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Coimbra - Solum - depois do Caos Urbanístico

Antes de 25 de Abril de 1974 os espertos também usavam destas artimanhas e hoje, volvidos 33 anos, o Poder necessita deles como bons exemplos de comportamento e de adesão às políticas governamentais.
Como aspecto positivo, de realçar a Biblioteca Manuel Monteiro, da Escola Secundária Alberto Sampaio, Braga, que anualmente promove diversas iniciativas, (Palestras, colóquios e exposições) na medida em que o Dia Mundial do Livro coincide com o aniversário desta estrutura educacional. Este ano, o tema é sobre os Beneditinos.
De realçar:
Sou licenciado em Economia e com duas pós-graduações, mas mão sou nem dr. nem economista, sou apenas um provável futuro ex-professor. Aliás o Professor, do ISEG, Francisco Pereira de Moura afirmava aos respectivos alunos: os licenciados em economia só se tornam em economistas, pós cerca de 15 anos, a trabalharem/investigar sobre a problemática económica.
Em Espanha, pelo menos no nível universitário, os Títalos não são usados nas relações entre professores e alunos e não existe descortesia entre as duas categorias de sujeitos educativos.
5 - A mulher não podia requerer a separação com base em adultério do marido, excepto se este mantivesse a outra no domicílio conjugal.
6 - Se a mulher se ausentasse do lar, o marido podia requerer em tribunal o regresso da dela.
7 - O chefe de família era sempre o marido e pai.
8 - Adultério:
9 - Homicídio Conjugal:
Algumas madames, pelo menos da cidade de Braga, estão com saudades desses tempos, estilo: quanto mais me bates, mais gosto de ti. Portuguesas caducas no seu melhor. O PNR parece ser o movimento mais adequado para betinhas, quiçá, defensoras das festas de ballets rosets.
" Tu que passas e ergues para mim o teu braço, antes que me faças mal, olha-me bem.
Eu sou o calor do teu lar nas noites frias de inverno.
Eu sou a sombra que tu encontras quando caminhas sob o sol de agosto.
Os meus frutos são a frescura apetitosa que te sacia a sede nos caminhos.
Eu sou a trave amiga da tua casa, a tábua da tua mesa, a cama em que descansas e o lenho do teu barco.
Eu sou o cabo da tua enxada, a porta da tua morada, a madeira do teu berço e do teu próprio caixão.
Eu sou o pão da bondade e a flor da beleza. Tu que passas, olha-me bem e, não me faças mal ".