últimas décadas, talvez herdeira de uma pedagogia assente numa visão retrógrada da filosofia da educação, pode traduzir-se no que Crato (2006: 14) apelida de … desvalorização dos conteúdos e do conhecimento substantivo.
2. Esta perspectiva pretende pois, retirar, em princípio, aos professores a definição das regras por que as escolas se devem reger, transferindo-as para os pais, que as implementarão consoante os seus próprios interesses. Existe então, uma deformação subversiva, dolosa e danosa, dos princípios básicos do Sistema Educativo. Estudar implica desenvolver esforço e o facilitismo defendido pelos encarregados de educação e pela Ministra da Educação, advém do facto de uma certo tipo de classe média, não saber conviver, com alunos de outras classes sociais que apresentam melhores classificações. A expressão The jobs for the boys, não é mais do que a defesa de uma certa mediocridade intelectual evidenciada na adolescência com a cobertura dos respectivos encarregados de educação e a complacência do Poder Político vigente.
3. Desejar que um filho tenha as melhores classificações é natural, mas estabelecer como nível mínimo de inteligência, classificações de valoração elevada, e culpar os professores por tal insucesso já é discutível.
4. Apesar das posturas desenvolvidas, por cada aluno, é necessário avaliar a consciência do aluno para a procura do seu eu, neste processo de ensino aprendizagem, em que, constantemente se está perante o dilema da tomada de uma determinada decisão assente na necessidade de partilha das dificuldades e dos riscos, na solidariedade e no diálogo, e na tolerância e na solidariedade.
5. Na realidade, em cada disciplina, o sucesso de um aluno deverá depender de diversos factores, a começar, principalmente, pelo ambiente familiar e depois pelo ambiente escola. A escola não deve ser encarada como um lameiro onde se despeja o gado. Na Escola, cada aluno socializa-se formal e informalmente, aprendendo, por exemplo, a arte de redigir uma redacção na disciplina de Português, no saber trabalhar a Palavra, em Filosofia a capacidade de ordenar as Ideias, e nas disciplinas técnicas, o explanar dos Conteúdos programáticos, etc.
Nuno Crato, (2006). Eduquês em discurso directo…Gradiva. Lisboa.
Praticar desporto (correr e/ou andar), segundo cardiologistas e afins, dá saúde e faz crescer a capacidade lúdica da sanidade mental de cada um.
Neste sentido, a Biblioteca Manuel Monteiro da Escola Secundária Alberto Sampaio, decidiu, neste ano lectivo de 2005/2006, promover caminhadas. Assim, partiu-se à descoberta da Geira Romana, desde Seramil até à Portela do Homem (cerca de 40 Km), no troço da Via Romana XVIII. Para Outubro, já está programada outra incursão a Pitões das Júnias (Montalegre).
Da viagem muitas foram as interrogações que se nos depararam: como a degradação progressiva dos Trilhos e a falta de limpeza dos matos (rastilho propício aos incêndios florestais); parece que algumas sumidades burocráticas, pouco iluminadas, do IPPAR recusam conceder as devidas autorizações. Estão à espera que tudo arda para invocar os deuses? Ou existem outros interesses de natureza material para preservar o disparate?
Não conhecem o Sr. Dr. Gustinho Motorista?
Parece-se muito com uma pústula bífida nascida numa cloaca, como produto do viscoso conúbio entre uma ameba disentérica e um verme recém-cevado no cadáver dum chacal; a sua baba ofídica não é mais do que a podridão que jorra de uma pena mercenária e fedorenta numa cara ridícula de funâmbula, em suma um aborto langanheto. – magrinho, mas muito corrupto.
Os pés estreitos, delgadinhos e fininhos; as perninhas estreitas, delgadinhas e fininhas; mais acima o tronco estreito, delgadinho e fininho; para cima o pescoço estreito, delgadinho e fininho e por último a cabecinha estreita, fininha e delgadinha.
Adicionadas estas parcelas obtém-se um total também estreito, fininho e delgadinho, pelo princípio de que a soma é da mesma natureza das parcelas.
É muito estreitinho, fininho e delgadinho o Sr. Dr. Gustinho Motorista.
Quando com o seu terno hip-hop visto de costas, dá-nos a imagem dum gafanhoto vestido de macaco.
Com as suas cangalhas opacas, com o cabelo castanho-escuro, um pouco disperso, e com a epiderme levemente enrugada, dá-nos a impressão dum bicho da fruta.
A carinha mimosa, ligeiramente ondeada, moliçosa e encarnadinha e com os holofotes nas fanecas, traz-nos à lembrança a aparência duma lombriga.
Esta lombriga, não obstante a sua inconsistência, fura sempre e esconde-se quando pode. Uma vezes atrás do lodaçal da sua labita, outras atrás da intelectualidade medíocre bracarense, da sociedade dandy e balofa e de outros quantos caca-manecas que aparecem e até atrás da sua incompetência de aprendiz de enseñanza.
Comparando os comportamentos dos Timoneiros/Homens do Leme perante a restante tripulação, verifica-se uma assombrosa discrepância, no tipo de abordagens de incentivo para a motivação dos respectivos subordinados. Scolari sabe da poda, mas Sócrates e seus ajudantes, em vez de se reciclarem, apostam sempre na mesma táctica: mobbing/achatar os beques, que consiste numa desvalorização pública dos diversos agentes, mesmo que as respectivas acções sejam positivas; realçando os aspectos negativos e minimizando os positivos; culpabilizando, à vez, cada classe, pelos males sociais diagnosticados.
O Capitão de Rebordelo é alguém que só existe na realidade virtual; é uma personagem das mil e umas identidades/personalidades, um Arsène Lupin e um Orlik, a Besta e o Salomão (Parece que tinha 700 mulheres e 300 concubinas), um sarraceno/infiel e um intocável (India), um deputado da nación e um maficubano, um vírus e uma bactéria, um ser unicelular protozoário e um dinossauro, um Dupont e um Dupond, Um capitalista sem cheta explorador da mais-valia e um labrego defumado, um Caucasiano Aguiar e um Branco Motorista, um personagem das fábulas de La Fontaine da ESAS e uma assombração maligna sobre a ESCA, um herdeiro cubano natural da harmonia simbiótica entre a Sicília Portuguesa e a Beira Interior Profunda, enfim é um heterónimo de um pé rapado depenado, funcionário público alvo de tentativa de homicídio da honra, por parte de uma lombriga esca em 2006, mas, que, apesar de tudo, continua a vender saúde.