Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

quinta-feira, maio 31, 2007

O Génio de Alandino ou Adanlino ou

O disparate governamental originou uma diarreia neurótica em 30 de Maio de 2007. O Governo do Sahara, Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, já não sabe o que diz: 1 – No Deserto onde não havia pessoas, afinal houve greve – ná pecebo 2 – Talvez greve dos camelos? E estes têm direito a voto? E quantos votaram no PS? È que, sendo assim, aqui houve uma manipulação/batota dos resultados eleitorais: o PS ganhou as eleições com recurso a fraude eleitoral. Como nos velhos tempos do fascismo? 3 – Também me faz confusão haver tantas pontes a ligarem o Norte ao Deserto. Venham os terroristas e deitem-nas abaixo, porque talvez não existam (é um desperdício em manutenção), ou talvez tivessem sido um motivo para que os políticos tivessem e tenham ganho uns dinheiros sujos… 4 – Houve paralisação na travessia fluvial entre zonas habitadas e o deserto; mas se há deserto de pessoas, para quê travessias fluviais? Só se os parasitas do norte, malandros que faltam ao trabalho vão arejar os miolos para as areias do deserto? Comentando a Greve na Função Pública, a situação foi ainda mais um pagode da treta: 1 – Alguns funcionários, do regime precário, receberam indicações de que se fizessem greve, não veriam os respectivos contratos renovados. 2 – É evidente que muitas das escolas secundárias que encerraram, foram mais por culpa dos Auxiliares de Acção Educativa, do que por acção dos professores. A Classe dos Professores, sente-se revoltada, mas, na hora de o demonstrar, corta-se. Os Professores, na generalidade, já durante o regime anterior ao 25 Abril 1974 foi o mesmo, sempre foram uma classe de Cobardolas; poucos são os que tiveram em tempos e têm agora, um pingo de honra e de coragem. Os Professores Covardes têm o Governo e a Ministra que merecem. Como o Governo decidiu apenas considerar, no caso dos professores, as ausências em 4 blocos (1hora e 30 minutos/bloco), ou seja sobre 6 horas (às tantas, para os outros funcionários públicos também funcionou igual esquema) é do mais elementar direito, regra de três simples, obter um resultado próximo dos 46% (equivalente a 18 horas de porta aberta). Na minha, só tinha um bloco de sala de estudo e tive de pedir à funcionária para me marcar falta; na realidade, estive na sala de estudo e a ela, aquilo fazia-lhe confusão (durante todo este ano lectivo, nunca nenhum aluno necessitou dos meus esclarecimentos); para além disso, também tinha uma aula de um curso profissional, só que, nestes casos os professores não têm falta, porque têm de a repor. 3 – no Casos do Poder Local PS, a cartilha é a mesma: a Câmara Municipal de Braga (PS) considera que a adesão foi fraca; na realidade, se foi fraca, então porque é que dos diversos Serviços existentes, alguns estavam encerrados e em outros, os estavam abertos, parecia que não havia pessoas no atendimento (estavam a jogar à bisca nos gabinetes das chefias). 4 – O acesso, via net, à Câmara Municipal de Montalegre (PS) era inexistente (sabotagem dos Talibans?). 5 – Em outras câmaras, como Amares, Póvoa de Lanhoso (PSD), Fafe, Guimarães o panorama era idêntico: alguns Serviços estavam oficialmente abertos, mas o que as pessoas encontravam era o Deserto (o do Mário?) 6 – O Governo desvaloriza a adesão das escolas que fecharam, apenas 900, considerando um exagero os valores avançados pela CGTP; por outro lado, desvaloriza a quantidade de escolas (1500) que vão encerrar, este ano.

segunda-feira, maio 28, 2007

Greve Geral de 18 de Janeiro de 1934 ou de 30 de Maio de 2007 - Burkina Faso?

O Governo Mongol prepara-se para enfrentar os funcionários públicos grevistas com retaliações e que estão a provocar medo, segundo comentam alguns militantes do Partido Governamental, que foram aconselhados a absterem-se de fazer greve:
1 - Mandar notificações para verificação dos rendimentos auferidos, nos últimos 50 anos.
2 - Dar prioridade, aos grevistas, nas listas da mobilidade, nas balsas a serem lançadas em alto mar.
3 - Professores grevistas, dos escalões mais elevados, obrigados a concorrerem a Professor Catedrático e que não o obtenham, serão os primeiros nas listas da mobilidade marítima.
Por este andar, despedimento compulsivo ou prisão ou degredo (deserto tuga?), para os mais resistentes?
Salazar Bush se fosse obrigado a governar em democracia não desdenharia em tomar estas, como as suas medidas repressivas.

sábado, maio 26, 2007

Os Donativos à Pobreza Franciscana dos Bancos

O semanário expresso, do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, na sua edição de 26 de Maio de 2007, afirma que Portugal paga dos juros mais altos, no crédito à habitação, nos países da zona euro, acrescentando que os portugueses pagam uma taxa de juro média de 5%. Será isto a verdade dos factos? Pois, parece que duas situações se nos deparam e ambas de aparente carácter não solucionável: 1 – Ou os analistas económicos andaram numa qualquer universidade estilo independente/moderna (etc.) e de fenómenos económicos n’ã pecebem patavina ou querem transmitir a ideia de que os portugas são deficientes mentais. 2 – Em relação aos outros, os economistas oficiais (Banco de Portugal e afins), a questão que se põe é similar: porque é que nos estão a enganar e sabendo o que penso que sabem, são cúmplices por omissão? Na realidade, esses tais 5% são apenas uma realidade aparente, a verdade é mais dura; senão vejamos as duas opções que se opõem e que se complementam: (A). A uma taxa de 5%, qualquer devedor paga, no total das prestações, o equivalente a 20 e tal prestações mensais, num ano que apenas tem 12 meses. (B). A uma prestação oficial de 12 meses/ano, tendo por base a fórmula de Capital final (Total Pago ao Banco) = Capital inicial (valor do empréstimo) * 12 meses (1 ano) * N.º anos (acordados para amortização do capital em dívida + juros devidos) * Taxa de Juro, a taxa mínima de prestação paga pode alcançar os 36%. Claro que os créditos, na hora, por telefone, as prestações a pagar são do estilo de caixão à cova. Só se mete, nesses esquema, quem é parvo ou quem já não tem bom nome, por incumprimentos, junto do Banco de Portugal.

quinta-feira, maio 24, 2007

OTA - BOTA - TOTA - BATOTA do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos

PSD + PP/CDS ou Durão Barroso + Santana Lopes + Paulo Portas queriam um novo aeroporto na OTA, enquanto estiveram no poleiro governamental, mas agora já não o querem lá e estão fora dos tachos.
PS que estava na oposição, não tinha voto e benesses financeiras, não queria a OTA; agora Sócrates (ex-PSD) e o PS, que já são manda-chuvas governamentais, já querem um novo aeroporto da OTA na OTA.
O enredo desta jornalisticonovela está de acordo com o guião do típico fã: ver o início e estar atento ao intermezzo, porque o finale é sempre o mesmo: OTA.
O cerne das disputas partidárias reduz-se aos ganhos das comissões que a entourage do PSD e a nomenklatura do PS gostariam de obter. É tudo uma birra por milhões de milhões de euros que entram nos cofres furados dos partidos políticos e caem nos bolsos dos padrinhos e afilhados. São, talvez, aquilo por que se designa de: Direitos Adquiridos.
Os Três partidos estão-se borrifando para as condições de vida dos portugueses e se morrem muitos ou poucos.

quarta-feira, maio 23, 2007

A Liberdade de Chilrar no Burkina Faso

O Botas ressuscitou?
Segundo Fontes mal Informadas, O Governo de GUTA, da Mongólia dos Macacos, algures no Atlântico do Fundo, decidiu penalizar os Papagaios da oposição…, Símios que fazem, das letras dos jornais em branco, sabotagens antipatrióticas. Assim, as Fasiânidas têm de arrotar monocordicamente de acordo com as orientações do maestro Xiforrinco Sutora.

segunda-feira, maio 21, 2007

Expo 07

A Expo 98 nasceu há nove anos e foi inaugurada com pompa e circunstância pelo Eng. Guterres. Hoje, como não temos qualquer Eng. Primeiro-Ministro, a Expo 2007 é o Circo da Deseducação, através dos primeiros clowns no coliseu, os Titulares da primeira vaga

domingo, maio 20, 2007

O Q. I. de Miguel Soza Tavarez – 2

Na sua crónica semanal, no semanário Expresso, Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos, este arnaz faz afirmações que, nos fazem reflectir sobre as suas qualidades neurais: o PIB cresceu 2,1% no primeiro trimestre de 2007, acrescentando que as reformas empreendidas por Maria de Lurdes Rodrigues, a melhor ministra deste Governo (que se saiba, o Governo só tem duas ministras, pela minha parte, inclino-me para a ministra da cultura; são manias…), começam a mostrar resultados. Como é que um inteligente, desta natureza, consegue ver aquilo que mais ninguém reparou…, finalizando com a seguinte referência: e eles são uma devastadora derrota para a Fenprof. São coisas que um idiota como eu não compreende: qual a ligação entre o crescimento económico com a Ministra e com as amarguras da Fenprof (parece que existem muitos outros sindicatos, ou não? Se sim, cadê os outros? – Pois, já me esquecia que a sua cara metade, assessora da Ministra, é filiada/suspensa num dos outros sindicatos), é que pensei que o Ministro das Finanças se chamasse Teixeira dos Santos e por outro lado, também não sabia que os ministros deste Governo fossem, igualmente, os tais empresários de sucesso que, permitiram esse grande crescimento do PIB. Um Aluno com 18 anos, não tendo o 9.º ano de escolaridade obrigatória para obter a tão desejada carta de condução de bicicletas arejadas, em três meses resolve a situação com o processo CRVCC e num ano o equivalente 12.º ano, em organismos privados, porque nas escolas oficiais, a coisa fia mais fino; nos estabelecimentos do ensino oficial público, o rigor, o profissionalimo e a credibilidade retiram qualquer lógica de suspeição. Será que o CRVCC tende a ser uma forma de Universidade Independente travestida? As pessoas obtêm os tais certificados, mas as baixas habilidades intelectuais continuarão e o sucesso estatístico na EU porá Portugal no Top.
CRVCC seria, no meu ponto de vista, legitmada e correcta se fosse realizada com seriedade e dirigida a determinadas camadas da população; no entanto, extravasar para outros âmbitos populacionais e/ou ser supervisionada por entidades privadas, onde a lógica do lucro de mercado que determina a rendibilidade empresarial, pode enviesar futuros resultados. Por isso, dizem as más-línguas, que a outra metade de MST também andou pela Independente… Para MST a educação em Portugal é um sucesso, estamos no paraíso; Goebbels não teria dito melhor. MST no seu melhor, está completamente Xoné ou está com medo ou anda confuso. Um conselho, marque uma consulta no 50A da Avenida do Brasil.

sábado, maio 19, 2007

Trilhos Pedestres - 3

Mais uma vez, a Biblioteca Manuel Monteiro da ESAS organizou com a ajuda prestimosa do Grupo Naturezas, uma visita de estudo ao Parque Nacional da Peneda Gerês.
Previstos, inicialmente, 17 km, a distância do percurso subiu, por obstáculos imprevistos, para cerca de 20 km.
Ou seja, o bando dos quatro missionários do metier da pesada (Filipe, Fernando, Silva e Resende), para não assustarem a malta, disseram que os cerca de 17 km (GPS: 16,5KM) eram favas contadas, aproveitarando-se da inocência de jovens ingénuos que, para além da Ministra, ainda tiveram de suportar as armadilhas pedestres colocadas pelos 4 Naios da Missão Impossível e, para além disso, ainda tiveram a distinta lata de convidarem uma cinquentona (futura Titular) para o seu grupo; os outros, os esquecidos do costume, foram, mais uma vez, humilhados publicamente. 10 km a subir, até ao ponto mais alto da Peneda (S. Bento do Cando - Alto da Peneda - S. Bento do Cando), ainda se foi caminhando, depois, os restantes km foram uma desgraça, visto que, descer cerca de 4,5 km, por vezes com desnível acentuado, 1,5 km inclinação da ordem dos 34% e os restantes 10% (no total, o desnível foi por volta dos 13/14%) foi um acto suecidário. Mas foi uma jornada épica, mais um teste à resistência física e mental dos professores da ESAS (Helena, a chefe e representante de Deus; Filomena a sub; João o Anticiclone dos Açores; Palmira dos bonsai; Tiza dos ácidos; Pepe dos ácidos; Moi líder espiritual), da Escola Secundária de Maximinos - Braga - (Olímpia a secretária), da EB2/3 de Lijó - Barcelos - (Nogueira) e da Escola Secunária de Tábua (Fátima), face às adversidades que se avizinham, durante os concursos a professor titularíssimo.
Claro que, depois de 6h30m a subir e descer montes, o cachimbo da paz foi selado, em volta de uma mesa de pasto, em Lamas de Mouro, bem regada e com uma grande posta/pessoa de vitela e muita fofoquice; de registar que a nossa querida e muy amada Ministra foi evocada (nasceu por aquelas bandas, talvez num acto de distração da natureza).

quinta-feira, maio 17, 2007

Os Compadres/Afilhados da Ministra...

Nas tabelas de pontuação para acesso a Professor Titular são apenas valorizados os membros dos Órgãos de Gestão e de Formação da Escola Portuguesa de Moçambique. Não havia docentes portugueses aí? Porque não aplicar os mesmos critérios à Escola Portuguesa de Macau e à Escola Portuguesa de Timor?
Em muitos outros países existem Escolas Portuguesas, com professores portugueses, como França, Canadá, etc., que parece não terem interesse para este Governo. Porquê?
Rigor; Ética: Responsabilidade; Profissionalismo; Sacrifício; etc. São estes os dogmas da nova fé propangueados até à exaustão, pelo Governo e pela Ministra. No entanto, surgem disparates neurais que parecem retirar credibilidade aos autores: os Diplomas e outros e tais do Zé e os pontos e afins da Marilú do Desgoverno do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos.

Canto Livre na ESAS

Esta iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores, na ESAS, contou com a prestimosa colaboração do escritor, professor e pedagogo da ESAS, José Miguel Braga, que serviu de elo de ligação entre as duas partes. Dia 18 – Coimbra – Escola Secundária Infanta D. Maria com início às 15 horas Dia 21 – Porto - Salão Ático do Coliseu, com início às 18 horas Dia 22 – Lisboa – sede da SPA, na Av. Duque de Loulé, nº 31 Dia 24 – Faro – Escola Pinheiro e Rosa com início às 15 horas Dia 25 – Funchal – Auditório da Universidade da Madeira, com início às 21 horas O cantor Samuel teve uma intervenção musical de cerca de 60 minutos com base em obras de autores portugueses de diversas épocas; para uns o sentimento de nostalgia a lutas e vontades passadas..., para outros, mais jovens, um encontro com outras melodias, mas de carácter de intervenção política e social.

segunda-feira, maio 14, 2007

Os Terroristas da Casa Real

Na edição do Diário de Notícias de 13 de Maio de Maio, uma notícia muito curiosa, dava conta das novas preocupações de uma coisa real (penso que devem ser uns paios que, por aí andam, dizendo-se possuidores de sangue azul; mas, que eu saiba, o sangue só atinge esta aparência enquanto sangue venoso ao transportar um gás venenoso CO2; o meu sangue é vermelhinho, se o deles não é, então devem ir ao médico.) sobre o facto dos restos mortais do escritor Aquilino Ribeiro irem para o Panteão Nacional. Afirmam eles, no seu ricón: A Cúpula do Panteão Nacional – Igreja de Sta. Engrácia! Derradeira Morada de alguns dos grandes, dos maiores de Portugal! É este espaço de Dignidade Nacional adequado para os restos mortais de um escritor cujo passado político inclui actos de terrorismo? Pensamos que não! E esperamos que como nós, muitos outros Portugueses, orgulhosos de Almeida Garrett, João de Deus, Guerra Junqueiro, e da grande Amália Rodrigues, pensem o mesmo e nos ajudem a impedir um sacrilégio e uma ofensa à Dignidade do Universalismo Lusitano e da Alma Portuguesa. Sendo assim, com estes pensamentos tão comovente, pensamos, cá com os nossos botões, e os outros, os que estão lá e têm as mãos sujas de sangue, como: Óscar Carmona (Pide, etc.) e os monumentos evocativos de Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Nuno Álvares Pereira e Vasco da Gama; nestes últimos quatro casos, os Reis (Os Bin Laden da época) foram os principais responsáveis por todo o sangue derramado, em nome dos tesouros conquistados/roubados. Destes, os tais sapateiros reais, defensores dos Reis Terroristas, nada dizem, calam-se como mulas; possivelmente também têm as mãos…

quarta-feira, maio 09, 2007

O Serviço Nacional de Saúde do Burkina Faso e a Independente

Um dos objectivos subjacentes ao programa de eutanásia do regime nazi, a partir de 1933, assentava no facto de que a eliminação dos inválidos, deficientes, idosos com patologias de diversa ordem, etc., iria originar uma poupança substancial de custos. Será que se poderá considerar dentro desse espírito a Política de Saúde do actual Governo Sócrates? Hoje, sabemos que, o desenvolvimento das sociedades, segundo alguns dos recentes Prémios Nobel da Economia, passará pelo reforço de políticas de promoção de serviços sociais para a saúde; ou seja, pela interiorização/sensibilização de que os cuidados primários/preventivos provocam menores custos financeiros e sociais que as simples políticas de cura das doenças. Mas na Ibéria, parece ainda subsistir uma mentalidade taylorista de que a razão, ainda que de procedimentos/normativos errados, predomina sobre as correctas condutas dos cidadãos e dos Órgão de Gestão da Política Governo/Estado; se a norma é ineficiente ou ineficaz ou um disparate, então muda-se a norma, mas, até ocorrer essa mudança, há que cumpri-la escrupulosamente. Simplex pode ser inovação, mas procedimento normativo burocrático é um destrambelho. Ora, um cidadão do Burkina Faso profundo, preocupado com o estado psicológico de sua cara-metade, forçada em tempos a fazer uma mastectomia, num dos três IPO, e que depois de acompanhada, durante mais cinco anos, foi mandada para casa, com a recomendação de que a partir desse momento estaria, por sua conta e risco e que deveria fazer exames anuais de despistagem (mamografias, etc.), resolveu contactar o IPO, onde foi acompanhada/tratada. Relatou que ela se recusava a realizar qualquer tipo de exame (se não se faz exame, nada se sabe, logo nada existe) e pedia ajuda a esse organismo, para que a convocasse e procedesse aos respectivos exames e mais afirmava, de que estava disposto a suportar, na totalidade, os custos dos respectivos exames, ou seja, em termos de custos, as despesas para o IPO seriam de zero euros. No entanto, dura lex sed lex, a resposta foi decepcionante: que, por lei, não podiam abrir excepções às normas/princípios estabelecidas pela tutela e que só deveria voltar ao IPO se surgisse algum sintoma, acrescentando que a senhora deveria continuar a realizar os exames recomendados. Parece que o dito cidadão falou num determinado assunto e o IPO não compreendendo o respectivo sentido, respondeu de uma forma desconexa/descontextualizada. Nesse sentido, se algum dia voltar ao IPO, os custos de operações e tratamentos poderão tornar-se elevados e de prognóstico reservado, em termos de cura; e, nesta última situação, é menos uma pessoa/força de trabalho que, em vez de contribuir para o incremento da riqueza nacional, passa a ser um fardo para o deficit das contas públicas. Parece que a ausência de inteligência dos governantes, poupar ...poupar...poupar..., se transformou num vírus hemorrágico que se propaga hierarquicamente de forma linear. Obrigado Sr.º Ministro da Saúde do Burkina Faso... Obrigado Sr.º Primeiro-ministro do Burkina Faso... P.S.: Já agora, vou ficar curioso com uma possível resposta do blog do Reich governamental, na pessoa do Ministro das Policias do Burkina Faso…

segunda-feira, maio 07, 2007

Campos de Concentração Alemães

Para que a Terra jamais apague da memória o assassínio de milhões de cidadãos europeus Judeus:cerca de 6 000 000
Ciganos:cerca de 250 000
Eslavos: cerca de 3 00 000
Sérvios/croatas: cerca de 730 000
Prisioneiros de Guerra: cerca de 3 000 000
Deficientes: cerca de 90 000
Cidadãos com opiniões Políticas diferentes, etc.: cerca de 80 000
No total foram construídos cerca de 210 Campos de Concentração/Extermínio:
Auschwitz I (Oswiecim) - Experiências médicas: 200 000 mortos
Auschwitz II / Birkenau: 1 300 000 pessoas assassinadas (os bébés, ao contrário dos adultos previamente gaseados, eram atirados vivos para dentro dos fornos crematórios)
Auschwitz III / Monowitz/Buna - Associado às empresas I.G. Farben, Krupp, etc.: 400 000 mortos Belzec: 600 000 mortos
Bergen-Belsen: 90 000 mortos dos quais cerca de 23 000 eslavos torturados até à morte Buchenwald: 60 000 mortos Bunzlau
Chelmno - Serviu de referência base ao filme/documentário: Shoa (Muito interessante, mas igualmente muito violento, em termos carga dramática): 280 000 mortos Dachau - Presos Políticos: 36 000 mortos Dora-Dora/Mittelbau: 8 000 mortos
Flossenburg: 36 000 mortos
Glusen-Mayo Gross Rosen / Gross Sarne: 130 000 mortos Majdanek: 360 000 mortos Mauthausen - campo de trabalho pesado: 185 000 mortos: Mittlewerk: 22 000 mortos
Natzweiler-Struthof: 26 000 mortos Neuengamme: 55 000 mortos
Plaszow: 8 000 Ravensbruck – A mulher do comandante fazia abat-jours com a pele dos prisioneiros: 100 000 mortos Sachsenhausen: 100 000 mortos Sered: 13 000 mortos Sobibor: 250 000 mortos Stutthof: 78 000 mortos Terezin - Campo/cenário de propaganda; campo de passagem (cerca de 100 000 residentes foram condenados à morte e enviados para outros campos de extermínio): 33 000 mortos Treblinka - Foram mortas cerca de 900 000 pessoas
Outros campos de extermínio em que perante as fontes consultadas, não foi possível obter números mais ou menos correctos: Blechhammer
Brande
Ginskirchen
Globocnik
Ebensee
Landsberg
Nordhausen Ohrdruf
Westerbork Wisau

II Guerra Mundial - 1945

Fim na Europa (só em Agosto terminou com a rendição do Japão), Esta guerra(52 000 000 mortos, dos quais cerca de 36 000 000 foram assassinadas) teve como culpados, todos os cúmplices pelo derrube da República Espanhola, em função dos respectivos interesses: legalizaram o Princípio da Ilegalidade Democrática:
Inglaterra (democracia): Chamberlain
França (democracia): Daladier
Alemanha (ditadura): Hitler
Itália (ditadura): Mussolini
URSS (ditadura): Estaline
USA (democracia - o navio St. Louis com cerca de 900 refugiados judeus foi impedido de atracar nos USA, 15 Maio de 1939, e teve de voltar à Europa; como resultado, a maioria dos passageiros morreu em Campos de Concentração): Roosevelt
Governos ditatoriais de menor importância:
Portugal: Botas
España: Baixote
Roménia: Antonescu
Grécia: Ioannis Metaxas
Bulgária:Georgi Kyoseivanov
Eslováquia (população inteira participou activamente na transladação de todos os Judeus para os Campos de Concentração):
Hungria: Horthy
Sérvia: Josef Tiso
Croácia: Anton Pavelitch
Albânia: Zog I
Sérvia: Milan Nedic Boémia/Morávia - Emil Hacha Vaticano - Pio XII

domingo, maio 06, 2007

Férias no Garbe Ártico

Turista Tuga, quiçá Armacense ou Lacobrigense ou etc., a caminho do relaxamento ártico Para animar a malta: chuveirinhos Parece que os mouros importam água quente do Allgarbe (!) Depois de uma banhoca, de algum barrocal, nada como apanhar banhos de sol q.b., para evitar escaldões

Está na hora do regresso, preparar o farnel da família

sábado, maio 05, 2007

Companhias Aéreas Africanas

Viajar de Avião em companhias de aviação africanas, segundo a Folha de S. Paulo de 5 de Maio ou da europa de leste, deixou de ser uma agradável aventura: para poupança de custos, manutenções mínimas.

sexta-feira, maio 04, 2007

Abandono Escolar e o Sucesso estatístico Educativo

Perante ideias de conceitos tão vagos, todas as ilações podem ser consideradas como válidas, principalmente para os interesses do Ministério da Educação, como forma de culpabilizar alguém e tirando a água do capote que tem sustentado as respectivas acções desnorteadas. Na realidade, diversos têm sido as vias para que o sucesso educativo e o não abandono escolar, não estraguem as estatísticas educacionais portuguesas: 1 – Governo de Cavaco Silva: os alunos só não passam no básico do preparatório e/ou no básico do unificado se os papás assim o entendessem. 2 – Governo de Sócrates permite que os exames nacionais Ad-hoc (maiores 25 anos) se transformem em exames realizados por cada Universidade e sem controlo da veracidade dos respectivos resultados (maiores 23 anos). Assim, jovens sem o 9.º ano, ou o abandonaram faz alguns anos ou aceitam um novo desafio, frequentam a Universidade e esta para não ser obrigada a fechar cursos, por falta de alunos (dinheiros), absorve o refugo da escolaridade (!). Excepto a Universidade Católica Portuguesa, não se vislumbra, no horizonte do panorama educacional do ensino superior, outra Universidade privada do mesmo gabarito; todas as outras navegam pelo mesmo diapasão da Independente. 3 – Normalmente, o abandono escolar, durante o básico unificado, está ligado a diversos factores: a). Famílias destruturadas e cujos filhos apresentam comportamentos desviantes. Nestes casos, Pais e Professores, por diferentes razões, tentam encaminhá-los, para cursos profissionalizantes de outras escolas (CEF), que ficam com a batata quente. b). Alunos que se sentem marginalizados pelos conteúdos programáticos. Em 20 anos de profissão, os programas, da minha área disciplinar, têm mudado, segundo a batuta da tutela, mas, com estilo de andantino: vira o disco e toca o mesmo. c). Famílias de parcos recursos em que os filhos vão contribuir para o aumento do rendimento familiar (trabalho clandestino: Calçado; Vestuário; Serrações; etc.). d). Interioridade, quando os alunos são obrigados a exercer, cumulativamente aos estudos, trabalhos de lavoura, todos os dias; o tempo de estudo torna-se escasso e desmotivante. 4 – Em relação ao ensino secundário, principalmente, no âmbito dos exames do 12.º ano, algumas escolas tentam ultrapassar o trauma dos maus resultados do Ranking através de diversas acções de duvidosa legalidade: a). Seriação à entrada de alunos, consoante as classificações do 9.º ano, a origem social e económica dos progenitores, com ou sem NEE (apenas tolerância em alguns níveis de Surdos-mudos), etc. Os outros, os que denotam prováveis dificuldades de aprendizagem são impedidos de se matricularem, mesmo que vivam dentro da área de residência abrangida por esse estabelecimento de ensino, com o argumento de que as turmas se encontram cheias… b). Constituição de turmas por ordem hierárquica dos factores anteriormente referidos. c). Esta hierarquização conduz à formação de uma hierarquia horária de cada turma e à definição e atribuição dessa carga horária a determinados professores. d). Os alunos que, porventura revelem dificuldades acrescidas, no 12.º ano e de forma a não colocarem em risco os resultados nos Rankings dos exames nacionais, são convidados, no início do 2.º período a desvincularem-se e fazerem os exames nacionais como alunos externos; mesmo assim, parece existir uma insinuação maliciosa, por parte da escola/professores, quando lhes dizem: se fizeres os exames em determinadas escolas, é provável que nós façamos a respectiva correcção e aí tudo é possível … 5 – Professores turbo do ensino Básico/Secundário com acumulação: escola oficial (onde, em situações de crise profissional, tendem a faltar com maior probabilidade) + escola profissional (se não fossem os subsídios principescos já tinham fechado as portas) + colégio particular + explicações. Aliás, existem situações em que um professor que, acumula horas em escolas privadas não nos máximos estabelecidos por lei mas, lecciona 22 horas semanais, embora as aulas ilegais estejam identificadas com outras pessoas (falsos professores). 6 – Ensino Superior: a). Professores, das Universidades Privadas, que se auto-intitulam Catedráticos (da treta) sem apresentarem percurso académico credível e com doutoramentos engraçados… (muitos doutorados – ensino público ou ensino privado – vão ao estrangeiro, como Alemanha; Dinamarca; Suécia; etc., fotocopiam várias teses de doutoramento, sobre determinado assunto e se possível em Universidades obscuras, fazem um ensopado e apresentam a sua tese). Parece que na Independente se vendiam títulos de Mestrado, sem tese de investigação… b). Professores turbo: como Cavaco Silva que, antes de ser primeiro-ministro, era simultaneamente funcionário do Banco de Portugal, professor na Universidade Católica e Professor na Universidade Nova de Lisboa e com horários sobrepostos (mas como não tinha o dom da ubiquidade, era na Universidade Nova que as faltas mais pesaram; por isso o ex-Reitor, na altura, abriu um processo disciplinar para a respectiva demissão, mas o Ministro da Educação Deus Pinheiro mandou arquivar o processo). c). Existe uma norma (no sector público) não escrita de fechar cadeiras/cursos que apresentem insucesso em cerca de 60% de reprovações (os professores, muitas das vezes, são obrigados a aprovarem alunos com classificações inferiores a 6 valores), então é como acontece nas principais provas do ciclismo internacional, o chamado grupetto (?), como são demasiados os atrasados, a prova pode descrebilizar-se ao ficar sem número aceitável de ciclistas. Contudo, o Estado lava as mãos como Pilatos, na hora de contribuir para a inversão destas situações. Tenta culpabilizar outros, professores, encarregados de educação, jornalistas, juízes, etc.