Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

terça-feira, agosto 14, 2007

Os Profetas de Klondike

No suplemento de economia, página 4, do semanário O Expresso, do dia 11 de Agosto de 2007, o Ex-governador do BP, António Sousa (não confundir com o treinador de futebol) afirmou, a dado passo, (...) Se a legislação laboral fosse mais flexível, não teríamos o país Dual que temos: pessoas que têm emprego para toda a vida e outras que nunca terão emprego (...)
As Sociedades dualistas, são designadas como as Subdesenvolvidas, 3º Mundo, etc. às tantas, vivemos neste mundo, mas pelas razões erradas:
1 - Qualquer Factotum do BP/EDP/CGD/GALP/CP, quando se vem embora, para além da devida compensação monetária, por eventuais turbulências neurais, ainda recebe, a partir do mês seguinte, a respectiva reforma (o vacatio legis é nulo) mesmo com acumulação de outros Tachos; só os Idiotas/Parvos é que têm de esperar, pelo menos, até aos 65 anos de idade e com 40 anos de serviço, mesmo que estejam doentes, ou incapacitados ou à beira da morte, e não podem acumular outros ganhos depois da reforma, senão...
2 - Pessoas que têm emprego para toda a vida - Só se forem os amigos, os Corruptos; os Políticos; os Tachistas; etc.
3 - Se a legislação laboral fosse mais flexível - A tendência seria de horários de trabalho de 12 horas e com salários pela metade (talvez como na China. Mas aí, pessoas como AS já teriam sido fuziladas por obtenção de ganhos suplementares...).
4 - Porque é que Portugal é dos poucos países em que a corrupção é desvalorizada, não sancionada, por motivos partidários ou a falência fraudelenta de empresas é consentida (desde que não existam dívidas ao Estado) ou as falsas baixas médicas das entidades patronais são ignoradas ou a incompetência na Gestão empresarial é considerada pouco relevante (Relatório McKinsey afirmava que o nosso fraco desenvolvimento/baixa produtividade, não resulta do tipo de legislação laboral ou do menor empenho dos Trabalhadores, mas dos Factores Citados Anteriormente)?
6 - O que é que AS fez, quando esteve no BP, para travar a especulação de juros activos, por parte das entidades bancárias?

segunda-feira, agosto 13, 2007

Fraga quiere olvidar el pasado

(…) hay una gran parte de responsabilidad en los actuales gobernantes, en los socialistas, que han aprobado leyes tan absurdas como la de la Memoria Histórica, o la Educación para la Ciudadanía, que es un disparate. P. Pero la Ley de la Memoria História, don Manuel... R. Aquí hubo una amnistía, y amnistía quiere decir no solamente mutuo perdón, sino mutuo olvido. Amnistía quiere decir amnesia, y eso, insisto, quiere decir olvidar, olvidar. P. ¿Y no sería capaz de aceptar que se planteara la Ley de la Memoria Histórica como una cuestión de pura misericordia, para que los perdedores de la Guerra Civil pudieran enterrar a sus muertos? R. Ya le he dicho que hubo una amnistía y no se trata ahora de hacer nuevas leyes. Todo el mundo tiene derecho a enterrar a sus muertos. Pero los muertos amontonados son de una guerra civil en la que toda la responsabilidad, toda, fue de los políticos de la II República. ¡Toda! Eso no se arregla con una Ley de la Memoria Histórica que, además, tampoco resuelve la cuestión de hasta dónde nos remontamos para saber todo lo que hay que saber. ¿Hasta las Cortes de Cádiz? (…) P. Entonces no parecían tener voz quienes ahora hablan de las dos Españas. ¿Cree usted que existen todavía, setenta años después de la Guerra Civil? R. Hubo un largo tiempo en que sí había esas dos Españas que luego se reconciliaron de una forma que yo creía que era definitiva. En eso tuvo un papel decisivo la Corona. Lamentablemente, hay quien ha querido revivir esos temas y ha planteado problemas territoriales innecesarios y esa Educación para la Ciudadanía que está obligando a la objeción a muchas familias españolas, y no digamos ya de ese ambiente que se ha creado, que pone en cuestión incluso la actual forma del Estado, que ha sido todo un éxito. P. ¿Cree que los socialistas están poniendo demasiado énfasis en un debate sobre la revisión de la forma del Estado? R. Ese debate no lo comparten ni la mayoría de los españoles ni la mayoría de los socialistas. Las cosas, como es natural, no se han planteado oficialmente. ¡Hasta ahí podíamos llegar! Pero el aliento, los comentarios, algunos gestos, no son los más adecuados, evidentemente. Además, el Gobierno y los dirigentes socialistas han cometido un craso error, porque tenía que haberse hecho primero la reforma constitucional, y no empezar por forzar los estatutos a ver hasta dónde se podía ir sin desbordar la Constitución, sin conseguirlo. Por eso el Estatuto de Cataluña tiene planteados nada menos que siete recursos.
(...)
Os franquistas querem continuar com a impunidade dos homicídios efectuados, desde 1936, sobre os Republicanos. Não querem que haja uma reabilitação da memória dos Anti-fascistas assassinados e uma revisão, para a verdade, da História.
Em Portugal, parece que são os do Partido da Chucha a quererem fazer esquecer o passado: reduzindo à ignomínia os portugueses trabalhadores e reabilitando/promovendo os corruptos e os assassinos, vistos como herança do regime anterior ao 25 de Abril de 1974.
É evidente, que não existe qualquer semelhança entre o Partido Socialista e Operário Espanhol (PSOE) e o Partido Chuchalista Português.

domingo, agosto 12, 2007

A Independente and the Allgarbs

Os fenómenos do Entroncamento, made in Sacavém, migraram para o AllGarb do Burkina Faso da Europa do Atlântico Asiático. 1º - A 125 do nosso descontentamento 2º - Lagos e a Maddie 3º - Urbanismo selvagem 4º - Disparates inovadores paisagísticos Um Arquitecto da Independente? Um Projectista da Independente? Um Desenhador da Independente?

Uma Rotunda em Armação de Pêra, assimétrica face ao eixo central da Via Dorsal. Alguém que tirou, por correspondência, um curso na Independente?

sexta-feira, agosto 10, 2007

CREDO Del CHUCHALISMO (Burkina Faso del Atlántico)

Creo en el chuchalismo liberal de la Santa Ministra, Todapoderosa, hija de la Injusticia y de la Desorden matrimonial, que es y ha sido perseguida por todos los profesores, y nació en el seno de la falsedad, padeció por encima el poder de todos los novios, por los que ha sido maltratada y escarnecida y deportada, descendió a los lóbregos calabozos y de ellos ha venido a emancipar todolos dañados y enchufes y está sentada en el mierda de los asociados. Desde alli juzgará a todos sus hombres y mujeres agüeros. Creo en los grandes principios de la Eugenia, en el Complex del Simplex y en el muerte y en el descalificación de sú santidad educativa; creo en la reacción socrática que ha de redimir a la mistificación de todos los que la degradan y envilecen. Amén.

domingo, agosto 05, 2007

Percalços Dominicais

Coerência e bom-senso
Os que defendem que um director de um museu do Estado tem direito de criticar a política de museus do Ministério da tutela sem se demitir (como se fosse possível executar lealmente uma política de que se discorda...) ainda hão-de defender que um chefe de esquadra pode criticar a política de segurança ou que o chefe de uma unidade militar pode criticar a política de defesa.Haja coerência, senhores! E já agora, bom senso... [Publicado por vital moreira] 5.8.07 in Causa Nossa
Eis uma crónica dominical muy interessante de defesa na justiça praticada, pós eleições de Norton de Matos, quando o Estado decidiu demitir todos os Funcionários Públicos, principalmente professores, que tivessem participado, activamente, com críticas e/oumanifestações e/ou pertencentes a comissões/secretariado de apoio, na campanha eleitoral contra o Regime Político Instalado.
Já agora, qualquer Professor que critique a Santa Ministra da Educação, também deverá ser demitido, porque, segundo VM, não é possível executar lealmente uma política de que se discorda..., ou seja, estamos perante professores sabotadores, quiçá membros da Al-Quaeda (?).
Então, dentro da mesma lógica, Bagão Felix teve razão (que os Tribunais não reconheceram validade) na demissão de 15 Directores Regionais, que não tinham a devida confiança política.
Em Singapura, TODOS os Funcionários Públicos votam automaticamente no Partido Governamental; mas, se se candidatarem por qualquer outra formação política, são demitidos das suas funções, com o argumento de falta de lealdade.
VM não devia confundir lealdade e crítica com desobediência.

quinta-feira, agosto 02, 2007

Morrer - Matar - Morrer - Matar...

Solução para Resolução do Deficit Público:
Destruir o Serviço Nacional Saúde
Todos os dias, morrem 23 portugueses derivado de problemas de Alcoolismo. O Ministério da Saúde decidiu extinguir os Centros Regionais de Alccolismo e integrá-los nos Serviços da Tóxico-dependência, como se fosse tudo a mesma coisa.
O combate ao Alcoolismo dirige-se à dependência a uma sustância nefasta lícita e que gere montantes elevados em impostos. A Lasvin (Médicos que também têm interesses comerciais e financeiros na produção vinícola), defende por motivos óbvios esta solução governamental.
O combate à Tóxico-dependência medicamentosa está direccionada para a redução das despesas de saúde do Estado.
O combate à Tóxico-dependência, em geral, assenta na luta contra os efeitos nefastos de drogas ilícitas. Mas, que muitos políticos consideram, directa ou indirectamente, como uma das suas principais fontes de rendimento.
Temos aqui três situações diferenciadas a passarem a ser tratadas de igual forma.
Os consequentes actos médicos devem ser exercidos por Especialistas específicos e não ao estilo de qualquer Ferreiro substituir um Ortopedista.
Seria interessante, o Ministro Correia de Campos ser sujeito a uma cirúrgia neurológica, por um médico dentista...

quarta-feira, agosto 01, 2007

Ni quito ni pongo Rey… pero ayudo a mi señora, la III República

Consagrado en la Constitución el derecho a la libertad de expresión, bajo su estrellado manto de terciopelo violeta, me sumo al llamamiento de las alcaldías andaluzas y añado un respetuoso granito de arena más, con mis – sin duda – torpes reflexiones, al movimiento político y social que reclama, la convocatoria de un Referéndum, donde el Soberano – el pueblo español, castellano, catalán, vasco, andaluz, gallego, etc-, elija, en libertad, la forma de Estado por la que quiere ser gobernado. Desde el respeto a la Corona, sobre cuyos hombros descansa -conviene no olvidarlo nunca- la garantía de paz interna en los Ejércitos de Tierra, Mar y Aire de España, que al Rey deben obediencia, recuerdo en esta hora con orgullo, la valiente desmovilización que el Rey ordenó en 1981, con motivo de la intentona golpista de Tejero. Vaya todo ese reconocimiento por delante. Lejos aún de conseguir una mayoría republicana que gane unas Elecciones Democráticas – única vía admisible, a mi juicio – para la respetable hegemonía de nuestra III República, más lejos aún se encuentra la repetición del gesto del Rey Alfonso XIII, cuando en 1931, perdidas las Elecciones, optó por abandonar el país, dignamente, e instalarse en Roma. Este pueblo nuestro está vivo y lucha por sus aspiraciones pacíficamente al amparo de una Constitución, que se le queda estrecha ya en muchos aspectos. La realidad social de cada día, las astronómicas diferencias salariales, la dialéctica por el bienestar y los nuevos derechos – que nada nos regala nadie –, el tupido tejido asociativo por la memoria histórica, las luchas de cada día contra ERES y regularizaciones salvajes, las deslocalizaciones, los apagones, el obstruccionismo permanente del PP y la facción mas reaccionaria de la Conferencia Episcopal al conocimiento científico, a las libertades sexuales; las apologías al fascismo y la quema de nuestra bandera de referencia constitucional, la tricolor, por parte de Falange Española Tradicionalista y de las Juntas de Ofensiva Nacional-Sindicalista, el desmesurado y trasnochado recurso al secuestro de la Revista El Jueves, al avance imparable de los derechos al laicismo, la verdad, la justicia, la reparación con que se arropan libremente los pueblos libres de Europa desde 1946; todo ese conjunto de circunstancias, idus de Julio si se quiere, parecerían ser la demostración de la necesidad de estudiar por parte del Ejecutivo el mejor momento para Reformar la Constitución antes de las Elecciones del 2008, que incluya no solo la reforma de la ley Orgánica del poder Judicial, entre otras, sino que debe incluir la celebración de un Referéndum sobre la forma de Estado.La Corona ha obviado, si me lo permiten expresar, defendernos de los especuladores urbanísticos, de los apologetas del fascismo, del lavado de cerebro de la religión católica, de los terroristas de Estado como José María Aznar. Por eso estamos en nuestro buen derecho de darnos una forma de Estado limpia, con la que podamos vivir libres, autodeterminados, prósperos todos, alegres y seguros. Treinta años de rodaje democrático nos han dado a muchos la mayoría de edad, el uso de razón, que la intolerancia histórica nos quiso enturbiar. Una razón que queremos compartida con Europa y con el resto de los países democráticos, socialistas, del mundo. Y eso, a la Corona que nos libró de Tejero no le puede molestar, sino sutilmente, respetar recíprocamente nuestra libertad. Desde ese respeto mutuo: ¡Viva, viva la III Republica!

terça-feira, julho 31, 2007

Titulares - Novela: episódio n+2

Oficialmente, hoje, oficiosamente desde ontem, ficámos a saber quem são os Professores Bons e os Professores Bestas; por vezes, por um único ponto, assim ficaram diferenciados, os professores estilo futurex da Santa e os miseráveis professores, estilo velhos do Restelo.
Pela parte que me toca, por um ponto, fiquei acima da linha de água, enquanto que outros que também desenvolveram inúmeras acções meritórias para o sucesso educativo, ficaram arredados.
Três exemplos para demonstrar o referido:
  1. No período nocturno, muitos professores tiveram coordenações de Turma, mas, trabalhar já não era com eles, embora agora andassem aflitinhos da silva à cata de pontinhos e ficaram titulares.
  2. No período diurno, muitos andaram, durante os últimos 15 anos, de empresa em empresa tentar colocação para estágios de alunos dos Cursos Técnico-profissionais, Cursos Tecnológicos e Cursos dos CET e não tendo direito a pontos, ficaram descalços.
  3. Outros professores voluntariaram-se para executar diversas tarefas, como pertencer à Assembleia de Escola, dinamização de Clubes, Director de Instalações ou promoção de actividades de enriquecimento curricular, etc., enquanto que outros os recusavam, visto que não tinham direito a benefícios imediatos/visíveis ou não tinham capacidade de conciliar a escola com outros tachos. Estes últimos, serão aqueles que poderão vir a beneficiar, ilegitimamente, de reposição de justiça, por parte do Ministério, relativamente aos primeiros, aos voluntários que não ficaram titulares.
Onde está o MÉRITO?
Pelo número de contestatários para irem para Tribunal, penso que, o Ministério para não perder a face, tal como aconteceu com a repetição dos exames do ano lectivo anterior, (perante 5 sentenças judiciais desfavoráveis, pode ter de anular todo o processo) e repor uma certa Justiça legítima para algumas pessoas que têm dado o litro ao longo de muitos anos, embora ilegítima para outras, porque nunca fizeram patavina, terá de actuar da seguinte forma: 1 - Considerar que todos os do 10.º escalão com mais de cinco anos e com 92 pontos passem a Titular 2 - Todos os outros, 8º e 9º escalões, com mais de 95 pontos passarem a Titular.
3 - Em termos de assiduidade, que certo tipo de faltas não sejam contadas, as do 102 (evitar a dupla penalização), tal como as faltas de prestação de ajuda a filhos menores ou a familiares com doenças graves (oncológicas ou incapacitantes até 30 dias).
4 - Que seja contada toda a carreira.

quinta-feira, julho 26, 2007

Wanted Dead or Alive - The West Law of Pecos

Órgãos Sociais do Tarrafal dos Aposentados do Burkina Faso da Europa dos Fundilhos
CEO:
Dr. Hamed Madona Desguelha
Vogales:
Dr. Bitro Flopes Hernández Dr. Mamuhd Saques Torneira

sábado, julho 21, 2007

Carta Aberta ao Excelentíssimo Senhor Director da Caixa Geral de Aposentações

Olá, Artur!
Carta Aberta ao Excelentíssimo Senhor Director da Caixa Geral de Aposentações Então pela primeira vez nos apercebemos de que a nossa língua carece de palavras para exprimir esta ofensa, a destruição de um homem. Primo Levi Obviamente demito-o. Humberto Delgado Excelência: Estou certo de que a sua resposta à minha carta não demorará dois meses e dois dias, como aconteceu a Artur José Vieira da Silva, professor de filosofia da Escola Secundária Alberto Sampaio, conhecida na cidade de Braga e arredores pela sigla ESAS. Creio sinceramente que assim será, pois não posso acreditar, por um momento que seja, que Vossa Excelência tenha podido ignorar o apelo de um homem que, ao ver aproximar-se o termo da sua vida, lhe pede apenas um sinal de boa vontade, uma pequena boa acção no exercício do bem. Estou certo de que a sua resposta será célere e que compreenderá com toda a força de que é capaz a razão que motiva esta epístola. Confesso-lhe que tenho andado pela noite à procura dessa luz que a vigília às vezes concede aos humanos. Mas não encontro… Infelizmente não encontro nenhum castelo, nenhuma demanda, nenhum princípio, alguma lei, não encontro nada que me permita compreender por que razão Vossa Excelência demorou tanto tempo a responder a uma pessoa gravemente doente e que pedia apenas para ser vista por uma nova junta médica, que não aquela que o “condenou”. Vossa Excelência teve a oportunidade de ouvir as palavras de Artur, escritas com dor e com mágoa, escritas também com dignidade e sem subserviência. A sua voz escreveu-lhe no dia 27 de Setembro e V. Excelência respondeu a 29 de Novembro, sessenta e quatro dias depois. Dir-me-á que não foi Vossa Excelência, mas antes um funcionário cansado ou um computador furioso. Pergunto-me até se é a Vossa Excelência que devo dirigir-me e peço desde já desculpa pelo incómodo, mas eu ando tão perdido neste mundo, que julguei poder encontrar junto de si o refúgio adequado à expressão da minha angústia. Perdão! Peço perdão por mim e por uns quantos brácaros que olham pasmados para Lisboa e reparam que afinal é ela que não conhece o Latim. Estou inteiramente à disposição de Vossa Excelência e dos seus servidores para a realização de um eventual encontro, oficina de escrita ou de leitura e se o tempo correr a nosso favor, podemos ainda organizar um evento sobre o jogo dramático e o psicodrama. Gostaria, nessa altura, de trocar algumas impressões sobre a língua portuguesa e sobre o estudo dos textos… Sim, eu posso compreender que talvez não haja tempo, nesse dia, para aprofundar a hermenêutica e muito menos para abrir as portas à casa do pensamento. Sim, isto passa quando salvarmos o Estado Social… E nessa manhã luminosa vamos poder andar mais devagar e nessa altura voltaremos ao tempo da preguiça e da leitura, aos amores da idade que acontecem quando se anda vivo da alma. Oxalá! Mas ainda não falamos da argumentação. Que lhe parece? O Artur não tinha razão? Está-me a dizer que tinha ou que não tinha? Ah, talvez a carta não estivesse bem escrita, talvez o Artur se tenha esquecido de se despedir de si… Porquê então? O Artur argumentou, expôs as suas ideias e as suas razões, falou claro e o que eu sei é que Vossa Excelência não compreendeu. Como? Errou na interpretação? Houve desfasamento temporal? Outras prioridades se alevantaram? Ah, não me diga … Ordens superiores?! Ordens de quem? Para quê? Problemas financeiros, quotas? Se for a acreditar nessa hipótese, então o cancro é doença amiga do orçamento e na sombra da economia poderemos em breve resolver o deficit. Imagino também que Vossa Excelência deverá ser homem de muita cultura, talvez um doutor, um engenheiro ou um economista, talvez um informático ou, quiçá, um sábio. Homem de muita letra deverá ser Vossa Excelência. Talvez por isso, não me pareça adequado, nas presentes circunstâncias, aconselhá-lo a frequentar um qualquer processo de reciclagem, uma formação rápida em direitos do homem, um exame na disciplina de Português, mormente nas questões relativas à leitura e à análise de texto; também não desejamos sujeitar Vossa Excelência a um período de estágio num lar de terceira idade, num estabelecimento prisional ou num hospital psiquiátrico. Essas vivências, como sabemos, podem ser muito benéficas, na medida em que nos permitem conhecer o sofrimento humano. Mas nós ainda falamos, ainda bradamos aos céus, ainda cá estamos, não é? Ainda gritamos, como fez um dia o rei da Boa Memória: cá eu vivo e são sou, a Deus graças. Quando termina a jornada e a cidade já pensa em ir trabalhar outra vez, presumo que Vossa Excelência se dirige para o lar, em busca dos seus e da paz que precisa para se achar um homem feliz. Sou o primeiro a admitir que Vossa Excelência é um cidadão exemplar, que dá os bons dias a quem passa e que, às vezes, se senta num jardim a observar com bonomia os velhinhos que jogam à sueca e as crianças que dão a volta ao mundo no carrocel. Como todos nós, também Vossa Excelência deve ter tido uma avó e um dia terá dado esmola a um pobre e rezado uma oração para salvação das almas e dos aflitos. Admito até que possa ser amigo dos animais, que goste de andar a pé e que se prepare para investir em nova tecnologia amiga do ambiente. Só não compreendo por que razão não respondeu ao Artur enquanto ele ainda tinha força para se defender. Por que razão o deixou definhar e o abandonou à sorte que veio a ser a morte? Por que lhe negou o direito a ter esperança e a ver reconhecido o seu direito à reforma? Não posso acreditar que tenha havido má-fé. Não posso acreditar que, perante um homem indefeso, Vossa Excelência tenha dito que não, ou pior, tenha esquecido a princípio, para depois responder, quando já não havia nada a fazer. Ah! É verdade… antes que me esqueça! Saberia Vossa Excelência informar-me sobre os prazos de resposta no âmbito do procedimento legal entre os cidadãos e a administração? Normalmente os cidadãos têm dez dias para responder, mas a instituição teve, pelo menos, dois meses e dois dias, não é verdade? Chegados a este ponto, talvez Vossa Excelência queira saber quem é este cidadão que em pleno mês de Julho, quando o seu país se prepara para ir a banhos, se atreve a escrever-lhe uma carta. Pois bem. Eu sou só eu, mas há uma parte de mim que faz parte da sinédoque. Lembra-se da praia lusitana? A figura toma a parte pelo todo e, nesse sentido, eu sei que não estou a falar sozinho. José Miguel Braga, E-mail setesopas@sapo.pt e professor da ESAS, em Braga, aos dezassete dias do mês de Julho, se não me engano, do ano de dois mil e sete. Post scriptum: Espero não ser obrigado, um dia, a escrever-lhe uma carta pelas mesmas razões do Artur. Mas se isso acontecer, aqui ou no inferno, o senhor vai responder muito mais depressa, porque eu deixo escrito que quero ir de maca até ao seu escritório para lhe poder entregar a missiva por mão própria. Nessa altura, levar-lhe-ei também uma edição barata do Hamlet. Não, não é omeleta nem leva batata. É Shakespeare. “Ser ou não ser, eis a questão.”

domingo, julho 15, 2007

Manipulação Xuxa

Para disfarçar eventuais quebras eleitorais e perda de popularidade nas eleições do(a)s Alfaces, a Momenklatura Xuxalista, trouxe pessoal de outras regiões como Cabexeiras, Puerto, Cobilhã, Alandroal, etc. O mais engraçado é que, alguns dos turistas, utentes de lares da terceira idade, que vieram, nem sabiam ao que vinham nem quem tinha pago a viagem. A Manipulação da Informação já sabíamos. A Manipulação das Sondagens sempre foi mais do que óbvio. A Manipulação/Controlo dos Media é uma vergonhosa realidade. A Repressão à Diferença de Opinião está a andar. A Manipulação, tão descuidada, da popularidade eleitoral já tem estrutura equivalente à do PSD Quem quer Xuxalistas, com as mãos sujas de sangue, a governarem o Burkina Faso da Europa?

sábado, julho 14, 2007

A INFÂMIA

Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
Segundo, fontes mal informadas, na República da Mongólia do Atlântico, para além dos casos de Braga e de Aveiro, outros Professores e Trabalhadores do Estado estão a Comer o Pão que o Diabo Amassou, por causa das vergonhosas decisões das Juntas Médicas. O Governo da Capital do Deserto decidiu alterar a composição das tais juntas. Parece que, neste Sahara do Mundo, gostamos muito de imitar o DesGovermo de um miserável país europeu: A Lusitânia.
Ora, o tal DesGoverno determinou que, as tais Juntas Médicas, fossem apenas compostas por Médicos.
  1. Se Escolhidas pela CGA (DesGoverno não quererá perder o Poder) - Vira o disco e toca o mesmo
  2. Se escolhidas pela Ordem - A Ética talvez passe a prevalecer

Mas o tal DesGoverno e as Sociedades também deveriam implementar outras medidas:

  1. Responsabilizar Criminalmente membros das Juntas por Negligência Grosseira
  2. Responsabilizas Criminalmente o Presidente Nacional das Juntas por Dolo Eventual
  3. Responsabilizar Criminalmente o Presidente da CGA por Incompetência e por Cumplicidade com as Decisões do Presidente Nacional das Juntas
  4. Responsabilizar Criminalmente o Ministro que Tutela a CGA
  5. licenciados em medicina, porque se fossem Médicos não teriam um comportamento tão nojento, deveriam ser expulsos, da respectiva Ordem (para esses, aconselho a ler o livro de John Cornwell, Os Cientitas de Hitler - principalmente, páginas 139 - 156.

Claro que ninguém vai ser responsabilizado, porque todos cumpriram as ordem governamentais: Muito Dinheiro tem sido poupado, por causa do deficit, um verdadeiro desígnio patriótico.

Para o tal DesGoverno a morte é um problema menor.

Nos anos 90, a importação de Gado com BSE originou lucros da ordem dos 500 milhões de contos. Alguém foi responsabilizado criminalmente? Os criminosos passaram a controlar os centros de abate e têm sido homenageados e condecorados, pelos sucessivos DesGovernos.

segunda-feira, julho 09, 2007

Carta dramática de Artur José Vieira da Silva ao Director da Caixa Geral de Aposentações em 27 de Setembro de 2006

Exm.º Senhor
Director da CGA
Excelência
Artur José Vieira da Silva, Professor Efectivo da Escola Secundária Alberto Sampaio - Braga, vem solicitar a V. Excia se digne atender ao seguinte:
1.
Por despacho de 09 de Maio de 2006, recebeu a minha Escola o ofício n.º SAC122FA.937221/00 da Caixa Geral de Aposentações a informar ter sido indeferido o meu pedido de aposentação em virtude de não me encontrar absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das minhas funções.
2.
Base de Sustentação: o parecer de uma Junta Médica realizada em 18 de Abril, a que não fui presente. Todavia não duvido que ela se tenha realizado. Do que duvido é da Junta Médica, da sua competência, responsabilidade, sensibilidade, profissionalismo, e por fim autoridade para categoricamente sentenciar que que não me encontro absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das minhas funções! Assim:
3.
Como pode uma Junta Médica fazer tábua rasa da Tabela Nacional de Incapacidades capítulo IV, ponto 5, alínea a) que me atribui uma incapacidade de 85%?
4.
Como pode uma Junta Médica fechar os olhos àquilo a que me submeti: amigdaletomia esquerda e laringectomia total com esvaziamento ganglionar cervical funcional bilateral e traquostomia permanente, o que para o comum dos mortais significa tão simplesmente ausência total e irrecuperável da voz?
5.
Como pode uma Junta Médica dizer a um Professor de Filosofia que a afonia total e incurável não o impede absoluta e permanentemente de exercer as suas funções? Mais grave ainda, como pode tal Junta passar por cima da Tabela Nacional de Incapacidades, e em vez de verificar se a doença pode ser tida como profissional ou pela especificidade da profissão, ser de justiça propor um aumento à percentagem de incapacidade referida na Tabela, resolve irresponsavelmente passar uma esponja sobre tudo e declarar categoricamente que nada me impede de exercer as minhas funções?
Excelência,
Penso que tenha percebido que a base de sustentação do despacho acima referido é, ou um equívoco, ou uma irresponsabilidade, mas sobretudo uma injustica. E, porque não dizê-lo, uma impiedosa e cruel forma de julgar a incapacidade alheia.
Penso também que V. Excia não tem de forma alguma responsabilidade directa por tamanha barbaridade. Por isso:
- Peço que não esperemos nove meses (a que o ofício acima referido alude) para requisitar de novo a reforma;
- Peço que, se alguma dúvida houver sobre o exposto, me convoque para o que V. Excia muito bem entenda, uma audiência, uma Junta.
- Mas deveras ferido e por isso peço a máxima compreensão para o desejo de nunca mais ser presente à Junta Médica que em 18 de Abril, sem a minha presença, me sentenciou induzindo V. Excia em erro.
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VIGÍLIA - II

Hoje, dia nove de Julho do ano 2007, nesta hora triste e de silêncio, lembramos Artur José Vieira da Silva, professor de filosofia desta escola (ESAS), nosso colega e amigo.
Faleceu no dia 9 de Janeiro deste ano, após um longo sofrimento, cujo processo esta comunidade escolar deseja ver esclarecido. Talvez assim possamos ajudar a que, no futuro, outros homens e mulheres não venham a conhecer o mesmo martírio.
Seis meses depois, reunimo-nos nesta escola Alberto Sampaio para honrar a sua memória.
Aqui dentro, o nosso silêncio dará mais paz à sua alma.

VIGÍLIA - I

No dia 9 de Julho, ao lembrarmos Artur José Vieira da Silva, seremos obrigados a pensar no futuro.
Nunca mais! Nunca mais volte a acontecer no Portugal da liberdade, igualdade e fraternidade, uma tal afronta aos direitos do homem.

HOJE A ESAS E TODOS OS TRABALHADORES ESTÃO DE LUTO

quarta-feira, julho 04, 2007

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Artur José Vieira da Silva faleceu a 9 de Janeiro deste ano, após prolongada e dolorosa doença oncológica que lhe retirou a voz de forma irreversível. Mesmo sem o seu principal instrumento de trabalho, o ex-professor de Filosofia da Escola de Alberto Sampaio viu negada, o ano passado, a aposentação antecipada.No final da tarde da próxima segunda-feira, professores, funcionários, alunos e encarregados de educação da Escola Secundária Alberto Sampaio vão expressar a sua indignação pela forma como o professor Artur foi tratado pela Caixa Geral de Aposentações.Seis meses após a sua morte, a Assembleia de Escola, com o apoio dos conselhos pedagógico e executivo, convoca a comunidade escolar para uma vigília em memória de Artur Silva. João Lucas, presidente da Assembleia, explicou ao “Correio do Minho” que a iniciativa, agendada para as 19h00 de segunda-feira, visa “dar expressão à indignação, mas também ao espanto e perplexidade” de todos aqueles que conheceram o verdadeiro calvário sofrido pelo professor Artur, considerado apto a dar aulas por uma Junta Médica da Caixa Geral de Aposentações, apesar de sofrer de afonia total.O caso mereceu uma referência no programa “As Escolhas de Marcelo”, de Marcelo Rebelo de Sousa, na RTP1, no último domingo.A revolta, até agora contida, de colegas e amigos de Artur Silva ganhou expressão pública e assume contornos mais expressivos na vigília em que será lida uma derradeira carta de Artur Silva ao director-geral da Caixa de Aposentações, um apelo dramático em que dá nota da injustiça que considerava estar a ser vítima. O drama de Artur Silva inicia-se em meados de 2002, quando lhe é diagnosticado um cancro na laringe.É operado no ano seguinte, tendo ficado sem voz, logo impossibilitado de exercer as funções de docente de Filosofia.Durante quase três anos, sujeita-se a juntas médicas trimestrais que, sucessivamente, o vão considerando incapaz para o exercício da sua profissão. Em rigor, é-lhe concedidada incapacidade permanente global de 80 por cento, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades.Em finais de 2005, Artur Silva requer a aposentação antecipada. Após uma primeira Junta Médica inconclusiva, pedem-lhe um relatório do Instituto Português de Oncologia onde andou a ser tratado.Artur José Vieira da Silva faleceu a 9 de Janeiro deste ano, após prolongada e dolorosa doença oncológica que lhe retirou a voz de forma irreversível. Mesmo sem o seu principal instrumento de trabalho, o ex-professor de Filosofia da Escola de Alberto Sampaio viu negada, o ano passado, a aposentação antecipada.No final da tarde da próxima segunda-feira, professores, funcionários, alunos e encarregados de educação da Escola Secundária Alberto Sampaio vão expressar a sua indignação pela forma como o professor Artur foi tratado pela Caixa Geral de Aposentações.Seis meses após a sua morte, a Assembleia de Escola, com o apoio dos conselhos pedagógico e executivo, convoca a comunidade escolar para uma vigília em memória de Artur Silva.

sexta-feira, junho 29, 2007

In Memorium

A ESAS EM VIGÍLIA 9 de Julho de 2007 19H00 / 21H00
PELO ARTUR (Seis meses após o seu falecimento / 27 de Abril de 1946 - 9 de Janeiro de 2007)
POR NÓS ASSEMBLEIA DA ESAS

sábado, junho 23, 2007

Requerimento Hierárquico Impróprio .. no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

Muitos dos itens pontuáveis para Professor Titular apenas têm como destinatários amigos dos Padrinhos do Ministério. A respectiva validade perdeu-se, por exemplo, por via da extinção do Departamento do Ensino Secundário. Ora, os organismos que o vieram substituir, em algumas das matérias, estão no segredo dos Deuses; todos os professores que pedem reconhecimento/validade das respectivas acções subjacentes aos referidos itens pontuáveis, recebem indeferimento por vício processual; estamos perante aquilo que no Direito se designa de Requerimento Hierárquico Impróprio. Eventualmente, só os afilhados sabem a solução.
É por estas e por outras que, por vezes, alguns professores tomam atitudes dramáticas de revolta contra o sistema, mas nas pessoas dos respectivos CE. Por este andar, não admira que apareçam voluntários que, buscando também as 70 virgens, decidam convidar políticos portugueses, para os acompanharem nessa viagem fatal...

sexta-feira, junho 22, 2007

Vigília em Memória das Vítimas Ass... pela M...do Burkina Faso

No dia 9 de Julho de 2007, entre as 19 horas e as 21 horas, junto da Escola Secundária de Alberto Sampaio, em Braga, a respectiva comunidade escolar, conjuntamente com outros cidadãos de Braga que se queiram associar, fará uma Vigília em memória/homenagem de um Professor de Filosofia, que com doença oncológica (Sem Voz), foi dado apto para o desempenho de serviço lectivo, pela juntinha de mediquinhos, vindo a falecer poucos meses depois.
Se todas as outras escolas, onde ocorreram situações idênticas, promovessem iniciativas de igual índole, talvez o resto da comunidade despertasse para os caminhos politicos da Eugenia que, o presente Governo, quer introduzir em Portugal.
A Eugenia em função da redução da Despesa Pública só num país tipo Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

segunda-feira, junho 18, 2007

A Inteligência Somítica da Tautologia

O T.C. opinou sobre decisão tomada pela Ministra da Educação do Burkina-Faso, sobre a repetição de alguns dos exames de 12.º ano, em 2006. Esta, numa atitude de Q. I. bastante elevado (sub-avaliado pelos miseráveis professores), respondeu que por causa dessa decisão, entraram nas Universidades 5 000 alunos. Então, se não tivesse havido repetição de exames, em apenas duas disciplinas, parece que os tais 5 000 nunca entrariam e as Universidades encerrariam as portas? Já agora, os tais 5 000 beneficiados eram da mesma área? A questão correcta que se põe é de saber se desses 5 000, os alunos amigos da ministra entrariam, se não houvesse repetição.

sábado, junho 16, 2007

Titulares - Novela: episódio n+1

Parece que por irregularidades processuais/Vícios de Forma, Orgânica e Material o concurso vai ser desmanchado. A atrapalhação no ME, da mauritânia, tem sido tanta, que se esqueceram de legitimar o respectivo órgão de controlo e de implementação.
Aguardamos, com expectativas redobradas, os próximos episódios da novela africana: Paixões Masoquistas.

quinta-feira, junho 14, 2007

As DRENs do Nosso Descontentamento

Os dois últimos Directores da DREN, da Mongólia dos Fundilhos do Atlântico (o anterior é o actual vereador do urbanismo na Câmara Municipal de Ouagadugu e que para as interlocutoras femininas era de uma baixeza atroz), de partidos políticos diferentes, parecem ter o mesmo dom: autoritarismo, prepotência e insultos à discordância. Deve haver uma qualquer maldição que transforma cordeiros em feras.

segunda-feira, junho 11, 2007

MST

MST, na sua última crónica coloquial, inserida no semanário Expresso, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, insurge-se contra a possibilidade de os professores que não tenham oportunidade de ascenderem ao Tacho de Titular, venham por acções em sede de Tribunal Administrativo; ou seja, por não lhes ser reconhecido mérito suficiente. Ora, MST, deve andar distraído, mal informado, confuso ou virou Kim Il Jong ou está a defender interesses próprios.
Na realidade, se verificarmos a pontuação dos diversos itens de mérito para PT, chegamos à triste conclusão de que apenas alguns e poucos se inserem nesse espirito: 1 - Avaliação do desempenho - de 1 a 5 pontos (pontuável uma única vez)
2 - Assiduidade - de 0 a 35 pontos
O resto dos pontos obtém-se na ocupação de tachos que não definem qualquer tipo de competências para a docência.
MST devia esclarecer qual o grau da sua relação íntima, directa ou por interposta pessoa, com a Ministra.
MST, com estes procedimentos nem parece ser descendente da grande poetisa portuguesa SMB.

domingo, junho 10, 2007

As Escolas do amigo Valter

Tendo por base a saga das aventuras do Asterix e Obelix, que estão confinados a uma aldeia fora do domínio romano, podemos deduzir que na Beira Interior, do Burkina Faso, situação similar se passa: nem todas as escolas com menos de 10 alunos fecham.

As Juntas de Descolonização Biológica da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

Muito se tem falado, nos últimos tempos, sobre controversas decisões das Juntas Médicas, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, sobre baixas ou aposentações: mas, primeiro que tudo, é necessário identificar os membros das ditas cujas: 1 – Serão constituídas por médicos ou por Licenciados em medicina? 2 – Se são alguma coisa, tiraram o curso numa universidade tipo independente? Por outro lado, é indispensável compreender o porquê de tais decisões: são tomadas em consciência ou por via de orientações superiores da Tutela? Se é este o caso, então quem são os responsáveis chefes: 1 – Primeiro-Ministro 2 – Ministro da Segurança Social 3 – Ministro da Saúde 4 – Ministra da Educação Na realidade, como qualquer Governo é um Órgão Colegial tipo Colégio, a responsabilidade tem de ser de natureza solidária; assim, são todos os seus membros, os responsáveis pelas sucessivas condenações à morte, assinadas, por interpostas pessoas, os membros das tais Juntas. Porque o Programa Eugenia, deste Governo, tem uma natureza política de ajuda à redução do deficit das contas públicas.

quinta-feira, junho 07, 2007

Vagas a Titular

No Ensino Básico (pré-escolar e primário) o número de docentes dos 8.º e 9º escalões, em algumas das escolas visitadas, coincide com o número de vagas decretadas pelo Ministério: espantoso.
No resto, 1 vaga por cada 9 candidatos.
A equipa ministerial saberá a tabuada?

quinta-feira, maio 31, 2007

O Génio de Alandino ou Adanlino ou

O disparate governamental originou uma diarreia neurótica em 30 de Maio de 2007. O Governo do Sahara, Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, já não sabe o que diz: 1 – No Deserto onde não havia pessoas, afinal houve greve – ná pecebo 2 – Talvez greve dos camelos? E estes têm direito a voto? E quantos votaram no PS? È que, sendo assim, aqui houve uma manipulação/batota dos resultados eleitorais: o PS ganhou as eleições com recurso a fraude eleitoral. Como nos velhos tempos do fascismo? 3 – Também me faz confusão haver tantas pontes a ligarem o Norte ao Deserto. Venham os terroristas e deitem-nas abaixo, porque talvez não existam (é um desperdício em manutenção), ou talvez tivessem sido um motivo para que os políticos tivessem e tenham ganho uns dinheiros sujos… 4 – Houve paralisação na travessia fluvial entre zonas habitadas e o deserto; mas se há deserto de pessoas, para quê travessias fluviais? Só se os parasitas do norte, malandros que faltam ao trabalho vão arejar os miolos para as areias do deserto? Comentando a Greve na Função Pública, a situação foi ainda mais um pagode da treta: 1 – Alguns funcionários, do regime precário, receberam indicações de que se fizessem greve, não veriam os respectivos contratos renovados. 2 – É evidente que muitas das escolas secundárias que encerraram, foram mais por culpa dos Auxiliares de Acção Educativa, do que por acção dos professores. A Classe dos Professores, sente-se revoltada, mas, na hora de o demonstrar, corta-se. Os Professores, na generalidade, já durante o regime anterior ao 25 Abril 1974 foi o mesmo, sempre foram uma classe de Cobardolas; poucos são os que tiveram em tempos e têm agora, um pingo de honra e de coragem. Os Professores Covardes têm o Governo e a Ministra que merecem. Como o Governo decidiu apenas considerar, no caso dos professores, as ausências em 4 blocos (1hora e 30 minutos/bloco), ou seja sobre 6 horas (às tantas, para os outros funcionários públicos também funcionou igual esquema) é do mais elementar direito, regra de três simples, obter um resultado próximo dos 46% (equivalente a 18 horas de porta aberta). Na minha, só tinha um bloco de sala de estudo e tive de pedir à funcionária para me marcar falta; na realidade, estive na sala de estudo e a ela, aquilo fazia-lhe confusão (durante todo este ano lectivo, nunca nenhum aluno necessitou dos meus esclarecimentos); para além disso, também tinha uma aula de um curso profissional, só que, nestes casos os professores não têm falta, porque têm de a repor. 3 – no Casos do Poder Local PS, a cartilha é a mesma: a Câmara Municipal de Braga (PS) considera que a adesão foi fraca; na realidade, se foi fraca, então porque é que dos diversos Serviços existentes, alguns estavam encerrados e em outros, os estavam abertos, parecia que não havia pessoas no atendimento (estavam a jogar à bisca nos gabinetes das chefias). 4 – O acesso, via net, à Câmara Municipal de Montalegre (PS) era inexistente (sabotagem dos Talibans?). 5 – Em outras câmaras, como Amares, Póvoa de Lanhoso (PSD), Fafe, Guimarães o panorama era idêntico: alguns Serviços estavam oficialmente abertos, mas o que as pessoas encontravam era o Deserto (o do Mário?) 6 – O Governo desvaloriza a adesão das escolas que fecharam, apenas 900, considerando um exagero os valores avançados pela CGTP; por outro lado, desvaloriza a quantidade de escolas (1500) que vão encerrar, este ano.

segunda-feira, maio 28, 2007

Greve Geral de 18 de Janeiro de 1934 ou de 30 de Maio de 2007 - Burkina Faso?

O Governo Mongol prepara-se para enfrentar os funcionários públicos grevistas com retaliações e que estão a provocar medo, segundo comentam alguns militantes do Partido Governamental, que foram aconselhados a absterem-se de fazer greve:
1 - Mandar notificações para verificação dos rendimentos auferidos, nos últimos 50 anos.
2 - Dar prioridade, aos grevistas, nas listas da mobilidade, nas balsas a serem lançadas em alto mar.
3 - Professores grevistas, dos escalões mais elevados, obrigados a concorrerem a Professor Catedrático e que não o obtenham, serão os primeiros nas listas da mobilidade marítima.
Por este andar, despedimento compulsivo ou prisão ou degredo (deserto tuga?), para os mais resistentes?
Salazar Bush se fosse obrigado a governar em democracia não desdenharia em tomar estas, como as suas medidas repressivas.

sábado, maio 26, 2007

Os Donativos à Pobreza Franciscana dos Bancos

O semanário expresso, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, na sua edição de 26 de Maio de 2007, afirma que Portugal paga dos juros mais altos, no crédito à habitação, nos países da zona euro, acrescentando que os portugueses pagam uma taxa de juro média de 5%. Será isto a verdade dos factos? Pois, parece que duas situações se nos deparam e ambas de aparente carácter não solucionável: 1 – Ou os analistas económicos andaram numa qualquer universidade estilo independente/moderna (etc.) e de fenómenos económicos n’ã pecebem patavina ou querem transmitir a ideia de que os portugas são deficientes mentais. 2 – Em relação aos outros, os economistas oficiais (Banco de Portugal e afins), a questão que se põe é similar: porque é que nos estão a enganar e sabendo o que penso que sabem, são cúmplices por omissão? Na realidade, esses tais 5% são apenas uma realidade aparente, a verdade é mais dura; senão vejamos as duas opções que se opõem e que se complementam: (A). A uma taxa de 5%, qualquer devedor paga, no total das prestações, o equivalente a 20 e tal prestações mensais, num ano que apenas tem 12 meses. (B). A uma prestação oficial de 12 meses/ano, tendo por base a fórmula de Capital final (Total Pago ao Banco) = Capital inicial (valor do empréstimo) * 12 meses (1 ano) * N.º anos (acordados para amortização do capital em dívida + juros devidos) * Taxa de Juro, a taxa mínima de prestação paga pode alcançar os 36%. Claro que os créditos, na hora, por telefone, as prestações a pagar são do estilo de caixão à cova. Só se mete, nesses esquema, quem é parvo ou quem já não tem bom nome, por incumprimentos, junto do Banco de Portugal.

quinta-feira, maio 24, 2007

OTA - BOTA - TOTA - BATOTA do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

PSD + PP/CDS ou Durão Barroso + Santana Lopes + Paulo Portas queriam um novo aeroporto na OTA, enquanto estiveram no poleiro governamental, mas agora já não o querem lá e estão fora dos tachos.
PS que estava na oposição, não tinha voto e benesses financeiras, não queria a OTA; agora Sócrates (ex-PSD) e o PS, que já são manda-chuvas governamentais, já querem um novo aeroporto da OTA na OTA.
O enredo desta jornalisticonovela está de acordo com o guião do típico fã: ver o início e estar atento ao intermezzo, porque o finale é sempre o mesmo: OTA.
O cerne das disputas partidárias reduz-se aos ganhos das comissões que a entourage do PSD e a nomenklatura do PS gostariam de obter. É tudo uma birra por milhões de milhões de euros que entram nos cofres furados dos partidos políticos e caem nos bolsos dos padrinhos e afilhados. São, talvez, aquilo por que se designa de: Direitos Adquiridos.
Os Três partidos estão-se borrifando para as condições de vida dos portugueses e se morrem muitos ou poucos.

quarta-feira, maio 23, 2007

A Liberdade de Chilrar no Burkina Faso

O Botas ressuscitou?
Segundo Fontes mal Informadas, O Governo de GUTA, da Mongólia dos Macacos, algures no Atlântico do Fundo, decidiu penalizar os Papagaios da oposição…, Símios que fazem, das letras dos jornais em branco, sabotagens antipatrióticas. Assim, as Fasiânidas têm de arrotar monocordicamente de acordo com as orientações do maestro Xiforrinco Sutora.

segunda-feira, maio 21, 2007

Expo 07

A Expo 98 nasceu há nove anos e foi inaugurada com pompa e circunstância pelo Eng. Guterres. Hoje, como não temos qualquer Eng. Primeiro-Ministro, a Expo 2007 é o Circo da Deseducação, através dos primeiros clowns no coliseu, os Titulares da primeira vaga

domingo, maio 20, 2007

O Q. I. de Miguel Soza Tavarez – 2

Na sua crónica semanal, no semanário Expresso, Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, este arnaz faz afirmações que, nos fazem reflectir sobre as suas qualidades neurais: o PIB cresceu 2,1% no primeiro trimestre de 2007, acrescentando que as reformas empreendidas por Maria de Lurdes Rodrigues, a melhor ministra deste Governo (que se saiba, o Governo só tem duas ministras, pela minha parte, inclino-me para a ministra da cultura; são manias…), começam a mostrar resultados. Como é que um inteligente, desta natureza, consegue ver aquilo que mais ninguém reparou…, finalizando com a seguinte referência: e eles são uma devastadora derrota para a Fenprof. São coisas que um idiota como eu não compreende: qual a ligação entre o crescimento económico com a Ministra e com as amarguras da Fenprof (parece que existem muitos outros sindicatos, ou não? Se sim, cadê os outros? – Pois, já me esquecia que a sua cara metade, assessora da Ministra, é filiada/suspensa num dos outros sindicatos), é que pensei que o Ministro das Finanças se chamasse Teixeira dos Santos e por outro lado, também não sabia que os ministros deste Governo fossem, igualmente, os tais empresários de sucesso que, permitiram esse grande crescimento do PIB. Um Aluno com 18 anos, não tendo o 9.º ano de escolaridade obrigatória para obter a tão desejada carta de condução de bicicletas arejadas, em três meses resolve a situação com o processo CRVCC e num ano o equivalente 12.º ano, em organismos privados, porque nas escolas oficiais, a coisa fia mais fino; nos estabelecimentos do ensino oficial público, o rigor, o profissionalimo e a credibilidade retiram qualquer lógica de suspeição. Será que o CRVCC tende a ser uma forma de Universidade Independente travestida? As pessoas obtêm os tais certificados, mas as baixas habilidades intelectuais continuarão e o sucesso estatístico na EU porá Portugal no Top.
CRVCC seria, no meu ponto de vista, legitmada e correcta se fosse realizada com seriedade e dirigida a determinadas camadas da população; no entanto, extravasar para outros âmbitos populacionais e/ou ser supervisionada por entidades privadas, onde a lógica do lucro de mercado que determina a rendibilidade empresarial, pode enviesar futuros resultados. Por isso, dizem as más-línguas, que a outra metade de MST também andou pela Independente… Para MST a educação em Portugal é um sucesso, estamos no paraíso; Goebbels não teria dito melhor. MST no seu melhor, está completamente Xoné ou está com medo ou anda confuso. Um conselho, marque uma consulta no 50A da Avenida do Brasil.

sábado, maio 19, 2007

Trilhos Pedestres - 3

Mais uma vez, a Biblioteca Manuel Monteiro da ESAS organizou com a ajuda prestimosa do Grupo Naturezas, uma visita de estudo ao Parque Nacional da Peneda Gerês.
Previstos, inicialmente, 17 km, a distância do percurso subiu, por obstáculos imprevistos, para cerca de 20 km.
Ou seja, o bando dos quatro missionários do metier da pesada (Filipe, Fernando, Silva e Resende), para não assustarem a malta, disseram que os cerca de 17 km (GPS: 16,5KM) eram favas contadas, aproveitarando-se da inocência de jovens ingénuos que, para além da Ministra, ainda tiveram de suportar as armadilhas pedestres colocadas pelos 4 Naios da Missão Impossível e, para além disso, ainda tiveram a distinta lata de convidarem uma cinquentona (futura Titular) para o seu grupo; os outros, os esquecidos do costume, foram, mais uma vez, humilhados publicamente. 10 km a subir, até ao ponto mais alto da Peneda (S. Bento do Cando - Alto da Peneda - S. Bento do Cando), ainda se foi caminhando, depois, os restantes km foram uma desgraça, visto que, descer cerca de 4,5 km, por vezes com desnível acentuado, 1,5 km inclinação da ordem dos 34% e os restantes 10% (no total, o desnível foi por volta dos 13/14%) foi um acto suecidário. Mas foi uma jornada épica, mais um teste à resistência física e mental dos professores da ESAS (Helena, a chefe e representante de Deus; Filomena a sub; João o Anticiclone dos Açores; Palmira dos bonsai; Tiza dos ácidos; Pepe dos ácidos; Moi líder espiritual), da Escola Secundária de Maximinos - Braga - (Olímpia a secretária), da EB2/3 de Lijó - Barcelos - (Nogueira) e da Escola Secunária de Tábua (Fátima), face às adversidades que se avizinham, durante os concursos a professor titularíssimo.
Claro que, depois de 6h30m a subir e descer montes, o cachimbo da paz foi selado, em volta de uma mesa de pasto, em Lamas de Mouro, bem regada e com uma grande posta/pessoa de vitela e muita fofoquice; de registar que a nossa querida e muy amada Ministra foi evocada (nasceu por aquelas bandas, talvez num acto de distração da natureza).

quinta-feira, maio 17, 2007

Os Compadres/Afilhados da Ministra...

Nas tabelas de pontuação para acesso a Professor Titular são apenas valorizados os membros dos Órgãos de Gestão e de Formação da Escola Portuguesa de Moçambique. Não havia docentes portugueses aí? Porque não aplicar os mesmos critérios à Escola Portuguesa de Macau e à Escola Portuguesa de Timor?
Em muitos outros países existem Escolas Portuguesas, com professores portugueses, como França, Canadá, etc., que parece não terem interesse para este Governo. Porquê?
Rigor; Ética: Responsabilidade; Profissionalismo; Sacrifício; etc. São estes os dogmas da nova fé propangueados até à exaustão, pelo Governo e pela Ministra. No entanto, surgem disparates neurais que parecem retirar credibilidade aos autores: os Diplomas e outros e tais do Zé e os pontos e afins da Marilú do Desgoverno do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos.

Canto Livre na ESAS

Esta iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores, na ESAS, contou com a prestimosa colaboração do escritor, professor e pedagogo da ESAS, José Miguel Braga, que serviu de elo de ligação entre as duas partes. Dia 18 – Coimbra – Escola Secundária Infanta D. Maria com início às 15 horas Dia 21 – Porto - Salão Ático do Coliseu, com início às 18 horas Dia 22 – Lisboa – sede da SPA, na Av. Duque de Loulé, nº 31 Dia 24 – Faro – Escola Pinheiro e Rosa com início às 15 horas Dia 25 – Funchal – Auditório da Universidade da Madeira, com início às 21 horas O cantor Samuel teve uma intervenção musical de cerca de 60 minutos com base em obras de autores portugueses de diversas épocas; para uns o sentimento de nostalgia a lutas e vontades passadas..., para outros, mais jovens, um encontro com outras melodias, mas de carácter de intervenção política e social.