Questão formulada por um PCE à DGRHE:
Data 2009/01/20 16:33
Assunto: Definição de Objectivos Individuais
Tem sido debatido nesta escola o papel do PCE na definição dos objectivos individuais. Tal como resulta da leitura das respostas publicadas, há essa possibilidade. O PCE, querendo, poderá fazê-lo. Contudo, face ao interesse da questão e às implicações que poderão surgir caso o não faça, pergunta-se: o PCE deve definir os objectivos individuais quando o avaliado não apresenta proposta?
Resposta do DGRHE
Data 2009/01/23 16:05
Assunto RE: Definição de Objectivos Individuais
Ex.mo(a) Senhor(a) Presidente do Conselho Executivo,
Em resposta à questão colocada na aplicação de perguntas e respostas sobre a avaliação de desempenho, informamos:
O prazo para entrega dos objectivos individuais deve estar definido no calendário aprovado pela escola. Nas situações em que esse prazo não seja cumprido, deverá o director/presidente do conselho executivo notificar o docente desse incumprimento, bem como das respectivas consequências, ou seja, o período sem avaliação não será considerado para efeitos da evolução na carreira do docente. No entanto, uma vez que, quando existe falta de acordo, prevalece a posição do avaliador, poderá o director/presidente do conselho executivo fixar os objectivos ao avaliado, tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola.
Recorda-se ainda que os normativos que regulam o modelo de avaliação de desempenho estabelecem princípios e orientações de carácter geral e a avaliação de desempenho docente concretiza-se no respeito pela especificidade e autonomia de cada escola. Neste contexto a escola deve definir se avalia os docentes que não procederam à entrega dos objectivos individuais, do mesmo modo que deve decidir se define os objectivos para os docentes que os não entregarem.
Com os melhores cumprimentos
DGRHE.
sábado, janeiro 31, 2009
Em Postagem publicada na Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, Vital Moreira, apenas vem demonstrar/insinuar com este conjunto de ideias, que o Ministro do Ensino Superior é um tótó, porque autoriza cursos, quando deveria saber que a qualidade de ensino, em algumas faculdades, é uma merda.
Dentro desta óptica, penso que este tipo de exames também deveria ser extensível para acesso a outras situações:
Votar nas Eleições
Casamentos / Uniões de Facto
Pais Biológicos
Pais Coração
Deputados
Membros do Governo
Outros Cargos de Nomeação Política
Assessores de Políticos
Presidentes da Câmara
Vereadores Municipais
Deputados Municipais
Presidentes das Juntas de Freguesia
Administradores de empresas públicas
Administradores de empresas privadas de capitais públicos
Professores Universitários
Reitores de Escolas Públicas
Membros de Conselhos de Administração de Instituições Financeiras
Espero que Vital Moreira tenha a dignidade mínima para defender a uniformidade da ética, tendo em conta o facto de, uma tal Margarida Moreira, a tal, a da DREN ter escrito esta pérola linguística: (em termos de Princípios básicos da Sintaxe, as não concordâncias são irrelevantes).
Director(a) / Presidente do Conselho Executivo
Como é do conhecimento de todos, têm vindo a ser entregues nas escolas do Norte, cerca de 4 000 Magalhães/dia por parte de empresas distribuidoras e da própria Direcção Regional de Educação do Norte.
A distribuição continua ao mesmo ritmo e por isso gostaria de recordar as indicações que anteriormente já enunciei:
1. Embora os computadores entregues não correspondam à totalidade da encomenda, tal só significa que haverá novas distribuições;
2. Os computadores recebidos devem ser enviados pela escola para casa, no próprio dia de entrega, sem mais qualquer delonga;
3. Em Janeiro, deverá ser marcado um dia em que as crianças devem trazer os Magalhães, para iniciar o trabalho casa-escola.
4. O pagamento dos Magalhães, nos casos em que a isso os pais sejam obrigados, estão a receber informação por sms devendo, em todas, constar a entidade 11023;
5. Caso o número de computadores de entrega, não corresponda com o número presente na guia de remessa, deve o facto ser mencionado directamente nesta, referindo o número total recebido.Tal facto não impede que, de imediato, se recebam os computadores apresentados;
6. O Ministério da Educação tem perfeita consciência das dificuldades que este tipo de acção de massas acarreta às escolas e, embora esta situação lhe escape entende que o mais importante é a recepção dos Magalhães, como mais valia almejada pelos nossos alunos, e por isso agradece toda a colaboração e compreensão dos orgãos de gestão, dos professores e dos serviços administrativos e auxiliares.
7. Quando um encarregado de educação recebe sms e é do escalão A, deve ser reportado e naturalmente o computador entregue ao aluno;
8. Outras situações anómalas devem ser sempre imediatamente reportadas para o nosso mail dsgm@dren.min-edu.pt;
8. Recorda-se ainda que as escolas que ainda não procederam à encomenda do Magalhães o devem fazer com celeridade.
Com os melhores cumprimentos,
A Directora Regional de Educação do Norte
Margarida Moreira
sexta-feira, janeiro 30, 2009
O Seu a Seu Dono
1 – O Relatório da OCDE, na perspectiva do Primeiro-Ministro sobre a Educação em Portugal, parece que não é da OCDE, segundo a própria OCDE. Da OCDE, apenas está a opinião de uma técnica da OCDE, e no prefácio. O resto do conteúdo teria sido comprado, a Tarefeiros contratados pelo Ministério da Educação do Burkina Faso, em troca de cerca 600 000 € (só 500 exemplares)?
2 – A Carta Rogatória da Grã-Bretanha em que designa José Sócrates como um dos possíveis suspeitos, parece que tem origem num dos muitos offshore das ilhas da Melanésia.
3 – As forças maléficas, os covardes, os poderes ocultos, a escumalha que através da insinuação, da difamação anda por aí, dizendo mal dos Professores, segundo o primeiro-ministro, devem pertencer a Tribunais Islâmicos da Al-Qaeda. Vital Moreira deve saber...
4 – Os Projectos de maisons registadas na Câmara Municipal da Guarda, com melhor qualidade artística dos existentes na Câmara da Covilhã (ainda não havia Magalhães em distribuição), pertencerão aos jogadores do clube de futebol de Colmeias?
5 – A Licenciatura do dito cujo, foi avalizada, pelo presidente do sindicato dos professores socialistas livres e dependentes de Portugal (SPSLD de P), que atestou, nos termos legais, a legalidade de todo o processo do Fax, precursor do Magalhães.
terça-feira, janeiro 27, 2009
A Deportação...
Dia Internacional Vítimas do Holocausto
Para Que a Terra Jamais Esqueça:
Auschwitz-Birkenau Belzec Bergen-Belsen Buchenwald Dachau Dora Nordhausen Esterwegen Flossenbu Gross-Rosen Maidanek Mauthausen Neuengamme Osnabruck Plaszow Ravensbruck Saarbruck Neue-Bremm Sachsenhaus Sobibor Struthof-Natzwiller Stutthof Theresienstadt Treblinka
sexta-feira, janeiro 23, 2009
A Democracia Integralista...
Os conselhos directivos, e os seus membros, nessa qualidade, não gozam do direito à greve.
Com constitucionalistas deste calibre,todas as interpretações são legítimas, desde que sirvam os respectivos interesses políticos. Como leigo e como pessoa esclarecida, gostaria de saber qual a norma que restringe os direitos dos cidadãos em fazerem greve.
Os membros dos Conselhos Directivos, enquanto órgão de gestão, não podem fazer greve (?), mas enquanto professores, visto que o assumir de determinadas funções não implicou a automática exoneração de funções anteriores, têm toda a legitimidade para fazerem greve e se ausentarem do local de trabalho.
Nesse sentido, também estaria vedado o facto de os membros de um órgão de soberania, como a Assembleia da República, exercerem outras funções, fora do contexto para que foram eleitos.
Onde estava esta sumidade, quando em tempos, um Governo decidiu fazer greve?
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Greve de 19 Janeiro 2009 - 16 horas
AGRUPAMENTO/ESCOLA: Nº profs serviço / Nº profs / % profs em greve
BRAGA ------------------distribuído--------em falta
ES/3 de Amares 53 / 49 / 92%
ES/3 de Alberto Sampaio 78 / 76 / 97%
ES/3 de Carlos Amarante 49 / 45 / 92%
ES/3 de D. Maria II 31 / 26 / 84%
ES/3 de Maximinos 30 / 28 / 93%
ES/3 Sá de Miranda 44 / 39 / 89%
ESA Conservatório Música Calouste Gulbenkian 47 / 22 / 47%
ES/3 Póvoa de Lanhoso 40 / 40 / 100%
ES/3 Vila Verde 64 / 64 / 100%
CENTRO de AGRUPAMENTOS
EB2,3 de Amares 26 / 23 / 88%
EB2,3 de Cávado 55 / 52 / 95%
EB2,3 de Gualtar 53 / 50 / 90%
EB2,3 de Palmeira 44 / 44 / 100%
EB2,3 de Cabreiros 17 / 13 / 76%
EB2,3 Frei Caetano Brandão 33 / 30 / 91%
EB2,3 de André Soares 23 / 22 / 96%
EB2,3 de Tadim 14 / 10 / 71%
EB2,3 de Nogueira 26 / 23 / 88%
EB2,3 Dr. Francisco Sanches 46 / 40 / 87%
EB2,3 de Lamaçães 41 / 38 / 93%
EB2,3 de Celeirós 27 / 27 / 100%
EB2,3 de Real 36 / 29 / 81%
EB2,3 de Prof. Gonçalo Sampaio 43 / 38 / 88%
EB2,3 de Taíde 32 / 24 / 75%
EB2,3/S Padre Martins Capela 34 / 29 / 85%
EB2,3/S de Rio Caldo 30 / 21 / 70%
EB2,3/S Vieira de Araujo 80 / 68 / 85%
EB2,3 Prof. Amaro Arantes 38 / 36 / 95%
EB2,3 do Prado 47 / 47 / 100%
EB2,3 de Ribeira do Neiva 22 / 22 / 100%
EBI Monsenhor Elísio Araújo 26 / 26 / 100%
EB2,3 de Vila Verde 42 / 42 / 100%
domingo, janeiro 18, 2009
A Imprensa Oficial e Pluralista do Poder Político
Estado Velho do Botas de Santa Comba
Diário da Manhã
A Época
Estado Novo do Inginheiro Ambiental de Alcochete
Diário de Notícias
Jornal de Notícias
sexta-feira, janeiro 16, 2009
A SAGA DA PAZ GUERREIRA - 3
Hamas: Terrorismo ou Libertação
Claro que os árabes (cerca de 760 000), expulsos das suas terras passaram a ser considerados como comunidades sem pátria, refugiados e inúmeros grupos guerrilheiros clandestinos foram sendo criados, por diversas facções, mais ou menos transitórias e/ou pouco consistentes, até que em 1964 alguns dos mais fiáveis (Fatah; FPLP; DPLP; Arab Liberation Front; Palestine Liberation Front; Popular Struggle Front; Democratic Union ; Hizb Ash-Sha’ab-People’s Party; Popular Front; As-Sai’qa Movment; Islamic Jihad; Palestinian Arab Liberation Front; Military Council) formaram a OLP.
È evidente que Israel não podia encarar esta panóplia de movimentos armados, com indiferença e decidiu, via MOSSAD, criar um movimento independente, concorrente e controlável, junto da comunidade palestina: o Hamas nasce em 1988, com uma estrutura financeira invejável.
Ora, nesta perspectiva, a cúpula do Hamas tem servido de guia de orientação das estratégias a desenvolver, pelos partidos políticos israelitas; é o alvo perfeito para mascarar pseudo ataques bombistas. É evidente que as bases do Hamas, não sabem quem são os seus verdadeiros líderes, na medida em que, continuam a combater por causas consideradas justas e tendo por base a implantação de um Estado Islâmico.
Resta, no entanto, saber qual o Hamas controlável pela MOSSAD e o Hamas que tende, por vezes, a ser uma estrutura política autónoma de Israel.
Quantos palestinianos inocentes continuarão a ser vítimas destas guerras.
quarta-feira, janeiro 14, 2009
A SAGA DA PAZ GUERREIRA - 2
O Estado de Israel
Finda a II Guerra, era necessário encontrar, fora da Europa, um local para reunir os judeus espoliados, exilados e vítimas do nazismo, para construírem um Estado próprio. Segundo, algumas organizações judaicas dos USA, três hipóteses foram consideradas, embora por razões de estratégia geopolítica, só a terceira foi encarada como a mais plausível:
1ª Compra de uma das ilhas do Arquipélago dos Açores
2ª Aquisição de uma região, a sul de Moçâmedes e de outra região Namibiana fronteiriça
3ª Ocupação de Terras Palestinas
Ora, esta última opção, previa a aquisição de terras aos árabes residentes, preços ditados pelas ameaça das armas terroristas do Irgun (ofereceu voluntários ao exército inglês contra o nazismo), do Haganna e do Lehi; (este último terá encetado uma série de ligações com os nazistas e de combate à ocupação inglesa) e o principal adversário político, desta opção, foi também o que mais lucrou, quando vendeu as respectivas propriedades e/ou de outros compatriotas (em relação a estes últimos, os preços das vendas nunca foram restituídas, na totalidade, aos seus legítimos proprietários).
Se o Estado de Israel existe, deve-o ao Mufti de Jerusalém que de dia incitava ao ódio contra os Judeus e de noite fazia negócios com eles e com os ingleses (potência ocupante).
Apesar da resolução da ONU, em 1947, ter consagrado o Estado de Israel (na sequência da declaração Balfour de 1917) e o Estado Palestino (opção nunca formalizada pela Comunidade Internacional), sobre terras ocupadas pela Inglaterra (sob a égide da ONU), é de realçar o facto de que a Jordânia, tal como o novíssimo Estado de Israel, se apropriaram, ilicitamente, de parte desses territórios, sem que houvesse qualquer tipo de protesto, por parte da comunidade internacional. Desta forma, o Estado Palestiniano ficou reduzido uma pequena parcela de terreno, inferior ao estabelecido pela ONU.
O actual Estado de Israel é o resultado de conquistas de guerra, que, aparentemente (excepção talvez resida na guerra do Yom Kippur…), foram desencadeadas por países árabes vizinhos. O resultado de cada uma das guerras, como que legitimou a ocupação sucessiva de terras e a retirada de Gaza (cercada), mais não foi do que o resultado de uma estratégia política e militar. Israel não pode viver sem a Guerra para sobreviver, mesmo que em cada acção pratique uma política de genocídio sobre populações civis, com o argumento de que, se ainda não o são, podem vir a ser futuros terroristas e minimizando o terrorismo de Estado. Mesmo o actual estado de guerra, não é mais do que fruto de uma estratégia político-partidária eleitoral.
Não existe qualquer inequívoca relação biunívoca entre o Estado de Israel e os Judeus que podem residir ou não nesse local.
A construção de um muro de segurança (?), faz lembrar a política do apartheid, da África do Sul, com a implantação de Bantustões e em que as zonas residenciais árabes ficam separadas de outras e/ou dos respectivos terrenos agrícolas ou de outros locais de trabalho ou até a simples ida ao médico ou a um hospital. De qualquer forma, a deslocação de um local para outro, tem a supervisão de Israel, através de revista corporal e a exibição de um passaporte (vendido por Israel) e um comprovativo (guia de marcha atestado pela autoridade militar israelita) de que tais intentos são verdadeiros.
terça-feira, janeiro 13, 2009
O Dia da Restauração Filipina
139 C.E. reunidos na Lezíria Ribatejana decidiram por uma tomada de posição soft...
Assim, enquanto que os C.E. do Norte, em peso, queriam que todos apresentassem demissão e por efeitos de bola de neve, as repercussões poderiam tornar-se interessantes (ver onde se situavam os interesses dos restantes CEs), os da Região Centro, os mais mediáticos, venceram; enquanto que os da região do Jamé, por omissão, ficaram pelo deserto do Góbi (o GPS deve ser made in China).
segunda-feira, janeiro 12, 2009
A SAGA DA PAZ GUERREIRA - 1
O Arianismo Judaico
Quando o nazismo subiu ao poder, com ajuda do Capital Alemão (judeu e não Judeu) e o renascer da fénix das mitologias e das sagas do arianismo puro alemão, a campanha de perseguição a determinados tipos de indivíduos, foi considerado como uma limpeza étnica, de expurga de todos os seres que conspurcavam a identidade de uma nação e nem a questão das conquistas a oriente por pseudo cavaleiros teutónicos, com a eliminação de povos eslavos, de nível inferior, como judeus, ciganos e outros afins, fez soar qualquer clarim de alarme sobre quaisquer consciências germânicas.
Aliás, para os Judeus Alemães, o Mein Kempf, foi visto com alguma indiferença, na medida em que a eutanásia sobre os incapazes (deficientes sociais) e os campos de concentração para eliminação de opositores políticos e povos eslavos, não era mais do que uma forma de limpeza social até mesmo dos designados judeus eslavos impuros.
Só quando, os Judeus Alemães, mesmo os que se consideravam arianos puros, foram sendo classificados como impuros, com destino a Auschwitz é que se levantaram vozes dissonantes: Primo Lévi realça, nos seus escritos, estas contradições.
Mas será que todos os Judeus foram perseguidos? Não é por acaso que a captura de Eichmann se tornou uma saga especial para o Estado Judaico.
Aliás, pelo menos um Judeu português foi condecorado pelo regime nazi…
Não é de admirar que o Estado de Israel aceite comportamentos dissonantes aos seus princípios religiosos, porque talvez não haja contradição:
1 – Judeus, de origem russa, que defendendo o nazismo, espancaram pobres e sem abrigos.
2 – Judeus que tinham direito a receber indemnizações por terem sobrevivido aos campos de concentração/extermínio, viram esse dinheiro ser-lhes negado pelo próprio Estado que em nome deles se auto-intitulou como fiel depositário dos montantes pagos, pelos diversos Estados Europeus responsáveis pelos saques e genocídio.
3 – Israel considera que existem dois níveis de população, praticando uma política de segregação social: os Judeus puros (1.º nível – defensores do sionismo) e os Árabes (2.º nível – como tendencialmente o acréscimo de natalidade ser superior ao dos Judeus, havia sempre o perigo de, por via eleitoral, governarem o Estado; desta forma a capacidade de acesso ao voto está limitada).
Apesar de Golda Meir ter vivido um longo romance com um Árabe libanês, os casamentos mistos são desaconselhados.
quarta-feira, janeiro 07, 2009
O Euro da Crise
O MNE, Luís Amado, no discurso de abertura do Seminário Diplomático, colocou, quiçá sem o saber, a mão na consciência (será que ainda a tinha?) e confessou que a adesão ao euro foi um disparate, na medida em que Portugal não estava estruturalmente preparado, para enfrentar tal aventura arrojada. Acrecentando que com um Estado pouco eficiente, uma economia pouco competitiva e subsídio-dependente do Estado e uma sociedade pouco autónoma, seria complicado não onerar a população.
Na verdade, poder-se-á perguntar, qual a motivação para a construção de tantos Estádios de Futebol?
Porque é que o Estado interveio na salvação de duas pseudo instituições bancárias à beira da falência (Interesses de Centros Espirituais; interesses de centros comunicação social; interesses de amizades pessoais; etc.; etc.)
Quem tem governado com tanta ineficiência este Estado? D. Afonso Henriques ou o PS enquanto maior Partido da Oposição?
Com lírismos políticos desta natureza é fácil encontrar em nichos da sociedade política, deste grande país da Mongólia do Interior, a Responsabilidade pela actual Crise.
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Os Novos Pobres: Banqueiros S.A.
Em 2008, algures no Burkina Faso da Europa, um proeminente e temente home de Deus na Terra, um feiticeiro animista, um soba mais materialista que espiritual, resolve contrariar um dos preceitos mais defendidos pela santa madre igreja apostólica romana, o Direito à Bida. Muito popular no norte e sempre bem acompanhado, quer por madames quer por reluzentes e discretas bombas de grande cilindrada (em todos os sentidos…); frequentador assíduo de tascas finas e de alterne, quiçá admirador activo dos ballets roses tugas, o dito cujo decidiu que era chegada a hora de partir para outras andanças/viagens menos turbulentas e mais redentoras. Como pessoa meticulosa, não quis ficar mal visto, segundo o estipulado doutrinal do normativo inserido nos artigos código penal: se as coisas não lhe corressem de feição, para além da vergonha e da desonra canónica, ainda teria de ser apelidado de criminoso, visto que, por comportamentos tipo maddox, colocou mais de 1500 anos de riquezas divinas acumuladas (quiçá na compra de terrenos no céu) no bpn/bpp, deixando a paróquia à beira da espiritual falência financeira; por isso, resolveu procurar num lugar mais calmo uma corda santificada pela qualidade peregrina da devoção…
Alguém que tente agora explicar outros interesses do Governo pela intervenção na salvação financeira tuga em 2008…, que não o esperado em 2009, em termos de cisma espiritual eleitoral.
O Marcelo que se cuide.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
A Armadilha
O Presidente da República tirou o tapete ao Governo, aproveitanto um motivo fútil, o Estatuto dos Açores. O Inteligente Magalhães caíu na esparrela e deu motivos para haver uma ruptura institucional.
Será que o magalhães quer forçar uma dissolução antecipada da Asembleia da República e o Governo apresentar-se como vítima das maquinações de um PR sinistro?
Quais os motivos do PR? Ajudar o fragilizado PSD e/ou evitar uma segunda maioria absoluta do PS?
Xeque-mate Pastor sobre o Governo?
Ou será que o PR, num momento de profunda meditação e após ter confessado todos os seus pecados, pretende iniciar uma cruzada de defesa dos turistas pés-descalço, dos esquecidos, dos pobres absolutos, dos marginalizados, dos desempregados, dos reformados, dos pobres de espirito que pululam no jet-set, enfim de todos os que depositaram as suas poupanças especulativas no BPN?
Filhos de um Deus Menor...
A TVI tem andado a propagandear a venda de um CD (Filhos do Coração), cujas receitas reverteriam para o resgatar de crianças vítimas de trabalho infantil, em África, por parte dos progenitores.
Muito Louvável...........................................
Parece que, com o beneplácio da Fundação Gil (?), o programa de Fim de Ano, é suportado por menores de idade ou será que são adultos disfarçados ou serão anões? Aqui já não existem vítimas de trabalho infantil. Ou será que subornaram os Pais e/ou a Inspecção de Trabalho?
Grande é a moralidade destes eunucos intelectuais que à pala de da miséria de uns enganam outros e ao bom estilo da IURD, sacando as respectivas poupanças de ingénuos.
quarta-feira, dezembro 31, 2008
A Demência
Parece que o novo modelo de avaliação não prevê a classificação dos professores dispensados a tempo inteiro para trabalhar nos sindicatos. Isto significa que só quando voltarem às escolas é que podem progredir
Ora, perante esta notícia, a demência intelectual de algumas pessoas está a manifestar-se de forma muito preocupante, quando distorcem a verdade, ao afirmarem que: Agora se percebe a luta aguerrida dos sindicatos contra a avaliação dos professores.
Os Professores e os Sindicatos apenas disseram que queriam ser avaliados num modelo credível (não neste modelo disparatado) e NUNCA afirmaram ser contra qualquer forma de Avaliação.
A desinformação tem estatuto histórico em Portugal: Salazar parece ter fãs, encapotados de democratas (tachistas que venderam a alma ao Diabo).
sábado, dezembro 27, 2008
CONFAP?
Uma professora de matemática caíu de um 4º andar, na cidade de Coimbra. Será que foi obra encomendada pelas Associações de Pais, do sr. Albino ou do sr. Valente ou da DREC ou do ME? Se fosse o Ministério Público punha a Judite a arrebanhar os dirigentes da Confap e afins, como principais suspeitos, como os suspeitos do costume.
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Cadáveres Adiados…
O clone do albino, um tal de baliente, em defesa da honra perdida, quiçá nos matagais birgens do deserto de Góbi, descobriu que os professores do Burquina Faso, realizam filmes, clandestinamente em pseudo salas de aula, de forma a denegrir, a imagem de santidade dos bem abenturados alunos, bábás e papás, DREs, Ministra y sus muchachos. Não é que esses filhos daquela e daqueloutra mãe contratam figurantes e actores que desempenham, na perfeição, cenas estilo Far-West, em que uns, os alunos, os bons fingem fazer bum-bum nos maus que encarnam a figura de professores? Apesar da rudimentar machine de filmar ainda conseguem obter êxitos. Aguardam-se, ansiosamente novas cenas cinematográficas.
Olhe Sr. Dr. Eng. Baliente, também sou professor de Psicologia e se algum dia, qualquer idiota tem a ousadia de promover o mesmo estilo de brincadeira comigo, à moda do Cerco das Tripas, a cena pode terminar tragicamente com ossos partidos, sangue e talvez mortes e se V. Ex.ª pensar abrir a cloaca, para me dirigir qualquer opinião ou minimizar a culpa dos alunos ou culpabilizar os professores, tenha em atenção o facto de tal drama se poder passar a processar em dois actos e em que no segundo V. Ex.ª desempenhará o papel de guest-star mais os seus apaniguados familiares.
Veja isto não como uma Ameaça, mas como uma Verdade Real...
Posso estar ou não presente no final desse drama, ou como actor/encenador ou como inspirador virtual, porque, neste último caso, é para isso que servem os amigos:
Para que a Terra jamais esqueça: em tempos, um Procurador-Geral Adjunto da República, um tal Lestra Gonçalves, numa entrevista ao semanário Expresso disse, a certa altura, em termos algo semelhante, que Terras de Barroso era uma espécie de Sicília à Portuguesa.
Para bom entendedor meia palavra basta…
Afinal de contas, V. Ex.ª considera que a verdadeira arma é o Télélé e não o objecto da ameaça sobre a dita Professora. Essa sua incontinência neural/verbal pode ser fruto de um AVC que lhe passou despercebido, por isso aconselho-o a consultar, em primeiro lugar o coveiro do sr. dos sifões da madeira e só depois um qualquer médico legista.
A partir de agora veja-me como a sua Sombra.
Passe Bem...
domingo, dezembro 14, 2008
O INE do Burkina Faso
Passada uma semana, a tal, a da confirmação, segundo o Pedreira do lodo no Cais, os 61% transformaram-se em…; na medida em que, pelo menos, em algumas regiões Sub-saahrianas, por exemplo, parece haver algumas % sabotadoras das contas do INE, à moda da Al-Qaeda(?).
ESCOLAS SECUNDÁRIAS – Braga ----AULAS PREVISTAS -----AULAS DADAS ----N.º GREVISTAS ---% GREVISTAS
ES/3 ALBERTO SAMPAIO, ------------------------61--------------------------- 3--------------------- 81 --------------------128
ES/3 CARLOS AMARANTE -----------------------70 -------------------------- 4 ---------------------66 ----------------------94
ES/3 D MARIA II, -----------------------------------80 --------------------------8 ----------- ---------72 -----------------------90
ES/3 MAXIMINOS, ---------------------------------48 ---------------------------3 -------------- -----45 -----------------------94
ES/3 SA MIRANDA,--------------------------------84 ---------------------------2 ---------------------82 ----------------------98
ESCOLAS EB2/3 – Braga AULAS PREVISTAS AULAS DADAS N.º GREVISTAS % GREVISTAS
André Soares --------------------------------------54 ----------------------------2 ---------------------52 ----------------------96
Real -------------------------------------------------43 ---------------------------6 ----------------------37 ----------------------86
Celeirós ---------------------------------------------51 ---------------------------3 ----------------------48 ----------------------94
Francisco Sanches --------------------------------76 ---------------------------4 ----------------------72 ----------------------95
Nogueira -------------------------------------------35 ---------------------------3 ----------------------32 ----------------------91
Tadim -----------------------------------------------32 ---------------------------4 ----------------------28 ----------------------88
CALOUSTE GULBENKIAN -----------------------59 --------------------------10 ----------------------49 ----------------------83
Cávado -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------100
Gualtar ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------100
Palmeira --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------100
Frei Caetano Brandão -----------------------------------------------------------------------------------------------------------100
ESCOLAS SECUNDÁRIAS e EB2/3 --AULAS PREVISTAS --AULAS DADAS --N.º GREVISTAS --% GREVISTAS
Outros Concelhos
ES/3 VILA VERDE ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------100
EB2/3 Moure VILA VERDE ---------------------31 ---------------------------4 ------------------------27 ---------------------87
EB2/3 Ribeira do Neiva VILA VERDE ----------------------------------------------------------------------------------------100
ES/3 POVOA LANHOSO -------------------------39 --------------------------2 -------------------------37 ---------------------95
EB2/3 POVOA LANHOSO -----------------------42 --------------------------6 -------------------------36 ---------------------86
ES/3 AMARES -----------------------------------48 ---------------------------3 -------------------------45 ---------------------94
EB2/3 AMARES ---------------------------------47 ---------------------------9 -------------------------38 ---------------------81
EB2/3/S TERRAS de BOURO -------------------32 --------------------------9 -------------------------23 --------------------72
EB2/3/S Vieira do Minho ------------------------------------------------------------------------------------------------------100
TOTAL --------------------------------------------------------------------------61%
Se o Secretário afirma que este é o valor real, mesmo que errado, quem somos nós para duvidar da sua emérita sabedoria. Ninguém tem culpa de ter obtido o diploma da Escola Primária, num sistema como o das Novas Oportunidades em África. Os Bruxos estão acima dessas minudências.
sábado, dezembro 13, 2008
A Sabedoria do Primeiro.
Como simples mortal, obediente funcionário público às diretrizes dos deuses, neste final de período, sinto-me confuso sobre a aplicação das quotas de Excelente, numa das turmas.
Tenho 3 alunos com média de 19 valores, na disciplina de Psicologia, numa turma de 21 alunos e aplicando a quota dos 5% verifico que só um pode ter esse valor numérico.
Estou inclinado a escolher uma aluna, que é bonita, é simpática, tem um sorriso deslumbrante apesar de ser loira, umas pernocas como manda o figurino do arco da belha, tem estilo... e tem uma mumy muy muy disponível, enquanto os outros dois são mal encarados, uns marrões, uns chatos, feios, porcos e maus...e los padres son uns tótós, pensam que são importantes, etc.
Na verdade, nem todos os alunos podem aspirar (sem aspirador) ir para a universidade, tal como diz o nosso primeiro, no seu livro rosa, de citações programáticas (como convém a um grande líder).
Como não tenho a quota de Muito Bom totalmente preenchida, resolvo dois problemas, embora um dos MB tenha de baixar de nível e dos restantes Bons, 4 passam a suficiente; só que um dos aluno que tem 10 valores de média será escalonado, estilo morrer pela pátria, com um insuficiente, ou seja, fica com um 9 na pauta.
Todos temos de cumprir as leis patrióticas e principalmente os sensêi...
quarta-feira, dezembro 10, 2008
O Eduquês da Matemática na Brisa
Se nas Estradas de Portugal (JAE) os erros da quilometragem eram mais que muitos, parece que havia uma certa confusão entre os conceitos básicos da matemática euclediana com a matemática não euclediana. A Brisa, para não perder a pedalada ancestral, deve ter contratado engenheiros à Sócrates; por exemplo: a caminho do Algarve, na A10, a seguir às portagens do Sorraia existe uma placa informando os incautos/distraídos que estão a 240 km do Algarve; 10 km depois, já na A13, o Algarve fica só a 195 km e ao fim de outros 10 km, estamos a 185 km; 34 km adiante, na A2, junto da área de serviço de Alcácer do Sal, verificamos que o Norte, possivelmente fica a Sul e/ou vice-versa, na medida em que ainda faltam 180 km.
Alguém anda perdido?
O cálculo de distância entre dois pontos fazia, há cerca de 40/50 anos, parte da 3ª/4ª classes da Escola Primária. Só no 6º/7º anos do liceu descobri o espaço curvo.
Mas a Brisa exagera no disparate.
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Armando Nina
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12/10/2008 07:56:00 PM
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sábado, dezembro 06, 2008
Os Deputados da Vergonha - 2
Na realidade, tudo parece ter uma explicação. O PS pegou no modelo de avaliação dos professsores, sem pagar direitos autorais ao PSD, aplicando-o como tivesse caído do céu, por obra e graça do espírito santo ou então Cristo veio à Terra sem avisar o Marcelo. As lágrimas de crocodilo de alguns pecam por ausência de decência na estratégia partidária ou por omissão de ideias.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Os Deputados da Vergonha
35 Deputados da Oposição ficaram de baixa médica: Diarreia Mental. Quando a estratégia partidária assenta em desgraça alheia, então com a mierda dos votos, os Direitos dos Cidadãos são achincalhados. O Bloco Central continua a funcionar, a governar-se e a roubar o resto...
Credibilidade das Imagens
Papel do Governo no combate à Crise:
Ajudar os Amigos que perderam as fortunas, na especulação financeira, obtidas de forma obscura, como resultado da respectiva actividade política.
Ajudar as Empresas dos Amigos e dos Familiares.
Ajudar os Bancos dos Amigos e dos Familiares.
Perdoar as Dívidas Fiscais dos Amigos e Familiares.
Ajudar os Reformados/Pensionistas, quiçá culpados do deficit público, a morrerem.
Ajudar os Funcionários Públicos a reformarem-se com a respectiva sanção de reforma antecipada ou a morrerem antes de passarem à reforma.
Ajudar os Agentes da PSP e da GNR, depois de lhes retirar a Dignidade, a Suicidarem-se.
Incentivar o Desemprego ainda que estatisticamente os valores possam ser manipulados.
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Dia 1 de Abril
61% de adesão? Lemos só não explicou que tais contas foram obtidas com batota; por exemplo, numa escola com 220 professores, só cerca de 134 teriam hoje de manhã qualquer tipo de actividade lectiva e destes apenas 6 não fizeram greve (128 grevistas - 95,5%). Ora o ME faz contas de outra forma: 134 (128 + 6/7 professores que fizeram greve embora não estivessem escalonados, para serviço lectivo, neste dia) grevistas em relação ao universo dos 220 e assim os resultados podem ter outra dimensão (60,9%).
Lemos falou em dados apurados às 11hoo, quando os CEs foram obrigados a informarem a Tutela sobre os valores de adesão, aos 3 Blocos do turno da manhã.
Vamos ser manipuladores como os Tótós do ME: em relação às Legislativas de 2005, o PS teve 2573406 votos no total de 5712427 votos e que equivaleu a 45%, ora, na mesma perspectiva podemos afirmar que apenas 24,4% dos portugueses votaram no PS (2573406 votos no total de 10 569 592 habitantes).
O PS governa com uma maioria absoluta de deputados que não representam a população portuguesa.
O PS & C.ª construíram um sistema de votação que permite que minorias de votantes se transformem em maiorias de deputados.
Míopia Auditiva
Cego, surdo e tótó, Lemos que parecia ter entrado em Low Profile, saíu, hoje, da Hibernação prematuramente para afirmar, em estilo de verdade de Lapalisse que quase todas as escolas estavam a funcionar normalmente, recusando adiantar (talvez dentro de alguns dias, algumas semanas, alguns meses, etc.) % de adesão à greve.
Nas vésperas desta greve, ME enviou para todas as escolas circulares sobre a obrigatoriedade de todas estarem abertas, como se fosse um dia normal de aulas, bares, refeitórios, etc. Feitas as encomendas, faltaram os clientes habituais e os bens não consumidos deveriam ser enviados para serem reciclados na 5 de Outubro...
Quem pagará estes prejuízos?
Aqui, em Bracara, cerca de 94,3% dos Professores das Escolas Secundárias fizeram greve e na ESAS, dos 14 professores que aderiram, com requerimento como manda o figurino visto não terem qualquer tipo de actividade lectiva e não lectiva, 10 nunca algum dia fizeram ou pensaram vir a fazer greve.
Lulu e sus muchachos conseguiram unir quase 90% de uma classe profissional, ideologicamente transversal a toda a sociedade portuguesa.
Será que deveremos pedir ajuda à Tailândia?
Já agora, porque perguntar não ofende, MLR, Sr. Sousa & família, Sr. Remos, Sr. Trolha, também eram cliente do BPP ou BPN?
É MENTIRA, É MENTIRA, É MENTIRA SIM SENHOR…(2)
Carlos Fragateiro saíu tal como entrou, por razões nebulosas, mais altas que a alma de um povo pode compreender: poupança nos custos da cultura. A Imprensa falou em Diogo Infante como director artístico que iria colocar na ordem a desordem artística financeira, mas todas as fontes governamentais e não só, oficiais e oficiosas desmentiram tais propósitos caluniosos dos Media. Por isso, deve ser mentira, Diogo Infante ganhar cerca de 15 000 €/mês (o triplo do anterior...), porque Diogo Infante se vai ao Teatro D. Maria, deve ser como cidadão comum: turista japonês...
Se, de facto, Diogo Infante fosse contratado, pelo seu talento, penso que no mínimo 30 000 €/mês era o justo. Apesar de o Governo pretender reduzir a despesa primária, principalmente à custa dos reformados, médicos, enfermeiros, investigadores, professores, moinas, etc., não vejo o Eng. Sócrates tão somítico em relação a um símbolo da cultura patriótica lusitana xuxialista.
terça-feira, dezembro 02, 2008
A GUERRA SUJA...
Em 13 de Novembro de 2008, na capital do império, um Abechucho, estilo abestunto, aporta um desses politólogos comentador dos Media. Como quem não queria objectivamente esclarecer os verdadeiros motivos dessa abordagem, começou por se identificar como membro da FENPROF que gostaria de o sensibilizar sobre a actual situação conflitual, entre professores e o ME, desejando que, numa das suas análises públicas, desse uma ajudinha de apoio à justa luta dos professores, ainda que nenhum dos temas em debate abrangesse essa situação. Aparentemente não teve sorte, embora a aversão às movimentações dos professores, via sindicatos, tivesse ficado estampada no semblante do comentador e em conversas com pessoas amigas, a quem relatou o sucedido, o nojo era patente.
Em 22 de Novembro de 2008, idêntica situação se passa, na capital das tripas, com as mesmas intenções, embora, agora, alguém se tenha identificado como membro da FNE. Nesta situação, a substância da abordagem diverge da primeira, na medida em que passa a insinuar a possibilidade de haver contrapartidas financeiras. A pessoa arribada, desconfiou e indagou, descobrindo que o documento de identificação era falso.
Parece que alguma entidade (Privada ou Pública) tem comandado estas abordagens, por diversos burgos tugas, de forma a criar, na opinião pública, um sentimento de negatividade. Quem beneficia com estas situações? Ministério da Educação, Primeiro-ministro, Governo e Partido Xuxialista. Quem serão estes piçarros que pretendem criar este tipo de almoengas?
PETIÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO À SR.ª MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Nota Introdutória:
Nós os Pais e Encarregados de Educação autores desta petição, nós os quefrequentemente olhamos os nossos filhos enquanto brincam e se divertem, einvariavelmente os imaginamos daqui a muitos anos com os seus e os nossossonhos, desejando que alcancem uma vida plena. Nós, aqueles que projectampara os seus filhos as competências para a participação numa sociedade desucesso, e que neles vêem o futuro e a garantia de uma herança culturalcolectiva; nós, esses mesmos, também temos uma palavra a dizer.Na educação, claro! Uma palavra a dizer sobre as políticas educativas quefinalmente parecem ter recuperado um país para a sua própria consciência eque nos provaram, afinal, que em Portugal a cultura de intervenção cívicanão morreu. Esteve apenas adormecida por uma indiferença ao discursopolítico, muitas vezes medíocre, e que efectivamente apenas interessa a quemparticipa nos jogos de poder.Afinal, quando altos valores se levantam, Portugal reage. Enfim, quandoaqueles em quem foi delegado o poder legislativo se esquecem que a lei deveservir a quem neles delegou, Portugal recorda. Porventura, quando osdirigentes revelam não estar à altura da longa tradição de serviço público,Portugal protesta. Quando a falta de cultura social das elites políticas serevela e ultrapassa todos os limites, em matérias que hipotecam seriamente ofuturo colectivo de uma nação, Portugal diz basta!!! A presente petição à Ex.ma Senhora Ministra da Educação é subscrita poraqueles que depositam toda a sua esperança nos filhos. Aqueles que nadaguardam ou poupam, para que as futuras gerações de portugueses possampartilhar um futuro colectivo melhor, e com isso serem eles própriosmelhores homens e mulheres, mais bem preparados, mais capacitados, com maisoportunidades e com melhores perspectivas. Somos pais, e esta é a nossamissão. Para salvaguarda do significado do presente documento e da integridadeintelectual dos subscritores, deixamos aqui uma forte advertência a todosaqueles que nos lêem e que ponderam subscrever esta petição:Em boa verdade, não há ninguém que possa afirmar não ter qualquer ligação àeducação. Em cada família há um aluno, em cada professor uma família. Éespecialmente a estes últimos, e a todos os que desenvolvem a sua actividadeprofissional na área educativa que pedimos um esforço adicional. Antes deprosseguirem para a leitura do texto da petição, saiam da frente docomputador e procurem os vossos filhos. Olhem-nos e admirem-nos. Imaginem oque o futuro lhes reserva e tudo aquilo que para eles desejam. Depois,apenas e só depois deste exercício, regressem e leiam o texto da petição comolhos e alma de pais. Só assim – na qualidade de Pais e Encarregados deEducação - a vossa subscrição será verdadeira, integra e intelectualmentehonesta.
O assunto é demasiado sério, e merece algum cuidado.Leia atentamente a petição, subscreva e divulgue.
Muito obrigado.
PETIÇÃO À SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO: Dr.ª Maria de Lurdes Rodrigues
Nós os Pais e Encarregados de Educação declaramo-nos preocupados. A situação a que chegámos é talvez o culminar da "tomada de assalto" das escolas pela burocracia e pelas elites que fomos criando em muitos anos de políticas educativas atípicas para a própria condição humana. Ela reflecte bem o estado geral da educação em Portugal, e não augura nada de bom se não ponderarmos o rumo em que estamos lançados. Várias ameaças pairam sobre a educação nacional neste momento, sobre as quais tecemos as seguintes considerações:
a) Avaliação dos professores: afirmamos a necessidade de um sistema de avaliação de desempenho, tanto para os professores como para as escolas enquanto instituições colectivas.
A avaliação não é uma questão laboral mas sim uma questão educativa de fundo euma indispensável ferramenta estratégica para a melhoria de competências e práticas pedagógicas e científicas, e para garantia da qualidade das aprendizagens.Em consciência, não podemos concordar com sistemas de avaliação "fast-food", criados à luz de critérios economicistas, sem quadros independentes, formados e especializados na problemática educativa, e sem critérios eobjectivos de longo prazo devidamente estabelecidos. É imperativo saber o que queremos da escola moderna e dos novos professores para saber o que vamos avaliar. Consideramos prejudicial aos interesses dos nossos filhos e do futuro do país, um sistema de avaliação que visa pressionar o professor a facilitar a avaliação dos alunos. Os nossos filhos merecem uma preparação efectiva e não meramente estatística. As estatísticas de sucesso podem servir para abrilhantar relatórios, mas não servem os interesses dos nossos filhos nem o futuro do país.
b) O estatuto do aluno – em particular o novo regime de faltas não podemos concordar com o abandono de valores culturais essenciais para a formação do carácter individual e colectivo de uma sociedade de sucesso. Rigor, esforço, dedicação, dever, responsabilidade e disciplina estão cada vez mais longe da escola. Consideramos uma grave subversão dos valores que a escola transmite quando se trata por igual situações que são antagónicas, premiando a irresponsabilidade e prejudicando o empenho. Não há sensação de justiça quando se equipara uma falta por doença ou motivo justificativo a uma simples "balda" ou "gazeta". Acreditamos numa escola humanista, tolerante e geradora de solidariedade que seja capaz de dar todas as oportunidades a todos os alunos. Mas a escola nunca o será verdadeiramente se não for capaz de premiar a competência, reconhecer o esforço, e censurar o desleixo. Apelando à serenidade e a meios de expressão em que prevaleça o respeito pela ordem pública e pela diferença de opinião, prestamos a nossa homenagem, admiração e solidariedade ao movimento estudantil e às associações de estudantes onde, afinal, o espírito crítico ainda sobrevive. É para nós um desejo que as novas gerações possam ser mais pró-activas (e menos passivas)no uso e reivindicação do seus direitos, liberdades e garantias, numa cultura de intervenção cívica própria das sociedades mais desenvolvidas. Lamentamos profundamente e recusamos quaisquer atestados de menoridade ou deincapacidade crítica, implícitos nas insinuações de que os nossos filhos estão a ser manipulados. Aos que as fazem, lembramos as palavras de Epicleto: "Não devemos acreditar na maioria que diz que apenas as pessoas livres podem ser educadas, mas sim acreditar nos filósofos que dizem que sóas pessoas educadas são livres".
c) Apelamos a um debate nacional, e a uma reflexão profunda em tempo de mudança, de uma Sociedade da Informação que se quer transformarem Sociedade do Conhecimento, da velha pessoa "reactiva" para a nova pessoa"pró-activa", que seja um verdadeiro agente de transformação, capaz deconstruir conhecimento, que aluno é que queremos? Em tempo de mudança, dos velhos sistemas analógicos para a era digital, em que jovens teclam tão rápido num telemóvel ou num computador e em que nos habituámos a ver o mundo em mudança rápida e permanente até ficar bem diferente poucos anos depois de se ter iniciado o percurso escolar; que professor é que queremos? Em tempo de mudança, o que é mais importante: traçar um perfil novo para oprofessor, o educando e as aprendizagens e acompanhar com uma avaliação honesta, sensata e rigorosa, ou avaliar sem se saber o que se está a avaliar porque não se sabe o que se quer? Que escola é que queremos? Queremos a escola que Kant nos descreve, quando afirma "É por isso que semandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr emprática as suas ideias"? Ou acreditamos em Tucídides, quando afirma "Não pensem que um ser humano possa ser muito diferente de outro. A verdade é que fica com vantagem quem tiver sido formado na escola mais rude"?
d) Afinal, o que é que queremos construir?! Afinal, o que é quequeremos avaliar?! Resignamo-nos à mediocridade, à falta de meios, à faltade ambição? A maior derrota é perder a capacidade de reflectir. Perder a oportunidade deparar para pensar, para dialogar. Essa perda afecta o homem e a sociedade no seu último elo: a sociabilidade. Ao longo dos últimos anos temos vindo a assistir ao desaparecimento das ciências sociais e humanas dos currículos educativos. À luz daquilo em quese transformou a política – discursos e estatísticas – esta acabou por transformar a educação em Português e Matemática. Como afirmou o reconhecido académico António Damásio, "(...) o ensino das Artes e das Humanidades é tão necessário quanto o ensino da Matemática e das Ciências,(...) Ciência e Matemática, por si, são insuficientes para formar cidadãos". Não admira pois que alguns titulares de órgãos de soberania tenham "fracosíndices de cultura social". São já fruto de políticas educativas avessas àprópria condição de cidadania. Não mudemos nada, e imaginem como serão aqueles que nos governarão amanhã. Resta-nos a esperança de que com o novo modelo de gestão, as escolas passema responder perante a comunidade e não perante o sistema. Resta-nos aconvicção de que com o reforço do peso dos pais e outros elementos dacomunidade na gestão das escolas possamos, em conjunto com os professores eos nossos filhos, mudar um destino fatal. Assim, e pelo exposto, os Pais e Encarregados de Educação abaixo assinado, requerem a Sua Ex.a a Ministra da Educação:
1. A suspensão do Decreto-Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro, que regulamenta o regime de avaliação de desempenho do pessoal docente dopré-escolar e dos ensinos básico e secundário;
2. A urgente abertura de um processo negocial, que promova um amplo debate nacional e uma reflexão séria sobre os objectivos nacionais a atingir através das políticas educativas;
3. A abertura de um processo de revisão da lei 3/2008 de 18 de janeiro, que aprova o Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, de forma aconsagrar princípios de justiça e uma cultura de empenho, rigor, esforço eexigência na vida escolar dos nossos filhos e futuros pais, líderes egarantes deste país. Os abaixo-assinado: Subscreva esta petição em:
DIVULGUE!!!Obrigado.
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Armando Nina
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12/02/2008 07:50:00 PM
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segunda-feira, dezembro 01, 2008
É MENTIRA, É MENTIRA, É MENTIRA SIM SENHOR…
A intervenção do Governo e o silêncio do PSD e do CDS sobre a salvação do BPN e do BPP não é tão inocente como parece. Quem pretende enganar quem? O Jornal Expresso noticia, na edição desta semana, que, pelo menos, no caso do BPP (Banco Especulativo de Fortunas), o Governo pretende defender a Imagem de Portugal. Qual Imagem?
A contestação social (Saúde; Desemprego; Educação, etc.) que atravessa transversalmente a sociedade portuguesa, nestes dois últimos anos, deverá pertencer ao mundo das urtigas das suiniculturas da ribeira dos milagres?
Onde está a verdadeira razão para estas atitudes do Poder Político ao desvalorizar os problemas dos cidadãos, afirmando que os recursos materiais e financeiros são insuficientes e por isso, em tempos de crise, deve haver uma certa contenção na despesa e, ao mesmo tempo, como que por obra e graça de Jesus Cristo a multiplicação dos € dá-se para salvar a dita imagem.
Em certa medida, o Governo tem razão, já que a falência desses antros de perdição social, recreativa e financeira podia colocar em risco a sobrevivência de algumas das famílias portuguesas mais in.
Imaginemos o Sr. Silva, o Sr. Sousa, a Sra. Rodrigues, o Sr. Trolha, o Sr. Cantos (do Cisne) ou a Sra. Leite ou o Sr. Tortas, etc., na sopa dos pobres ou a pertencerem à lista de famílias de parcos recursos no Banco Alimentar contra a Fome?
Verdade, verdadinha, isso seria uma vergonha africana…
A Desordem da Ordem
O presidente da pró-ordem, parece ter descambado, com a sedução da tágides lurdes. Antes da reunião estava dentro da plataforma, depois, à saída, no largo do ratinho descobriu que ainda era inocente(!). E o resto da direcção deve ter o mesmo pensamento porque não acredito que o presidente tenha emitido apenas uma opinião pessoal. E dentro da plataforma, quais serão as sequelas?
Que eu saiba, dentro da Plataforma existem sindicatos fortes com direcções afectas ao PS, como seja a FENPROF (SPN e o SPGL apesar de Mário Nogueira pertencer ao PCP) e não me parece que haja qualquer opção divisionista.
E os filiados da pró-ordem, no dia 8 de Novembro foram à manifestação ou às compras de natal? Ou andaram a ser enganados?
sexta-feira, novembro 28, 2008
GREVE de 3 de Dezembro
Perguntas frequentes
Por vezes, por ventura procurando condicionar o direito à Greve, alguns serviços e/ou dirigentes da administração educativa informam incorrectamente os educadores e professores sobre os procedimentos a adoptar em dia de Greve. Para que não restem dúvidas sobre a forma de aderir à Greve e as suas consequências, respondemos a algumas das perguntas que mais frequentemente surgem:
1. Os professores têm de pedir autorização ou comunicar previamente a sua adesão à Greve?
- NÃO! Como é óbvio, a adesão à Greve não carece de autorização nem de comunicação prévia. Esta comunicação é feita pelos Sindicatos que, nos termos da Lei, entregam no Ministério da Educação, entre outros organismos, um Pré-Aviso de Greve.
2. Tem de se ser sindicalizado para poder aderir à Greve?
- NÃO! De facto, só as organizações sindicais têm capacidade para convocar uma Greve; porém, fazendo-o, o Pré-Aviso entregue às entidades patronais abrange todos os profissionais, independentemente de serem ou não sindicalizados.
3. Um professor contratado em oferta de escola pode aderir à Greve?
- SIM! Qualquer educador ou professor, qualquer que seja a sua situação profissional, pode aderir à Greve.
4. Um professor a leccionar turmas de cursos profissionais, cursos CEF ou cursos EFA pode aderir à Greve?
- SIM! Estes professores, como quaisquer outros docentes, podem aderir à Greve. Contudo, devido à especificidade da legislação que regula estes cursos, poderá ser-lhes exigida a leccionação posterior das aulas não dadas em dia de Greve. Neste caso, devem estes docentes requerer o pagamento desse serviço como extraordinário, para o que viremos a disponibilizar uma minuta específica.
5. Um professor pode decidir aderir à Greve apenas no próprio dia?
- SIM! Pode mesmo acontecer que o docente já esteja no local de trabalho ou até tenha iniciado a actividade e, em qualquer momento, decida aderir à Greve.
6. O professor tem de estar no local de trabalho durante o período de Greve?
- NÃO! No dia de Greve o professor não tem de se deslocar à escola, embora, se o quiser fazer, não possa ser impedido.
7. O professor que adira à Greve tem que deixar plano(s) de aula(s)?
- NÃO! A suposta necessidade de deixar um plano de aula é uma verdadeira anedota! A exigência de tal plano seria, aliás, uma grosseira violação da lei, pois seria uma forma indirecta de tentar fazer um levantamento prévio da adesão à greve, algo não permitido pelo Código do Trabalho.
8. Os membros dos órgãos de gestão podem aderir à Greve não comparecendo na escola?
- SIM! A forma de aderir à Greve por parte dos membros dos órgãos de gestão é a mesma que foi referida para qualquer outro docente, não estando obrigados à prestação de nenhum tipo de serviço ou tarefa.
9. O professor tem de justificar a ausência ao serviço em dia de Greve?
- NÃO! No dia da Greve, só tem de justificar a ausência ao serviço quem tiver faltado por outras razões. Quem adere à Greve não deve entregar qualquer justificação ou declaração.
10. Pode alguém ter falta injustificada em dia de greve?
- NÃO! Os serviços são obrigados a presumir a adesão à greve de quem, tendo faltado, não tenha justificado a falta ao abrigo de qualquer outro motivo.
11. Um trabalhador em greve pode ser substituído?
- NÃO! É ilegal a substituição de qualquer trabalhador em greve por outro que nesse dia não adira à greve. No entanto, um professor que no seu horário tenha substituições, deve (se não aderir à Greve) efectuar o seu trabalho!
12. A adesão à Greve fica registada no Processo Individual do Professor?
- NÃO! É expressamente proibida qualquer anotação sobre a adesão à Greve, designadamente no Registo Biográfico dos professores. As faltas por adesão à greve, a par de outras previstas na lei, são apenas consideradas para efeito estatístico.
13. Pode ser feito algum tipo de levantamento ou listagem nominal de adesão à greve?
- NÃO! Tal é expressamente proibido e constituiria uma grosseira violação da lei e da própria Constituição da República Portuguesa, obviamente punível.
14. Há alguma penalização na carreira pelo facto de um professor ter aderido à Greve?
- NÃO! A adesão à Greve não é uma falta, mas sim a quebra do vínculo contratual durante o período de ausência ao serviço, encontrando-se "coberta" pelo Pré-Aviso entregue pelas organizações sindicais. Daí que não haja qualquer consequência na contagem do tempo de serviço para todos os efeitos legais (concursos, carreira ou aposentação), nas bonificações previstas na lei ou no acesso a todas as regalias e benefícios consagrados no estatuto da carreira docente ou no regime geral da Administração Pública. A única consequência é o não pagamento do vencimento desse dia e do subsídio de refeição pela entidade patronal.
15. O dia não recebido é considerado para efeitos de IRS?
- NÃO! No mês em que for descontado esse dia de Greve (deverá ser no próprio mês ou, na pior das hipóteses, no seguinte) o cálculo de desconto para o IRS e restantes contribuições será feito, tendo por referência o valor ilíquido da remuneração processada, portanto, não incidindo no valor que não é recebido.
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Armando Nina
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11/28/2008 09:03:00 PM
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quinta-feira, novembro 27, 2008
A Lei Patriótica de Pecos
Agora que o drama do novíssimo concurso a professor Titular passou, importa salientar que, os verdadeiros Patriotas, cumpriram escrupulosamente a lei... Este concurso extra, talvez para favorecer alguns amigos, impedidos de participar anteriormente, para não fugir à regra, foi sofrendo interessantes alterações:
1 - O Satisfaz do antigamente que valia 1 ponto, transformou-se, a meio do concurso, num Bom que passou a valer 5 pontos.
2 - A alguns bacharéis, impedidos de concorrerem anteriormente, foi reconhecido o diploma de Licenciatura, obtido numa noitada, mas com propinas referente a 2 anos pagas na hora - é o Simplex simplificado.
Estes passaram à frente de outros que, tendo maior pontuação em 2006, foram agora impedidos de concorrerem; a alguns faltavam, devido ao congelamento, alguns dias para acederem ao 10º escalão.
3 - Tal como aconteceu a alguns mestrandos em que o respectivo diploma, igualmente obtido numa noitada, mas com propinas referente a 2 anos pagas na hora, foi validado.
Nestas duas situações, a Judite parece andar distraída e a DREN + DREC devem sofrer de glaucoma profundo. Fafe, Feira, Gaia, etc., podem ser considerados como centros de excelência: são os nops de Bolonha (?).
4 - Alguns diplomas de Mestrado que, anteriormente não foram aceites porque não continham a codificação adequada, ficaram válidos.
5 - Alguns De(puta)dos parece que foram favorecidos, embora o respectivo normativo, de nomeação de aceitação, só venha a ser publicado à medida que se forem afastando da Assembleia Nacional (???????????????????).
quarta-feira, novembro 26, 2008
Ministério da Educação Inventa Notícias ao estilo do III Reich (?)
CONFIRMAÇÃO: NÃO HÁ NOVA POSIÇÃO DO CONSELHO DAS ESCOLAS
Já fui contactado por diversos membros do Conselho das Escolas e confirma-se: não há nova posição sobre a avaliação. Não foi nada votado. O Presidente do Conselho das Escolas desligou o telemóvel e está incontactável. Há muita indignação em muitos presidentes de conselhos executivos por haver um claro abuso do ME neste processo.
Mário Nogueira
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Armando Nina
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11/26/2008 10:17:00 PM
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NOVA POSIÇÃO DO CONSELHO DAS ESCOLAS?
Ao que parece, e segundo apurado junto da comunicação social, o ME não estará falar verdade quando afirma nova posição do CE. Na reunião de ontem não terá havido qualquer votação que alterasse a anterior e só as apreciações de alguns membros, que consideraram tecnicamente exequíveis estes procedimentos, terá levado a ministra a concluir que agora já havia acordo. Nada mais. Não será a isso alheio, o facto de o Presidente se ter, até agora, recusado a fazer qualquer declaração sobre o assunto e ser apenas o Ministério a fazê-lo, como se o SEE fosse o porta-voz do CE.
Mas, independentemente disso, o CE não representa os professores e as posições destes são claras: rejeitam este modelo de avaliação. Sendo assim, os Sindicatos têm apenas que respeitar a posição de quem representam.
INFORMAÇÃO AOS PROFESSORES
M.E. SIMPLIFICA PROCESSO PARA IMPOR O SEU MODELO DE AVALIAÇÃO!
O Ministério da Educação pretende, teimosamente, manter o seu modelo de avaliação que assenta em dois princípios inaceitáveis:
1. o de que os professores se dividem em duas categorias;
2. o de que o mérito do desempenho docente depende de quota e/ou de vaga disponível.
Mas o modelo de avaliação do ME não é rigoroso, nem exequível e a prová-lo está o facto de necessitar de ser "simplificado" de cada vez que se aplica.
Porém, a "simplificação" que o ME propõe está armadilhada e os professores não podem cair nas armadilhas:
1. dispensa os professores da avaliação do seu desempenho pedagógico, deslocando-a para os aspectos exclusivamente administrativos, salvo requerimento em contrário;
2. por outro lado, impõe, a quantos pretendam ter "Excelente" ou "Muito Bom" (um direito que assiste a todos) a aplicação integral do modelo (excepção, este ano, para o parâmetro dos "resultados e abandono escolares"). Contudo, ainda que os professores se submetam a todo o processo, nada garante essas "menções", pois estão sujeitas às quotas de 5% e 20%, respectivamente;
3. não cria condições mais favoráveis de horário para os avaliadores, pois o eventual pagamento de algumas horas extraordinárias não alivia a sua sobrecarga de trabalho;
4. prevê a aplicação do SIADAP 2 aos presidentes dos órgãos de gestão, o que iria contrariar o Decreto Regulamentar 2/2008, não seria aplicável num momento em que o mandato já se encontra em recta final (não permitindo os procedimentos iniciais previstos) e apenas constituiria uma forma de pressão e ameaça sobre os professores que presidem aos conselhos executivos. Os Sindicatos recorrerão aos Tribunais se esta disposição se mantiver;
5. cria um regime de excepção para este ano. Contudo, segundo palavras da própria Ministra, aplicar-se-á na íntegra, apenas com alguns ajustes, já a partir do próximo.
Até este momento, não houve qualquer recuo ou cedência significativa do M.E., mas apenas a tentativa de garantir a aplicação de um modelo de avaliação que os professores rejeitam e as escolas suspendem.Os Sindicatos de Professores assumirão, sexta-feira, nas reuniões com o ME, as posições daqueles que representam:
1. Suspensão do actual modelo de avaliação! (pressuposto prévio de verificação obrigatória).
2. Negociação de uma alternativa formativa de qualidade, cientificamente capaz e pedagogicamente adequada.
Os Sindicatos admitem uma solução transitória para o ano em curso que evite o vazio legislativo e/ou um acto meramente administrativo.
Nesta matéria não há espaço para soluções intermédias, nem entendimentos que não passem pela suspensão imediata do actual modelo. É essa a vontade dos Professores e o compromisso dos Sindicatos.
A suspensão deste modelo de avaliação não pode continuar a ser adiada! A obstinação da Senhora Ministra da Educação não pode continuar a criar dificuldades ao normal funcionamento das escolas.
Os Sindicatos de Professores
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Armando Nina
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11/26/2008 10:15:00 PM
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A Lei a Norte de Pecos
Cicciolina Tripeira, conhecida pela Clementine Nortada, como é referenciada e amada na intimidade mais profunda, mais matreira que a própria sombra, Sherife de Tripabridges, mais sus muchachos, Rataplan, Dalton & c.ª, convocou, para uma reunião a realizar-se, no dia 27 do mês Nove, do ano oito de santa Engrácia, na cidade dos 5Ps, TODOS os Hutus, Coordenadores de Departamento e respectivos PCEs, de todo o Distrito do Deserto Terra Fria e respectivos arrabaldes, para que o processo de avaliação, quiçá dos ovos-moles, seja uma realidade exequível.
Aos Coordenadores irá fazer ameaças veladas de os enviar para o Iraque ou, pior que isso, fazerem companhia ao Jardim, durante as próximas jornadas carnavalescas, e os PCEs receberão uma sentença adequada, como a de verem as suas futuras pretensões reitorais irem pela água do sifão da Madeira abaixo.
Parece que os Tutsis, do Burkina Faso da Europa, andam muy nervosos. Deve ser uma neurose estilo Bipolar: se recuam, perdem a face e se avançam arriscam-se a perder as três futuras eleições e irem pastar para os lameiros do Tibete; neste momento doloroso e fúnebre, encontram-se perante diversos cenários, todos eles num lodaçal infernal.
The Big Brother Sousa, ocupado com o alcançar de quotas de desempenho com a venda do Magalhães, andará por terras da Patagónia Alfacinha .
Por outro lado, o Sr. Silva irá medir o nível de distância, entre o Corvo e os USA, dos últimos 5 000 anos, ou seja, se existirá alguma possibilidade de a sua soberania administrativa ficar alterada.
terça-feira, novembro 25, 2008
Trolha & Remos
Na manifestação distrital realizada, esta noite em Braga, estiveram cerca de 5000/6000 pessoas, segundo fontes, não oficiais, da polícia: professores e agentes do SIS..., e quiçá elementos do secretariado nacional do partido do governo, ainda que disfarçamente na clandestinidade; foi pena a ausência do secretário trolha e do secretário Remos.
Complexo de Caim
Guidinha, hoje de manhã, quando te vi no sonóforo da minha pileca, senti que tinhas toda a razão. Viver longe daquela peitaça sonâmbula, da tua gau, deixa-me frustrado e desiludido. Quero entregar os meus mais pessoais e íntimos objectivos educacionais, mas parece como que haver uma força que me impede de concretizar tais desejos. Afigura-se-me que todos os meus recalcamentos inconscientes deturpam e intimidam o semblante do nosso amor.
Sinto ânsias de fugir, raptando com consentimento mútuo, essa monçanense que me perturba instavelmente, quando o timbre da sua voz penetra, via canal lacrimal, nas cruras do estribo do mastóideu nasal, para terras da kivulândia.
Ela é a tal, é a que faz parar o ritmo cardio do meu bogalhão, é a belfurinheira que me fez perder, ontem à noite saiu a fabeca, duas penosas horas, adiando o justo estronca, em frente da televisão. Azar, aparece o Trolha Fairoso Musgão sem o Remos Jintoiro a delirar, estrebuchando como um estrafego num lacanhal.
Lurdes, tu que dás calor à minha existência e depois de me proporcionares o encher do bandulho, meu olhar recai sobre ti em insegurança com traboleiaceira.
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