Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)
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sexta-feira, outubro 19, 2012

Público um jornal congelado em Luta...?

Nesta fase de luta contra o despedimento arbitrário, sem razões fundamentadas, no jornal diário Público e na Agência de Notícias Lusa, pensamos que os leitores devem evitar comprar a edição deste jornal que sai no dia 20 de Outubro de 2012.
Só devemos comprar esta edição clandestina (sem jornalistas encartados) e oficial se: 
  1. Concordarmos com as políticas do actual desgoverno que tem em vista empobrecer o país, em termos de acesso a uma informação de baixa qualidade, acesso a uma educação elitista, acesso a um serviço de saúde discriminatório e acesso a um nível de alimentação inferior a 1300 calorias/dia.
  2. Concordarmos com a liberalização das leis laborais de facilitismo arbitrário para o despedimento barato.
  3. Concordarmos que os trabalhadores não devem protestar na defesa dos seus Direitos.
  4. Concordarmos que a Troika externa constitui um conjunto de anjos representantes de Deus na Terra.
  5. Concordarmos com as ações oportunistas de um tal Belmiro Azedo que tem sede fiscal nas Bahamas.
  6. Concordarmos pela indiferença manifestada na blogosfera pelo trabalho digno de 48 trabalhadores que, pelos vistos, devem ser despedidos...

quinta-feira, julho 19, 2012

MEC: contrata Alves dos Reis...?

Sem cheta para pagar, os mais elementares serviço, como horas extras, correcção de exames, avaliação interna de colegas, despedir professores contratados e outros funcionários administrativos, Nuno Crato descobriu a cenoura que vai tentar subornar avaliadores externos, prometendo 100 euros, segundo a edição de hoje do Público.
Segundo algumas fontes os professores que se prestarem a esse serviço e para poupar no deficie público, talvez tenham de aderirem ao princípio dos recibos verdes e o pilim a obter, poderá transformar-se-á num pesadelo.
Por outro lado, as mesmas fontes, esse acenar, tenderá a esvaziar-se para a questão de que essa avaliação passar também a ser gratuita num futuro não muito distante.