Se Jesus Cristo não se lembrasse de fazer aquelas coisas todas, talvez o Muro de Berlim não tivesse sido derrubado.
Políticas?
Sociais?
Religiosas?
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Se Jesus Cristo não se lembrasse de fazer aquelas coisas todas, talvez o Muro de Berlim não tivesse sido derrubado.
Políticas?
Sociais?
Religiosas?
ANA DRAGO - Deputada do Bloco de Esquerda na Assembleia da República;
CECÍLIA HONÓRIO - Co-Fundadora e Activista do Movimento Escola Pública;
JÚLIA VALE - Dirigente do Sindicato dos Professores do Norte e Membro do Secretariado da FENPROF. Mais se informa que o debate é aberto a todos quantos queiram participar e todos têm uma palavra a dizer sobre esta temática. Professora(e)s, Encarregada(o)s de Educação, Aluna(o)s, Funcionária(o)s não docentes das escolas, cidadãs e cidadãos (cidadões) com a multiplicidade de pontos de análise que estes diferentes papeis de intervenção na educação representam, engrandecerão o debate e a reflexão colectiva será conseguida. Por isso mesmo apelamos à participação de todos. Em nome da Comissão Organizadora, José Maria Cardoso
SEMPRE entendemos o sindicalismo como um espaço, por excelência, de solidariedades. Por isso, entendemos que qualquer projecto sindical deve ramificar a partir deste tronco.
SOLIDARIEDADE ao nível interno, entre todos os elementos que compõem os seus órgãos directivos;
SOLIDARIEDADE para com todos os trabalhadores que abraçam esse projecto sindical;
SOLIDARIEDADE com todas as organizações sindicais de professores que perseguem os mesmos objectivos, designadamente no seio da FENPROF, a Federação que ajudámos a construir em 1983;
SOLIDARIEDADE para com outras organizações sindicais,que acreditem também em objectivos comuns, quaissejam os da emancipação e dignificação de todos os trabalhadores e do trabalho com direitos, de que, em Portugal, é expoente principal a CGTP-IN, que integramos activamente;
SOLIDARIEDADE com trabalhadores da educação (e não só) noutros países, com particular destaque para os representados na CPLP — Sindical de Educação e outros sindicatos filiados na Internacional de Educação;
SOLIDARIEDADE com o povo português na sua luta por uma vida melhor e por todos os povos do mundo que enfrentam a exploração e a exclusão provocada pela onda neoliberal que ainda fustiga os nossos dias.
A solidariedade a nível interno, começando pelos órgãos dirigentes do nosso Sindicato, assenta num princípio de respeito, e de valorização, das diversidades, das diferenças de opinião, que convoquem abertos e leais espaços de reflexão e discussão e que conduzam ao apuramento de opiniões maioritárias. Desconfiando SEMPRE de falsos unanimismos saberemos defender intransigentemente que cada opinião democraticamente trabalhada e encontrada deve ser seguida por todos, independentemente das suas próprias, e legítimas, posições de partida. Não se pode ser solidário sem respeitar os outros mas também não se pode ser solidário sem respeitar as decisões democráticas das maiorias.
E numa organização colectiva como a nossa, respeitar, em cada momento, as decisões da maioria, não significa abdicar das suas convicções, nem desistir de manter com os outros uma saudável tensão dialéctica em defesa das suas perspectivas e do que se considera o caminho mais justo, mas implica ser solidário nas decisões que as maiorias tomam no momento em que têm de ser tomadas.
Esta atitude, que nos distingue com clareza doutros grupos, existentes no interior do SPN, é uma límpida marca identitária do nosso projecto sindical, que saberemos preservar no futuro, colocando uma sólida cultura democrática ao serviço de todos os nossos posicionamentos, individuais e colectivos, assumindo, SEMPRE, a nossa co-responsabilização nas boas, como nas menos boas, decisões.
Só saberemos ser solidários com todos os professores que abraçam este projecto sindical se, antes de tudo, os conhecermos bem. Conhecer os seus problemas, os seus anseios, os seus próprios projectos, as suas necessidades, para os podermos efectivamente apoiar e integrar com naturalidade neste projecto sindical. Isso exige uma permanente inserção na vida das escolas, uma eficaz organização dos núcleos sindicais de base, com particular destaque para a eleição de delegados sindicais activos e capazes de estabelecer uma salutar relação entre as Direcções Sindicais e os núcleos de associados espalhados por toda a região.
Solidariedade também, e principalmente, inter-pares, rechaçando todas as medidas que visam dividir os professores
A nossa lista saberá fomentar climas de escola em que os professores cimentem a sua unidade, se preocupem uns com os outros, reafirmem a sua identidade profissional, se batam pela sua autonomia e encontrem nas relações de solidariedade o melhor lastro para o reforço da sua coesão profissional.
A solidariedade com outras organizações sindicais começa, ainda que aí não se esgote, no seio da FENPROF, a nossa Federação. Como sempre, olhamos os sindicatos que a compõem como sindicatos amigos, próximos e identificados com objectivos comuns. Respeitando sempre as diferenças idiossincráticas entre todos, as opiniões colectivas que deles emanem a cada momento, sabendo trabalhar para a construção de amplos e sólidos consensos, batendo-nos sempre para que prevaleçam as opiniões maioritárias sustentadas em decisões democraticamente tomadas, e procurando com o nosso empenhamento dar um contributo decisivo para as acções conjuntas e para o reforço da acção da nossa Federação.
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Um ano após o decorrer de um processo eleitoral assaz estimulante e depois do actual Governo ter aparentemente introduzido o sistema simplex na nova Lei Sindical, o SPN vai entrar em novo processo eleitoral, cujo ponto alto se consubstancia em 22 de Junho.
Anteriormente o SPN estava inserido por áreas sindicais que a nova Lei não reconhece se não corresponderem a áreas sindicais distritais.
Ao longo dos últimos 30 anos, os sucessivos Governos foram apadrinhando o aparecimento de movimentos sindicais de acordo com as suas conveniências políticas. Este Governo tem vindo a enfrentar, através da chamada Plataforma Sindical, a viabilidade da aparente impossibilidade de oposição às actuais políticas educacionais. Não satisfeito, resolve alterar sucessivas vezes a Lei Sindical, de forma a quebrar toda a oposição. Não o conseguindo, tenta condicionar a acção dos sindicatos, nomeadamente ao equiparar, à mínima unidade infinitesimal, a dimensão de um sindicato com 10 000 membros a outro que tenha 20 000 ou 100 000. Aliás, até pode dar-se o caso de um pequeno sindicato, com apenas 500 membros ter direito a mais dirigentes sindicais, a tempo integral, que outro sindicato com 15 000 filiados. Em Portugal o inexplicável é perfeitamente viável, sem ter que recorrer a formas de vida alígenas ou seja, os paradoxos sociais e políticos servem de sustentação a todo o tipo de disparates da natureza governativa.
Aqui no burgo, os três da vida airada, estamos na onda da lista S que concorre às direcções sindicais distritais apesar de termos opções políticas diferenciadas. É por estes motivos que estamos unidos contra a partidirização das estratégias sócio-sindicais, ao contrário da essência genético da outra lista.
Uma coisa é certa, a persistente contestação dos Professores, dos enfermeiros e de alguns dos sectores agrícolas e das pescas, provocou tremeliques eleitorais ao PS.
(Claude Joseph Rouget de Lisle, 1792 )
Le jour de gloire est arrivé
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Os Falsos Chefes de Fila às eleições para o Parlamento Europeu
Paulo Rangel - PSD
Nuno Melo - PP/CDS
Elisa Ferreira também é candidata à Câmara Municipal do Porto pelo PS
Ana Gomes também é candidata à Câmara Municipal de Sintra pelo PS
NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
- ÚLTIMA HORA –
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO:
M.E. CONDENADO TENTA, ABUSIVAMENTE, CONCLUIR
O QUE NÃO PODE
O Ministério da Educação, abusivamente, procura retirar da providência cautelar decretada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra, cuja sentença o condena, conclusões que não pode.
De facto, o objectivo da providência cautelar requerida pelo SPRC/
Se os docentes que não entregaram a sua proposta de objectivos individuais de avaliação podem ou não ser avaliados é de outro processo, sendo que são centenas os recursos a tribunal que estão prestes a ser interpostos, os primeiros já amanhã, na região centro, sob patrocínio dos Sindicatos de Professores. A par disso, há ainda que aguardar pelo resultado do pedido de fiscalização sucessiva e abstracta da constitucionalidade do modelo simplificado de avaliação, apresentado pela Assembleia da República ao Tribunal Constitucional, que poderá fazer cair todo o processo de avaliação em curso este ano.
Para a
Se o ME tem outro entendimento, então a
O Secretariado Nacional
Na verdade, o acto de libertação das vítimas (enquanto mulheres), perante os agressores, pode ficar ferido se elas não souberem libertar-se de si mesmas, dos valores interiorizados e do conhecimento comportamental dos agressores. Na realidade, Elas tornam-se, normalmente mulheres mais sombrias:
Medo do que o seu companheiro possa fazer se abandonar a relação; Preocupação com os possíveis efeitos nas crianças e com possíveis reacções de familiares e amigos; Medo de solidão;
Relutância em deixar que detalhes sórdidos da sua vida privada sejam julgados na praça pública. Mas, por outro lado temos de perspetivar o problema dos maridos chateados: não são agressores e são acusados de o serem.
Se uma companheira abusa física ou psicologicamente de um homem, ou o acusa de ser violento, para com ela, mesmo que tal seja falso (usando auto-mutilação ou a ajuda de terceiras pessoas), ele não sabe como retaliar e, normalmente, o Homem sofre de problemas físicos e psicológicos; de ansiedade, de depressão e problemas psicossomáticos, vivendo em constante estado de stress. Situações destas não são tão incomuns como se pensa, embora a nossa vivência algo rural, possa menosprezá-las ou desvalorizá-las.
Em países como os USA, o roubo de Identidade por parte do cônjuge é ainda uma das formas mais dramáticas e populares.
Em termos de conclusão, comungamos da opinião de Eduardo Cortesão, quando afirma que O homem actual está a viver uma crise de identificação masculina, com medo das mulheres e das disfunções sexuais secundárias. A violência é uma forma de ele descarregar a libido: bate em vez de amar; em vez da luta amorosa, a luta física. Os maus tratos que inflige às mulheres com quem vive, fenómeno entre nós medonho, não passa de um álibi (inconsciente) com que disfarça a sua falta de desejo por elas. Os jovens, por exemplo, rebentam coisas, carros, motos, pessoas, porque não podem rebentar hímenes. (Fernando Dacosta – 2008: 137. Os Mal Amados. 4ª Edição. Editora Casa das Letras. Lisboa, Portugal).