segunda-feira, julho 09, 2007
quarta-feira, julho 04, 2007
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sexta-feira, junho 29, 2007
In Memorium
sábado, junho 23, 2007
Requerimento Hierárquico Impróprio .. no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
sexta-feira, junho 22, 2007
Vigília em Memória das Vítimas Ass... pela M...do Burkina Faso
segunda-feira, junho 18, 2007
A Inteligência Somítica da Tautologia
sábado, junho 16, 2007
Titulares - Novela: episódio n+1
quinta-feira, junho 14, 2007
As DRENs do Nosso Descontentamento
segunda-feira, junho 11, 2007
MST
domingo, junho 10, 2007
As Escolas do amigo Valter
As Juntas de Descolonização Biológica da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
quinta-feira, junho 07, 2007
Vagas a Titular
quarta-feira, junho 06, 2007
sexta-feira, junho 01, 2007
quinta-feira, maio 31, 2007
O Génio de Alandino ou Adanlino ou
quarta-feira, maio 30, 2007
segunda-feira, maio 28, 2007
Greve Geral de 18 de Janeiro de 1934 ou de 30 de Maio de 2007 - Burkina Faso?
sábado, maio 26, 2007
Os Donativos à Pobreza Franciscana dos Bancos
O semanário expresso, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, na sua edição de 26 de Maio de 2007, afirma que Portugal paga dos juros mais altos, no crédito à habitação, nos países da zona euro, acrescentando que os portugueses pagam uma taxa de juro média de 5%. Será isto a verdade dos factos? Pois, parece que duas situações se nos deparam e ambas de aparente carácter não solucionável: 1 – Ou os analistas económicos andaram numa qualquer universidade estilo independente/moderna (etc.) e de fenómenos económicos n’ã pecebem patavina ou querem transmitir a ideia de que os portugas são deficientes mentais. 2 – Em relação aos outros, os economistas oficiais (Banco de Portugal e afins), a questão que se põe é similar: porque é que nos estão a enganar e sabendo o que penso que sabem, são cúmplices por omissão? Na realidade, esses tais 5% são apenas uma realidade aparente, a verdade é mais dura; senão vejamos as duas opções que se opõem e que se complementam: (A). A uma taxa de 5%, qualquer devedor paga, no total das prestações, o equivalente a 20 e tal prestações mensais, num ano que apenas tem 12 meses. (B). A uma prestação oficial de 12 meses/ano, tendo por base a fórmula de Capital final (Total Pago ao Banco) = Capital inicial (valor do empréstimo) * 12 meses (1 ano) * N.º anos (acordados para amortização do capital em dívida + juros devidos) * Taxa de Juro, a taxa mínima de prestação paga pode alcançar os 36%. Claro que os créditos, na hora, por telefone, as prestações a pagar são do estilo de caixão à cova. Só se mete, nesses esquema, quem é parvo ou quem já não tem bom nome, por incumprimentos, junto do Banco de Portugal.
quinta-feira, maio 24, 2007
OTA - BOTA - TOTA - BATOTA do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
quarta-feira, maio 23, 2007
A Liberdade de Chilrar no Burkina Faso
segunda-feira, maio 21, 2007
Expo 07
domingo, maio 20, 2007
O Q. I. de Miguel Soza Tavarez – 2
sábado, maio 19, 2007
Trilhos Pedestres - 3
quinta-feira, maio 17, 2007
Os Compadres/Afilhados da Ministra...
Canto Livre na ESAS
segunda-feira, maio 14, 2007
Os Terroristas da Casa Real
quarta-feira, maio 09, 2007
O Serviço Nacional de Saúde do Burkina Faso e a Independente
segunda-feira, maio 07, 2007
Campos de Concentração Alemães
II Guerra Mundial - 1945
domingo, maio 06, 2007
Férias no Garbe Ártico
Para animar a malta: chuveirinhos
Parece que os mouros importam água quente do Allgarbe (!)
Depois de uma banhoca, de algum barrocal, nada como apanhar banhos de sol q.b., para evitar escaldões
Está na hora do regresso, preparar o farnel da família
sábado, maio 05, 2007
Companhias Aéreas Africanas
sexta-feira, maio 04, 2007
Abandono Escolar e o Sucesso estatístico Educativo
domingo, abril 29, 2007
Casas com Estórias - 1B
sábado, abril 28, 2007
Universidades viram Berçários no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos?
Spectrum
quinta-feira, abril 26, 2007
25 Abril sob Batuta do Maestro Governamental Independente
Casas com Estórias - 4
Coimbra - Solum - depois do Caos Urbanístico

- Vissitudes do desemprego: fui estudando e fazer um pequeno trabalho de investigação pessoal na CCRC e a CEE ofereceu-me um voyagemau Royaume de la Belgique.
- Arranjar emprego, nem no centro de emprego, nem nos serviços do Ministério da Agricultura: descobri o sentido da expressão- meter uma cunha.
- Se quisesse, pedia a mon père para me meter nos respectivos serviços, já que ele era eng. (nos anos 40 ainda não havia Universidades tipo Independente) chefe de departamento de correção torrencial no MAP. Mas, como devo ser muito abascado, comecei a assobiar para o lado e decidi (ná me lembro, mas devo ter ido consultar alguma bruxa que me disse que um dia haveria de encontrar uma chefe, muito sensual chamada Lurdes e parece que acertou, embora não me elucidasse completamente, ou seja, que seria uma Ministra) embarcar numa de educação. Preenchi o boletim e escolhi 49 Escolas Secundárias dos distritos de Coimbra, Covilhã, Leiria e Viseu; a 50.ª escola era a de Montalegre. Dito e feito, foi mesmo aí que fui cair de pára-quedas achaquiado (outras estórias, outras postagens). Depois, andei por aqui e por acoli, até que estacionei neste fim do mundo: Bracara Augusta.






