Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

domingo, outubro 30, 2011

Professores em Processo Patriótico de Despedimento...?

O secretário de estado de administração pública em entrevista ao semanário Expresso admite que a redução de pessoal é um imperativo e que os cortes podem ir ainda mais longe: como os despedimentos...

(...) é que a redução de salários da função pública concorre para a consolidação do défice do Estado, na medida em que representa redução da despesa do Estado tendo em conta a proteção do emprego que existem para a maioria dos funcionários públicos e que não existe para o sector privado.
Claro que rescisões por mútuo acordo, despedimentos e outros mecanismos, não se encontram contempladas no Orçamento porque o Governo não tem pilim para fazer diretamente, mas se em vez de despedimentos os funcionários públicos passarem para a condição de mobilidade especial, com redução substancial do respetivo vencimento, então ficam criadas as condições para despedimento por justa causa, nomeadamente quando por motivos vários, professores do quadro entram nessa modalidade e não poderem recusar uma outra qualquer oferta de posto de trabalho (mesmo que o seu novo local de trabalho se situe longe, muito longe ou as tarefas a desempenhar sejam completamente diferentes e os vencimentos colossalmente reduzidos), sob pena de haver lugar a despedimento com justa causa, conforme estipula a lei.
Como que a confirmar esta realidade o jornalista José Manuel Fernandes, convidado para discursar nas jornadas parlamentares do PSD, sustentou que Portugal terá de lidar "mais cedo ou mais tarde" com "o problema dos despedimentos na função pública e Passos Coelho não desmentiu deixando apenas a sensação de ameaça, quando no mesmo evento afirmou que claro que se continuarmos a não tomar as medidas que são necessárias, um dia aparecerá alguma instituição a dizer: os senhores têm de fazer como outros países que também despediram pessoas na função pública.

sexta-feira, outubro 28, 2011

Biografia de Manuel Monteiro

Na Escola Secundária Alberto Sampaio na cidade de Braga, o professor Carlos Jaca fará a apresentação pública do seu mais recente livro de investigação e que versa a vida e obra de ínsigne personalidade da 1.ª República.


quinta-feira, outubro 27, 2011

A Honra perdida de Isabel Jonet...???

Em entrevista à SIC Notícias, Isabel Jonet insinua que a falta de responsabilidade dos zambianos da europa, principalmente funcionários do estado e pensionistas, na administração dos respectivos rendimentos foi talvez uma das principais causas para a existência da actual crise.
Isabel Jonet é voluntária (e gratuita?), mas não é parva, porque deve saber retirar ganhos pessoais suficientes dessa ação tão humanitária... e depois fazer afirmações tão disparatadas.

Como os funcionários do estado do Burkina-Faso se querem redimir dessa irresponsabilidade de desnorte financeiro, não deverão desperdiçar dinheiro para o Banco Alimentar, no próximo fim-de-semana de Novembro, pois isto seria um crime contra a pátria.

terça-feira, outubro 25, 2011

O Paradoxo da Tabuada do Crato & C.ª...

Um Governo constituído maioritariamente por licenciados em economia e com a mania de inventarem soluções para indeterminações contabilísticas só pode asneirar.

Pagar 14 meses de IRS e receber apenas 12 meses de vencimento é o cúmulo do disparate fiscal só comparado com as declarações de uma tal de Jonet que parece ter uma visão racista sobre os funcionários do Estado, nomeadamente quando os considera uns privilegiados, apesar de possivelmente constituirem a maioria dos dadores individuais.
Mas se estes mal-amados são um empecilho para o acerto do deficit público, resultado de ajudas ao sistema financeiro, através da implementação de obras públicas em duplicado, pode ser que em próxima campanha haja uma greve de donativos.
Mas as aparências podem ser tiradas a limpo através dos sinais exteriores e interiores de riqueza da jonet e de cada um dos membros do governo do Burkina-Faso.
Crato e Gaspar apesar de apelarem para a urbanidade turística dos Berberes da península, aldrabam as contas, deitando gasolina para a fogueira colossal de mentiras tumultuosas.

segunda-feira, outubro 24, 2011

55(7) - 60(2) = Despedimentos

Este conjunto de medidas, pré-anunciadas pelo Governo, apenas parecem ser uma amostra do universo que irá transformar uns míseros tostões num pacote de ações mais contudentes/gravosas para os funcionários do estado.
A subtileza de Passos Coelho durante o anúncio do estado de emergência parece ter passado despercebida à maior parte das pessoas:
1º - Restringir o acesso (57 - 62 portaria a ser publicada em 2012) à reforma, quer dizer que, apesar dos encargos salariais serem elevados o Governo não está minimamente interessado em arcar, no futuro, com o aumento de mais encargos sociais.
2º - Retirar os subsídios de férias e de natal, durante o período de vigência dos acordos com a troika e que podem ser de 2, 3, 4, ...., 12, etc., de anos apenas quer dizer que o transitório se transformará em eterno, como é normal no Burkina-Faso.
Porque, na verdade, se algum dia voltarem a ser repostos, em circunstâncias às de hoje, a despesa pública primária crescerá exponencialmente.
Aliás, uma das desculpas para a subtração desses subsídios  seria o de evitar despedir funcionários.


3º - Afirmar que o deficit não é culpa dele é não falar verdade, porque S. Eminência, apoiou o OGE para o ano de 2011; porque uma grande parte do desvio colossal das contas públicas corresponde ao descalabro de 7,2 mil milhões de euros do PSD, enquanto  Organização partidária que tem governado a Madeira.
4º - Quando reprovou o tal PEC que originou eleições (o PS aproveitou a deixa do tosão da banana alaranjada e demitiu-se). Pedro Passos Coelho, perante os seus confrades europeus, afirmou que o chumbo acontecia porque era um PEC limitado na sua ação.
PSD queria que as medidas gravosas fossem já implementadas em 2011.
Por isso, quando agora diz que as medidas tomadas  (contra a sua vontade pessoal) se deveram a ações do anterior governo, está, outra vez, a querer  vitimar-se, como Sócrates.
5º - O Primeiro chamou à colaça, como justificação das medidas, o não ter dinheiro para pagar os vencimentos dos primeiros seis meses de 2012.
E dos restantes 6 meses?
Pedro Passos Coelho, nessa altura, irá mandar para a mobilidade cerca de 100 000 funcionários do estado, apresentando como argumento, o evitar de despedimentos de muitos mais dos restantes ou não ter fundo de maneio para suprir o pagamento por mais 6 meses?

Não é por acaso que, em relação aos futuros utentes da mobilidade, este Governo vai reduzir os respectivos encargos, já anunciados.
Professores do Quadro que se preparem para a mobilidade e consequente despedimento...


sábado, outubro 22, 2011

Despacho n.º 12988/2011...

A crise é paga por alguns, os idiotoas do costume, subsidiando os experts do costume.

Despacho n.º 12988/2011. D.R. n.º 188, Série II de 2011-09-29 

1 -- Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 1.º do Decreto -Lei n.º 72/80, de 15 de Abril, aos membros do Governo, que não tenham residência permanente na cidade de Lisboa ou numa área circundante de 100 km, é concedida habitação por conta do Estado ou atribuído um subsídio de alojamento, a partir da data da sua tomada de posse.
2 -- Verificados que estão os requisitos legais e nos termos do Decreto-Lei n.º 72/80, de 15 de Abril, concedo, sob proposta do Ministro de Estado e das Finanças, a José Pedro Correia de Aguiar Branco, Ministro da Defesa Nacional, a Miguel Bento Martins Costa Macedo e Silva, Ministro da Administração Interna, a José de Almeida Cesário, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, a Juvenal Silva Peneda, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, a Paulo Jorge Simões Júlio, Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, a Cecília Felgueiras de Meireles Graça, Secretária de Estado do Turismo, a José Daniel Rosas Campelo da Rocha, Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, a Marco António Ribeiro dos Santos Costa, Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social e a Vânia Carvalho Dias da Silva de Antas de Barros, Subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o subsídio de alojamento a que se refere o artigo 1.º do citado diploma legal, no montante de 75 % do valor das ajudas de custo estabelecidas para as remunerações base superiores ao nível remuneratório 18, com efeitos a partir da data da sua posse e pelo período de duração das respectivas funções.
20 de Setembro de 2011. -- O Primeiro -Ministro, Pedro Passos Coelho.

quinta-feira, outubro 20, 2011

A ADD da treta

- Olha lá, pediste aulas assistidas, mas não vale a pena andar em preocupações, porque nem penso perder tempo.
- Mas como poderás como Coordenador Relator elaborares os respetivos relatórios sem observar?
- Nós sabemos quais os procedimentos adequados e apenas tens de te lembrares que poderás ser tu, um dia, a Coordenadora Relatora...

Um diálogo entre 2 professores de uma EB2/3 da região metropolitana de Lisboa que desejavam obter as classificações mais altas..., e saiu-lhes o vigésimo da lotaria...
Deve ser efeito das monções abrasadoras do deserto vizinho!

terça-feira, outubro 18, 2011

Novas Reformas Velhas Aposentações

Alguns aposentados que complementavam as respectivas reformas com as de sobrevivência do cônjuge vão ser obrigados a viverem apenas das primeiras e independentemente do valor delas.
No entanto o acumular de reformas e vencimentos, por parte dos políticos profissionais não vão ser beliscadas, tal como os subsídios de férias e de natal dos assessores e respectivos padrinhos.
A Fome passará a ser uma constante da vida...

domingo, outubro 16, 2011

De Luta em Luta...





Será que a marcha dos indignados se poderá transformar em algo mais...?

O Governo parece ainda estar confuso, embora saiba que com esta medidas recessivas é impossível haver crescimento económico (licenciaturas obtidas em universidades de pacotilha dá estes resultados)

sexta-feira, outubro 14, 2011

Professores Talibãs Gregos no vulcão Hierro do Burkina...?

Aleksandr Lukaschenko o imberbe presidente do Burkina-Faso fez uma declaração unilateral de guerra, ao decretar o estado de emergência, aos seus vassalos – esperamos para ver a resposta dos tumultos por parte dos sequazes do Governo.
Parece que o OGE para 2012 abate-se sobre os rendimentos dos que mais fogem ao pagamento de impostos, como os funcionários do Estado e deixa de fora os que sempre pagaram os impostos devidos em direto ao cash-flow pessoal.
Fundações sorvedouros de dinheiros públicos nem vão ser extintas (cerca de 800 fundações públicas e outras tantas privadas), nem serão objeto de lhes serem retiradas isenções fiscais.
As 280 (+ outras tantas) Empresas municipais que têm servido mais para justificar o endividamento encapotado das câmaras e a existência de mordomias de conselhos de administração com trabalhadores em regime de requisição parece que continuarão impávidas e serenas no seu caminho de desbravar o endividamento, à custa de vencimentos dos trabalhadores
O chamado 13 mês é apenas uma falsidade, na medida em que corresponde ao número de dias não pagos, ao longo de 1 ano.
Se recebemos ao mês com 4 semanas de 28 dias, então o resto dos dias é gratuito?
O relvado e o boss mais o feirante ambulante, por diversas vezes afirmaram perentoriamente quererm acabar com falsos moralistas do tecido empresarial municipal e das fundações.
Promessas adiadas..., porque a obesidade do Estado sempre vai servir de combustível para continuar a alimentar a fogueira dos tachos dos outros

O fim do off-shore em terras do adalberto passa pela aparente tributação de transferências financeiras.
Se a PT e a GALP no tempo das golden-share apenas pagavam 5%, porque declaravam que eram burkinenses, mas com sede fiscal na Holanda, será que verterão comovedoras lágrimas de arrependimento ou de indiferença?
Aleksandr Lukaschenko reafirma que os Lusos irão ser ainda mais lixados patrioticamente e durante os próximos 13 anos...

Aleksandr Lukaschenko o imberbe, decretou ainda, através de norma repristinatória, o restabelecimento da Pena de Morte lenta, por via do saque emitido sobre o cash-flow dos cidadãos:
1º - Fome...
2º - Falta de assistência médica básica no SNS...
3º - Falta de assistência complementar via seguros de saúde...
4º - Falta de assistência medicamentosa...

Aleksandr Lukaschenko o imberbe, numa de benevolência e de espiríto liberal decidiu punir  uma parte dos responsáveis pelo estado camatoso desta república afro-europeia, através da isenção de pagamento de impostos sobre os rendimentos de capital e ao mesmo tempo punir com agravamento de imposto municipal sobre detentores de casa própria.
Os detentores de casas turísticas, com residência fiscal intalada na suite 605 ficam automaticamente livres de sacrifícios

Qual irá ser a resposta por parte de cerca de 60% da população apoiante de tão ilustre figura?

quinta-feira, outubro 13, 2011

No desconcerto do desconcerto do mundo, Só para alguns é que anda o mundo concertado!

Temos consciência da necessária prestação de contas inerente à gestão e ao desempenho das instituições públicas e, em particular, das instituições públicas de educação.
Reconhecemos como relevantes todos os procedimentos que garantem transparência no acesso aos dados de todos estes organismos.
Consideramos como valiosas as experiências de avaliação interna e externa que permitem reflexões fundamentadas sobre a realidade contextualizada de cada escola.
Em suma, jamais colocaremos em causa os princípios que sustentam alguns destes mecanismos, já que os entendemos como cruciais e prévios às tomadas de decisão, numa matéria tão complexa como é a da Educação.
Hoje, porém, depois de horas e dias a fio plantados em frente aos computadores ou pendurados ao telefone à espera da disponibilização de mais uma plataformazinha para responder com a máxima urgência e informar os serviços centrais, começamos a duvidar se a autonomia de que todos falam e que muito poucos vislumbram se continuará a resumir nessa capacidade especial de respondermos bem e depressa às dezenas de inquéritos eletrónicos a que estamos sujeitos, provenientes dos mais diversos serviços centrais, completamente desarticulados entre si (mesmo quando a matéria abordada é exatamente a mesma).
Começamos mesmo a acreditar que os serviços centrais do Ministério da Educação nos reconhecem capacidades sobre-humanas que nos permitem, para além desta irracional prestação diária de contas (que nem isso chega a ser!), poder executar as competências que nos estão efetivamente atribuídas e para as quais nos candidatamos.
Na realidade, a gestão de uma escola não pode acontecer por controlo remoto; a interação com as pessoas, sucessivamente coartada pelo edifício burocrático que nos enforma, constitui um elemento crucial neste tipo de organização e que não podemos descurar.
Reconhecemos que esta equipa ministerial está a acabar de chegar e temos por isso, necessariamente, o devido respeito e compreensão. Ao longo dos últimos anos, depois de presenciarmos várias tentativas de mudanças profundas e radicais, começamos a ansiar por um paraíso menor: que o ministério da educação tenha a coragem de fazer um programa nacional que contemple todas as variáveis necessárias, capazes de saciarem todas as suas estruturas, departamentos, gabinetes, projetos, … e que liberte a gestão das escolas para o que é verdadeiramente substantivo.
A Inspeção Geral de Educação vai iniciar a colocação no terreno de um novo modelo de avaliação externa da escolas.
A ESAS encontra-se, novamente, selecionada para integrar, desde já, este novo ciclo. Sempre encarámos estes momentos como imperdíveis dada a natureza das reflexões que promovem e os planos de melhoria que, depois das intervenções, encontram enquadramento para se operacionalizarem. Esta escola, aliás, experimentou todas as modalidades de avaliação externa desencadeadas pelo ME e, no ano transato, também pela OCDE. Desta vez, voltamos a ter a expectativa de que vamos aprender mais um pouco e ter a oportunidade de melhorar os nossos procedimentos, como sempre acontece. Contudo, não podemos deixar de registar que, da última vez que ocorreram estes procedimentos de monitorização, existia um objetivo claro: avaliar a capacidade de autorregulação da organização de forma a permitir a celebração de um contrato de autonomia. A ESAS obteve, então, a classificação máxima em todos os itens avaliados, mas, até agora, não foi contemplada com a possibilidade de negociação de um contrato de autonomia, ou seja, continuamos à espera! Enquanto esperamos, voltamos a ser avaliados, sem que o compromisso dos serviços centrais se cumpra. A cada possibilidade que se vislumbra, renovamos a nossa crença de nos permitirem dar um contributo mais significativo no quadro do sistema educativo português. Será que, desta vez, a ação cumpre a palavra sucessivamente afirmada?
Somos uma das organizações públicas mais avaliadas no país. Considerámos que tais procedimentos são fundamentais, sobretudo quando passa a ser reconhecida à instituição a devida margem de autonomia que sustenta o sentido dessa monitorização regular. Claro que, contribuintes como todos somos, também temos o direito de nos interrogarmos porque é que a monitorização regular não acontece em muitos outros organismos públicos. E, já agora, se nos permitem essa ousadia, se na execução do orçamento de uma escola pública não pode haver, e muito bem, um cêntimo de desvio relativamente às verbas atribuídas, o que é que permite a outras entidades serem contempladas de forma distinta?
Após inúmeros pensamentos, intercalados pelo reviver das reflexões que acompanharam os vários momentos de avaliação a que temos sido sujeitos, ou pelas amarguras das dificuldades que as restrições orçamentais, para o bem de todos, nos obrigam a executar, só consigo mesmo é parafrasear Camões e assim concluir que, afinal, só para nós é que anda o mundo concertado!

terça-feira, outubro 11, 2011

Guerras de alecrim e manjerona...

Estas guerras ente Norte e o Sul, ou mais prosaicamente escrevendo, entre Porto e Lisboa para além dos inevitáveis interesses políticos, futebolísticos, etc., também tem nos meios de comunicação social uma forma de dividir para reinar, quiçá imitando o antagonismo histórico entre Madrid e Barcelona.
Parece que até o encerramento de escolas e o facto de os professores a norte terem menores hipóteses de colocação, serve de consolo para os duelos de esgrima, pelo lavar da honra...
As edições dos diversos jornais diários vão nesse sentido de falso nacionalismo Aparente, na medida em que, existe uma versão sulista e outra a norte de Coimbra, em termos de notícias locais, como se os que vivem no Fundão estivessem mais identificados com os problemas dos amores do presidente da capital do que com o abastecimento de água em Aveiro.
O jornal Público e por vezes JN/DN (propriedade comum) insistem nessa temática inconsequente, principalmente para quem se desloca para determinadas zonas balneares.
Só os leitores com assinatura digital têm a sorte de ler as duas versões.
Quem estiver com intenção de ler mexeriquices basta ler uma folha de alface que aparece com o nome de Telégrafo da Matina.


 No outro dia, fomos abordados por um conjunto de jovens, para quem a crise pouco diz, mas que até pode servir os seus propósitos, consoante o diálogo estabelecido, na recolha de apoios, vulgo assinaturas, de apoio a um partido que defenda os interesses do norte, contra a capital, tudo ao estilo do soba da Madeira!!!
Alguns desses jovens já tinham dado aulas na minha escola e neste ano lectivo ficaram de fora do sistema.
Parece que o país continua alheado...

domingo, outubro 09, 2011

Notação Financeira e Consumista da Portugal Telecom

Notação Financeira e Consumista da Portugal Telecom em queda nomeadamente quando os dados fornecidos à ANACOM se revelam manipulados e não verdadeiros.
Não é por acaso que, nos últimos tempos, se tem vindo a verificar que Serviços inteiros do Ministério da Saúde estão em regime de portabilidade, como o IDT, etc.
Na realidade, hoje tenho uma avaria (linha silenciada), 48 horas fica resolvida e passadas outras 12 horas volta a repetir-se idêntica situação e assim sucessivamente.
Estatisticamente a PT considera que apenas houve uma única avaria, ao estilo de um pedófilo que durante anos praticaras suas aberrações sobre determinada criança de forma continuada, ser judicialmente aceite que apenas houve uma única violação da lei e não 3443 violações correspondentes a 3443 dias de abusos.
Não é por acaso que o site da PT não tem zona de reclamações.
Não é por acaso que o site da PT não tem zona de participação de avarias.
Não é por acaso que o site da PT não tem zona feed-back.

terça-feira, outubro 04, 2011

Professores de Honra...

The Portugal Connection...?
Armando Vara - PS - BCP; Sucatas; - refugiado no paraíso de Cabo Verde
Dias Loureiro - PSD - BPN à falência; - refugiado no paraíso de Cabo Verde
Oliveira Dias - PSD - BPN à falência; - refugiado no paraíso da maison
Abílio Curto - PS - autarca modelo (Guarda) - foi refugiado no paraíso de uma prisão!
Isaltino Morais - PSD - autarca modelo (Oeiras) - refugiado no paraíso de uma futura prisão, talvez no século XXX
António Cerqueira - PSD - autarca modelo (Vila Verde) - foi refugiado no paraíso de uma prisão em regime part-time
Duarte Lima PSD - deputado parlamentar modelo - encontra-se refugiado no paraíso de um país falido
Adalberto João ... - PSD - governante regional modelo - refugiado no paraíso de uma ilhota falida...
Josué Sócrates ... - PS  - governante nacional modelo que levou uma empresa social nacional à beira da falência e abriu caminho à total privatização liberal de um país - refugiado no paraíso de uma ilhota francesa, filosofando...
Como se pode constatar, as personagens modelo, do nosso léxico político estão centradas no Centrão.
Muitas outras, estando no banco de suplentes, também têm perfil adequado para entrarem no rancho...
Com tais devotos professores serão facilmente ultrapassáveis as dificuldades económicas que a pátria padece; a virtude da corrupção de uns será possivelmente sempre o caminho da salvação dos restantes...

quinta-feira, setembro 29, 2011

Testamento Vital do Presidente do FCB

 Cavaco Silva na entrevista à TVI veio afirmar que sempre soube a verdade da situação económica que Portugal tem vivido, nos últimos tempos.
Acusou o anterior governo de ter ignorado os avisos do P.R. (nunca reparei nessas preocupações...)
Cavaco Silva parece esquecer-se que também é parte do problema, na medida em que foi com ele, a partir do momento que se tornou primeiro-ministro, o deficit das contas públicas ficou de caldo entornado e os dinheiros da CEE também foram desbaratados pelos corruptos do PSD, principalmente com os dinheiros do FSE e através da construção desenfreada de vias betonadas, mesmo em locais/viadutos que ou não tinham saída ou não havia saída.

quarta-feira, setembro 28, 2011

O Barraco dos Patudos da Lapa: O Feudalismo Educacional

Lê-se e à primeira vista parece demasiado, cerca de 1100 dirigentes intermédios do Ministério da educação vão ser dispensados.
Quem serão eles?
Depois pesquisando nas mesmas águas turvas, descobrimos outra graciosidade no Documento de Estratégia Orçamental quando se afirma que no que diz respeito à Educação, Portugal enfrenta como principais desafios a necessidade de garantir uma melhoria significativa da aprendizagem, a elevação dos níveis de qualificação dos jovens e de adultos e o combate ao abandono escolar precoce. 
Em termos de estratégia do Governo, a resposta a estes desafios far-se-á por via do desenvolvimento e consolidação de uma cultura de avaliação, de uma profunda reorganização curricular e administrativa e da reavaliação das ofertas formativasem que se revela fundamental gerir de forma melhor e mais eficiente os recursos existentes, eliminando desperdícios e utilizando as capacidades instaladas, evitando duplicações.
Quanto a matérias no âmbito da Administração Escolar, relevam-se as seguintes medidas: Racionalização da rede escolar, designadamente (...) e a agregação de escolas em agrupamentos;
Em linha com a necessidade imperiosa de controlar a despesa pública, que decorre da situação financeira do país, a estratégia orçamental do Programa Ciência e Ensino Superior (PCES) elaborada para o ano de 2012 assenta, principalmente, na redução dos custos de estrutura (funcionamento).

Daqui resulta o fato de que a partir de Março de 2012 ir-se-á assistir a um novo processo de formação de grandes agrupamentos verticais e horizontais, estilo pirâmide.
Uma Escola Secundária que congrega várias EB2/3 e assim sucessivamente...
Muitos professores, dos quadros poderão sentir na pele o despedimento, quer por inadaptação (quando confrontados com a necessidade de colmatarem baixas médicas de outros colegas de outros graus de ensino) ou por ausência na capacidade de cumprir objectivos (Através da  ADD dos intocáveis ).


Na verdade todos estes problemas inerentes aos concursos ou às Bolsas de Recrutamento deixam de existir, porque ausências temporárias ou prolongadas serão colmatadas internamente e de uma forma transversal, com transferência de pessoal para outros níveis ou com a argumentação da necessidade da polifuncionalidade da docência.
O Diretor passará a ser uma espécie de Senhor Feudal.

sexta-feira, setembro 23, 2011

Professores VAL e Professores...

Nestas baldrocas de colocações existem professores que erradamente ficaram colocados em escolas que não foram a concurso (erro informático?) porque têm um estatuto especial e nem foram objecto de escolha.
Outros pertencem ao quadro de escolas que, por acaso não têm quadro e contra a vontade dos mesmos se mantêm pasmados e sem terem qualquer actividade; querem ser colocados em escolas para trabalhar, mas o processo burocrático impede-os (nestes cinco últimos anos esta situação de incerteza repete-se até fins de Outubro, mas parece que este ano, a situação é mais problemática).
Ainda não compreendi o estatuto das TEIPs...
Também me custa assimilar a problemática educacional e de quadros da Escola da Ponte...
Este mundo parece virado do avesso e os concursos fazem lembrar tempos passados na era de Santana Lopes.

terça-feira, setembro 20, 2011

chamem a polícia queu (adalberto) num pago...

Os Trabalhadores do Comércio como podem ser os inspiradores das práticas contabilísticas do queijo suíço com mais buracos que o original: Madeira.
7,1 mil milhões de euros em buracos e buracões pagos, quiçá sem recibo, mas não contabilizados.


Erom dez pra uma no restaurante,
almoçaba alarbemente;
a meio do café um garçom pedante
chigouse e posma conta frente
Atom bubi o brande todo dum trago,
berrei pro home: - Num pago, num pago!
O gaijo, branco, chamou o girente,
saltei pra trás, saquei saiu o pente !

Pra num andarem cadeiras pru are,
atom pusma gritare:
Chamem a polícia, chamem a polícia,
chamem a polícia queu num pago!


Fui ber Lisboa à noite,
parei no Russiu, numa noite sem friu;
mandei bir uma cola e um gradanapo
e o cara de sapo pediume logo taco,
o malcriadom!
Num me cuntibe e passeilhe um sermom.
Disse qu'era uso da cunfeitaria,
qu'era mais siguro no tempo que curria.
Pra num andarem cadeiras pru are atom pusma gritare:
Chamem a polícia, chamem a polícia,
chamem a polícia queu num pago!
Aì bem eles! Bai subir!! 
Chamem a policia, chamem a polícia...

sábado, setembro 17, 2011

Homem do Leme à deriva...

A direita, como sempre e com a ajuda do PS, prometeu o paraíso aos descamisados já espoliados pelo Sócrates.
Na senda da Privatização Total do Estado, o ultraliberalismo tuga viu-se perante um paradoxo matemático de solução indeterminada:
1º - Mercados
2º - Pátria
3º - Deus
Equilibrar as Contas Nacionais, sem perder de vista o rumo de saldar a riqueza nacional, tal como acontecera num passado recente, com o carbonário e Chefe do Governo António Maria da Silva que permitiu a Alfredo da Silva construir o grupo CUF, nos estertores da 1ª República e acabar com o Estado Nacional.

Neste momento o sr. dos Passos anda perdido e elimina organismos, para poupar milhões de milhões de ..., em que os respectivos dirigentes passam a constituir uma espécie de colégio dirigente de um único organismo novo que agrega todos os outros extintos.

É o faz de conta...

terça-feira, setembro 13, 2011

Paulo Portas: um dos cavaleiros do Apocalipse...?

Durante as campanhas eleitorais, todo o discurso do PP é virado para a defesa dos agricultores, dos combatentes nas colónias e na defesa dos direitos dos enfermos.

Hoje Paulo Portas decide apresentar um projecto-lei sobre esses tais enfermos, sobre a defesa dos direitos de alguns dos enfermos e que permite poupar cerca de 2,4 mil milhões de euros.

Paulo Portas considera uma futilidade a realização de exames médicos a doentes identificados no quadro dos cuidados paliativos.

Como vão morrer, mais tarde ou mais cedo, para quê realizar exames de verificação da evolução da doença.
Ainda não está provado que os doentes em cuidados paliativos tenham de morrer
Parece que a pretensa cura de alguns tem servido de pretexto para beatificar outros inúteis e aldrabões.

Paulo Portas parece ter herdado o mesmo espírito do Adolfo sobre a poupança na despesa com a eliminação de doentes crónicos alemães.

Chamem Robespierre e coloquem a cabeça do paulinho das feiras com o lugar primeiro da fila junto da guilhotina.


Isto é que seria um serviço patriótico.

Depois da ideia luminosa sobre a inutilidade dos transplantes, vemos hoje mais uma aberração política deste governo e que em nada se diferencia do anterior.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Tumultos Colossais...

A coligação governamental do Burkina-Faso da Europa, através de entidades, quiçá dos serviços secretos (segurança e propaganda) dos respectivos partidos anda a aliciar pessoal da pesada, para servirem de agentes provocadores em manifestações sindicais ou sociais, aparentemente pacíficas.
Tais actos de violência apenas pretenderão lançar um anátema de desordeiros e antipatriotismo sobre todos os que discordarão das medidas tomadas e justificar a implementação de outras ações mais gravosas sobre a situação económica das famílias.
As palavras de ordem para o fomento da desordem já foram lançadas para a praça pública pelos dois líderes.
Os nazistas tiveram procedimentos semelhantes para justificar o respectivo regime...

terça-feira, setembro 06, 2011

FLAMA: o PREC do Gadhafi das Ilhas


Independência da Madeira de Corticite Corcovada

Tendo em vista o saneamento da dívida soberana e cumprir à risca as orientações de privatizações da troika, o Governo do Burkina-Faso da Europa parece ter já enviado, aos restante 205 países/nações, que dividem os lixos e as riquezas lanetárias, uma proposta de alienação/privatização da respectiva soberania sobre uma rocha atlântica, através de uma carta rogatória de adesão a um leilão sobre a posse do arquipélago da Madeira corunchada.
Perante um cenário de bancarrota colossal, os assobios aéreos quase que formaram uma orquestra de sopro a vários tons.
Na referida circular, o Governo prometia saldar a dívida existente, mas nada prometendo sobre a existência de haver mais buracos financeiros ainda clandestinos.
De uma maneira geral, os dirigentes políticos sentiram-se lisojeados pelo convite e ao mesmo tempo constrangidos pelo facto de tal lugarejo continuar a ser governado por um tal Corunchador-mor …
O Governo do Burkina-Faso da Europa afirmou que em democracia não podia exilar tal personagem e por isso compreendia que houvesse uma recusa generalizada no processo de transferência de soberania, ainda que a custo zero y en terceras rebajas.
Parece que o grupo da sueca, designada Flama, já não assusta os puristas do liberalismo.
A solução seria dar a independência total, mas, como tudo na vida, nem tudo é tão linear como a composição ortorrômbica das moléculas da cortiça, os dirigentes laranjinhas pró Idi Amin da ilhota recusaram, ameaçando com a possibilidade de provocarem o rebentamento sucessivo de ogivas nucleares, made in china, e o arquipélago se afundar.
O Burkina-Faso da Europa claro que não podia concordar com tal posição, na medida em que esse afundanço podia falhar e em lugar de umas ilhinhas poderia nascer uns escolhos que pertubariam a livre navegação marítima.

sexta-feira, setembro 02, 2011

Democracia Orgástica Transparente do Senhor dos Passos: Trapaças Laranja Azula na Legitimação das Cunhas

Ocupação de Cargos de topo não vão ter um procedimento partidário, mas serão 
absorvidos
 através de Concurso Público liberalmente transparente!!!


Sócrates até para guardador de galinhas exigia simpatia Pessoal.

Estes querem ser diferentes, inventam a roda desdentada et voilà viciam as cartas de forma a obterem resultados semelhantes aos de um passado recente moribundo:
1º - Governo quer um Director-geral para supervisionar o contributo da Economia das Formigas para satisfazer as exigências das Troika.
2º - Formalmente e em diário da república abre concurso para selecção de tão insigne personalidade
3º - Define Perfil (por exemplo saber falar Tamil) adequado para o desempenho das mais altas funções do Estado e a composição do Júri
4º - Estabelece os itens que os candidatos precisam de apresentar e a seriação/classificação parcelar e final
A). Curriculum Vitae
B). Prova/Exame sobre assuntos inerentes a tal desempenho
C). Entrevista Final
5º - O Júri seleciona os três primeiros
6º - O Ministro escolhe um ou rejeita-os todos
7º - O Júri seleciona outros três depois dos primeiros.
8º - O Ministro escolhe um ou rejeita-os todos
9º - O Júri seleciona sucessivamente até que o afilhado do ministro seja o escolhido.

Claro que este longo processo é desgastante, por ser moroso e dispendioso.
Desta forma, o Ministro resolve atalhar, face à falta de visão do Júri, e apresenta a esse mesmo Júri três pessoas que até podem não terem sido opositores ao concurso. 
O Júri seleciona estes três personagens e apresenta-os ao Ministro para se dignar a escolher um deles


Transparência não partidária e contra afilhados e outros favores de pagamento de promessas!!!

quarta-feira, agosto 31, 2011

Como Poupar Dinheiro com a Escola Pública...

Durante a campanha eleitoral, Passos Coelho criticou a existência dos CNOs enquanto sorvedouros de dinheiros públicos e construtor de aldrabices educacionais com atribuição de diplomas sem consistência, ou seja, o actual Chefe afirmava-se contra uma massificação de títulos académicos que não correspondiam à realidade educacional dos formandos.
Agora, resolveu agir em conformidade e encontra-se em curso um processo de privatização total desses centros de perdição, com despedimento de funcionários administrativos, de formadores e de serviços complementares de apoio (despedimento.. não, mas apenas não renovação dos contratos...).
Na verdade, os vícios perniciosos, de obtenção de um diploma depois do prazo de matrícula durar apenas 30 dias, eram apanágio de instituições privadas (estaremos perante uma progressão geométrica semelhante à reprodução mensal de casais de coelhos?), enquanto que, na generalidade das escolas públicas tais processos demoravam cerca de 18 meses.

E Passos Coelho quer poupar dinheiro (!!!), talvez à escola pública e dinamizar as empresas privadas mais dinâmicas em termos de subsídio-dependentes partidário.
Uma Mão lava mais branco a Outra.

O Governo irá continuar a subsidiar tais formandos de vão-de-escada e os centros de formação privados, nos mesmos moldes do antigamente (na escola pública o Ministério recusava aceitar a existência de Custos Operacionais inerentes ao funcionamento dos CNOs).
Mas por outro lado e por mero acaso os Formadores das entidades privadas já ganhavam muito mais; mais que a prata da casa da escola pública.

Afinal de contas, nem sempre a tabuada lusitana é um instrumento correcto para se obter sucesso na poupança; para estas situações deveremo-nos socorrer da Tabuada do camarada Pinochet:
1€ gasto na escola pública parece ter um impacte mais negativo no deficit das contas públicas que 3€ dados pelo Governo aos CNOs privados...

segunda-feira, agosto 29, 2011

As Batotas e os Complementos Oblíquos dos Anjinhos...


Noticiava-se, no dia 27 de Agosto, na primeira página de um jornal desportivo, que teria havido batota na final do jogo de football da supertaça europeia porque o árbitro fez vista grossa à existência de uma falta cometida, por um jogador do Barcelona, dentro da área de baliza e ocorrida à vista do homem do apito dourado.
No jornal Público vinha Guarín tentar justificar o passe que originou o golo do Barcelona.
Tudo Porreiro, porque se não fosse o árbitro, talvez o FCP tivesse ganho!!!

Os Anjinhos dos jornalistas devem andar a precisar de umas acções de formação, quiçá num dos muitos centros das novas oportunidades, sobre a psicologia/sociologia dos agentes desportivos.

Saberão eles o que é uma maçã podre?

Já descobriram a diferença entre um Frango de um qualquer Guarda-redes e os Perús de um célebre castelhano?

Para grandes males, grandes remédios: aconselho vivamente a versão inglesa (em alternativa a tradução portuguesa apresenta algumas ideias pouco esclarecedoras...) do seguinte título: Soccer and Organized Crime (2008) de Declan Hill.


Nenhum presidente de qualquer clube tuga, desde a 1ª liga até à terceira divisão dos distritais pode  afirmar perentoriamente que em Portugal não existem combinações...

sexta-feira, agosto 26, 2011

The Big Boss and...

Segundo o Diário do Minho:
250 euros foi o montante que a Câmara Municipal de Braga estabeleceu como preço base para alienar o direito de ocupação de uma área de 375 metros quadrados no parque arborizado de Lamaçães. Com a “venda” do direito de superfície, que será válida por um período de 50 anos, a autarquia licencia a construção de um equipamento com dois pisos, que terá uma componente fortemente comercial.
Numa zona urbanizável onde o metro quadrado vale cerca de 60€, o prodígio da poupança com a privatização atinge o absurdo do disparate.
É o Liberalismo no seu melhor...

segunda-feira, agosto 22, 2011

A ADD dos Inocentes ou um presente envenenado...

A nova proposta do Ministério tem tanto de dúbio como o facto de estarmos actualmente no mês de Agosto.
Uns dizem que retirar do processo de avaliação os professores dos escalões mais elevados é dividir para obter apoio ao actual Ministro.
Outros argumentam com a necessidade de poupança de custos.
Finalmente há os que advogam com o facto de que os bons professores, os dos escalões mais altos, pouco têm de aprender, visto que são detentores de vasta experiência (Know-How)
Se isto fosse verdade, bastaria que se reabilitasse a figura do Professor Titular.

Pensamos que a verdade a opção governamental parece ter um objectivo mais sinistro, porque a aceitação pela não avaliação depende de cada um dos professores; não sendo obrigatório sujeitar-se a tal procedimento, será de toda a conveniência que os professores não se deixem cair na tentação do facilitismo.
Actualmente, em muitas escolas, os professores que estão nos escalões mais elevados, têm sido obrigados a concorrer para a mobilidade por efeito do aumento progressivo de horários zero de componente lectiva.
Como estes casos ainda têm pouca expressão, parece haver um certo desprezo ou indiferença.
Mas, com o passar do tempo, poderá haver um engarrafamento nas vagas mais próximas do local de residência e o desempate, por óbvias razões inerentes ao Processo Administrativo, irá fazer-se com recurso às classificações das avaliações.
Se um professor aceitar não ser avaliado, porque a lei o isenta em termos de vinculação obrigatória, pode acordar para uma situação de pesadelo...


sexta-feira, agosto 19, 2011

Hábitos de vida nunca esquecidos...

Sul de Israel um ataque terrorista contra dois veículos de passageiros, tal como em muitas outras situações anteriores.
No entanto, parece que houve três acções, duas para distrair a opinião pública (origem duvidosa) e a terceira com intuito de atingir Dimona, a central nuclear:



Fãs de Kadafi com ajuda de voluntários dos Guardas da Revolução Iraniana pretendiam eliminar um dos principais pontos fortes do arsenal nuclear de Israel (retaliação pela eliminação de cientistas iranianos por parte da Mossad) e por outro lado, uma tentativa de sobreviver de um dos maiores terroristas africanos (com o beneplácito dos USA; UK; França e Itália), tentando retirar algum fôlego às forças oposicionistas líbias.














quarta-feira, agosto 17, 2011

O SIADAP Bipolar Docente?

Propostas e contra-propostas, críticas sem fim à vista, diálogo de surdos, quedos e ledos?

Depois do Ministro, aparece a Fenprof a tecer alguns considerandos:


Assim, tendo em conta o conteúdo do documento recebido às 23.30 horas de 12 de Agosto, numa primeira e muito simples leitura, pode afirmar-se que:
 A sujeição do regime proposto às regras gerais do SIADAP impede-o de se libertar de diversos procedimentos do modelo actual, limitando-se a alterar algumas das suas designações. Exemplos: as quotas surgem como percentis a ter em conta na atribuição de Excelente ou Muito Bom e os objectivos individuais passam a chamar-se Projecto do docente, ainda que mantendo o carácter facultativo já actualmente existente;
Há procedimentos cuja exequibilidade é duvidosa, designadamente a criação de uma bolsa de avaliadores com docentes de todos os grupos disciplinares (que, de acordo com o documento de princípios gerais apresentado pelo MEC, serão de escalões superiores aos avaliados) ou a avaliação externa depender de docentes de outra escola, uma solução já estabelecida anteriormente e que não foi praticável;
A ligação e implicações da avaliação na carreira num momento em que esta se encontra bloqueada levantam, no mínimo, dúvidas quanto à manutenção de um regime que, até por essa razão, deveria ser mais formativo e menos orientado para a gestão das progressões;
 Os docentes contratados só poderão ser apenas avaliados nos casos em que o seu contrato tenha uma duração mínima de 180 dias, o que poderá pôr em causa a contagem do tempo de serviço prestado em contratos de menor duração;
O adiamento, mais uma vez, da consagração de uma solução para os inúmeros docentes que se encontram fora das escolas, exercendo a sua actividade em instituições dependentes de outros ministérios. O processo continuará a aguardar regulamentação futura com prejuízo para a contagem de tempo de serviço destes docentes;
Positivamente, assinala-se o alargamento da duração dos ciclos avaliativos, a limitação da observação de aulas, nos casos em que é obrigatória, ao último ano de cada ciclo, a substituição das grelhas de auto-avaliação por um relatório crítico da actividade elaborado sinteticamente;
Por fim, tendo em consideração o regime de isenções proposto pelo MEC, bem como o tempo mínimo de contrato proposto para que haja avaliação, tudo indica que, finalmente, a avaliação deixará de ter qualquer implicação nos concursos dos professores, reivindicação que, há muito, vem sendo defendida pela FENPROF.
Na reunião de dia 23 de Agosto, haverá oportunidade de esclarecer muitos dos aspectos que, neste projecto não são claros, mas também de confrontar o MEC com um dos problemas principais que, de momento, preocupa os docentes: a situação de milhares de contratados que, em Setembro, ficarão no desemprego e de docentes dos quadros que não terão horário lectivo distribuído.
O Secretariado Nacional da FENPROF

Seja qual for a fórmula final, as críticas estarão sempre presentes, ou seja, talvez como em anteriores ambientes, haverá a declaração de um divórcio antes de consumado o casamento.
Os anteriores apoiantes ambíguos de Crato serão os primeiros a culpar os Sindicatos por confiarem no crápula do Ministro se o acordo lhes for desfavorável ou se a situação beneficiar uns em detrimento do vizinho...
Os Professores encontraram no síndrome bipolar dos valores a justificação para os vários descontentamentos.
Não retirando razão à existência de uma esquizofrenia de hubris em MLR e na Barbie Alçada.

segunda-feira, agosto 15, 2011

Mexia, Mechias, Meshilhão...

Algures no deserto do Xurês do ano de 2009, um infortunado indígena resolve aderir à onda do gás estufa e como primeiro vendedor monopolista aparece o Sr. Meshias que promete tudo, neste e no outro mundo (parece que havendo vida depois da morte, os prémios de produtividade dos Administradores são eternos).
Subcontrata um subcontrateiro que tem outros subcontrados para a realização de determinados serviços, como a construção de uma caixa geral de fornecimento do precioso límpido gasoso e usa de um lado o encaixe de uma parede/muro e do outro uma portinhola de papel plastificado.
Uns cientistas noturnos do H2O resolvem levar a porta como recuerdo, ao bom estilo de um tal sucateiro da ovarense relativamente aos carris de uns camboios do museu.
O consumidor é notificado para proceder às devidas reparações sob pena de sofrer um corte geral.
Protesta sem resultado.
Resolve colocar uma porta blindada e guarda as chaves.
Um dia recebe a visita de um sicário da empresa que fornece a gasosa, acompanhado de uma companhia de mamutes da Guarda Republica Iraquiana, armados até aos dentes, como se estivessem numa acção humanitária no corno da Europa do Ninho da Águia, reclamando a posse das chaves e exigindo o pagamento de várias coimas por ter infringido várias disposições legais.
O utente era responsável pelas reparações e respectivos custos, mas teria de cingir-se aos procedimentos legais previstos:
1º - Notificar a EdBurkina... de que iria proceder a obras de reparação.
2º - Esperar que a EdBurkina... o contatasse e lhe fornecesse uma lista de empresas subcontratadas, as únicas que poderiam proceder a tão sensível tarefa (os amigos e compadres servem só para  apanharem as canas?).
3º - O Utente apenas podia colocar uma porta devidamente certificada pela Entidade fornecedora da gaseificação do produto, ou seja com as características de plástico de papel.
4º - A lei não reconhece legitimidade ao Consumidor para se abarbatar com a posse das chaves.
5º - O Tosco teve ainda de pagar, por antecipação, o valor de todas as obras de reposição da legalidade.
Para além disso, a EdBurkina ainda lhe cortou o fornecimento do serviço.
Teria ainda de iniciar todo o processo de pedido de fornecimento do serviço e apresentar um pedido formal de desculpas por ter ousado faltar ao respeito à Ed  Burkina, na pessoa do Dr. Eng. Merxes.
O aborígene com aspecto de tacanho, mas com uma capacidade assinalável na arte do desenrasque adquirido nos fundilhos de uma Fundeville  gaulesa, foi obrigado a apresentar todas as facturas, compra da porta, da fechadura com as duas chaves e da mão-de-obra executada, mas nunca denunciou o facto de possuir uma outra chave suplementar.
Já lá vão 2 longos anos e a EdBurkina nem sequer respondeu à nova pretensão (longa lista de espera...), nem substituiu a porta de ferro por outra (parece que os € caíram no fundo de pensões de sobrevivência da Administração).
Mas o Tuga-esperto continua a usufruir de um serviço oficialmente cortado mas agora gratuitamente
Estamos perante uma empresa pronta a ser comprada pelos amigos baianos e com a bênção das dois triunviratos, o externo e o interno. 

quarta-feira, agosto 10, 2011

A nova ADD Pimba...

Da esquerda à direita, de uma forma transversal a toda a sociedade portuguesa, principalmente dentro da comunidade da blogosfera parece ter havido um suspiro de alívio e de alegria pela sua nomeação.
No que concerne à nova ADD, parece que o único aspecto mais controverso está na situação das quotas...
Os professores, tal como o resto da população (estes só hoje sentiram o doce amargo da troika e já se benzeram perante a orientação de voto, nas últimas eleições. 80% votou no acordo, agora não se podem queixar, porque à primeira todos podem ser enganados, mas perante a encornadura da segunda só terão de amochar e aceitar), quando começarem a beber o vinho amargo do Deus Moloch é que verificarão que tal presente envenenado pode tornar-se num inferno.
Agora a avaliação inter-pares da mesma escola originou uma guerra concorrencial dentro do mesmo espaço.
Amanhã  a avaliação inter-pares de escolas vizinhas poderá tornar-se numa espécie de ajuste de contas (ódios de estimação!) antigas por saldar; veja-se a harmonia suja que sempre existiu entre os professores da EB 2/3 Oeste da Colina e a ES de Maximinos (agora formam um agrupamento e por isso as guerrinhas poderão ficar mais serenas).
O SIADAP assenta numa relação de autoridade perante subordinados e apesar de tudo tem originado um enviesar de resultados muito estranhos...
A nova ADD teria de se pautar pelos mesmos formalismos, como por exemplo, pessoas da IGE, de zonas geográficas/regiões diferentes e com formação científica adequada.
De qualquer forma a contestação também surgiria, principalmente pelos saudosos de MLR e da Alçada.
O ECD de 2004 se regulamentado, através de uma norma repristinatória, ainda estaria actualizado em 2011.

segunda-feira, agosto 08, 2011

Concursos: aucun problème???

Não havia problemas informáticos, nem reclamações, nem..., nem..., nem...
MAS os prazos foram prolongados:
Ø    Candidatura e expressão de preferências a DACL – dia 8 de Agosto,  
          Expressão de preferências para Contratação – de 4 a 10 de Agosto,  
     Expressão de preferências para DCE  – de 4 a 10 de Agosto,

sexta-feira, agosto 05, 2011

Paixões Avaliativas...

Em terras do Barrocal do Barlavento marroquino, o esmiuçar das evidências, por parte de alguns directores, chega ao cúmulo de a supervisão tutelar obrigar todos os docentes a construírem portefólios com mais de 200 páginas.
Com tanta criatividade até admira que a literatura lusa ainda não tenha dado às letras do ártico mais Nobéis.

quarta-feira, agosto 03, 2011

O euromilhões à la carte de Sócrates&Passos...

Quero vender o meu chasso velho, de 22 anos, uma autêntica Dona Elvira dos bons velhos tempos, quando ainda circulava.
Aparecem várias propostas, mas parece que nenhuma me convence
A todos os compradores, se a compra se concretizar, ofereço, de mão-beijada, 5500€.

Uns oferecem 100€ sem direito a comissões intermediárias para os meus amigos.

Outros propõem-me 40€ com direito a...

Aceito estes.

Negócio Fechado
Um chaveco de 5€ vendido por 40€.
Um negócio das Arábias no Burkina-Faso da Europa

O chá loureiro enferruja o popó e o amigo e colega de partido mira arrabal e colecionador de letras reformadas compra-o.




segunda-feira, agosto 01, 2011

着物 複雑な傲慢 do Ad(i)junto da Coltora...

O muy nobre e erudito intelectual das letras mortas afirmou que Portugal tem um excesso de equipamentos culturais.
Na verdade, Francisco José Viegas, tentando imitar o cavaleiro Sancho reconhece lucidamente que há mais oferta cultural que consumidores, principalmente quando mais de 70% dos 13 000 livros editados anualmente e maioritariamente traduzidos, pertencem à era da literatura pimba.
É capaz de ter razão e por isso mesmo pensamos que Francisco José Viegas deveria dar o exemplo, na sua área específica da literatura pimba e promover um auto-de-fé público em frente às instalações do antigo Ministério da Cultura:

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Fahrenheit 451