quinta-feira, junho 03, 2010
Secretário de Estado Adjunto e da Educação: Tudo pelo TGV
terça-feira, março 23, 2010
Professores & professores
sexta-feira, abril 03, 2009
Vai Paula Barros Formosa...
segunda-feira, maio 21, 2007
Expo 07
sábado, maio 19, 2007
Trilhos Pedestres - 3
quarta-feira, abril 25, 2007
Escolas Secundárias Também Se Abatem
terça-feira, abril 24, 2007
A Independente dos Fãs da Ministra do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
- Na Véspera dizem aos alunos (mais ou menos): amanhã vou faltar e por isso escusam de aparecer na sala de aula.
- No dia Seguinte aparecem na sala de aula e num tom tão pesarouso, dizem à funcionária que controla faltas dos professores: não percebo, mas os alunos parece que resolveram faltar e logo hoje, que tinha tido tanto trabalho na preparação desta aula. A funcionária, não sabendo bem o que dizer, encolhe os ombros. Então, os ditos cujos, tentam escapar-se sorrateiramente da escola, não vá algum aluno demascarar a tramóia.
Antes de 25 de Abril de 1974 os espertos também usavam destas artimanhas e hoje, volvidos 33 anos, o Poder necessita deles como bons exemplos de comportamento e de adesão às políticas governamentais.
quinta-feira, abril 19, 2007
CRVCC
sexta-feira, abril 13, 2007
O Pecado da Alface de Monção
segunda-feira, abril 09, 2007
A Necessidades Educativas Especiais para a Ministra do Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Saloiadas Lusitanas no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos - 1
sábado, novembro 04, 2006
Quotas do Mérito
domingo, outubro 08, 2006
A Manipulação do Verbo no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
sexta-feira, agosto 04, 2006
A Concorrência no Burkina Faso da Mongólia do Atlântico dos Fundilhos
É uma pena que a investigação científica ainda não tenha descoberto uma vacina contra a estupidez, evitando-se, deste modo, o disparate.
quarta-feira, julho 19, 2006
Batota nos Rankings
sexta-feira, julho 14, 2006
Estado Da Nação (II)
A Educação e os Exames da Covia Nacional
no
Hoje, 14 de Julho, dia nacional de França, aniversário da tomada da Bastilha, o (des)Governo da Nação Portuga, face às constantes e crescentes críticas sobre o conteúdo/erros dos exames nacionais de Física/Química, 1.ª Fase de 2006, decidiu, dar a mão à palmatória, ainda que disfarçadamente, dando a possibilidade dos alunos prejudicados poderem exercer novamente o direito de fazerem/repetição o respectivo exame correspondente à 2.ª fase e não serem prejudicados nos prazos de acesso ao ensino superior. Podendo eles escolher a melhor classificação. Mas será que este Ministério estará a responder às aspirações legítimas dos alunos ou a dar hipótese de alguns, sempre os betinhos do costume, poderem redimirem-se das fracas classificações? Na realidade, as críticas começaram logo, cerca de uma hora pós realização da prova, quer em Física quer em Química, mas só agora existe uma reacção oficial. Por outro lado, será que as ditas provas tinham erros que justificassem o procedimento do Ministério? Pois, erros, se os houve, eram mais de carácter interpretativo do que de natureza de conteúdo, embora na prova de Química, Lavoisier tenha ido pentear macacos para a mongólia. Assim, críticas ao tipo de prova de Física, são as mesmas de sempre, desde o início delas, já que são elaboradas, estranhamente, de acordo com os interesses dos tais Betinhos que frequentam o ensino privado; senão vejamos:
1 – O programa está estruturado em 2/3 de conteúdo teórico e 1/3 de conteúdo experimental/prático
2 – As provas dos exames nacionais apenas abordam os aspectos teóricos; parece que os estabelecimentos de ensino privado aplaudem este modelo, porque, na sua maioria, não possuem laboratórios. Que coincidência…
3 – Claro que no ensino público existem condições mínimas, ainda que precárias, para dar todos os conteúdos. Na prática, fica pouco tempo para aprofundar os respectivos conteúdos programáticos, ao contrário do que acontece nos estabelecimentos de ensino privado.
4 – Uma das questões que valia mais, neste exame, em 2006, em todos os livros, existentes no mercado, apenas abrange cerca de uma página, do último capítulo do quarto e último volume. Muito interessante …
Na verdade, os responsáveis pela elaboração das provas dos exames nacionais sempre tiveram queda, quiçá desde que foram empossados, para a inovação do disparate (?). Em outras provas de outras disciplinas aconteceram destrambelhos desta natureza:
1 – Num exame na disciplina de Introdução ao Direito, na transição do século, a resposta a uma questão apenas estava contemplada num dos manuais em circulação e em nota de rodapé. Era dever de qualquer professor abordar esse aspecto se estivesse atento, mas o assunto nem era relevante.
2 – Em 2004, 1.ª fase, na disciplina de Psicossociologia a identificação de uma Teoria Organizacional dependia da interpretação de um texto dúbio. Os alunos, na sua maioria, responderam Teoria da Contingência, mas nos critérios de correcção apenas se admitia certa a Teoria Sistémica. Para alguns especialistas, professores de Gestão de duas Universidades as duas respostas deviam ser consideradas como correctas. Mas como era uma disciplina de um curso tecnológico…
3 – A extensão da prova de matemática, 1.ª fase de 2006, foi um hino à irracionalidade.
4 – Os critérios de avaliação definidos pelo GAVE, na disciplina de Biologia do 12.º, 1.ª fase de 2006, tiveram uma interpretação erradamente restritiva.
As disciplinas de Física e Química, Matemática, Biologia, História, Filosofia e Português têm peso mediático em Associações próprias identificadas como Lobies, logo com capacidade de promoverem mudanças de atitudes, por parte das entidades públicas governamentais?
Muitos outros exemplos, poderíamos relatar, mas a verdade é que, os miornos inteligentes, que elaboraram e fizeram a respectiva revisão, das diversas provas de exame, pagos a peso de ouro, parece que gostam de inventar …
sexta-feira, julho 07, 2006
O Ângulo Obscuro e Sinistro do Sucesso Educativo
1. A atitude dos responsáveis pela educação, nestas últimas décadas, talvez herdeira de uma pedagogia assente numa visão retrógrada da filosofia da educação, pode traduzir-se no que Crato (2006: 14) apelida de … desvalorização dos conteúdos e do conhecimento substantivo.
2. Esta perspectiva pretende pois, retirar, em princípio, aos professores a definição das regras por que as escolas se devem reger, transferindo-as para os pais, que as implementarão consoante os seus próprios interesses. Existe então, uma deformação subversiva, dolosa e danosa, dos princípios básicos do Sistema Educativo. Estudar implica desenvolver esforço e o facilitismo defendido pelos encarregados de educação e pela Ministra da Educação, advém do facto de uma certo tipo de classe média, não saber conviver, com alunos de outras classes sociais que apresentam melhores classificações. A expressão The jobs for the boys, não é mais do que a defesa de uma certa mediocridade intelectual evidenciada na adolescência com a cobertura dos respectivos encarregados de educação e a complacência do Poder Político vigente.
3. Desejar que um filho tenha as melhores classificações é natural, mas estabelecer como nível mínimo de inteligência, classificações de valoração elevada, e culpar os professores por tal insucesso já é discutível.
4. Apesar das posturas desenvolvidas, por cada aluno, é necessário avaliar a consciência do aluno para a procura do seu eu, neste processo de ensino aprendizagem, em que, constantemente se está perante o dilema da tomada de uma determinada decisão assente na necessidade de partilha das dificuldades e dos riscos, na solidariedade e no diálogo, e na tolerância e na solidariedade.
5. Na realidade, em cada disciplina, o sucesso de um aluno deverá depender de diversos factores, a começar, principalmente, pelo ambiente familiar e depois pelo ambiente escola. A escola não deve ser encarada como um lameiro onde se despeja o gado. Na Escola, cada aluno socializa-se formal e informalmente, aprendendo, por exemplo, a arte de redigir uma redacção na disciplina de Português, no saber trabalhar a Palavra, em Filosofia a capacidade de ordenar as Ideias, e nas disciplinas técnicas, o explanar dos Conteúdos programáticos, etc.
Nuno Crato, (2006). Eduquês em discurso directo…Gradiva. Lisboa.
quinta-feira, julho 06, 2006
Formação Neural Tuga
Comparando os comportamentos dos Timoneiros/Homens do Leme perante a restante tripulação, verifica-se uma assombrosa discrepância, no tipo de abordagens de incentivo para a motivação dos respectivos subordinados. Scolari sabe da poda, mas Sócrates e seus ajudantes, em vez de se reciclarem, apostam sempre na mesma táctica: mobbing/achatar os beques, que consiste numa desvalorização pública dos diversos agentes, mesmo que as respectivas acções sejam positivas; realçando os aspectos negativos e minimizando os positivos; culpabilizando, à vez, cada classe, pelos males sociais diagnosticados.

