Braga, pertencente ao Estado do Rio Pequeno do Norte do Burkina-Faso, entrou no rol da transparência obscura da anti-corrupção laranja.
Empresa laranja muito conceituada no ramo das limpezas de esgotos e afins decidiu em 2011 apresentar-se a concurso sobre desinfestação de escoadouros de todos os edifícios públicos de natureza educativa em todo o município, com custos de caixão à cova, para eliminar toda a concorrência.
Como não tinha trabalhadores, salvo um segurança e uma secretária em vão de escada, porque isto de pagar seguro e seguridade social tem papel a mais e a vida não está dando de barato, resolveu arrebanhar desempregados famintos e sem abrigo, colocando-lhes nas nãos uma esponja e um balde já com líquido espumante e mandaram fazer o serviço (pagou 1 real por dia, recebendo a empresa 5 euros por hora).
Em termos de resultados finais para o social foi pior a emenda que o soneto, porque os cheiros perfumados das profundezas dos infernos subiram para a atmosfera originando que as vidraças das escolas virassem grafitis malicentos enquanto que o ar puro se infiltrou nos respiradouros subterrâneos ...
