Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Escola Secundária Alberto Sampaio

A Escola Secundária Alberto Sampaio (ESAS) está a comemorar 40 anos, apresentando “um programa extenso e variado, que pretende agitar a escola em termos criativos e culturais”, adianta em comunicado fonte da escola.



A ESAS realizou, a partir das 10 horas, do dia 18 de Janeiro, uma romagem ao túmulo de Manuel Monteiro, patrono da sua biblioteca, tendo em conta que passam 60 anos da sua morte.
A ESAS marcará este momento com a sua presença na última morada de Manuel Monteiro, no cemitério de Monte D’Arcos, “numa homenagem sentida e de gratidão, não esquecendo a memória de tão ilustre bracarense”.



Entretanto, é de realçar a activação do Clube Fernando Pessoa que vai funcionar em 12 sessões até meados de Março.

O mês de Fevereiro será rico em actividades, destacando-se a inauguração de uma exposição fotográfica sobre a ESAS, no dia 8, sobre os 30 anos da mudança da Rua do Castelo para a Quinta de Stº Adrião
. No dia 15 ocorrerá uma mesa redonda subordinada ao tema ‘Olhares sobre a Educação - passado, presente e…futuro’.



Os dias 23 e 24 serão dedicados às 40 Horas NON STOP, uma actividade multidisciplinar em que a escola vai estar envolvida durante 40 horas consecutivas em actividades sem interrupção, numa clara alusão aos 40 anos da sua existência.
O Tea Party, no dia 29, será uma sessão de convívio social, peculiar pelas suas características.



Da exposição fotográfica ao sarau da ESAS



Nos dias 5 a 8 do mês de Março, decorrerão as XV Jornadas da Biblioteca Manuel Monteiro, com actividades variadas, estando prevista, entre muitas outras, uma sessão relativa à figura e obra de Carlos Jaca, professor aposentado daquela escola, historiador e colaborador da comunicação social.



No dia 21 realizar-se-á uma exposição fotográfica alusiva aos 15 anos do Projecto Crescer com as Árvores e a inauguração do Espaço Botânico Dr. Manuel Faria, um tributo ao professor que leccionou no antigo Liceu Sá de Miranda e que marcou inúmeras gerações de alunos pela sua personalidade e competência. No dia 23, realiza-se o Peddy Paper, uma criativa actividade que impulsiona os alunos a conhecer a cidade e a sua história, de uma forma apelativa e mais aprofundada.



Em Abril, no dia 13, dar-se-á o lançamento da Revist a DeFacto, a publicação anual da ESAS que vai no vigésimo número, o que quer dizer que, este ano, comemora 20 anos de existência.

Em Maio, no dia 9, será celebrado na igreja de Stº Adrião, um sufrágio religioso em memória dos professores, alunos e funcionários da ESAS que já desapareceram.



No dia 16, numa cerimónia de grande significado simbólico, a ESAS atribuirá o nome de Sebastião Alba ao seu maior auditório, em homenagem à memória desse multifacetado poeta bracarense.
Já no dia 25 decorrerá um torneio de canoagem no rio Cávado, em Prado.

A festa continua no mês de Junho. O sarau ESAS, a verdadeira festa da escola, traduzida em actividades gímnicas, musicais, coreográficas e culturais, numa intensa participação de toda comunidade educativa acontece no dia 2.

As comemorações prosseguirão durante os meses de Setembro, Outubro e Novembro, com programação e datas a definir.



Quarenta anos de serviço público



A designação ‘Alberto Sampaio’ foi-lhe atribuída por despacho superior há 40 anos.
De facto, foi em 1972, em plena década de 70, uma década de grandes crispações político-sociais, em que as mudanças aconteciam em ritmo acelerado, há precisamente 40 anos atrás, que nasceu a Escola Técnica de Alberto Sampaio, através da publicação do Dec-Lei nº 457/71, de 28/Outubro, do então ministro Veiga Simão, sucedendo à Secção Comercial da, até então, Escola Comercial e Industrial de Braga, à qual estava associada.



Convém, no entanto, lembrar que, as raízes da ESAS remontam ao decreto régio de 11 de Dezembro de 1884, quando Braga foi dotada com ensino técnico, a funcionar na Escola de Desenho Industrial, sita no Largo das Carvalheiras, tendo mais tarde passado a denominar-se Escola Industrial Bartolomeu dos Mártires



O segundo momento determinante na história da ESAS acontece em 1979, através da portaria n.º 608/79 de 22 de Novembro, quando se determina a unificação do ensino secundário e a escola passa a designar-se de Escola Secundária de Alberto Sampaio.



O terceiro momento marcante dos últimos 40 anos tem a ver com a mudança das instalações da Rua do Castelo para o novo edifício situado na Quinta de Stº Adrião, facto que aconteceu em finais do ano lectivo 1981/82, com a transferência para as instalações que hoje ocupa.

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Há 78 anos...

Estava-se no início de 1934. Com o mudar do ano, entra em vigor o Estatuto Nacional do Trabalho, fascista, e os sindicatos livres eram oficialmente proibidos, dando origem a outros, subjugados ao poder corporativo. Por todo o País, os trabalhadores combatem a fascização dos sindicatos e convocam para 18 de Janeiro uma greve geral revolucionária, com o objectivo de derrubar o governo de Salazar. A insurreição falha, mas na Marinha Grande os operários vidreiros tomam o poder. Apenas por algumas horas, é certo, pois a repressão esmagaria a revolta. No resto do País, esperavam-se acções iguais, mas em nenhum outro lado se repetiu o gesto dos operários marinhenses. Apesar de fracassada, a revolta dos trabalhadores vidreiros fica na história como um momento alto da resistência ao fascismo. E deixou sementes, que germinaram numa manhã de Abril, precisamente quatro décadas depois.
Contrariamente ao que sucedeu nas restantes localidades no dia 18 de Janeiro de 1934, na Marinha Grande os objectivos da greve geral revolucionária foram cumpridos: os operários tomaram o poder. Cercada a vila e cortados os acessos, os trabalhadores marinhenses ocuparam os Correios e o posto da GNR.
Derrotado o levantamento popular, começaram as perseguições e as capturas aos dirigentes sindicais, na sua maioria comunistas.
Na noite de 18 e nos dias seguintes, varreram toda a região, casa a casa. Nem o Pinhal de Leiria ficou por varrer.
O movimento foi liderado por José Gregório, Teotónio Martins, Manuel Baridó, António Guerra, Pedro Amarante Mendes, Miguel Henrique e Manuel Esteves de Carvalho...
Dos 152 presos que a 29 de Outubro foram inaugurar o sinistro Campo da Morte Lenta, 57 tinham participado na jornada do 18 de Janeiro, e entre os 32 presos assassinados no Campo do Tarrafal, estavam os marinhenses Augusto Costa, assassinado em Setembro de 1937, e António Guerra, assassinado em Dezembro de 1948.
A estas mortes dos revolucionários do 18 de Janeiro da Marinha Grande há que acrescentar as dos Francisco da Cruz e Manuel Carvalho, a primeira ocorrida na prisão de Angra do Heroísmo e a segunda no Hospital de Leiria, na sequência dos maus-tratos infligidos na altura da prisão.
A realidade histórica ainda está por desvendar na sua totalidade porque existem fatos e personalidades que se tornaram líderes que a censura de uns tem levado à omissão de outros...
Por sua vez, na leva para o  canpo de concentração doTarrafal dos derrotados, o Governo aproveitou este fato e tentou decapitar o movimento oposicionista, comunista e anarco-sindicalista que lideraram sucessivas sublevações.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Investir na educação, na formação e na cultura

A riqueza de um país não se mede pela extensão de seu território, pelos números da sua população, mas pela educação do seu povo. Apesar da crise, é fundamental que a educação, a formação e a cultura ocupem o centro das políticas e constituam uma prioridade do investimento público, se queremos garantir o desenvolvimento e o progresso.



A necessidade de racionalizar meios e recursos não deve prejudicar o investimento continuado e consistente nestes três vetores pois eles constituem a alavanca de saída da crise, porque promovem o enriquecimento cultural dos cidadãos, o reconhecimento dos valores universais e a consolidação da democracia.



Criar condições para o exercício da educação e da cultura, entendidas como dimensões de cidadania, são elementos fundamentais para a coesão e para o desenvolvimento económico, social e sustentável do país. A arte, a cultura, a ciência e o desporto são instrumentos poderosos de construção de valores, identidades e de perspetivas de futuro. É urgente conjugar esforços sociais, políticos e morais para implementar a educação e a cultura como bens portadores de valor acrescentado, geradores de riqueza e crescimento, fonte de sentidos, de identidade, de conhecimento e de transformação da nossa sociedade.



É forçoso confiar na nossa capacidade de adaptação à realidade atual e relembrar que a história já demonstrou que os momentos de crise são também uma nova fonte de oportunidades.

Investir na cultura e na educação é criar oportunidade de reforçar e valorizar a defesa do património, das artes, da gastronomia, do nosso saber e do nosso fazer e de expansão da história.



É ainda, promover ações que apoiem a criação, circulação e produção de bens e serviços culturais promotores da economia solidária;

É fomentar a cultura da cooperação e da sustentabilidade;

É promover a valorização do ambiente como parte integrante do património cultural.



Como diz Paulo Freire, a educação sozinha não transforma a sociedade, mas sem ela, tampouco a sociedade se transforma.

Se a educação e a cultura são caras, experimente-se a ignorância!



E, contrariando o triste colorido dos tempos que vivemos, pintei uma mensagem de Natal, que aproveito para vos entregar:

Se fosse possível colocar num cartão de natal todos as mensagens que me enchem o peito, o cartão seria do tamanho de um jornal!

Escrevia-as com palavras redondas e bem desenhadas a lembrar os elos de uma corrente e pintava-as de cores diferentes conforme o significado!



De verde, pintava a esperança num mundo mais justo, fraterno e solidário! Enchia de confiança os olhos vazios de cada criança e transformava o medo em força e coragem para rasgar os caminhos do futuro!

De azul, pintava a memória do povo que nos deu identidade e carregava de sentido a herança da língua portuguesa!

De amarelo, pintava a educação, o conhecimento, a sabedoria e tudo o que tivesse valor! Fazia com que progresso rimas-se com sucesso e harmonizava raças e culturas!

De branco, pintava milhões de sorrisos, matizava os corações de amizade e plantava sementes de paz e justiça!

De dourado pintava o fado, a literatura, a música, o teatro, a dança, o folclore e todas as tradições! Preservava, valorizava e divulgava todo o património imaterial cujas origens, tantas vezes, se perdem no tempo!

Por fim, contornava a negrito todas as cores, com um traço mais carregado, onde se destacassem as palavras reflexão, inovação, criação e limpava do cartão a solidão e a ingratidão!

Maria da Graça Moura

domingo, janeiro 15, 2012

Rating do Lixo não Reciclado?

Na tomada de posse do Governo, Passos Coelho afirmou que com ele, talvez enquanto timoneiro de águas turvas, quando Portugal fosse novamente aos mercados de cara lavada e levantada, os juros dos empréstimos obrigacionistas estariam em baixa normal.
Parece que tais promessas vão ficar no caruncho de algum chaparro, porque a notação para o rating financeiro deste Burkina-Faso da Europa foi despromovida para lixo, estilo 15ª divisão regional de football amador da ilha da Madeira.
Parece que estamos a caminho de proximamente fazermos um dueto com a Grécia, numa qualquer clave sepulcral.

sexta-feira, janeiro 13, 2012

Nuno Crato e a instrução salazarista

Quando iniciei a minha docência no ensino liceal, na década de sessenta, as orientações do Ministério da Educação Nacional iam no sentido de favorecer a transmissão de conhecimentos, privilegiando a memória e evitando qualquer juízo crítico dos alunos. Não faltavam sequer modelos de composições literárias decoradas para adaptar nas provas de exame. Era sagrado o princípio de que “a ciência é filha da repetição”, na linha tradicional do ensino pela sebenta. Enquanto o aluno repetisse o que o mestre dizia, estava no bom caminho, pois não punha em causa o sistema nem o regime político. “Aluno instruído” era cidadão politicamente conformado.



A partir da década de setenta, com Veiga Simão, e ao longo de trinta e cinco anos de regime democrático, o Ministério da Educação, orientado por ministros socialistas e sociais-democratas, concedeu relevo ao espírito crítico, às condições de formação de autonomia pessoal, à flexibilidade mental, numa palavra, à formação de pessoas mais livres e mais capazes de interagirem com responsabilidade e solidariedade, sem descurar a aprendizagem dos conteúdos programáticos.



Quando analisamos a história da educação em Portugal, não podemos deixar de verificar o nosso atraso cultural no confronto com a maioria dos países europeus. Os progressos verificados nestes trinta e cinco anos de democracia só podem ser devidamente avaliados na sua relação com séculos de desprezo pela escola. É certo que tivemos, em momentos cruciais da nossa História, elites culturais de grande mérito. Mas o grande corpo da Nação ficou à margem do saber e da cultura.



A filosofia político-educacional “social-democrática” (da responsabilidade de ministros socialistas, sociais-democratas e independentes) “contagiou” muitos professores que souberam programar e trabalhar em grupo, elaborar planos curriculares, centrar o ensino no aluno, desenvolver capacidades, incentivar a autonomia, tendo em vista o ensino-aprendizagem.



No âmbito das minhas funções de deputado, na comissão de educação da AR, entre1982 e 1987, pude trabalhar de perto com destacados profissionais da educação do PS e do PSD. Não havia entre nós divergências de fundo. Agora, ao ler o despacho de Nuno Crato, que revoga o documento Orientações Curriculares do Ensino Básico, pergunto-me como reagirão esses militantes sociais-democratas. O ministro tem o despudor salazarista de falar de instrução em vez de educação, ou seja, de pretender como resultado «membros instruídos da sociedade». Centrando-se nos conteúdos, deita fora todo o processo de aprendizagem tendente à construção da autonomia do aluno. Por outro lado, reforça o isolamento do professor na sala de aula, já que não há, no despacho, uma só palavra para a relação do professor com o seu departamento, com o projecto de turma e de escola, com o progresso inter-individual. Nuno Crato transpõe para o despacho as suas diatribes do programa televisivo “Plano Inclinado”. Ministro independente da esfera partidária tem de ser confrontado com a matriz social-democrata a única que foi sancionada pelo voto nas eleições legislativas.



Resta-me a esperança de que as escolas e os professores saibam aproveitar a margem de autonomia pedagógica concedida pelo ministério, para não deitarem fora “o menino com a água do banho”. Saberão os docentes ultrapassar os excessos de burocracia e os pontuais facilitismos de algumas orientações ministeriais anteriores, para não recuarem nos grandes objectivos do ensino-aprendizagem? O caminho faz-se caminhando e não recuando a preconceitos e obscurantismos geradores de inércia, de passividade e de alienação. Que no ano hoje iniciado (escrevo no dia de Ano Novo) os profissionais de ensino saibam vencer o desânimo provocado pelos cortes nos vencimentos e reavivem a chama do nobre ideal de ajudar a formar pessoas mais livres, mais felizes, mais fraternas e mais solidárias.



Agostinho Domingues
(Doutor em Letras)

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Encerrar Escolas: amor natalício de 2012?

Candidatos a diretores derrotados e postos em tachos dourados nas DREs ou em outras prateleiras, afadigam-se agora para implementarem o encerramento das escolas do sonho perdido.
Acossados pelos infortúnios clamam vingança antes do início de outro qualquer processo de construção de mega-agrupamentos ou de reorganização da gestão educativa, como forma de mostrarem que com eles na oposição: dura lex sed lex.

Por exemplo:
A ex - E. S. Maximinos parece ser uma das que está na calha...
A EB 2/3 D. Henrique idem
etc.
Amor com amor se paga...
Mas outras, quiçá para promoverem uma sã estabilidade em termos de promoção de um mercado de concorrência perfeita, segundo rumores antigos do tempo do vice da popota na DREN, irão encerrar portas, para que colégios privados possam sobreviver:
A EB 2/3 Tadim - colégio infante d. henrique
A EB 2/3 Real - colégio carvalho araújo
etc.
O MEC sempre poupa 10 000€/turma na pública em benefício da privada...

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Ex-Professores: Empresários Assalariados

Anos 80, inúmeras pessoas iniciaram-se no mercado de trabalho, enquanto estudavam, concorrendo nos mini-concursos; o bago sempre dava para pagar os extras que os papás não subsidiavam.
Depois de acabarem as respetivas licenciaturas continuavam com o mesmo esquema até encontrarem outra forma de trabalho.
O problema eram os alunos serem demasiado irriquietos ou os horários muito espartanos ou o vencimento ser muito pouco ou ter de fazer de saltibanco anualmente.
Muitos saíram para novas oportunidades públicas enquanto que  outros tornaram-se empresários infinetisimais:
  1. Horário do chefe livre.
  2. Patrão declarava sempre rendimentos inferiores ao montante mínimo para ficar isento de apresentação de declaração de IRS.
  3. Segurança Social era perspetivada como um sorvedouro inútil dos rendimentos ganhos honestamente!
  4. Faziam depósitos bancários utilizando familiares, com emprego legal, como intermediários e assim escaparem aos olheiros das finanças.
  5. Chapa ganha, chapa gasta.
  6. Férias em cruzeiros ou em ilhas do pacífico ou em outros destinos exóticos.
Durante as contestações dos professores tornaram-se fãs irredutíveis de MLR e da Barbie e do José..., insultando professores como parasitas e que raramente sabiam trabalhar no duro (professores que pagaram normalmente os impostos sobre o trabalho para o Estado...), antigos colegas, que não fugiram das dificuldades e de outros escolhos que estão subjacentes à profissão de professor.
Agora a crise também os apanhou e passaram a auferir vendimentos/lucros de salário mínimo, porque os consumidores começaram à procura de negócios da china mais baratos, e agora também querem que o Estado os ajude a sustentar o carnaval...
Agora querem que os professores também sejam os seus clientes preferidos, apesar de continuarem a defender o fim dos subsídios aos funcionários do Estado, que pouco fazem e ganham mais do que eles.
Agora também não desejam que emigrem (baixa no consumo de: fotocópias, restauração, estampas de artistas plásticos, etc.) e porque às tantas, ainda podem sacar nichos de oportunidades que deveriam estar reservados para os tais empresários vão-de-escada.
Agora querem que familiares, professores ou funcionários públicos, vendam bens de herança, através da chantagem emocional, para poderem sobreviver e manterem pelo menos as aparências de empresários livres.
Agora ainda continuam a olhar com desdém para os professores porque consideram que Sócrates não foi suficientemente duro e Passos Coelho parece que tem medo de cortar nos direitos desses falsos trabalhadores.
Agora continuam a querer beneficiar de oportunidades anteriores (agora sem cheta...), como não pertencer ao SNS, evitar listas de espera e ter atendimento personalizado em consultórios de professores catedráticos / chefes de serviço de hospitais centrais.
Agora...

sexta-feira, janeiro 06, 2012

A Qualificação dos Portugueses


O Conselho Nacional de Educação tornou público, recentemente, o relatório ‘O Estado da Educação 2011. A Qualificação dos Portugueses’.

Este relatório dirige-se ao público em geral e não só aos profissionais da educação. O Conselho Nacional da Educação aprecia o desenvolvimento e aplicação das políticas de educação e formação, emitindo pareceres e recomendações, por sua iniciativa ou a pedido do governo.

Uma leitura atenta deste relatório permite constatar a situação da educação em Portugal, refletindo alguns dos aspetos que vivenciamos no nosso dia a dia.



Naturalmente, não seremos muito pormenorizados no nosso comentário, apenas pretende-mos apresentar algumas reflexões que mereceram uma atenção mais cuidada.

A educação e formação são setores decisivos na evolução dos países. Não é de mais lembrar que a educação de todos e ao longo da vida impõe-se como necessária ao aperfeiçoamento pessoal e profissional, à adaptação ao mercado de trabalho e à própria sobrevivência. A problemática da educação de todos e ao longo da vida não deve ser equacionada só como um desafio escolar, mas ser colocado a toda a sociedade.



Quando se refere a “qualificação dos portugueses”, estende-se à formação escolar e profissional, adquiridas nos diferentes níveis de ensino e em diferentes contextos - formação inicial, contínua e reconhecimento de saberes adquiridos em diferentes ambientes.



Diz-se que, em termos globais, os portugueses possuem qualificações baixas, mas quando atendemos às diferentes vias de formação de nível secundário o ritmo de conclusão é elevado. Surge, então, a referência e a relevância que devem ser dadas ao processo de reconhecimento, validação e certificação de competências.



Também lemos no relatório que os jovens portugueses estão atualmente muito mais qualificados do que estavam em 2000.
O acesso à educação alargou-se de modo significativo em todos os níveis de ensino. Para esta melhoria, muito contribuiu o aumento e diversificação da oferta de educação e formação de nível básico e secundário. Paralelamente sentiu-se o decréscimo do abandono do sistema de ensino sem diploma.



Constata-se ainda que os professores, elementos decisivos no conceito educação para todos, também têm investido na melhoria das suas qualificações.

Neste relatório, identificam-se alguns recursos e estratégias importantes e implicados na melhoria do sistema educativo: renovação de instalações e equipamentos, expansão das bibliotecas escolares, apoios diversificados a alunos e melhor inserção das escolas nas áreas em que se localizam.
Destaca-se ainda o investimento muito significativo nas Tecnologias da Informação e Comunicação.



Registam-se alguns avanços na educação de adultos. Destaca-se que é visível na sociedade portuguesa, o reconhecimento da importância da elevação dos níveis de qualificação da população e a valorização social da Aprendizagem ao Longo da Vida.

Considera-se que há uma reconciliação entre os adultos pouco escolarizados com os percursos de educação e formação, valorizando a sua experiência de vida.

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Quando a Identidade construída serve de mote para uma Identidade em construção

No dia 6 de Janeiro iniciam-se as Comemorações dos 40 ANOS da ESAS sob a denominação do patrono Alberto Sampaio. O esforço coletivo de refletir sobre o passado e preservar as memórias construídas, serve de mote, indubitavelmente, para a discussão sobre o presente: discussão sobre a Escola, a Educação, as Memórias, a Cidade, o País, o Mundo.







Encetamos, de novo, um espaço para reencontros felizes onde o debate de ideias se entrelaça com o conhecimento, as ciências, as artes, a cultura. É precisamente neste cruzamento feliz que nos temos esforçado por dar continuidade a uma Identidade que dependerá sempre das pessoas que lhe dão sentido. Este primeiro momento será, por isso mesmo, dedicado a todos aqueles que, no presente ou no passado, se tenham recusado a ficar no silêncio e tenham tomado a palavra na defesa da Escola, da Educação, das Memórias, da Cidade, do País, do Mundo.






Cerimónia de Abertura


40 ANOS ESAS


06 Janeiro de 2012






09h30 - 10h00: Receção a Entidades e Convidados
Átrio de Entrada da ESAS


Momento Musical: Intervenção dos Alunos da Companhia da Música de Braga
Alunos da ESAS
Regime Articulado ou Supletivo da Música






10h00 Auditório Sebastião Alba, ESAS
Sessão Solene


10h05 Intervenção do Sr. Presidente das Comemorações dos 40 Anos da ESAS


10 h10 Intervenção da Diretora da ESAS


10h20 Concerto de Reis:


MIGUEL SIMÕES Violino


Concluiu o ensino secundário na ESAS
Admitido com 15 anos na Faculdade de Música da Universidade de Utrecht (Holanda)
Com 16 anos ganhou o 1.º Prémio em violino do Concurso Jovens Músicos - RDP
Mestre em Performance pelo Conservatório Superior de Amsterdam
trabalhou com conceituados músicos como violinista solista, camarístico e de orquestra
Fez a estreia mundial em Roma de três obras que lhe foram dedicadas pelo compositor Joaquim Santos
Apresenta-se regularmente em Portugal, Espanha, Itália, França, Áustria e Holanda
bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2002 e 2008
Apresenta-se em concerto num violino Pierre Hell que pertenceu ao compositor romeno George Enescu, atribuído por uma Fundação Belga.






10h40 - Intervenção das Autoridades Convidadas


10h50 - Homenagem aos profissionais da ESAS aposentados em 2011


11h10 - Atuação do Grupo Coral da ESAS


11h40 - Atuação do Grupo de Ginástica


12h15 - Inauguração de Exposição Fotográfica sobre a história da ESAS


13h30 - Almoço de Reis


16h00 - Inauguração do Clube Fernando Pessoa


18h00 - Cerimónia de Entrega de Diplomas Alunos do Ensino Diurno


20h00 - Cerimónia de Entrega de Diplomas Alunos do Ensino Noturno
Manuela Gomes

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Salão Mozart

Tendo em conta o misticismo ariano, na década de 50, austríacos de Graz membros nas SS, herdeiros do simbolismo nazi, fundaram o salão paroquial e de bailes Mozart, quiçá para recordar eventos históricos, como os do Holocausto.
Posteriormente, subsidárias do dito cujo, nasceram, primeiro na Baviera e depois no resto da europa.
Ora, é lícito questionarmo-nos sobre o facto de poder haver alguma semelhança entre estes salões de bailes mundanos e a loja maçónica lusa?
Em termos de pensamento político-religioso e filosófico e das práticas dentro do estilo das SD, as coincidências são algumas...

domingo, janeiro 01, 2012

Educação Sexual ou Motores Enguiçados...?

O chefe do MAI veio passar uns dias às berças de Braga, no carro oficial e com motorista acoplado.
Parece que para poupar uns euros, evitando o estacionamento vigiado do Hotel, ficou com uns vidros rachados e o arranjo acabou nos 90€ (pago pelo contribuinte?).
Notícia banal, coscuvilhice de parasita ou história mal contada, porque os sons do silêncio são ruidosos demais.
Porque a verdade dos factos pode ultrapassar o bom senso e transformar um capricho num drama político-económico:
O Motorista terá pernoitado num hotel de luxo (****) pago pelo contribuinte?
Ou há dinheiro nas almofadas ou pernoitas em saldo ou o Governo, tal como em Veneza ou na TAP, tem reservas eternas.
O Motorista terá usado a viatura oficial para fazer passeios turísticos noturnos?
As estradas de montanha que ladeiam Braga apresentam uma movida bastante interessante e se a obrigatoriedade da fatura for aplicada, então as receitas fiscais sofrerão um tsunami, tal como o crescimento do PIB e 2012 arrisca-se a ficar nos anais da história trágica lusitana, como o ano da recuperação de todas as crises.
O Motorista terá tido umas sessões de ..., e os saltos pontiagudos da madame, no auge do delírio terão espatifado o vidro?

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Guerra y Hambre

Tengo una gran debilidad.
Estoy haciendo la cama de Neus.
Parece que haber de inclinarme para poner bien la sábana haya contribuido a mi mareo.
Me siento en una silla; la cabeza me da vueltas,me duele el estómago, la cabeza, las manos me tiemblan.
Cuando estoy de pié, a menudo se me doblan las piernas, por las rodillas, me siento débil. No es la primera vez. Lo entiendo.
¿Qué cosas como? Patatas, leche, arroz, bacalao, huevos, caldo y muchas otras cosas hace meses que no tenemos. La carne y las legumbres una o dos veces al mes.
Solo tenemos “farinetes”, olivas, chufas,farinetes, olivas, chufas, y siempre es lo mismo.
Antes, al llegar a casa, podías picar cualquier cosa, ahora solamente la paperina de chufas y el bote de las olivas.
Siempre que puedo, cojo también lo que puedo. Al mediodía cojo algunas aceitunas, mientras mi madre habla con la vecina, limpia, está en el water, o no está (esto casi nunca pasa).
Con las chufas no lo puedo hacer, porque la paperina está atada con un cordel, y me entretendría demasiado. La puso mi padre, ya que notó lo que hacíamos mi hermano Ángel y yo.
Cuando estaban en un bote era mucho más fácil hacer que los dedos se distrayesen, pero ahora, con la cuerdecita ya no lo es tanto.
¡Cuántas veces, al ir a la cama, he reflexionado, he pensado, e incluso he comprendido como está de mal, de indecente, una mala obra, robar, y más en casa, robar a los padres, a los hermanos, a mi misma!
¡Cuántas veces me he propuesto no coger nunca más, aguantarme, como aguantan los de casa (excepto Ángel), ya que las partes de comida son iguales!
Pero cuando llego a casa tengo hambre, pienso en las aceitunas, la boca se me hace agua, tengo la oportunidad de que mi madre no me ve, no pienso en lo mal que está, en que robo a todos los de casa, ni pienso tampoco que la noche anterior me he propuesto no hacerlo más, y no pudiéndolo resistir abro el cajón, destapo el bote de las olivas y cojo un puñado.
En esos momentos, el corazón me va más deprisa, el pulso me tiembla, y hasta que no me las he comido no me acuerdo de lo que había pensado.
Yo creo que eso no se puede censurar, que es robar, sí, pero un robar explicable, robar pornecesidad. ¿Si no pasara hambre robaría? No.
Creo, también, que el hombre más honrado y buena persona en un caso de necesidad también robaría.
Naturalmente hay quien tiene más fuerza de voluntad que yo, más resistencia, pero todo eso también se acaba en un caso extremo.
Pdta: Neus tiene 5 años, y cuando juega a saltar a la comba canta la siguiente canción: En el campo de batalla, ha caído un avión, muera Franco, muera Hitler y toda su tripulación.
Pitos, sirenas, todo el mundo a refugiarse. Tiran bombas por las calles los fascistas criminales.

Amb ulls de nena (1936/7 y 1938)
Encarnació Martorell i Gil

domingo, dezembro 25, 2011

Navidad...

Ha llegado la navidad. Pero... que diferente del de entonces. ¡Del que reinaba la paz! En casa no la celebramos y como nosotros no lo hace casi nadie. Ahora, el menú ha cambiado. Así, en vez de servir carne, pollo, turrones y champany, comemos un plato de "farinetes"; como las avellanas se venden a 20 pts el kilo, chufas y de postre media naranja.
Durante toda la comida pienso en lo mismo. En aquellos días, esa navidades, esa felicidad, esa alegria ¿cuándo volverá?
Pienso también en los soldados. Como tienen que estar añorando sus familias.. sus hogares... No saben si volverán a reunirse...
¡Pobres soldados! Yo al menos tengo padres, hermanos, casa, un plato en la mesa y cama. Ellos no tienen nada de eso a su alrededor.
¡Y todo por la guerra! ¿Cuándo volverá ese tiempo? ¿cuándo no pensaré en todo esto? me voy preguntando.
Cuantas y cuantas cosas llega a destruir la guerra. No solamente vidas y ciudades ¡sino también las fiestas más familiares!
Nochebuena
Son las nueve de la noche. Neus ya está durmiendo. Ángel está cenando en los comedores (¡en los comedores!). Hace mucho frío y no hay electricidad.
Estamos cenando los padres y yo, iluminados por la luz que sale de una botella con petróleo.
Cenamos sopa, pan y veinte avellanas cada uno. Yo ya he acabado cuando la madre empieza a hablar de los años anteriores, que nos íbamos tarde a dormir esmerándonos en dejarlo todo arreglado y ya está. ¡Qué diferencia! pienso, comparar el entonces con el ahora. Antes tan alegre, ahora... tan triste.
Pasan unos momentos de silencio, los tres pensamos en lo mismo.
Se apodera de mi una gran tristeza, pienso en el tio, en los combatientes que quizás han de luchar en el frente, hundidos dentro de la nieve en vez de disfrutar de esta fecha en su casa y con sus familias.
Siento que dos lágrimas están a punto de salir.
Me levanto de la silla y me voy al WC. Una débil luz se ve por el quicio de la puerta. Miro a mi alrededor, todo está oscuro, triste.
Me apoyo en la pared y empiezo a llorar.
¡Oh!, ¡paredes que también existían en tiempos de paz! Que veiais como como entrábamos y salíamos con prisas, para poder ver como la madre preparaba el gallo. Para reir, cuando ella nos decía que la barriga se le hinchaba. Por sentirnos felices cuando veíamos todo lo que madre ponía dentro del pollo, y pensar que todo eso nos lo comeríamos mañana.
... Que veiais como disfrutábamos, y como el papa libre de dolor de cabeza también compartía nuestra alegría con sus chistes y con sus risas.
Oh! paredes que veis como ha cambiado la vida!
Que estáis mojadas con mis lágrimas de nostalgía, que sentís como mis manos os acarician, que no estais iluminada como antes y parecéis más tristes; que sentís como lloro por ese tiempo pasado!

Amb ulls de nena (1936/7 y 1938)
Encarnació Martorell i Gil

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Professores Bandeirantes...?

 Passos Coelho tem um passado de muita contestação (Propinas e Couto dos Santos) e conhecendo estes ambientes decidiu deduzir que havia necessidade de desbravar novos mundos, colonizando povos enviando novos bandeirantes na pessoa dos professores e promovendo o esclavagismo do trabalho sobre os sedentários parasitas.
Por outro lado, escolher a proposta chinesa, como a que tinha melhores contrapartidas faz lembrar a aquisição dos submarinos que foram preferidos por Paulo Portas, talvez porque os alemães da ferrostal subornaram políticos portugueses que ainda não foram identificados oficialmente; no caso dos asiáticos, Paulo Portas sabe que não existem mexeriquices judiciais que possam borrar a pintura, como parece acontecer na alemanha.
 

Maestro Passos C... contra as propinas:
Não Pagamos



Coçar Macacos?





Três Povos em Colonização?







Da China com Contrapartidas?
Professor Aprende?

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Emigrar ou Morrer...?

Na Siria mata-se a contestação com sangue.
Em Portugal elimina-se o protesto com desemprego aplicando como solução a saída migratória para muceques brasileiros ou favelas da frente leste.
Passos sem linha de rumo e armado em homem do leme 2 sabe que só salvará o bote salva vidas se os funcionários públicos qualificados de mais idade morrerem antes de requererem a respetiva aposentação e os qualificados pretendentes a funcionários do Estado trabalhem fora do país, mas desde que deixem o coração cá dentro (entrada de divisas).
Um PM deste calibre, tal como os últimos cinco, é apenas o reflexo de uma sociedade que perdeu valores e ética e respeito pela própria cidadania e alma.
Ser português é apenas um conceito abstrato que para os profissionais da política serve para justificar o prometer do céu, oferecendo mierda e governando-se com a exploração da força de trabalho, através das mais-valia relativa e/ou da mais-valia extra.

Marx continua presente e atual...
Um Natal muito sombrio esperará os portugueses durante os próximos 20 anos (uma geração perdida).

domingo, dezembro 18, 2011

Mala de Cartão...?


Na sequência do apelo dramático e patriótico de Passos Coelho, a caixa de ressonância do querido líder, o professor Ramiro Marques prepara-se para debandar para terras de Saurimo, onde segundo o próprio, existem mais colégios que professores e quiçá alunos.
Para Angola já e em Força...

terça-feira, dezembro 13, 2011

Primavera educativa laranja em Brega...?

Braga, pertencente ao Estado do Rio Pequeno do Norte do Burkina-Faso, entrou no rol da transparência obscura da anti-corrupção laranja.
Empresa laranja muito conceituada no ramo das limpezas de esgotos e afins decidiu em 2011 apresentar-se a concurso sobre desinfestação de escoadouros de todos os edifícios públicos de natureza educativa em todo o município, com custos de caixão à cova, para eliminar toda a concorrência.
Como não tinha trabalhadores, salvo um segurança e uma secretária em vão de escada, porque isto de pagar seguro e seguridade social tem papel a mais e a vida não está dando de barato, resolveu arrebanhar desempregados famintos e sem abrigo, colocando-lhes nas nãos uma esponja e um balde já com líquido espumante e mandaram fazer o serviço (pagou 1 real por dia, recebendo a empresa 5 euros por hora).
Em termos de resultados finais para o social foi pior a emenda que o soneto, porque os cheiros perfumados das profundezas dos infernos subiram para a atmosfera originando que as vidraças das escolas virassem grafitis malicentos enquanto que o ar puro se infiltrou nos respiradouros subterrâneos ...

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Mensagem para D. Nuno...?

Zerbitzu publikoetako langileak mobilizatzera deitzen dituzte ELA, LAB eta STEE-EILAS sindikatuek


Mobilizazio hauei hasiera emateko hurrengo asteetan lan zentroetan batzarrak eta elkarretaratzeak deitu dituzte ELA, LAB eta STEE-EILAS sindikatuek. Urtarrilaren 26ean manifestazioak egingo dira Gasteiz, Donostia eta Bilbon eta otsailaren 9an 4 orduko lanuztea eta manifestazioak EAEko hiru lurraldeetan.

sábado, dezembro 10, 2011

Os Submarinos Alemães do círculo da oração

Na Alemanha, segundo o semanário Expresso de 10 de dezembro de 2011, dois responsáveis da Ferrostaal que juntos fizeram escoar dezenas de milhões de euros em luvas, no negócio dos submarinos vendidos a Portugal, vão responder em tribunal pelo crime de corrupção comunitária de funcionários públicos estrangeiros.
1,6 milhões de euros para seduzir representantes do Governo Português.
Durante as buscas, as autoridades alemãs encontraram um memorando que descrevia reuniões com Durão Barroso e Paulo Portas...(?)
Os negócios da Ferrostaal eram estabelecidas através de um conjunto de pessoas designadas como o círculo da oração.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Os Alunos do Crato...?

«Exmo(a) Senhor(a)
Director (a),

Tendo em consideração que no dia 16 de Dezembro de 2011 encerram as actividades lectivas do 1.º período escolar, as quais serão retomadas no dia 3 de Janeiro de 2012, informo V. Exa. do seguinte:
  • No dia 28 de Novembro de 2011 será realizada a última Bolsa de Recrutamento antes da interrupção lectiva do Natal. As últimas necessidades deverão, assim, ser introduzidas na aplicação informática BR/CE para validação pelas DRE. Relembra-se que só correm nesta Bolsa de Recrutamento as necessidades validadas pelas DRE até às 10:00 horas do dia 28-11-2011.
  • No dia 22 de Dezembro de 2011 a plataforma BR/CE será, de novo, disponibilizada para carregamento e validação de horários de modo a que no dia 28 de Dezembro de 2011 se realize uma Bolsa de Recrutamento permitindo a colocação de docentes para assegurar o normal início do 2.º período. Esta Bolsa de Recrutamento será, nos termos do n.º 11 do art.º 58.º-A, do Decreto-Lei n.º 20/2006, de 27 de Fevereiro, com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 51/2009, de 31 de Janeiro, a última BR na qual os candidatos à contratação estão incluídos, uma vez que, a partir de 31 de Dezembro estes candidatos apenas podem ser colocados através da contratação de escola prevista no Decreto-Lei n.º 35/2007, de 15 de Fevereiro.
Com os melhores cumprimentos.
O Director geral
Mário Agostinho Alves Pereira
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Significa isto que as situações que surjam a partir das 10 horas do dia 28 de Novembro – doenças, licenças de maternidade ou paternidade, entre outras – não serão atendidas, ficando os alunos sem aulas até ao dia 16 de Dezembro. Estas só serão retomadas em 3 de Janeiro.
É reprovável a adoção deste procedimento, mas ao mesmo tempo esclarecedor: nada mudou em relação ao que tanto era criticado por quem, um dia, chegou a afirmar que era preciso implodir o Ministério da Educação… Afinal de contas, limita-se a copiar os piores exemplos!

O Secretariado Nacional da FENPROF
6/12/2011

terça-feira, dezembro 06, 2011

Professores em Plano Inclinado...?

No Princípio era o Verbo depois tivemos o Lápis Azul e finalmente aparece o Amputador...

Desamores de Professores em Crise de Puberdade...
A princípio eram Alohas para o Nuno Crato, Loas para o Nuno Crato, Apologias para o Nuno Crato, Louvores para o Nuno Crato e Elogios para o Nuno Crato, enquanto se cantavam Lérias para o Santana Castilho ou Arengas para o Santana Castilho, etc.
D. Nuno Crato era o D. Sebastião, uma espécie de fénix, o deus fálico da sabedoria, levando estampado no rosto a runa de uma especie de sociedade thule para a mudança volk.
Santana Castilho de símbolo de resistência à saga socratina da educação, agora ascendeu ao papel de um judas oportunista que teve um rumo sem história em tempos passados, um pedante saloio à procura por um poiso governamental!!!
Nos entretantos, o Censor das novas consciências, com um ar de senador imperial, com a mania de ser um julius pretor, ia preparando a sua senda na espera pelo desbravar da implosão do sistema educacional, juntamente com os seus vassalos, uma espécie de servos da gleba; enfim o nosso lider aparecia como um Jünger que pretendia ir dedilhando as letras no seu In Stahlgewittern Tuga.
Mas a espera foi-se eternizando em torno da deixa do outro, papai ainda não sou adjunto, e quando o plano inclinado virou para o lado errado, as reservas gaseificadas estoiraram em forma de borbulhas silenciosas no milieu, mas escritas em estilo de um mein kampf revisitado à moda de um Tajo de Albarracín de abajo.
Depois o caldo da burra entornou, ultrapassando o escano do pisão com o fato da estória da história passar para as mãos enluvadas dos gatos pingados.

O Ministro, de heroi passou a vilão quando, nos primórdios da nova aragem, o mau da fita era o outro, embora o enredo agora já tenha passado para as charnecas do esquecimento e só por cima de um cadáver adiado.
Os Outros, os apoiantes de Santana Castilho, depois do leite derramado e perante o aumento do desespero de professores sem trabalho, em vez de fazerem força contra esta situação, tornaram-se fundamentalistas do Governo, ao incentivarem os descontentes a emigrarem para o Klondike africano, onde o pote de ouro do arco-íris estará à disposição dos mais audazes, como se ainda fosse uma colónia de Portugal, onde uns brancos continuariam a explorar o preto...

Nuno Crato já não tem as simpatias iniciais porque não soube distribuir os méritos e Santana Castilho passou a ser ostracizado, como se as suas análises atualmente só atrapalhassem quem o apoiou e que agora tem um tachino a defender.
Uma vergonha triste...
Por isso mesmo é que podemos considerar que os fundamentalismos não são mais do que resultado de células neurais em curto circuito ainda não regeneradas e que depois geram disparates inexplicáveis...
Se as coisas/entendimentos/acordos beneficiam os professores (quais professores: todos ou só contratados ou só alguns, consoante os interesses em jogo), então os méritos devem-se à ação de uns que souberam lutar contra a inércia dos Sindicatos; mas se correm mal, a culpa vai inteirinha para os dirigentes sindicais, filiados e em última instância para os próprios sindicatos que deviam ter sido implodidos.
O Egocentrismo de alguns desfez qualquer hipótese de união de uma classe que sempre foi desunida e que MLR conseguiu o milagre da unidade...
No entanto, todas as conquistas tiveram nos Sindicatos os verdadeiros vencedores que conseguiram obter:
1 - Um ECD, ainda que revisto, não totalmente liberal
2 - Fim da divisão das carreiras entre Professores e Titulares
3 - Princípio de vinculação de antigos professores contratados que Governo de Sócrates tentou anular e que o atual governo decidiu implementar.
4 -  Direito ao subsídio de desemprego
5 - Colocação de Professores DCE e DACL que inicialmente não tinham colocação neste ano letivo.
6 - etc.
É pena que esses alguns professores tenham  amnésia e falta de honra, porque deviam ter recusado, por um princípio de ética, beneficiar da ação de associações que tanto desprezam.

sábado, dezembro 03, 2011

Jornalistas Amarelos...?

No jornal Público de hoje, uma notícia, meio escondida em página do interior, dava conta do repúdio por parte de todos os trabalhadores  sobre uma proposta de lay off que lhes foi apresentada e exigindo saber qual é a estratégia de crescimento da empresa e a estratégia de mudança do jornal segundo uma moção aprovada em plenário por unanimidade.
Se a administração prevê aplicar o lay off a 21 trabalhadores, durante cerca de 365 dias, (jornalistas e colaboradores) para equilibrar as contas do jornal a partir de Janeiro, como compreender a integração de outras pessoas como colunistas, sem pôr em causa o respetivo deficit?
Só se esses novos colaboradores são a custo zero, apenas participando por efeito de promoção social e sem haver consciência de solidariedade social relativamente às futuras vítimas a despedir.
Deve ser por esse e outros motivos, quiçá mais materialistas no futuro, que são cada vez mais os que são contra a existência de Sindicatos e denegrindo as pessoas que voluntariamente se encontram sindicalizadas...

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Humilhados e Ofendidos: Sûreté ou PSP...

Ano de 2008, meados de Setembro, na cidade do Porto, um moina identificado como agente de trânsito, repara que um renault, com matricula francesa circula em sentido contrário, nas imediações da rua do Almada e manda parar o condutor, que estava acompanhado pelo resto da família.
O agente falando português e arranhando franciu pede documentos, mas o condutor protesta, com palavras e gestos, que não entende a linguagem portuguesa (quem assistiu pode afirmar que a cena poderia ficar nos anais da história das tripas) e o agente da PSP foi fazendo várias tentativas para estabelecer contato adequado, mas condutor e família conversavam sempre em Francês, porque sabiam que existia alguma tolerância sobre turistas perdidos.
Mas, o petiz mais novo começou a embirrar com alguma coisa e a mère resolve ralar-lhe em francês macarrónico utilizando um palavrão típico de portugal para rematar o sermão.
O moina da PSP compreende que esteve sempre a ser simpático com aqueles turistas francesses, que afinal de contas eram portugueses.
Toda a família recebe voz de prisão para se identificarem na esquadra e o condutor perde as estribeiras e recorre a todo o vernáculo que foi aprendendo nas berças e descarrega sobre o agente e os mirones.
Depois apercebendo-se que tinha exagerado, quase a lamuriar pede desculpa e questiona as atitudes dos agentes de autoridade portugueses de não respeitarem os emigrantes, humilhando-os publicamente ao contrário do que acontece com a postura dos agentes franceses!!!

quarta-feira, novembro 30, 2011

Tronchudas Natalícias...

Quem em Montalegre apresentar uma fatura no valor mínimo de 15€ do comércio tradicional e de bens nacionais, junto do eco-museu do Barroso, recebe uma troncha,´quiçá de vários quilates (?) proveniente da veiga e de fazer inveja a qualquer fenómeno do entroncamento.
É uma forma airosa de promover a procura interna, dinamizando as atividades comerciais locais, numa altura de crise, num concelho do interior e evitando que as gentes demandem terras do couto mixto, do outro lado da raia.

terça-feira, novembro 29, 2011

Verdades Educacionais segundo Nuno Crato?

Estatísticas da Greve à Nuno Crato? - 2
Ora, vejamos um caso exemplar, de uma situação insólita, passado por um diretor da área metropolitana de Lisboa, quando recebeu de uma Tutela muito grossa, via fone, uma visita inesperada com questões objetivas e bem direcionadas, sobre o dia de greve:
  1. Quantos professores e funcionários estariam colocados e em funções efetivas?
  2. Quantos professores e funcionários tinham faltado, excetuando os de baixa médica?
O diretor tentou dizer que naquele dia/manhã só estavam escalonados para serviço cerca de 36 professores e que cerca de 14 dos faltosos tinham sido por motivos de greve, acrescentando que 13 outros professores, embora não tivessem serviço, meteram requerimento à direção, para lhes ser descontado o dia, como se tivessem feito greve.
Mais não disse, sobre os funcionários, porque do outro lado da linha, o tal senhor com uma voz toda pomposa interrompeu e respondeu que esses valores em aditamento do diretor eram irrelevantes...

Estatísticas da Greve à Nuno Crato? - 1

Nuno Crato em vias de sair da SPM do Burkina-Faso?

O antigo porta voz da SPM do Burkina-Faso resolveu com intuitos ainda não totalmente esqclarecidos, errar os resultados finais sobre a verdadeira quantificação dos aderentes à greve.
É que, em econometria, a recolha das amostras e a não consideração de existência fatores aleatórios pode enviesar os resultados...
O nosso ministro, matemático do quelhas talvez nem tenha efetuado o cálculo da variância dos restos, nem entrou em linha de conta com a questão dos intervalos dos extremos máximos e mínimos condicionados, através do uso da notação matricial, de forma a satisfazer o sistema de estacionaridade.
Ora, segundo o teorema de Rouché é condição necessária e suficiente, para que o sistema de quantificação seja possível, que todos os determinantes caraterísticos, se existirem, sejam nulos.
Como deveríamos saber, na matriz dos coeficientes do sistema  (1+1=1), procura-se uma sub-matriz quadrada de ordem máxima com determinante não nulo e em que a ordem dessa sub-matriz é a caraterística dos seus coeficientes e o seu determinante é o determinante principal do sistema.
O atual Ministro que um dia venha a opinar sobre sondagens construídas sob a sua tutela vai transformar a ciência eulclediana num pagode...
Na verdade, se existem 6 milhões de população ativa, então como explicar que cerca de 4,8 milhões de habitantes tenham feito greve, segundo os sindicatos; parece ser um absurdo irresolúvel.
Por outro lado, o Governo avançou com uns rídiculos 8%!!!
O Governo deve aplicar o número de grevistas sobre o universo da população portuguesa.
Às tantas a % de grevistas teria sido inferior a 73 000 e mesmo assim já devemos estar a pecar por excesso de otimismo inorgânico.

domingo, novembro 27, 2011

A Rifa do Pote e do Penico...

Em terras de Barroso, apelidar alguém de rico, de inteligente ou de sortudo, através de ditados populares, era mais comum do que se possa imaginar, porque mesmo nos dias de hoje ainda têm aplicação, como o caso: O Pote e o Penico.
Pessoas inteligentes/videntes como Bagão Felix, Manuel Pinho ou Álvaro Pereira, quando dizem que a crise está de finados e a abastança está ao virar da esquina, apenas nos transmitem a mensagem de que eles fazem parte de um círculo grego de qualidade designado de maya, enquanto que os outros, os idiotas, sendo acusados de culpados da crise financeira já que gostaram de ser defraudados pelos sucessivos banqueiros, devem pagar a fatura agora.
Alberto Jardim quando deseja independência, mas não a separação de Portugal está a dizer o óbvio, sobre o fato de que o feliz deputa(e)do PSD, quiçá supostamente designado por Miguel Sousa, vice-presidente do PSD e da Assembleia Legislativa Regional, deve ter toda a autonomia para também gerir receitas e despesas das Ilhas, embora reconheça que o pagamento das dívidas e a obtenção de outras receitas obrigatoriamente provenientes dos Colonialistas Cubanos do Continente, impeça a situação de separação.

sábado, novembro 26, 2011

Crise de uns e Fortuna de outros?

Carris criou carreira para servir Fundação Champalimaud, segundo a jornalista Inês Boaventura do Jornal Público, a carreira 98, faz um percurso de oito minutos e em média transporta um passageiro por viagem.
O secretário-geral da Carris, Luís Vale, diz que estão afectos a este serviço dois motoristas e um autocarro com 27 lugares.
Inês Boaventura acrescenta que em Março de 2011 a Carris suprimiu seis carreiras de autocarros e em Setembro acabou com mais uma.
No início deste mês soube-se que o grupo de trabalho nomeado pelo Governo para estudar a reformulação da rede de transportes propunha o fim de mais 23 carreiras.

sexta-feira, novembro 25, 2011

Escola da Ponte e o Monher das Finanças

A Gestão desta escola da Vila das Aves, famosa pela defesa de valores e missão patriótica nacional, decidiu, já há algum tempo contrariar a crise, embora fora da área de influência da Central de Compras, investir na aquisição em massa de produtos genuinamente portugueses, como os baldes de plástico, embora a matéria-prima tenha de ser importada.
Desta forma, temos aqui um nicho de mercado pouco explorado nas nossas escolas, mas que pode ser o click que esgalhará o dinamizar do PIB.
Baldes de plásticos de todas as cores, tamanhos e formas, cores e gostos, de forma a aproveitar a água bendita e abençoada que o S. Pedro resolve deitar no local errado.
Uma pinga ali, logo mais um balde; depois outra pinginha acolá outro baldinho; finalmente se vier uma enxurrada deve-se comprar um baldão cisterna vazio de malabarices


Não há dinheiro?
Fazer-se peditórios é remédio santo...
Parece que tudo é reciclado, tal como dizia o velho Lavoisier..., que irá discutir os trocos com a troika.

Os Sopapos da pasmaceira da AR

Ao contrário do que passou nos Media, junto do (Para)Lamento do Botswana, com os holofotes virados do avesso, verificou-se um insólito momento, entre uns civiles fardados e uns moinas paisanos; mas a verdade é foi tudo uma mentira organizada pelos deuses do pastel de Belém.
Os fardados mais não eram que os verdadeiros indignados que, por questão de honra na defesa da pátria, se mascararam de moinas, enquanto que os trauliteiros eram os verdadeiros agentes de segurança da PSP que aproveitaram a ocasião e tentaram testar a solidez dos gorros de moto due.
O mais engraçado foi quando um dos fingidores de cima, deu um sopapo na mana que estaria no lugar errado (presume-se que o ambiente familiar vá esfriar, porque isto de um civil bater num graduado e ainda por cima, numa moçoila de tenra idade, tende a criar condições para alguém ser acusado de violação de direitos, quiçá de impor incesto ou violência doméstica familiar...).

quinta-feira, novembro 24, 2011

A Greve no Sr. Silva!

Há cerca de 20 anos qualquer ceguinho, como o Silva via que estava tudo normal e hoje o comportamento do Sr. Silva em nada é diferente:
  1. Os transportes estão sempre disponíveis (pópó e motorista à disposição são apenas pormenores)
  2. Se necessitar de mandar uma carta através dos correios, utiliza o posto local e o cuspo do próprio
  3.  Se precisar de ter o aconchego do Sr. Jardim, como a FAP não faz greve, pode utilizar um dos Falcon (os controladores aéreos militares também estão sempre em operacionalidade técnica).
  4. Não havendo congestionamentos de trânsito, sempre pode, como avô babado, ir buscar os netinhos ao colégio (no carro oficial, mas com matrícula diferente, para evitar ouvir bocas foleiras).

% de não Adesão à Greve Geral

Serviços e Pessoas que não aderiram à greve Geral em 100%:
  1. Conselho de Ministros e respetivos membros de staff
  2. Adjuntos dos Ministros
  3. Deputados
  4. Juízes e Magistrados
  5. Forças de Segurança: PSP; GNR; PJ; SIS; e respetivas comandantas...
  6. Taxistas
  7. Entidades Religiosas
  8. Simpatizantes da Juventude Centrista Cristã que partiram vidros com as cabeças.
  9. Técnicos de Gestão e Administração de Serviços Noturnos Personalizados.
  10. Bares de Alterne e afins.
  11. Traficantes e consumidores
  12. Contrabandistas
  13. Sucateiros...

Dia Nacional da Cultura Científica...

 Dia Nacional da Cultura Científica, 24 de novembro, foi instituído em 1997 para comemorar o nascimento de Rómulo de Carvalho e divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da ciência. As Ciências Experimentais da ESAS, em Braga,  vão celebrar esta data com algumas atividades no dia 25 de novembro, devido ao fato de no dia 24 haver greve.

quarta-feira, novembro 23, 2011

Porque Fazemos Greve...

1 – Porque somos dogmáticos em termos de direitos que nos são coartados enquanto que, as obrigações impostas temos de as aceitar como uma inevitabilidade.
Passos Coelho, hoje no congresso das comunicações, afirmou taxativamente que o OGE para 2012 não é o da Troika, mas o do Governo; ou seja, acrescentando que se a Troika não estivesse cá, nem que o país tivesse outra situação económica, este Orçamento seria sempre o deste Governo.
2 – Porque pode dar que falar no estrangeiro e o Governo ficar encavacado pela hipótese de estarmos como a Grécia.
3 – Porque nem José nem Passos demonstraram sensibilidade para com as misérias políticas dos corruptos que se vão governando e cascam sobre os que não podem defender-se das agruras da vida.
4 – Porque os professores amarelos são os que não têm personalidade para assumirem as respetivas responsabilidades:
Ø  Faltam e depois metem justificação médica
Ø  Esperam que as Escolas fechem por via da aderência dos funcionários
Ø  Culpam o passado onde nada contestaram e só foram às manifestações porque os sindicatos pagaram o transporte fluvial.
Ø  Se a greve tivesse duração de 365 dias, talvez aderissem
5 – Porque não queremos que outros votem por nós: emigrem para o Gulag da Madeira
6 – Porque a Fofinha da Fanfa não faz greve
7 – Porque …

terça-feira, novembro 22, 2011

Um Historiador de muitas Histórias e Estórias...

Professor e Historiador Carlos Jaca, natural de Coimbra, lecionou em muitas escolas ao bom estilo de saltibanco, como nas Escola Comercial e Industrial e Comercial de Pombal, Escola Preparatória D. Dinis e Escola Secundária Domingos Sequeira em Leiria e finalmente aterrou na Escola Secundária Alberto Sampaio em Braga (a única onde, segundo o próprio, encontrou a melhor camaradagem entre colegas).
Ao longo de mais de 20 anos de actividade de docência na ESAS e outros 10 de aposentação tem vindo a escrever no Diário do Minho e na edição de autor de livros, investigações sobre a vida e obra de diversas personalidades portuguesas, como Aristides Sousa Mendes, Marquês de Pombal e a Reforma Universitária Pombalina, Alberto Sampaio, Álvaro Carneiro, Manuel Monteiro, etc., e sobre factos históricos da nossa história, como os referentes à Neutralidade Portuguesa nas Vésperas das Invasões Francesas ou às Relações Luso-Nipónicas nos séculos XVI e XVII.


Apesar de todas as vivissitudes que o Ministro da Educação quer colocar em vigor, a disciplina de História é e deve continuar a sê-lo, a par de outras como a Geografia a Filosofia e as TIC, uma das componentes mais estruturante do nosso saber actual.

segunda-feira, novembro 21, 2011

Em Coimbra A Água Dorme de Noite...

As palavras são os gestos de uma cultura
Um DVD do GEFAC para a FENPROF e de solidariedade com os povos do Sahara Ocidental, território que vergonhosamente a Espanha não teve coragem de promover a independência, porque em troca da indiferença, esperava que Marrocos deixasse em paz Ceuta e Melilla.

domingo, novembro 20, 2011

A Fragoneta do Crato...

Antes de Cristo aparecer já o nosso homem era viciado em manifestações.
Contra o Poder?
Contra os Oposicionistas ao Poder?
Contra os Emigrantes?
Ou contra os Liberais do PS e do PSD que colocaram o país nesta situação e vão governando, cantando e rindo?
Crato tem um c.v. deveras interessante nos anais da contestação, estilo low cost, principalmente como manifestante (para)lamentar omisso.