quinta-feira, dezembro 03, 2009
FENPROF Rejeita Quotas e contingentação por vagas
terça-feira, novembro 24, 2009
NOTA AOS PROFESSORES da FENPROF
sábado, novembro 21, 2009
O Processo de Revisão do ECD
quarta-feira, novembro 18, 2009
FENPROF reuniu com o secretário de Estado da Educação
quarta-feira, novembro 11, 2009
A FENPROF considera indispensáveis as seguintes prioridades:
DE IMEDIATO
1 - Garantia de eliminação da divisão da carreira docente entre professores e professores-titulares;
2 - Suspensão do actual regime de avaliação de desempenho dos docentes e dos seus efeitos, com a garantia de:
a) Não prosseguir o segundo ciclo avaliativo;
b) Serem suspensos os efeitos que decorreriam da atribuição de Muito Bom e Excelente no 1.º ciclo avaliativo;
c) No primeiro ciclo avaliativo, serem avaliados todos os docentes, independentemente de terem ou não apresentado proposta de objectivos de avaliação, como, aliás, está a acontecer na grande maioria das escolas e agrupamentos.
3 - Regularização dos horários de trabalho e início de um processo negocial visando alterar, para o futuro, os critérios em que assenta a sua elaboração;
4 - Regularização da situação laboral dos técnicos, na esmagadora maioria docentes, que exercem funções nas AEC independentemente das entidades que os contratam, sendo eliminados os recibos verdes e respeitadas as remunerações legalmente estabelecidas;
5 - Respeito pelos direitos sindicais, com a aprovação de medidas que visem eliminar as penalizações a que se sujeitaram professores que participaram em reuniões sindicais, professores que são dirigentes sindicais e as próprias organizações, cuja autonomia de organização e representatividade foram postas em causa;
6 - Substituição do regime de transição dos docentes do ensino superior politécnico para a nova carreira, por um consagre mecanismos de acesso, não exclusivamente dependentes de concursos, para os que têm exercido funções permanentes há já largos anos nas suas instituições; Para a FENPROF é tempo de devolver às escolas o clima de tranquilidade e serenidade indispensáveis à sua organização e bom funcionamento, contribuindo, dessa forma, para que melhorem as aprendizagens dos alunos. Nesse sentido, entregará à Ministra da Educação, na primeira reunião a realizar marcada para dia 10 de Novembro pelas 10 horas, um dossier contendo posições e propostas apresentadas pela FENPROF ao longo da Legislatura anterior.
sábado, outubro 24, 2009
Regras e limites estabelecidos são para respeitar e cumprir!
O que fazer quando se verificam irregularidades ou ilegalidades? • O limite de horas legalmente estabelecido foi ultrapassado?• As deduções de horas pela participação em reuniões que não são de carácter ocasional, por desempenho de cargos, por frequência de acções de formação, etc., não foram garantidas?
Então, é imprescindível: 1. Exigir a correcção do horário; 2. Caso não seja possível esta correcção, e a escola não tome, por si, a iniciativa de repor a legalidade, requerer o pagamento do correspondente serviço docente extraordinário; 3. Se o horário não for corrigido e este requerimento não for atendido, avançar com o indispensável processo de recurso. (minutas em anexo)
Mas há situações (por exemplo, no 1.º Ciclo e pré-escolar) em que as funções previstas para a componente não lectiva de estabelecimento não cabem nas duas horas que lhe estão atribuídas. Como fazer? Se, de todo, isso acontecer, tornando-se impossível a redução do número de horas, ou, por exemplo, em determinado momento, o professor entrar em formação não sendo possível deduzir essas horas no horário de trabalho, obrigatoriamente terá de ser pago serviço docente extraordinário. A muitos professores é negado esse pagamento pelas direcções das escolas ou os próprios temem requerê-lo. Se tal acontecer, estaremos perante uma situação ilegal que só o próprio poderá combater. Neste caso, não se trata de exigir novas regalias, benefícios ou privilégios, mas, simplesmente, de garantir um direito que se encontra previsto na lei. Então o problema é apenas de cumprimento da lei ou os critérios para a elaboração dos horários carecem de ser alterados? Não se trata, apenas, de um problema de legalidade. Os horários de trabalho sobrecarregados e pedagogicamente absurdos que surgiram nos últimos anos lectivos, contestados pelos professores e educadores, decorrem do disposto do ECD. A sobrecarga horária tem de ser combatida, como é óbvio, pelos próprios professores. Os professores não podem pactuar com ilegalidades e deverão agir! Então o problema de fundo apenas se resolverá através de nova revisão do ECD? Sim, é preciso alterar os critérios gerais que se encontram estabelecidos no Estatuto da Carreira Docente, devendo este diploma ser de novo e urgentemente revisto. Todavia, até lá, é possível "atenuar estragos", se forem respeitados os limites e regras legalmente estabelecidos. A acção dos professores será também um factor decisivo para corrigir mais este perigoso ataque aos horários de trabalho dos docentes. A Direcção
quarta-feira, outubro 07, 2009
Día Mundial de los Docentes
Depois de a ler, é só embarcar numa espécie de "passatempo descubra as diferenças" e lembrar algumas das coisas que o primeiro-ministro português, a ministra Maria de Lurdes Rodrigues e outros responsáveis da área da educação foram dizendo dos professores portugueses...
domingo, outubro 04, 2009
POLÍTICA EDUCATIVA, QUE FUTURO?!
GESTÃO DAS ESCOLAS O PS e os partidos à sua direita convergem em diversos aspectos desta área, que é decisiva para a boa organização pedagógica e o funcionamento das escolas, embora, com excepção do PS, todos considerem necessário alterar o modelo É favorável a um órgão de gestão unipessoal? Não: PCP, PEV. Sim: PS, PSD, CDS. Deverão as escolas decidir: BE. Qual o papel que atribui ao Conselho Pedagógico? Deliberativo no que respeita a decisões pedagógicas: PCP, PEV. As previstas no 115-A/98: PSD, BE. Órgão de consulta: CDS. As actuais do 75-A/2008: PS Está de acordo com a revogação/revisão do DL 75-A/2008? Sim: PSD, CDS, BE, PCP, PEV. Não: PS. MUNICIPALIZAÇÃO NO ENSINO Esta parece ser a matéria em que o consenso é mais alargado, pois o próprio PS reconhece fragilidades da opção.
Municípios têm condições e recursos para as competências que o Governo lhes atribuiu? Não: PSD, CDS, BE, PCP, PEV. Está em curso o processo de transferência das responsabilidades… Muitos Municípios ainda não têm as condições necessárias…: PS Deverão ser os municípios a seleccionar os professores para as escolas? Não: PS, PSD, CDS, BE, PCP, PEV.
EDUCAÇÃO ESPECIAL O PS surge mais uma vez isolado no que respeita à defesa da actual legislação, que considera adequada. Já em relação à utilização da CIF, à direita do PS não há grande convicção quanto à sua falta de adequação, contrariamente à que é a opinião à esquerda.
Acha positivo o recurso que as instituições de ensino superior se transformem em fundações públicas de direito privado? Não: BE, PCP, PEV. Eventualmente: PSD, CDS. Sim: PS
Defende a obrigatoriedade de frequência ou a universalidade da oferta da Educação Pré-Escolar no ano que antecede a entrada no 1.º Ciclo? Obrigatoriedade de frequência: BE, PCP, PEV. Universalidade na oferta: PS, PSD, CDS. SEIS MEDIDAS PRIORITÁRIAS PARA A EDUCAÇÃO
PS – Partido Socialista - Todos considerem a Educação uma prioridade para o desenvolvimento do país; - Que interesses dos alunos estejam à frente das conveniências políticas e pessoais; - Disponibilizados de formação e meios técnicos aos professores e às escolas condições para se desenvolverem; - Reflexão profunda sobre os currículos escolares; - Alargamento da oferta de cursos tecnológicos, artísticos e profissionais no Secundário; - Que se alimente nas escolas um clima de exigência e qualidade.
PSD – Partido Social Democrata - Aposta na autonomia das escolas, alterando-se o paradigma organizacional; - Valorização do papel do professor (reforço da sua autoridade e novos instrumentos de avaliação) - Monitorização independente e desgovernamentalizada de todo o sistema; - Reforço da exigência e qualidade do ensino - Novas respostas ao nível do apoio social; - Regulação do sistema de ensino superior.
CDS/PP – Centro Democrático e Social / Partido Popular - Ruptura com o centralismo; - Verdadeira autonomia às escolas e liberdade de escolha das famílias; - Valorização do papel do professor (revisão do ECD e do modelo de avaliação); - Segunda geração de contratos de associação com o ensino privado; - Promoção de avaliação integrada educativa (escolas, docentes, alunos, programas e manuais); - Revisão do estatuto do aluno.
BE – Bloco de Esquerda - Rever o ECD; - Criar equipas multidisciplinares; - Reforma curricular; - Retomar modelo democrático de gestão das escolas; - Investir na diversificação de profissionais na escola pública; - Universalizar a Educação Pré-Escolar a partir dos 4 anos.
PCP – Partido Comunista Português - Aprovar um novo ECD; - Alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos, com garantia de gratuitidade; - Novo regime de Educação Especial; - Nova Lei de Financiamento para o ensino Superior; - Fim do processo de municipalização do ensino; - Revogação do actual modelo de gestão e substituição por gestão democrática.
PEV – Partido Ecologista Os Verdes - Reforçar investimento nas escolas, através de mais verbas nos seus orçamentos; - Revisão do ECD; - Evoluir no sentido da gratuitidade do direito à Educação; - Revisão da legislação sobre Educação Especial; - Dar autonomia e democratizar a gestão das escolas; - Tornar mais abrangente a acção social escolar. Direcção SPN
O que deve fazer quem não entregou objectivos individuais
Mais um ano lectivo começou e, com ele, emergem muitas das preocupações herdadas do anterior.
É o caso da avaliação do desempenho.
Neste momento, importa lembrar a todos os educadores e professores que – coerentes com os seus princípios – corajosamente resistiram às pressões, aos medos e às armadilhas, não entregando proposta de objectivos individuais, quais os procedimentos a adoptar.
Após a entrega da ficha de auto-avaliação – da qual haverá um comprovativo –, importa estar atento ao calendário da escola/agrupamento e ver quando são atribuídas as classificações aos restantes colegas.
Situação 1- Caso nada seja dito a quem entregou a auto-avaliação sem objectivos individuais definidos, é preciso interrogar por escrito o director sobre o motivo, podendo ser utilizada a minuta disponibilizada pelo Sindicato dos Professores do Norte (SPN). Após a resposta, que deve ocorrer no prazo de 10 dias, é preciso que o interessado se desloque ao sindicato, com a resposta obtida, para que os serviços do contencioso prossigam com a acção.
Situação 2- Para quem já foi notificado da sua “Não Avaliação” Juntam-se as Notificações individuais, para que seja organizada a contestação judicial pelos serviços de contencioso do SPN. Importa não desistir agora! Pode ser que, na sequência das eleições legislativas, tudo se resolva sem necessidade de recorrer aos tribunais. Mas, se tiver que ser, o SPN continuará sempre ao serviço dos educadores e professores! – Chama-se a atenção para o facto de o SPN só poder representar sócios, pelo que, conforme o compromisso assumido de defender todos, é preciso que quem não seja sócio se sindicalize.
Direcção SPN


