Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

quarta-feira, outubro 17, 2007

2 000 000 Portugueses em Pobreza Absoluta
4 600 000 Portugueses em Pobreza Relativa
Obrigado Sócrates os que vão morrer te agradecem

terça-feira, outubro 16, 2007

A Santíssima Confissão

O Ser humano, na sua essência, age por maldade, principalmente ao injuriar um representante de Deus, na Terra, como um inquisidor, uma ignomínia. Ora, este fiel pescador de Cristo, Christian Von Wernich, foi acusado de crimes contra a humanidade, especificamente genocídio, durante a ditadura militar (Argentina: 1976-1983), porque entrava nas celas e ouvia as confissões dos presos à beira da morte, mas que tinham a eterna esperança de serem salvos pelo religioso; contudo, num acto de penitência e profundo pesar sentia-se na obrigação de desabafar com o seu mais tudo, o seu general-chefe (por amor de Deus, agora nem ao psicólogo podemos confessar os nossos medos e angústias?), as respectivas frustrações, os medos, as alucinações, tudo resultante das confissões ouvidas e arrancadas a ferros.. Parece que o dito cujo, fez parte de um sistema, de prisões ilegais e torturas, que teve apoio da igreja católica, que se sente ofendida, na Argentina. Fazia parte de um conhecido grupo de torturadores como agente da PIDE, lá do sítio e se tinha a batina suja de sangue, era porque gostava de passar pelo agouçe, todas as manhãs, para verificar a qualidade das carnes, estilo ASAE. Só que, também aqui, no Burkina Nao Faso, no tempo do botinhas de santa Comba, o padre morgadinho, pároco na freguesia de S. Martinho (onde viveu uma agitada juventude, o nosso primeiro e, pensamos nós…, esses contactos de fiel depositário dos sermões dominicais, poderão ter contribuído para a queda do trauma pelas conspirações, da bufaria ou do cheiro mofo da PVDE), sito Cobilha, quiçá um desses parentes do tal puma, também passou pelas mesmas agruras. Neste caso, as mulheres, vítimas domésticas dos malandros dos companheiros comunas (antes, comedores de todas as criancinhas e agora só de rosinhas, ao pequeno almoço), desabafavam com o morgadinho e este choramingava no ombro amigo, do chefe de brigada. Aliás, foi apenas mais um artista português, reconhecido pelo seu patriotismo ao Botinhas e que como tal, na sequência da prestação dos seus inestimáveis serviços à Pátria, foi condecorado, pelo partido da xuxia…, logo após 25 Abril.
E esta?

domingo, outubro 14, 2007

A Liberdade de Chilrar no Burkina Nao Faso

A ressurreição do Botinhas
Segundo Fontes mal Informadas, O Governo de GUTA, da Mongólia dos Macacos, algures no Atlântico do Fundo, decidiu penalizar os Papagaios da oposição…, Símios que, fazem das letras dos jornais em branco, sabotagens antipatrióticas. Assim, as Fasiânidas têm de arrotar monocordicamente de acordo com as orientações do maestro Xiforrinco Sutora. Será que o Governo controla os MEDIA? J. R. S. disse que sim e foi suspenso. Jornais sob Controlo Governamental: os gratuitos para que digam mal do Governo (!) Jornais fora do Controlo Governamental: os outros, os que dizem sempre bem do Governo (!)

sábado, outubro 13, 2007

Escuta Telefónica entre um PCE (Escola Secundária do Bairro da Aldeia dos Macacos) e o respectivo DR, algures em meados de 2003 em Burkina Nao Faso

(Esta escuta nunca aconteceu, mas podia ou poderá acontecer…, os factos e os protagonistas, no entanto, são verdadeiros e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência e especulação jornalística).
Take 1
PCE: … bem Sr. DR, sabe, relativamente àquele assunto, o do outro dia, sobre aquele professor merdoso, que está a meter-se sempre onde não é chamado e que me põe nervoso, cada vez que fala na AE, o que é que se pode fazer? O que vale é que os outros têm medo de mim ou têm interesses próprios e fica sempre em minoria, nas votações; mas chateia-me o juízo e parece que é familiar de um ministro e, se chega a ouvidos maldosos, fico tramado. Por isso é que não sei como hei-de arranjar outra forma de justificar mais esta falta do dinheiro, estou um bocado nervoso, sabe … é que aquele dinheiro, do poker em que estivemos e depois também o que joguei no totoloto…, era da escola… e esta coisa da inspecção… DR: Ó homem, tenha calma, se isso de ele ser da família do ministro é verdade, então é melhor não fazer ondas e deixá-lo a pregar no deserto. Relativamente ao dinheiro, pense… faça como lhe ensinei, arranje umas facturas que possam cobrir a despesa e ninguém poderá acusá-lo e, sobre a inspecção, sabe que pode contar sempre comigo, para a controlar, um presunto amigo unta-lhes as mão e está o caso resolvido Aliás, desde que se filiou no PSD, que é um partido de Poder, está em boas mãos, os amigos defendem-se sempre. Esses da inspecção que andam por aí, também são camaradas, e espero que já se tenha desvinculado do PS, … PCE: Só que…, parece faltarem-me as ideias, tenho a cabeça muito baralhada… DR: Bem, bem…, essa escola não tem opções de construção civil? PCE: Sim, mas mesmo assim… DR: Qual é o problema agora? PCE: É que, apresentar facturas passadas, sobre obras realizadas pelos nossos trabalhadores da manutenção, parece algo muito repetitivo. O Sr. DR concerteza que se lembra das dificuldades de contabilizar 4 000 €, sobre obras de um laboratório de Biologia e que ficaram, apenas, por 200 € em material e eu não percebo nada desse tipo de contas… Tirar o dinheiro do DCR da escola é fácil, porque quem manda sou eu, mas do OGE faz-me sentir um tudo nada mais nervoso. DR: Não me diga que está agora com pruridos de consciência; se não teve problemas em passar cheques em seu próprio benefício, qual é o problema agora! PCE: Só que, mesmo assim, o gerente do banco, que também era camarada e para dar o aval, por falta de assinatura do tesoureiro, exigia uma comissão… DR: Não me diga que queria ficar com os 150 000 € só para si? Também temos de saber repartir pelos amigos! PCE: O Sr. DR sabe que, para mim, é o maior amigo, mas distribuir por outros… DR: Bem, pense bem, não desmoralize e prá frente é que este país africano se desenvolve. Já agora, não se esqueça de mandar outra remessa desse delicioso fumeiro siciliano, que cá a minha Patroa muito aprecia. PCE: é já prá manhã, na volta do correio e vai ver que os chouriços são de comer e de chorar por mais. Quanto a isso, esteja descansado DR: Bem, é melhor ficarmos por aqui e vá-me dando novidades. Não desanime.

sexta-feira, outubro 12, 2007

O Silêncio dos Inocentes: O Preservativo

Face ao relatório produzido pelo IGAI (Real República do Burkina Nao Faso), a Tutela decidiu mandar arquivar o levantamento de um processo disciplinar, aos dois agentes do SIS, disfarçados de Moinas. Todos, os maus da fita, os do costume, os da má língua, criticaram essa decisão, embora, na nossa humilde opinião, estejamos convencidos da justeza da mesma. A opinião pública devia ter acesso aos depoimentos, que são coincidentes, dos visados pelas calúnias veiculadas por agentes subversivos que pretendem denegrir a benemérita Instituição PIDE/DGS. Eis os depoimentos obtidos com a prestimosa ajuda do Garganta Funda, o do Watergate, o Marco do Látex, sobre os factos ocorridos, naquele fatídico e sangrento dia: Moina Rumesfeld – Eu e o meu colega, íamos calmamente, subindo a calçada, quando nos deparámos com um grande imbróglio, pensámos ver algo pouco digno, na nossa profissão: um aborto langanheto com uma baba ofídica, própria da podridão que jorra de uma pena mercenária e fedorenta com uma cara ridícula de funâmbula e pensando, cá com os meus botões, será que é o H5N1? Moina Buxe – Eu e o meu colega, íamos calmamente, descendo a calçada, quando nos deparámos com um grande imbróglio, pensámos ver algo pouco digno, na nossa profissão: uma cloaca, estilo produto do viscoso conúbio entre uma ameba disentérica e um verme recém-cevado no cadáver dum chacal, pensando que Deus, estaria num momento infeliz de mau humor. Assim, lembrámo-nos de alertar a comunidade, circundante, para os perigos que podiam advir, desse fenómeno, numa de cidadania. Entrámos na primeira porta que se nos deparou aberta, como que convidando-nos para entrar. Transpomos a ombreira da porta, subimos unas escaleras segundo Moina Rumesfeld, vimos, logo ali, que estávamos na recepção segundo Moina Buxe e, deparámo-nos num amplo salão com um placard cheio de avisos e pedimos, na nossa boa fé: queríamos Preservativos. Moina Rumesfeld afirmou que lhe pareceu uma pharmácia, mas com o glaucoma que lhe afecta o sistema simpático e para-simpático dos neurónios, crê que se possa ter enganado. Por sua vez, Moina Buxe balbuciou, com voz trémula, que associou a entrada com uma casa de meninos rabinos pintores de paredes do seu sindicato (SPP - Sindicatos dos Palonços da Peleira). Ambos estranharam tudo, mas longe de imaginarem que estavam num antro de comedores de rosinhas. Aliás, o aviso que deixaram, foi, apenas, como reforço das medidas profiláticas, de todos usarmos um simples preservativo, quando nos confrontássemos com um qualquer pilantra alfacinha. É que isto do HIV está a tornar-se um caso de saúde pública, em África.

terça-feira, outubro 09, 2007

A Conspiração

A União Europeia, sob a presidência portuguesa, pretende transformar o acto da Conspiração, equivalente a uma acção de Terrorismo.
Estamos a falar de que conceito de Conspiração/Terrorismo?
Acções da ETA?
Acções da Al-Qaeda?
Acções do Alberto João do Caruncho?
Acções da Flama?
Acções de Espionagem a favor do Irão?
Acções de Espionagem contra o Irão?
Acções de Espionagem a favor dos USA e contra Portugal?
Acções de Espionagem a favor de Portugal e contra os USA?
Invasão da sede do Sindicato do Professores da Região Centro, delegação da Covilhã, por parte de elementos do SIS e a mando do Exm.º Sr. e Veneradíssimo Primeiro-Ministro do Burkina Nao Faso Pinto de Sousa?

domingo, setembro 30, 2007

13 rosas para una leyenda

JESÚS RUIZ MANTILLA 30/09/2007
Su vida quedó truncada por una injusticia. Pero la historia las contempla como una leyenda antifranquista. Son las Trece Rosas. Trece mujeres que murieron por un ideal. Las trece rosas fueron condenadas por el asesinato del comandante Gabaldón, algo que ni por asomo cometieron "Estoy serena y firme hasta el último momento. ero tened en cuenta que no muero por criminal ni por ladrona, sino por una idea", carta de Dionisia Manzanero a sus padres y hermanos "Carmen de Castro era una mujer extraña, muy hombruna. De ella recuerdo sus zapatos y el pelo tirante", Carmen Cuesta "No guardes ningún rencor a quienes dieron muerte a tus padres, eso nunca. Las personas muy buenas no guardan rencor", Carta de Cramen Brisac a su hijo Enrique Probablemente, Virtudes González y Elena Gil hubiesen hecho una carrera política soberbia, lo mismo que Nieves Torres o Pilar Bueno podrían haber contribuido como maestras a educar generaciones de jóvenes en libertad. Quizá, Carmen Barrero y Martina Barroso, con esa maña que se daban para coser por necesidad, hubieran podido montar una casa de costura o con el tiempo una buena firma de ropa con sus amigas Luisa Rodríguez de la Fuente y Dionisia Manzanero, que cuando posaba fusil en mano traslucía una belleza dura, de mujer decidida, casi modelo de rompe y rasga. Se hubieran asociado sin dudarlo con Ana López, que había estudiado corte y confección. Joaquina López, en cambio, tenía vocación de enfermera, y Julia Conesa, gran deportista, acabaría por triunfar en la industria del turismo después de su experiencia como cobradora de tranvías, lo mismo que Adelina García, La Mulata, que tenía don de gentes. Blanca Brisac, en cambio, que nunca quebró su creencia firme en los principios de la Iglesia católica, administraba el dinero que ganaba su marido músico, Enrique García Mazas, sin estrecheces dignas de mención, y vislumbraba una vida sencilla y decente, a pesar de que las bombas no dejaban de sobresaltarla. Lo que está fuera de toda duda es que el hijo de ambos, Enriquito, con nueve años entonces, hubiese sido mucho más feliz si no se hubiese enterado a las bravas de que a su padre, a su madre? Y a las demás? los fusilaron sin contemplaciones, ni garantías, ni juicios justos la polvorosa y sucia mañana del 5 de agosto de 1939 con el único abrigo de la tapia del cementerio del Este, hoy de la Almudena, a la espalda. "¡Y si hubieses estado tú en casa, también te habrían matado, por ser hijo de rojos!", le dijo un sádico oficialón sin miramientos al niño cuando, harto de sospechas, se lar-gó a las Salesas para preguntar por ellos, ya que sus tías se empeñaban en ocultarle el destino trágico que les había sorprendido a lo tonto, de manera injusta, como en una lotería macabra que acaba de sopetón con el sueño nebuloso de la felicidad. Pegada a la pared hay ahora una placa que las recuerda, y que resalta junto al ladrillo rojo en el que todavía se pueden percibir los agujeros de algún disparo perdido. Ése fue el futuro truncado de las Trece Rosas, un grupo de mujeres comprometidas, muchas afiliadas a las Juventudes Socialistas Unificadas (JSU)
--------------------------------------------------------------------------
... que, sin necesidad de conexiones entre sí y sin tener entre muchas de ellas el gusto de conocerse apenas, fueron fusiladas en grupo para hacerlas expiar un crimen, el del comandante Isaac Gabaldón; su conductor, José Luis Díaz Madrigal, y su hija Pilar, de apenas 18 años. Fue algo que jamás, ni por asomo, cometieron, y del que investigaciones posteriores señalaron como culpables a los servicios secretos de Franco. El militar, que fue sorprendido en la carretera de Extremadura por unos pistoleros mientras viajaba de Madrid a Talavera de la Reina, poseía una lista negra de rojos y masones en la que podía haber algún mando del régimen reconvertido después, quien sabe si por convencimiento o por instinto de supervivencia, a los principios del Movimiento, algo que puso a unos cuantos en alerta. Así que pagaron justos por pecadores, y rápido, bien rápido. A las bravas y sin miramientos. Franco no iba a desaprovechar una oportunidad así para dar un escarmiento general. Detuvieron como sospechosas casi a 400 personas, por si acaso. Fue uno de los episodios más aberrantes de la historia reciente, con mensaje truculento para los enemigos del nuevo régimen implantado. Un aviso de lo más bárbaro, que no se paraba en el hecho de que varias de las sentenciadas fueran menores de edad, para dar parte al enemigo resistente entonces dentro del país de que la represión comenzaba a ir en serio.
Aquel Madrid de la resistencia, del "no pasarán", de la dignidad republicana, se transformó en una cloaca de delatores. Todos sospechaban de todos, nadie estaba a salvo de nadie. La hora de las venganzas y las revanchas había llegado. Las misas se instalaban en la calle y los falangistas obligaban a los viandantes a saludar a Franco con el brazo derecho en alto. Si a Blanca Brisac la denunciaron en el entorno de la familia de Juan Canepa, compañero de su marido, porque la creían miembro de la misma organización izquierdista que él, Carmen Cuesta tenía el peligro en casa: "A mí me denunciaron los porteros", afirma.
Así detuvieron a un puñado de las Trece Rosas.

sábado, setembro 29, 2007

testemunho

"Domingo, 23 de Setembro de 2007
Olá sou a Conceição marques, mais uma das vitimas das atrocidades cometidas pela caixa geral de aposentações!Sou doente oncológica a quem foram diagnosticados três cancros, um há dez anos e tive de retirar o peito direito, quatro meses depois um cancro no útero obrigou-me a retirar o mesmo e os ovários, fui sujeita a tratamentos de quimioterapia durante nove meses, e só quem sentiu ou acompanhou alguém sabe o sofrimento e a angústia a porque passamos, no entanto nunca deixei de trabalhar nem mesmo nos dias em que era sujeita aos tratamentos regressava à escola onde os alunos e colegas me davam força para continuar a trabalhar e a acreditar que iria vencer. Quando tudo parecia bem, seis anos depois apareceu-me um cancro na parte esquerda da língua, um espinocelular, dos mais evasivos que há. Fui sujeita a duas cirurgias, ma no dia 7 e outra no dia 14 de Abril de 2004, a última das quais reconstrutiva para conseguir continuar a falar, embora com muitas dificuldades e limitações, uma vez que devido " às sequelas de excisão de parte da língua sem evidência de doença activa no momento"justificação dada pela junta medica a que fui sujeita no dia 2/8/06 para me considerar "absolutamente e permanentemente incapaz para o exercício das suas funções", decisão que viria a ser alterada posteriormente por alguém, como podem ver pelo documento, com uma justificação injustificável.Pedi uma junta de revisão que me foi recusada e chamaram-me para uma ordinária dia 2 de Agosto de 2007. Ai comprovei tudo o que era dito por diversas pessoas, a forma como eram tratadas, como "criminosos" a quem tinham de identificar e pedir relatórios médicos, não chegam a ser os dois minutos que as pessoas dizem. Eu estive um pouco mais, pois o presidente (medico) – eu pedi para se identificarem – disse-me que não decidiam nada, só recebiam os documentos, Lisboa e que decidia. Quando lhes perguntei o que devia fazer uma vez que estava de ferias o mesmo senhor respondeu-me "continue de férias e faça de conta que não veio cá ".Espanto dos espantos, com data de 9 de Agosto recebo uma comunicação da C G A que me tinha sido marcada uma consulta de otorrinolaringologia, precisamente para o mesmo medico que esquecendo o juramento Hipócrates, de respeito pela vida e dignidade humanas manda doentes cancerosos "lavar os ouvidos ou arranjar os dentes" e voltar ao serviço. Porque será que vou a esta consulta quando nunca andei nessa especialidade? Quem for minimamente inteligente vê que tem tudo a ver.Quando me foi detectado o cancro da língua fui imediatamente enviada para cirurgia maxilo fácil consulta que ainda mantenho a par de oncologia, porque os próprios oncologistas reconhecem não estar preparados para avaliar e acompanhar a situação.Que diferença de postura das duas juntas medicas. Na primeira posso dizer que estavam profissionais, pela forma e sensibilidade com que analisaram os documentos e pela conversa que mantivemos durante longo tempo.E que infelizmente, para alguns, os doentes oncológicos são olhados como alvos a abater, porque ficam caros ao sistema, e os professores devem dar a sua vida e dedicar a sua morte ao sistema, ficam mais baratos mortos e talvez contribuam para as estatísticas do sucesso na educação.Sinto-me repugnada e revoltada pela forma indigna, sem respeito e humanidade com que tenho sido tratada vou lutar ate ao fim, ate a ultima palavra que consiga pronunciar contra a injustiça.Com mais coragem me sinto pelo apoio que me tem sido demonstrado por amigos, colegas e pessoas anónimas. Também pelos meus alunos e pais que no primeiro dia de aulas, quando por duas vezes deixei de conseguir articular as palavras e as dores me fizeram chorar, me acarinharam, me demonstraram a sua sensibilidade e indignação. Foram solidários e disseram força professora, lute!Enfrentei os cancros sem medo, vou lutar sem medo contra tanta desumanidade.Todos juntos seremos capazes de denunciar estas situações.Depois envio documentos.Um abraço solidarioPublicada por ConceicaoMarques em 18:02

segunda-feira, setembro 24, 2007

Postais do Al-Maghribiyah All-Garb - 1

A Produtividade Suomi
Perante o crescente desemprego e o uso e abuso dos contratos de trabalho de vínculo percário, os patriotas patrons magrebinos do deserto tuga, exploram, até ao tutano, os respectivos trabalhadores, principalmente, na área da restauração e da construção civil:
1 - Folgas e Férias existem oficialmente, mas se os trabalhadores não os encararem como dias normais de trabalho, um pontapé no ... e borda fora (e têm de assinar los papeles de gozo e de recebimento dos respectivos suplementos salariais).
2 - Horários de trabalho/dia que ultrapassam as 8 horas.
3 - Seguros de trabalho da empresa pagos pelo próprio trabalhador, estilo voluntário militar.
4 - Faltas ocasionais ao serviço, ainda que com atestado médico ou internamento hospitalar, devidamente comprovado, originam prenúncio de sarilhos, em termos de não renovação do contrato (trabalhador com tuberculose é sempre produtivo ... até que a morte o leve, mesmo que algum turista, também possa ficar afectado).
5 - Algumas empresas só aceitam desempregados que estejam a receber o respectivo subsídio de desemprego (dão-lhes um pequeno suplemento...).
Todos os Governos sabem disto, mas nada fazem; não é de admirar que o antigo Presidente da Inspecção Geral de Trabalho tenha sido afastado e, eventualmente o mesmo irá acontecer ao actual chefe da ASAE.
Veja-se o que aconteceu, há alguns anos, na explosão ocorrida em Cambedo/Barragem de Venda Nova: oficialmente 2 tugas mortos, mas silêncio total sobre os cerca de 20 trabalhadores africanos e ucranianos, que desapareceram misteriosamente.
Tendo em conta o actual sentido político vivido em Burkina Nao Faso, através do suporte dos respectivos instrumentos normativos e perante determinados factos sociológicos, senti-me impossibilitado, de uma forma técnica, de aceder ao Blog, durante 35 dias...
Espero que não surjam mais obstáculos. Nunca se sabe...

domingo, agosto 19, 2007

Morrer pela pátria

Municípios do Burkina Nao Faso que parecem estar, espiritualmente, em consonância com as politicas do Governo e mais concretamente, na defesa de uma política defensora das atitudes da Caixa Geral de Aposentações, ao considerarem os idosos e os doentes como um custo económico e que é preciso reduzir a zero (combate ao deficit das Contas Públicas). Albergaria da 3.ª idade Baião da Koltura binícula Cabeceiras de Basto dos barretes Celorico de Basto dos barrotes Marco de Canavezes dos caleceteiros Montemor-o-Novo das espigas furadas Pinhel da carqueja Ponta Delgada do biagra Redondo da redondinha Sernancelhe do binho do martelo Vila Franca do Campo das pebides Vila Velha Rodão das balsas

sábado, agosto 18, 2007

A los 71 años de la Matanza de Badajoz

Más de 8.000 personas fueron fusiladas
La matanza de “rojos” en la Plaza de Toros de Badajoz entre el 14 y el 15 de agosto de 1936, está en la historia como una auténtica pesadilla: miles de republicanos, comunistas, anarquistas, socia1istas y demócratas, mujeres, hombres y niños, eran 'lidiados' como reses y rematados con el fuego de las ametralladoras emplazadas en el tendido; regulares y falangistas ávidos de sangre dieron satisfacción a su barbarie, mientras para el macabro festín invitaban a señoras falangistas y a los terratenientes de siempre.
(...)
Mario Neves escribía, en el Diario de Lisboa que “Acabo de ser testigo de auténticas escenas de desolación y horror, de las que no me olvidaré mientras viva; cerca de los establos aún pueden verse muchos cuerpos yaciendo, como resultado de la implacable justicia militar; en las avenidas principales, una no muy larga mirada, muestra otra larga hilera de cadáveres insepultos allí tirados; los legionarios extranjeros y la tropa mora, encargados de las ejecuciones, quieren los cuerpos en las calles para que sirva de ejemplo, consiguiendo los efectos deseados” Jacques Maritain, filósofo cristiano, protestó contra “los crímenes de muchísimos hombres, mujeres y niños”; mientras James Cleugh, simpatizante fascista rebelde, escribió que “sólo en la Plaza de Toros hubo más de 3.000 ejecuciones”. Pero la confirmación de los horrorosos sucesos la daba el propio teniente coronel Juan Yagüe Blanco (murió en 1952), en una entrevista para New York Herald Tribune, realizada por John Whitaker: “naturalmente que hemos matado en Badajoz ¿Qué suponía usted, que iba a llevar a esos 6.000 prisioneros rojos en mis columnas teniendo que avanzar contra reloj sobre Toledo, o que los iba a dejar en la retaguardia para que Badajoz fuera rojo otra vez?”
(...)
Aunque las matanzas en Extremadura se repitieron en cada pueblo y cada aldea. Alfonso González Bermejo dice que la gente no quiere hablar por el pánico que tienen todavía en el cuerpo, 70 años después. Aquella fue la mayor salvajada del mundo. En Extremadura murieron más de 50.000 personas. Legionarios y moros violaban a mujeres y niñas, castraban a hombres y, sin escrúpulo, se ponían los testículos en la boca como trofeos. La sangre corría por las calles como el agua.
(...)
Cuando los moros y legionarios de Tella logran entrar, cortaron el cuello a la mayoría de los que estaban dentro de los ruinas. Muchos fueron colgados y permanecieron varios días expuestos al sol. A las niñas las violaban antes de matarlas metiéndolas las bayonetas por la vagina, abriéndolas en canal. Uno de los más notables asesinos fue el falangista José Luna Meléndez, que lue¬go llegaría a las cimas de la Secretaría General del Movimiento”. Llerena fue uno de los pueblos que más resistencia ofreció. Sus fosas comunes están aún repletas de muertos. También están repletos de fosas comunes otros muchos pueblos, como Don Benito, Villanueva de la Serena, Herrera del Duque, Guareña o Jerez de los Caballeros. En Guareña fueron quemados los cuerpos, después de ser asesinados. El cura de Zafra, Juan Galán Bermejo, se encargó de marcar a quienes debían matar. A preguntas de Marcel Dany, de la Agencia Hava, el cura de Zafia respondía que “todavía no hemos tenido tiempo de legislar cómo y de qué manera será exterminado el marxismo en España; por eso, todos los procedimientos de exterminio de estas ratas son buenos. Y Dios, en su inmenso poder y sabiduría, los aplaudirá”. El cura Juan Galán Bermejo, siempre portaba una pistola de dotación sobre la sotana, y fue el ejecutor directo de unos 750 asesinatos. los más rigurosos cálculos demuestran que más de 8.000 personas fueron fusiladas, de los que la cuarta parte sería asesinada en la Plaza de Toros. En las paredes de la catedral eran eliminados para “no dejar atrás focos de rojos. Así se distinguirían sanguinariamente varios falangistas, destacando Arcadio Carrasco, que fue nombrado en los 40 Marqués de la Paz, ironías de la vida, y presidente del Sindicato Vertical; Jorge Pinto, terrateniente de Olivenza, era especialmente sádico con las mujeres, haciéndolas bailar antes de matarlas, abriéndolas en canal y arrancándoles las tripas. Reconocidos matones y pistoleros eran Leopoldo Ríos Lagrimal, Avelino Villalobos, Antonio Ardillas o el “Colorado” de Basajo. Agustín Carandell asesinó a 34 presos, atados entre sí, en la puerta del ayuntamiento, ante todo el mundo, después de una opuesta con el sargento moro Ahmed Mohamed Muley. Guillermo Jorge, otro sádico falangista, organizaba fiestas en plan verbena con los detenidos, para terminar degollándolos con un rito brutal. Eduardo Esquer fue procurador en Cortes en las legislaturas franquistas; y así una larguísima lista reconocible de indivíduos.

quinta-feira, agosto 16, 2007

A Hierarquia Educacional

Tendo por base o novo Estatuto da Carreira Docente, do Burkina Nao Faso (não o aprovado em 2007, mas o outro, o mais recente..., ano de ..., era do Neo-Chuchalismo), os professores passarão a ser classificados da seguinte forma:
Alemanha 1937 ----------------Burkina 2007 -----------------------------------Ibéria 1 - Untersturmführer ---------- Professor Estagiário/Probatório ----------------- ? 2 - Oberersturmführer --------- Professor ------------------------------------------------ ? 3 - Hauptsturmführer ----------Professor Titular --------------------------------------- ? 4 - Sturmbannführer ----------Professor Delegado de Departamento --------------- ? 5 - Obersturmbannführer ------Professor Corrdenador de Departamento -------- ? 6 - Standartenführer ---------- Professor Vice-Presidente do Conselho Executivo -- ? 7 - Oberführer ---------------- Professor Presidente do Conselho Executivo --------- ? 8 - Brigadeführer ------------ Director/(Inspector Regional) -------------------------- ? 9 - Gruppenführer -------- Ministro/(Inspector Nacional) --------------------------- ?

terça-feira, agosto 14, 2007

Os Profetas de Klondike

No suplemento de economia, página 4, do semanário O Expresso, do dia 11 de Agosto de 2007, o Ex-governador do BP, António Sousa (não confundir com o treinador de futebol) afirmou, a dado passo, (...) Se a legislação laboral fosse mais flexível, não teríamos o país Dual que temos: pessoas que têm emprego para toda a vida e outras que nunca terão emprego (...)
As Sociedades dualistas, são designadas como as Subdesenvolvidas, 3º Mundo, etc. às tantas, vivemos neste mundo, mas pelas razões erradas:
1 - Qualquer Factotum do BP/EDP/CGD/GALP/CP, quando se vem embora, para além da devida compensação monetária, por eventuais turbulências neurais, ainda recebe, a partir do mês seguinte, a respectiva reforma (o vacatio legis é nulo) mesmo com acumulação de outros Tachos; só os Idiotas/Parvos é que têm de esperar, pelo menos, até aos 65 anos de idade e com 40 anos de serviço, mesmo que estejam doentes, ou incapacitados ou à beira da morte, e não podem acumular outros ganhos depois da reforma, senão...
2 - Pessoas que têm emprego para toda a vida - Só se forem os amigos, os Corruptos; os Políticos; os Tachistas; etc.
3 - Se a legislação laboral fosse mais flexível - A tendência seria de horários de trabalho de 12 horas e com salários pela metade (talvez como na China. Mas aí, pessoas como AS já teriam sido fuziladas por obtenção de ganhos suplementares...).
4 - Porque é que Portugal é dos poucos países em que a corrupção é desvalorizada, não sancionada, por motivos partidários ou a falência fraudelenta de empresas é consentida (desde que não existam dívidas ao Estado) ou as falsas baixas médicas das entidades patronais são ignoradas ou a incompetência na Gestão empresarial é considerada pouco relevante (Relatório McKinsey afirmava que o nosso fraco desenvolvimento/baixa produtividade, não resulta do tipo de legislação laboral ou do menor empenho dos Trabalhadores, mas dos Factores Citados Anteriormente)?
6 - O que é que AS fez, quando esteve no BP, para travar a especulação de juros activos, por parte das entidades bancárias?

segunda-feira, agosto 13, 2007

Fraga quiere olvidar el pasado

(…) hay una gran parte de responsabilidad en los actuales gobernantes, en los socialistas, que han aprobado leyes tan absurdas como la de la Memoria Histórica, o la Educación para la Ciudadanía, que es un disparate. P. Pero la Ley de la Memoria História, don Manuel... R. Aquí hubo una amnistía, y amnistía quiere decir no solamente mutuo perdón, sino mutuo olvido. Amnistía quiere decir amnesia, y eso, insisto, quiere decir olvidar, olvidar. P. ¿Y no sería capaz de aceptar que se planteara la Ley de la Memoria Histórica como una cuestión de pura misericordia, para que los perdedores de la Guerra Civil pudieran enterrar a sus muertos? R. Ya le he dicho que hubo una amnistía y no se trata ahora de hacer nuevas leyes. Todo el mundo tiene derecho a enterrar a sus muertos. Pero los muertos amontonados son de una guerra civil en la que toda la responsabilidad, toda, fue de los políticos de la II República. ¡Toda! Eso no se arregla con una Ley de la Memoria Histórica que, además, tampoco resuelve la cuestión de hasta dónde nos remontamos para saber todo lo que hay que saber. ¿Hasta las Cortes de Cádiz? (…) P. Entonces no parecían tener voz quienes ahora hablan de las dos Españas. ¿Cree usted que existen todavía, setenta años después de la Guerra Civil? R. Hubo un largo tiempo en que sí había esas dos Españas que luego se reconciliaron de una forma que yo creía que era definitiva. En eso tuvo un papel decisivo la Corona. Lamentablemente, hay quien ha querido revivir esos temas y ha planteado problemas territoriales innecesarios y esa Educación para la Ciudadanía que está obligando a la objeción a muchas familias españolas, y no digamos ya de ese ambiente que se ha creado, que pone en cuestión incluso la actual forma del Estado, que ha sido todo un éxito. P. ¿Cree que los socialistas están poniendo demasiado énfasis en un debate sobre la revisión de la forma del Estado? R. Ese debate no lo comparten ni la mayoría de los españoles ni la mayoría de los socialistas. Las cosas, como es natural, no se han planteado oficialmente. ¡Hasta ahí podíamos llegar! Pero el aliento, los comentarios, algunos gestos, no son los más adecuados, evidentemente. Además, el Gobierno y los dirigentes socialistas han cometido un craso error, porque tenía que haberse hecho primero la reforma constitucional, y no empezar por forzar los estatutos a ver hasta dónde se podía ir sin desbordar la Constitución, sin conseguirlo. Por eso el Estatuto de Cataluña tiene planteados nada menos que siete recursos.
(...)
Os franquistas querem continuar com a impunidade dos homicídios efectuados, desde 1936, sobre os Republicanos. Não querem que haja uma reabilitação da memória dos Anti-fascistas assassinados e uma revisão, para a verdade, da História.
Em Portugal, parece que são os do Partido da Chucha a quererem fazer esquecer o passado: reduzindo à ignomínia os portugueses trabalhadores e reabilitando/promovendo os corruptos e os assassinos, vistos como herança do regime anterior ao 25 de Abril de 1974.
É evidente, que não existe qualquer semelhança entre o Partido Socialista e Operário Espanhol (PSOE) e o Partido Chuchalista Português.

domingo, agosto 12, 2007

A Independente and the Allgarbs

Os fenómenos do Entroncamento, made in Sacavém, migraram para o AllGarb do Burkina Faso da Europa do Atlântico Asiático. 1º - A 125 do nosso descontentamento 2º - Lagos e a Maddie 3º - Urbanismo selvagem 4º - Disparates inovadores paisagísticos Um Arquitecto da Independente? Um Projectista da Independente? Um Desenhador da Independente?

Uma Rotunda em Armação de Pêra, assimétrica face ao eixo central da Via Dorsal. Alguém que tirou, por correspondência, um curso na Independente?

sexta-feira, agosto 10, 2007

CREDO Del CHUCHALISMO (Burkina Faso del Atlántico)

Creo en el chuchalismo liberal de la Santa Ministra, Todapoderosa, hija de la Injusticia y de la Desorden matrimonial, que es y ha sido perseguida por todos los profesores, y nació en el seno de la falsedad, padeció por encima el poder de todos los novios, por los que ha sido maltratada y escarnecida y deportada, descendió a los lóbregos calabozos y de ellos ha venido a emancipar todolos dañados y enchufes y está sentada en el mierda de los asociados. Desde alli juzgará a todos sus hombres y mujeres agüeros. Creo en los grandes principios de la Eugenia, en el Complex del Simplex y en el muerte y en el descalificación de sú santidad educativa; creo en la reacción socrática que ha de redimir a la mistificación de todos los que la degradan y envilecen. Amén.

domingo, agosto 05, 2007

Percalços Dominicais

Coerência e bom-senso
Os que defendem que um director de um museu do Estado tem direito de criticar a política de museus do Ministério da tutela sem se demitir (como se fosse possível executar lealmente uma política de que se discorda...) ainda hão-de defender que um chefe de esquadra pode criticar a política de segurança ou que o chefe de uma unidade militar pode criticar a política de defesa.Haja coerência, senhores! E já agora, bom senso... [Publicado por vital moreira] 5.8.07 in Causa Nossa
Eis uma crónica dominical muy interessante de defesa na justiça praticada, pós eleições de Norton de Matos, quando o Estado decidiu demitir todos os Funcionários Públicos, principalmente professores, que tivessem participado, activamente, com críticas e/oumanifestações e/ou pertencentes a comissões/secretariado de apoio, na campanha eleitoral contra o Regime Político Instalado.
Já agora, qualquer Professor que critique a Santa Ministra da Educação, também deverá ser demitido, porque, segundo VM, não é possível executar lealmente uma política de que se discorda..., ou seja, estamos perante professores sabotadores, quiçá membros da Al-Quaeda (?).
Então, dentro da mesma lógica, Bagão Felix teve razão (que os Tribunais não reconheceram validade) na demissão de 15 Directores Regionais, que não tinham a devida confiança política.
Em Singapura, TODOS os Funcionários Públicos votam automaticamente no Partido Governamental; mas, se se candidatarem por qualquer outra formação política, são demitidos das suas funções, com o argumento de falta de lealdade.
VM não devia confundir lealdade e crítica com desobediência.

quinta-feira, agosto 02, 2007

Morrer - Matar - Morrer - Matar...

Solução para Resolução do Deficit Público:
Destruir o Serviço Nacional Saúde
Todos os dias, morrem 23 portugueses derivado de problemas de Alcoolismo. O Ministério da Saúde decidiu extinguir os Centros Regionais de Alccolismo e integrá-los nos Serviços da Tóxico-dependência, como se fosse tudo a mesma coisa.
O combate ao Alcoolismo dirige-se à dependência a uma sustância nefasta lícita e que gere montantes elevados em impostos. A Lasvin (Médicos que também têm interesses comerciais e financeiros na produção vinícola), defende por motivos óbvios esta solução governamental.
O combate à Tóxico-dependência medicamentosa está direccionada para a redução das despesas de saúde do Estado.
O combate à Tóxico-dependência, em geral, assenta na luta contra os efeitos nefastos de drogas ilícitas. Mas, que muitos políticos consideram, directa ou indirectamente, como uma das suas principais fontes de rendimento.
Temos aqui três situações diferenciadas a passarem a ser tratadas de igual forma.
Os consequentes actos médicos devem ser exercidos por Especialistas específicos e não ao estilo de qualquer Ferreiro substituir um Ortopedista.
Seria interessante, o Ministro Correia de Campos ser sujeito a uma cirúrgia neurológica, por um médico dentista...

quarta-feira, agosto 01, 2007

Ni quito ni pongo Rey… pero ayudo a mi señora, la III República

Consagrado en la Constitución el derecho a la libertad de expresión, bajo su estrellado manto de terciopelo violeta, me sumo al llamamiento de las alcaldías andaluzas y añado un respetuoso granito de arena más, con mis – sin duda – torpes reflexiones, al movimiento político y social que reclama, la convocatoria de un Referéndum, donde el Soberano – el pueblo español, castellano, catalán, vasco, andaluz, gallego, etc-, elija, en libertad, la forma de Estado por la que quiere ser gobernado. Desde el respeto a la Corona, sobre cuyos hombros descansa -conviene no olvidarlo nunca- la garantía de paz interna en los Ejércitos de Tierra, Mar y Aire de España, que al Rey deben obediencia, recuerdo en esta hora con orgullo, la valiente desmovilización que el Rey ordenó en 1981, con motivo de la intentona golpista de Tejero. Vaya todo ese reconocimiento por delante. Lejos aún de conseguir una mayoría republicana que gane unas Elecciones Democráticas – única vía admisible, a mi juicio – para la respetable hegemonía de nuestra III República, más lejos aún se encuentra la repetición del gesto del Rey Alfonso XIII, cuando en 1931, perdidas las Elecciones, optó por abandonar el país, dignamente, e instalarse en Roma. Este pueblo nuestro está vivo y lucha por sus aspiraciones pacíficamente al amparo de una Constitución, que se le queda estrecha ya en muchos aspectos. La realidad social de cada día, las astronómicas diferencias salariales, la dialéctica por el bienestar y los nuevos derechos – que nada nos regala nadie –, el tupido tejido asociativo por la memoria histórica, las luchas de cada día contra ERES y regularizaciones salvajes, las deslocalizaciones, los apagones, el obstruccionismo permanente del PP y la facción mas reaccionaria de la Conferencia Episcopal al conocimiento científico, a las libertades sexuales; las apologías al fascismo y la quema de nuestra bandera de referencia constitucional, la tricolor, por parte de Falange Española Tradicionalista y de las Juntas de Ofensiva Nacional-Sindicalista, el desmesurado y trasnochado recurso al secuestro de la Revista El Jueves, al avance imparable de los derechos al laicismo, la verdad, la justicia, la reparación con que se arropan libremente los pueblos libres de Europa desde 1946; todo ese conjunto de circunstancias, idus de Julio si se quiere, parecerían ser la demostración de la necesidad de estudiar por parte del Ejecutivo el mejor momento para Reformar la Constitución antes de las Elecciones del 2008, que incluya no solo la reforma de la ley Orgánica del poder Judicial, entre otras, sino que debe incluir la celebración de un Referéndum sobre la forma de Estado.La Corona ha obviado, si me lo permiten expresar, defendernos de los especuladores urbanísticos, de los apologetas del fascismo, del lavado de cerebro de la religión católica, de los terroristas de Estado como José María Aznar. Por eso estamos en nuestro buen derecho de darnos una forma de Estado limpia, con la que podamos vivir libres, autodeterminados, prósperos todos, alegres y seguros. Treinta años de rodaje democrático nos han dado a muchos la mayoría de edad, el uso de razón, que la intolerancia histórica nos quiso enturbiar. Una razón que queremos compartida con Europa y con el resto de los países democráticos, socialistas, del mundo. Y eso, a la Corona que nos libró de Tejero no le puede molestar, sino sutilmente, respetar recíprocamente nuestra libertad. Desde ese respeto mutuo: ¡Viva, viva la III Republica!

terça-feira, julho 31, 2007

Titulares - Novela: episódio n+2

Oficialmente, hoje, oficiosamente desde ontem, ficámos a saber quem são os Professores Bons e os Professores Bestas; por vezes, por um único ponto, assim ficaram diferenciados, os professores estilo futurex da Santa e os miseráveis professores, estilo velhos do Restelo.
Pela parte que me toca, por um ponto, fiquei acima da linha de água, enquanto que outros que também desenvolveram inúmeras acções meritórias para o sucesso educativo, ficaram arredados.
Três exemplos para demonstrar o referido:
  1. No período nocturno, muitos professores tiveram coordenações de Turma, mas, trabalhar já não era com eles, embora agora andassem aflitinhos da silva à cata de pontinhos e ficaram titulares.
  2. No período diurno, muitos andaram, durante os últimos 15 anos, de empresa em empresa tentar colocação para estágios de alunos dos Cursos Técnico-profissionais, Cursos Tecnológicos e Cursos dos CET e não tendo direito a pontos, ficaram descalços.
  3. Outros professores voluntariaram-se para executar diversas tarefas, como pertencer à Assembleia de Escola, dinamização de Clubes, Director de Instalações ou promoção de actividades de enriquecimento curricular, etc., enquanto que outros os recusavam, visto que não tinham direito a benefícios imediatos/visíveis ou não tinham capacidade de conciliar a escola com outros tachos. Estes últimos, serão aqueles que poderão vir a beneficiar, ilegitimamente, de reposição de justiça, por parte do Ministério, relativamente aos primeiros, aos voluntários que não ficaram titulares.
Onde está o MÉRITO?
Pelo número de contestatários para irem para Tribunal, penso que, o Ministério para não perder a face, tal como aconteceu com a repetição dos exames do ano lectivo anterior, (perante 5 sentenças judiciais desfavoráveis, pode ter de anular todo o processo) e repor uma certa Justiça legítima para algumas pessoas que têm dado o litro ao longo de muitos anos, embora ilegítima para outras, porque nunca fizeram patavina, terá de actuar da seguinte forma: 1 - Considerar que todos os do 10.º escalão com mais de cinco anos e com 92 pontos passem a Titular 2 - Todos os outros, 8º e 9º escalões, com mais de 95 pontos passarem a Titular.
3 - Em termos de assiduidade, que certo tipo de faltas não sejam contadas, as do 102 (evitar a dupla penalização), tal como as faltas de prestação de ajuda a filhos menores ou a familiares com doenças graves (oncológicas ou incapacitantes até 30 dias).
4 - Que seja contada toda a carreira.

quinta-feira, julho 26, 2007

Wanted Dead or Alive - The West Law of Pecos

Órgãos Sociais do Tarrafal dos Aposentados do Burkina Faso da Europa dos Fundilhos
CEO:
Dr. Hamed Madona Desguelha
Vogales:
Dr. Bitro Flopes Hernández Dr. Mamuhd Saques Torneira

sábado, julho 21, 2007

Carta Aberta ao Excelentíssimo Senhor Director da Caixa Geral de Aposentações

Olá, Artur!
Carta Aberta ao Excelentíssimo Senhor Director da Caixa Geral de Aposentações Então pela primeira vez nos apercebemos de que a nossa língua carece de palavras para exprimir esta ofensa, a destruição de um homem. Primo Levi Obviamente demito-o. Humberto Delgado Excelência: Estou certo de que a sua resposta à minha carta não demorará dois meses e dois dias, como aconteceu a Artur José Vieira da Silva, professor de filosofia da Escola Secundária Alberto Sampaio, conhecida na cidade de Braga e arredores pela sigla ESAS. Creio sinceramente que assim será, pois não posso acreditar, por um momento que seja, que Vossa Excelência tenha podido ignorar o apelo de um homem que, ao ver aproximar-se o termo da sua vida, lhe pede apenas um sinal de boa vontade, uma pequena boa acção no exercício do bem. Estou certo de que a sua resposta será célere e que compreenderá com toda a força de que é capaz a razão que motiva esta epístola. Confesso-lhe que tenho andado pela noite à procura dessa luz que a vigília às vezes concede aos humanos. Mas não encontro… Infelizmente não encontro nenhum castelo, nenhuma demanda, nenhum princípio, alguma lei, não encontro nada que me permita compreender por que razão Vossa Excelência demorou tanto tempo a responder a uma pessoa gravemente doente e que pedia apenas para ser vista por uma nova junta médica, que não aquela que o “condenou”. Vossa Excelência teve a oportunidade de ouvir as palavras de Artur, escritas com dor e com mágoa, escritas também com dignidade e sem subserviência. A sua voz escreveu-lhe no dia 27 de Setembro e V. Excelência respondeu a 29 de Novembro, sessenta e quatro dias depois. Dir-me-á que não foi Vossa Excelência, mas antes um funcionário cansado ou um computador furioso. Pergunto-me até se é a Vossa Excelência que devo dirigir-me e peço desde já desculpa pelo incómodo, mas eu ando tão perdido neste mundo, que julguei poder encontrar junto de si o refúgio adequado à expressão da minha angústia. Perdão! Peço perdão por mim e por uns quantos brácaros que olham pasmados para Lisboa e reparam que afinal é ela que não conhece o Latim. Estou inteiramente à disposição de Vossa Excelência e dos seus servidores para a realização de um eventual encontro, oficina de escrita ou de leitura e se o tempo correr a nosso favor, podemos ainda organizar um evento sobre o jogo dramático e o psicodrama. Gostaria, nessa altura, de trocar algumas impressões sobre a língua portuguesa e sobre o estudo dos textos… Sim, eu posso compreender que talvez não haja tempo, nesse dia, para aprofundar a hermenêutica e muito menos para abrir as portas à casa do pensamento. Sim, isto passa quando salvarmos o Estado Social… E nessa manhã luminosa vamos poder andar mais devagar e nessa altura voltaremos ao tempo da preguiça e da leitura, aos amores da idade que acontecem quando se anda vivo da alma. Oxalá! Mas ainda não falamos da argumentação. Que lhe parece? O Artur não tinha razão? Está-me a dizer que tinha ou que não tinha? Ah, talvez a carta não estivesse bem escrita, talvez o Artur se tenha esquecido de se despedir de si… Porquê então? O Artur argumentou, expôs as suas ideias e as suas razões, falou claro e o que eu sei é que Vossa Excelência não compreendeu. Como? Errou na interpretação? Houve desfasamento temporal? Outras prioridades se alevantaram? Ah, não me diga … Ordens superiores?! Ordens de quem? Para quê? Problemas financeiros, quotas? Se for a acreditar nessa hipótese, então o cancro é doença amiga do orçamento e na sombra da economia poderemos em breve resolver o deficit. Imagino também que Vossa Excelência deverá ser homem de muita cultura, talvez um doutor, um engenheiro ou um economista, talvez um informático ou, quiçá, um sábio. Homem de muita letra deverá ser Vossa Excelência. Talvez por isso, não me pareça adequado, nas presentes circunstâncias, aconselhá-lo a frequentar um qualquer processo de reciclagem, uma formação rápida em direitos do homem, um exame na disciplina de Português, mormente nas questões relativas à leitura e à análise de texto; também não desejamos sujeitar Vossa Excelência a um período de estágio num lar de terceira idade, num estabelecimento prisional ou num hospital psiquiátrico. Essas vivências, como sabemos, podem ser muito benéficas, na medida em que nos permitem conhecer o sofrimento humano. Mas nós ainda falamos, ainda bradamos aos céus, ainda cá estamos, não é? Ainda gritamos, como fez um dia o rei da Boa Memória: cá eu vivo e são sou, a Deus graças. Quando termina a jornada e a cidade já pensa em ir trabalhar outra vez, presumo que Vossa Excelência se dirige para o lar, em busca dos seus e da paz que precisa para se achar um homem feliz. Sou o primeiro a admitir que Vossa Excelência é um cidadão exemplar, que dá os bons dias a quem passa e que, às vezes, se senta num jardim a observar com bonomia os velhinhos que jogam à sueca e as crianças que dão a volta ao mundo no carrocel. Como todos nós, também Vossa Excelência deve ter tido uma avó e um dia terá dado esmola a um pobre e rezado uma oração para salvação das almas e dos aflitos. Admito até que possa ser amigo dos animais, que goste de andar a pé e que se prepare para investir em nova tecnologia amiga do ambiente. Só não compreendo por que razão não respondeu ao Artur enquanto ele ainda tinha força para se defender. Por que razão o deixou definhar e o abandonou à sorte que veio a ser a morte? Por que lhe negou o direito a ter esperança e a ver reconhecido o seu direito à reforma? Não posso acreditar que tenha havido má-fé. Não posso acreditar que, perante um homem indefeso, Vossa Excelência tenha dito que não, ou pior, tenha esquecido a princípio, para depois responder, quando já não havia nada a fazer. Ah! É verdade… antes que me esqueça! Saberia Vossa Excelência informar-me sobre os prazos de resposta no âmbito do procedimento legal entre os cidadãos e a administração? Normalmente os cidadãos têm dez dias para responder, mas a instituição teve, pelo menos, dois meses e dois dias, não é verdade? Chegados a este ponto, talvez Vossa Excelência queira saber quem é este cidadão que em pleno mês de Julho, quando o seu país se prepara para ir a banhos, se atreve a escrever-lhe uma carta. Pois bem. Eu sou só eu, mas há uma parte de mim que faz parte da sinédoque. Lembra-se da praia lusitana? A figura toma a parte pelo todo e, nesse sentido, eu sei que não estou a falar sozinho. José Miguel Braga, E-mail setesopas@sapo.pt e professor da ESAS, em Braga, aos dezassete dias do mês de Julho, se não me engano, do ano de dois mil e sete. Post scriptum: Espero não ser obrigado, um dia, a escrever-lhe uma carta pelas mesmas razões do Artur. Mas se isso acontecer, aqui ou no inferno, o senhor vai responder muito mais depressa, porque eu deixo escrito que quero ir de maca até ao seu escritório para lhe poder entregar a missiva por mão própria. Nessa altura, levar-lhe-ei também uma edição barata do Hamlet. Não, não é omeleta nem leva batata. É Shakespeare. “Ser ou não ser, eis a questão.”

domingo, julho 15, 2007

Manipulação Xuxa

Para disfarçar eventuais quebras eleitorais e perda de popularidade nas eleições do(a)s Alfaces, a Momenklatura Xuxalista, trouxe pessoal de outras regiões como Cabexeiras, Puerto, Cobilhã, Alandroal, etc. O mais engraçado é que, alguns dos turistas, utentes de lares da terceira idade, que vieram, nem sabiam ao que vinham nem quem tinha pago a viagem. A Manipulação da Informação já sabíamos. A Manipulação das Sondagens sempre foi mais do que óbvio. A Manipulação/Controlo dos Media é uma vergonhosa realidade. A Repressão à Diferença de Opinião está a andar. A Manipulação, tão descuidada, da popularidade eleitoral já tem estrutura equivalente à do PSD Quem quer Xuxalistas, com as mãos sujas de sangue, a governarem o Burkina Faso da Europa?

sábado, julho 14, 2007

A INFÂMIA

Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
Segundo, fontes mal informadas, na República da Mongólia do Atlântico, para além dos casos de Braga e de Aveiro, outros Professores e Trabalhadores do Estado estão a Comer o Pão que o Diabo Amassou, por causa das vergonhosas decisões das Juntas Médicas. O Governo da Capital do Deserto decidiu alterar a composição das tais juntas. Parece que, neste Sahara do Mundo, gostamos muito de imitar o DesGovermo de um miserável país europeu: A Lusitânia.
Ora, o tal DesGoverno determinou que, as tais Juntas Médicas, fossem apenas compostas por Médicos.
  1. Se Escolhidas pela CGA (DesGoverno não quererá perder o Poder) - Vira o disco e toca o mesmo
  2. Se escolhidas pela Ordem - A Ética talvez passe a prevalecer

Mas o tal DesGoverno e as Sociedades também deveriam implementar outras medidas:

  1. Responsabilizar Criminalmente membros das Juntas por Negligência Grosseira
  2. Responsabilizas Criminalmente o Presidente Nacional das Juntas por Dolo Eventual
  3. Responsabilizar Criminalmente o Presidente da CGA por Incompetência e por Cumplicidade com as Decisões do Presidente Nacional das Juntas
  4. Responsabilizar Criminalmente o Ministro que Tutela a CGA
  5. licenciados em medicina, porque se fossem Médicos não teriam um comportamento tão nojento, deveriam ser expulsos, da respectiva Ordem (para esses, aconselho a ler o livro de John Cornwell, Os Cientitas de Hitler - principalmente, páginas 139 - 156.

Claro que ninguém vai ser responsabilizado, porque todos cumpriram as ordem governamentais: Muito Dinheiro tem sido poupado, por causa do deficit, um verdadeiro desígnio patriótico.

Para o tal DesGoverno a morte é um problema menor.

Nos anos 90, a importação de Gado com BSE originou lucros da ordem dos 500 milhões de contos. Alguém foi responsabilizado criminalmente? Os criminosos passaram a controlar os centros de abate e têm sido homenageados e condecorados, pelos sucessivos DesGovernos.

segunda-feira, julho 09, 2007

Carta dramática de Artur José Vieira da Silva ao Director da Caixa Geral de Aposentações em 27 de Setembro de 2006

Exm.º Senhor
Director da CGA
Excelência
Artur José Vieira da Silva, Professor Efectivo da Escola Secundária Alberto Sampaio - Braga, vem solicitar a V. Excia se digne atender ao seguinte:
1.
Por despacho de 09 de Maio de 2006, recebeu a minha Escola o ofício n.º SAC122FA.937221/00 da Caixa Geral de Aposentações a informar ter sido indeferido o meu pedido de aposentação em virtude de não me encontrar absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das minhas funções.
2.
Base de Sustentação: o parecer de uma Junta Médica realizada em 18 de Abril, a que não fui presente. Todavia não duvido que ela se tenha realizado. Do que duvido é da Junta Médica, da sua competência, responsabilidade, sensibilidade, profissionalismo, e por fim autoridade para categoricamente sentenciar que que não me encontro absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das minhas funções! Assim:
3.
Como pode uma Junta Médica fazer tábua rasa da Tabela Nacional de Incapacidades capítulo IV, ponto 5, alínea a) que me atribui uma incapacidade de 85%?
4.
Como pode uma Junta Médica fechar os olhos àquilo a que me submeti: amigdaletomia esquerda e laringectomia total com esvaziamento ganglionar cervical funcional bilateral e traquostomia permanente, o que para o comum dos mortais significa tão simplesmente ausência total e irrecuperável da voz?
5.
Como pode uma Junta Médica dizer a um Professor de Filosofia que a afonia total e incurável não o impede absoluta e permanentemente de exercer as suas funções? Mais grave ainda, como pode tal Junta passar por cima da Tabela Nacional de Incapacidades, e em vez de verificar se a doença pode ser tida como profissional ou pela especificidade da profissão, ser de justiça propor um aumento à percentagem de incapacidade referida na Tabela, resolve irresponsavelmente passar uma esponja sobre tudo e declarar categoricamente que nada me impede de exercer as minhas funções?
Excelência,
Penso que tenha percebido que a base de sustentação do despacho acima referido é, ou um equívoco, ou uma irresponsabilidade, mas sobretudo uma injustica. E, porque não dizê-lo, uma impiedosa e cruel forma de julgar a incapacidade alheia.
Penso também que V. Excia não tem de forma alguma responsabilidade directa por tamanha barbaridade. Por isso:
- Peço que não esperemos nove meses (a que o ofício acima referido alude) para requisitar de novo a reforma;
- Peço que, se alguma dúvida houver sobre o exposto, me convoque para o que V. Excia muito bem entenda, uma audiência, uma Junta.
- Mas deveras ferido e por isso peço a máxima compreensão para o desejo de nunca mais ser presente à Junta Médica que em 18 de Abril, sem a minha presença, me sentenciou induzindo V. Excia em erro.
..............................................................................................................

VIGÍLIA - II

Hoje, dia nove de Julho do ano 2007, nesta hora triste e de silêncio, lembramos Artur José Vieira da Silva, professor de filosofia desta escola (ESAS), nosso colega e amigo.
Faleceu no dia 9 de Janeiro deste ano, após um longo sofrimento, cujo processo esta comunidade escolar deseja ver esclarecido. Talvez assim possamos ajudar a que, no futuro, outros homens e mulheres não venham a conhecer o mesmo martírio.
Seis meses depois, reunimo-nos nesta escola Alberto Sampaio para honrar a sua memória.
Aqui dentro, o nosso silêncio dará mais paz à sua alma.

VIGÍLIA - I

No dia 9 de Julho, ao lembrarmos Artur José Vieira da Silva, seremos obrigados a pensar no futuro.
Nunca mais! Nunca mais volte a acontecer no Portugal da liberdade, igualdade e fraternidade, uma tal afronta aos direitos do homem.

HOJE A ESAS E TODOS OS TRABALHADORES ESTÃO DE LUTO

quarta-feira, julho 04, 2007

..........................................

Artur José Vieira da Silva faleceu a 9 de Janeiro deste ano, após prolongada e dolorosa doença oncológica que lhe retirou a voz de forma irreversível. Mesmo sem o seu principal instrumento de trabalho, o ex-professor de Filosofia da Escola de Alberto Sampaio viu negada, o ano passado, a aposentação antecipada.No final da tarde da próxima segunda-feira, professores, funcionários, alunos e encarregados de educação da Escola Secundária Alberto Sampaio vão expressar a sua indignação pela forma como o professor Artur foi tratado pela Caixa Geral de Aposentações.Seis meses após a sua morte, a Assembleia de Escola, com o apoio dos conselhos pedagógico e executivo, convoca a comunidade escolar para uma vigília em memória de Artur Silva. João Lucas, presidente da Assembleia, explicou ao “Correio do Minho” que a iniciativa, agendada para as 19h00 de segunda-feira, visa “dar expressão à indignação, mas também ao espanto e perplexidade” de todos aqueles que conheceram o verdadeiro calvário sofrido pelo professor Artur, considerado apto a dar aulas por uma Junta Médica da Caixa Geral de Aposentações, apesar de sofrer de afonia total.O caso mereceu uma referência no programa “As Escolhas de Marcelo”, de Marcelo Rebelo de Sousa, na RTP1, no último domingo.A revolta, até agora contida, de colegas e amigos de Artur Silva ganhou expressão pública e assume contornos mais expressivos na vigília em que será lida uma derradeira carta de Artur Silva ao director-geral da Caixa de Aposentações, um apelo dramático em que dá nota da injustiça que considerava estar a ser vítima. O drama de Artur Silva inicia-se em meados de 2002, quando lhe é diagnosticado um cancro na laringe.É operado no ano seguinte, tendo ficado sem voz, logo impossibilitado de exercer as funções de docente de Filosofia.Durante quase três anos, sujeita-se a juntas médicas trimestrais que, sucessivamente, o vão considerando incapaz para o exercício da sua profissão. Em rigor, é-lhe concedidada incapacidade permanente global de 80 por cento, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades.Em finais de 2005, Artur Silva requer a aposentação antecipada. Após uma primeira Junta Médica inconclusiva, pedem-lhe um relatório do Instituto Português de Oncologia onde andou a ser tratado.Artur José Vieira da Silva faleceu a 9 de Janeiro deste ano, após prolongada e dolorosa doença oncológica que lhe retirou a voz de forma irreversível. Mesmo sem o seu principal instrumento de trabalho, o ex-professor de Filosofia da Escola de Alberto Sampaio viu negada, o ano passado, a aposentação antecipada.No final da tarde da próxima segunda-feira, professores, funcionários, alunos e encarregados de educação da Escola Secundária Alberto Sampaio vão expressar a sua indignação pela forma como o professor Artur foi tratado pela Caixa Geral de Aposentações.Seis meses após a sua morte, a Assembleia de Escola, com o apoio dos conselhos pedagógico e executivo, convoca a comunidade escolar para uma vigília em memória de Artur Silva.

sexta-feira, junho 29, 2007

In Memorium

A ESAS EM VIGÍLIA 9 de Julho de 2007 19H00 / 21H00
PELO ARTUR (Seis meses após o seu falecimento / 27 de Abril de 1946 - 9 de Janeiro de 2007)
POR NÓS ASSEMBLEIA DA ESAS

sábado, junho 23, 2007

Requerimento Hierárquico Impróprio .. no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

Muitos dos itens pontuáveis para Professor Titular apenas têm como destinatários amigos dos Padrinhos do Ministério. A respectiva validade perdeu-se, por exemplo, por via da extinção do Departamento do Ensino Secundário. Ora, os organismos que o vieram substituir, em algumas das matérias, estão no segredo dos Deuses; todos os professores que pedem reconhecimento/validade das respectivas acções subjacentes aos referidos itens pontuáveis, recebem indeferimento por vício processual; estamos perante aquilo que no Direito se designa de Requerimento Hierárquico Impróprio. Eventualmente, só os afilhados sabem a solução.
É por estas e por outras que, por vezes, alguns professores tomam atitudes dramáticas de revolta contra o sistema, mas nas pessoas dos respectivos CE. Por este andar, não admira que apareçam voluntários que, buscando também as 70 virgens, decidam convidar políticos portugueses, para os acompanharem nessa viagem fatal...

sexta-feira, junho 22, 2007

Vigília em Memória das Vítimas Ass... pela M...do Burkina Faso

No dia 9 de Julho de 2007, entre as 19 horas e as 21 horas, junto da Escola Secundária de Alberto Sampaio, em Braga, a respectiva comunidade escolar, conjuntamente com outros cidadãos de Braga que se queiram associar, fará uma Vigília em memória/homenagem de um Professor de Filosofia, que com doença oncológica (Sem Voz), foi dado apto para o desempenho de serviço lectivo, pela juntinha de mediquinhos, vindo a falecer poucos meses depois.
Se todas as outras escolas, onde ocorreram situações idênticas, promovessem iniciativas de igual índole, talvez o resto da comunidade despertasse para os caminhos politicos da Eugenia que, o presente Governo, quer introduzir em Portugal.
A Eugenia em função da redução da Despesa Pública só num país tipo Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

segunda-feira, junho 18, 2007

A Inteligência Somítica da Tautologia

O T.C. opinou sobre decisão tomada pela Ministra da Educação do Burkina-Faso, sobre a repetição de alguns dos exames de 12.º ano, em 2006. Esta, numa atitude de Q. I. bastante elevado (sub-avaliado pelos miseráveis professores), respondeu que por causa dessa decisão, entraram nas Universidades 5 000 alunos. Então, se não tivesse havido repetição de exames, em apenas duas disciplinas, parece que os tais 5 000 nunca entrariam e as Universidades encerrariam as portas? Já agora, os tais 5 000 beneficiados eram da mesma área? A questão correcta que se põe é de saber se desses 5 000, os alunos amigos da ministra entrariam, se não houvesse repetição.

sábado, junho 16, 2007

Titulares - Novela: episódio n+1

Parece que por irregularidades processuais/Vícios de Forma, Orgânica e Material o concurso vai ser desmanchado. A atrapalhação no ME, da mauritânia, tem sido tanta, que se esqueceram de legitimar o respectivo órgão de controlo e de implementação.
Aguardamos, com expectativas redobradas, os próximos episódios da novela africana: Paixões Masoquistas.

quinta-feira, junho 14, 2007

As DRENs do Nosso Descontentamento

Os dois últimos Directores da DREN, da Mongólia dos Fundilhos do Atlântico (o anterior é o actual vereador do urbanismo na Câmara Municipal de Ouagadugu e que para as interlocutoras femininas era de uma baixeza atroz), de partidos políticos diferentes, parecem ter o mesmo dom: autoritarismo, prepotência e insultos à discordância. Deve haver uma qualquer maldição que transforma cordeiros em feras.

segunda-feira, junho 11, 2007

MST

MST, na sua última crónica coloquial, inserida no semanário Expresso, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, insurge-se contra a possibilidade de os professores que não tenham oportunidade de ascenderem ao Tacho de Titular, venham por acções em sede de Tribunal Administrativo; ou seja, por não lhes ser reconhecido mérito suficiente. Ora, MST, deve andar distraído, mal informado, confuso ou virou Kim Il Jong ou está a defender interesses próprios.
Na realidade, se verificarmos a pontuação dos diversos itens de mérito para PT, chegamos à triste conclusão de que apenas alguns e poucos se inserem nesse espirito: 1 - Avaliação do desempenho - de 1 a 5 pontos (pontuável uma única vez)
2 - Assiduidade - de 0 a 35 pontos
O resto dos pontos obtém-se na ocupação de tachos que não definem qualquer tipo de competências para a docência.
MST devia esclarecer qual o grau da sua relação íntima, directa ou por interposta pessoa, com a Ministra.
MST, com estes procedimentos nem parece ser descendente da grande poetisa portuguesa SMB.

domingo, junho 10, 2007

As Escolas do amigo Valter

Tendo por base a saga das aventuras do Asterix e Obelix, que estão confinados a uma aldeia fora do domínio romano, podemos deduzir que na Beira Interior, do Burkina Faso, situação similar se passa: nem todas as escolas com menos de 10 alunos fecham.

As Juntas de Descolonização Biológica da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

Muito se tem falado, nos últimos tempos, sobre controversas decisões das Juntas Médicas, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, sobre baixas ou aposentações: mas, primeiro que tudo, é necessário identificar os membros das ditas cujas: 1 – Serão constituídas por médicos ou por Licenciados em medicina? 2 – Se são alguma coisa, tiraram o curso numa universidade tipo independente? Por outro lado, é indispensável compreender o porquê de tais decisões: são tomadas em consciência ou por via de orientações superiores da Tutela? Se é este o caso, então quem são os responsáveis chefes: 1 – Primeiro-Ministro 2 – Ministro da Segurança Social 3 – Ministro da Saúde 4 – Ministra da Educação Na realidade, como qualquer Governo é um Órgão Colegial tipo Colégio, a responsabilidade tem de ser de natureza solidária; assim, são todos os seus membros, os responsáveis pelas sucessivas condenações à morte, assinadas, por interpostas pessoas, os membros das tais Juntas. Porque o Programa Eugenia, deste Governo, tem uma natureza política de ajuda à redução do deficit das contas públicas.

quinta-feira, junho 07, 2007

Vagas a Titular

No Ensino Básico (pré-escolar e primário) o número de docentes dos 8.º e 9º escalões, em algumas das escolas visitadas, coincide com o número de vagas decretadas pelo Ministério: espantoso.
No resto, 1 vaga por cada 9 candidatos.
A equipa ministerial saberá a tabuada?