Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)
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domingo, maio 20, 2007

O Q. I. de Miguel Soza Tavarez – 2

Na sua crónica semanal, no semanário Expresso, Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, este arnaz faz afirmações que, nos fazem reflectir sobre as suas qualidades neurais: o PIB cresceu 2,1% no primeiro trimestre de 2007, acrescentando que as reformas empreendidas por Maria de Lurdes Rodrigues, a melhor ministra deste Governo (que se saiba, o Governo só tem duas ministras, pela minha parte, inclino-me para a ministra da cultura; são manias…), começam a mostrar resultados. Como é que um inteligente, desta natureza, consegue ver aquilo que mais ninguém reparou…, finalizando com a seguinte referência: e eles são uma devastadora derrota para a Fenprof. São coisas que um idiota como eu não compreende: qual a ligação entre o crescimento económico com a Ministra e com as amarguras da Fenprof (parece que existem muitos outros sindicatos, ou não? Se sim, cadê os outros? – Pois, já me esquecia que a sua cara metade, assessora da Ministra, é filiada/suspensa num dos outros sindicatos), é que pensei que o Ministro das Finanças se chamasse Teixeira dos Santos e por outro lado, também não sabia que os ministros deste Governo fossem, igualmente, os tais empresários de sucesso que, permitiram esse grande crescimento do PIB. Um Aluno com 18 anos, não tendo o 9.º ano de escolaridade obrigatória para obter a tão desejada carta de condução de bicicletas arejadas, em três meses resolve a situação com o processo CRVCC e num ano o equivalente 12.º ano, em organismos privados, porque nas escolas oficiais, a coisa fia mais fino; nos estabelecimentos do ensino oficial público, o rigor, o profissionalimo e a credibilidade retiram qualquer lógica de suspeição. Será que o CRVCC tende a ser uma forma de Universidade Independente travestida? As pessoas obtêm os tais certificados, mas as baixas habilidades intelectuais continuarão e o sucesso estatístico na EU porá Portugal no Top.
CRVCC seria, no meu ponto de vista, legitmada e correcta se fosse realizada com seriedade e dirigida a determinadas camadas da população; no entanto, extravasar para outros âmbitos populacionais e/ou ser supervisionada por entidades privadas, onde a lógica do lucro de mercado que determina a rendibilidade empresarial, pode enviesar futuros resultados. Por isso, dizem as más-línguas, que a outra metade de MST também andou pela Independente… Para MST a educação em Portugal é um sucesso, estamos no paraíso; Goebbels não teria dito melhor. MST no seu melhor, está completamente Xoné ou está com medo ou anda confuso. Um conselho, marque uma consulta no 50A da Avenida do Brasil.

sábado, março 24, 2007

El Grande Educador do Pobo do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

Miguelito Sosa Tavarez, colunista no semanário El Sombrero, critica quem critica o Governo que governa o renascido império do atlântico do meio, imputando-lhes incompetência e falta de moralidade (médicos, juízes, professores, sucateiros, alunos, técnicas de gestão e administração do lar, turistas pé descalço, quiçá heliobacter Pilori, etc.), excepto aqueles que concordam com as suas críticas, as críticas politicamente correctas, como o grande aquário para submarinos nucleares Geforce, no rio Beça e a construção de linhas de bicicletas descapotáveis que nos possam unir à europa do atlântico dos fundilhos. MST é um castiço quando afirma que os tribunais deveriam julgar tudo, excepto meter-se na acção de um governo que fica desgovernado. MST é muito pândego, porque como bacharel de artes devia saber que quem faz as leis para os Juízes trabalharem é o Governo e sus apendicites de la nación. MST tem saudades dos Tribunais Plenários, esses sim, submissos à PIDE e à acção dos Governos do botinhas de santa comba. Segundo fontes pouco credíveis, uma das inúmeras assessoras, da ministra de lavores e arte sueva/galega, tem uma certa afinidade familiar com Sosa. Quem será? Oferecemos um genuíno caramelo , marca Solano, a quem advinhar, enviando-o para a posta restante.

domingo, julho 23, 2006

As Neuroses Tuga

Segundo o pensar intelectual tuga, os filhos da ... dos professores também são os culpados do défice...

Assim, no semanário Tal&Qual, foi perguntado, a várias personalidades se os professores seriam os culpados do insucesso escolar:

Inês Pedrosa: Sim. Se metade dos alunos chumbam não é porque são mais burros que os outros . A culpa é dos professores e de quem os educou. A ministra está a ser corajosa.

Júlio Machado Vaz: É evidente que há professores que são culpados pelo insucessoescolar, mas generalizar parece-me uma visão muito simplista da questão.

Luísa Castel-Branco: Não. A causa do insucesso é a péssima qualidade da estrutura, desde os manuais, aos programas e ao próprio Ministério, que sempre desautorizou os professores

Carlos Dias Silva: Não. O insucesso passa pela falta de condições e pelas dificuldades do Ministério. Muitas vezes, os pais também têm culpa, porque não acompanham os filhos.

Penso, que em Portugal, os perissodáctilos/solípedes não frequentam a escolaridade, tal como os cidadãos desta república ibérica. Como dizia um excelente professor da Faculdade de Economia do Porto, Prof. Bayard: Na Escola tal como no Mundo, todos são Professores e todos são Alunos. Assim e neste sentido, a Inês, como professora, lá deve pensar saber do que e de quem fala, pelo menos, mea-culpa da respectiva experiência pessoal (se é que disse tamanha barbaridade próxima de um qualquer fundamentalismo terrorista).

Na realidade, todos temos culpa, uns mais do que outros, do insucesso escolar académico e do insucesso da formação profissional: 1 – Professores (a). Existem os que têm sentido profissional de responsabilidade. (b). E os que vão sobrevivendo com a sua mediocridade - normalmente são os carreiristas políticos. 2 – Pais (a). Põem os filhos nas escolas como quem leva o gado para o lameiro - a Escola tem a obrigação de os educar, por ausência da tutela paternal. (b). Assumem comportamentos agressivos de ansiedade sobre os respectivos educandos, que em situações de ruptura, levam os filhos aos Psicólogos. Mas, os Progenitores é que deveriam ir ao Psiquiatra porque são pessoas frustradas e inadaptadadas socialmente. (c). Sabendo que os filhos têm limitações ou preguiças intelectuais ou sobredotados (mas incompreendidos pelos professores) ou pensam que o nível social/político deve ter a adequada correspondência classificativa, tentam corromper os professores com o inflacionamento das classificações, principalmente ao nível do 12.º ano, de forma a haver uma compensação com a classificação negativa do exame (Ameaças ou corrupção - estes últimos casos verificam-se nas situações em que os pais também são professores e apresentam taras, nomeadamente no âmbito da pedofilia ou da agressividade sobre os respectivos alunos).

(d). São Pais biológicos ou pensam que são, mas do resto nã pecebem peva. 3 – Alunos (a). Sabedores das fraquezas dos professores vão-se baldando. (b). Reconhecem que os conteúdos programáticos nada lhes dizem e desmoralizam. (c). Verificam que os professores apenas querem ver o tempo passar e nada têm de relevante a explicar e desinteressam-se ou que os professores nada percebem da poda. (d). Sabem que os papais resolvem todas as dificuldades e conseguem obter-lhes as classificações adequadas, pelo menos ao nível do ensino. Porque ao nível profissional, como diriam nuestros hermanos, os enchufes ultrapassam todos os obstáculos. 4 – O Sistema

(a). O que interessa é a estatística positiva face à Europa e assim, ao nível dos 1.º, 2.º 2 3.º ciclos, os alunos apenas reprovam com autorização expressa paterna (Governos Cavaco Silva). Agora, parece que a norma se estende também ao secundário. (b). Programas desadequados às exigências das sociedades e dos alunos, mas elaborados, normalmente, pelos mesmos que são autores dos manuais escolares. (c). Estrutura burocrática do ministério. (d). Incompetência e mediocridade dos políticos que tutelam o ministério. (e). Insuficiência de meios materiais e financeiros. As Escolas são obrigadas a saber gerar receitas para colmatar o disparate financeiro da tutela (instalação de uma impressora offset, que permanece encaixotada durante anos e anos, numa escola do 2.º ciclo; atribuir 120 microscópios a uma EB2/3 com cerca de 300 alunos; fornecer 20 computadores a uma escola do 1.º ciclo com 15 alunos e com deficiência de instalação eléctrica, e sem meios financeiros para conservar um mínimo de higiene nas casas de banho, que mais parecem fossas/alçapões para a coorte do gado). (f). Instalações escolares sem condições mínimas de sustentabilidade face às inclemências do tempo (a estrutura da Escola Secundária de Montalegre - temperaturas de Inverno da ordem dos 4/5 graus negativos - semelhante à da Escola Secundária de Alberto Sampaio, em Braga - com temperaturas mais amenas - semelhante a uma das Escolas Secundárias de Albufeira - com um clima mediterrânico) Enfim, querem-se fazer omoletes sem ovos credíveis. A opinião pública fica intoxicada com as centrais de informação do Poder Político, através de diarreias mentais de alguns dos nossos cronistas estilo meia leca.

sábado, julho 08, 2006

Regresso dos Magriços

Portugal perdeu com a Alemanha, mas ganhou na épica jornada realizada neste Mundial o reafirmar do ganho de uma alma obtida no Europeu de 2004; reencontrou-se no Futebol, embora esse devir devesse acontecer num outro plano: na melhoria das condições de vida dos portugueses. Portugal realizou a melhor partida, com jogadas criativas, quiçá tipo bailado, embora com eficácia negativa. J. Pereira Coutinho e Manuel Serrão defensores do Futebol bonito e patriótico, mas pouco eficaz, devem sentir-se tão felizes como Dick Dastardly.

Filósofos de Bancada

No Semanário Expresso. do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos. do dia 8 de Julho, dois miornos paios resolveram opinar, com toda a legitimidade, sobre o footbolês de Scolari. O primeiro, com saudades do tempo das vitórias morais e das derrotas humilhantes, ou seja, defensor da eficiência de jogar mas não necessariamente da eficácia, afirma que: a equipa não convenceu desde o início e Scolari pratica um jogo que não se recomenda: sofredor e sofrível, sem espaço para a velha criatividade das Quinas, acrescentando, prefiro uma equipa que joga bem e às vezes perde … o futebol, para mim, é um bailado …, o segundo, dentro da mesma onda, mas com dor de cotovelo por causa da não convocação da sua prima-dona, Vitor Baía, confessa que quer ver Scolari longe, porque queremos mais. Queremos ganhar. Divinal os juízos destas duas personagens.

Estes dois miornos ainda não assimilaram os novos tempos. Pai perdoa-lhes que eles não sabem o que dizem

[1] António Gedeão (1997). Poemas Escolhidos. Edições João Sá da Costa. Lisboa