Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

quinta-feira, agosto 22, 2013

Professores: o regresso do filho pródigo?

Tantas insnuações, por parte do MEC, sobre a redução da despesa, com redução do número de professores, porque a taxa de fecundidade tuga era muito baixa, quiçá crise de zigotos..., para depois, o medo do despedimento dar lugar à satisfação de transformar a revolta, a favor de um voto inútil nos partidos deste desgoverno.
A crítica dos professores tem destas coisas insólitas...
A maior parte dos quadros de escola, obrigados a concorrerem para a mobilidade interna, foram recuperados e os suspiros de alívio ultrapassaram as expetativas iniciais.
Agora a batata quente está nas mãos dos QZPs que serão obrigados a deslocarem-se para distâncias turísticas, do estilo, vá trabalhar para fora cá dentro.
Estes poderão de ter de lecionar disciplinas afins às da habilitação própria/suficiente:
Professores de Filosofia ocuparem lugares de História, ou de História lecionarem Geografia, ou de Geografia ensinarem Economia/Contabilidade, etc., etc.
Mas os professores contratados continuarão a ver a sua situação precária cada vez mais negra.
Mas, para o ano letivo de 2014/15, os aflitos serão os quadros de escola e os QZPs irão sentir na pele, a atual situação dos professores contratados.

sexta-feira, agosto 16, 2013

O Paradoxo da Mobilidade...

Rescisões, eleboração de listas de funcionários a dispensar, despedimentos com justa causa partidária, etc.
Este Desgoverno anda tão confuso, que nem se apercebe das incongruências de algumas das medidas sobre as mobilidades.
Agregações, 1 escola secundária (funcionários dependentes da administração central direta: MEC) + 1 EB2/3 (funcionários dependentes da administração local: Cãmara Municipal); 
Quem é o chefe: o chefe da CAP ou o presidente da câmara?
Rosalino manda em quem?
O SOS professor manda em quem?
O presidente da câmara manda em quem?

terça-feira, agosto 13, 2013

Rescisões por homicídio bilateral?

Dispensa de funcionários, com ameaças veladas sobre os mais recalcitrantes, numa primeira fase, apenas indica que, tal como no plano militar, todos são voluntários, mesmo que contra a própria vontade.
Este Desgoverno quer dispensar, quase a custo zero, funcionários públicos, para aparentemente poupar alguns € de forma a dissimular erros de gestão (?).
Mas, esta novo renascer da Inquisição, parece ser apenas, e por infeliz coincidência, querer atingir apenas os funcionários não afetos, partidariamente ao PSD e ao PP.
Limpeza partidária?
Como nem todos os chefes são de confiança laranja, o filtro final far-se-á a partir de setembro.
Depois, outras necessedidades serão colmatadas por outros camaradas, mas através de empresas, em regime de outsourcing, ou seja, por uma subcontratação de serviços, contribuindo, na verdade, para a externalização do trabalho e o fim da gestão pública da escola pública.



 

quarta-feira, agosto 07, 2013

Cursos Profissionais sem custos...?

Algumas das Escolas que reclamavam a não extinção deste ou daquele curso, ao receberem a respetiva aprovação, ficaram obrigados a não aumentarem o respetivo nível de despesa, com as chamadas reservas de recrutamento, mesmo que os fundos fossem da União Europeia.
O QREN não pode ser afetado por falhas de verbas, anteriormente direcionadas para a Formação/Educação.
Por conseguinte, o número de horas letivas de disciplinas sem docente, só em termos residuais serão ocupados, por professores contratados.
Solução: aumento do número de horas letivas, sem pagamento extra, dos professores residentes...