Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)
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quarta-feira, novembro 07, 2012

Saloio Pinga-Amor

Desde que o Homem é Homem, todas as formas de facadinhas sempre foram consideradas, como pertencendo ao próprio processo de socialização, embora o mesmo nunca se tenha aplicado ao sexo  dos YY; pelo menos, em questões de figurino, o macho latino sempre soube delimitar os respetivos domínios de caça.
Por outro lado, em termos de meteo, o anticiclone dos Açores sempre nos proporcionou situações pouco agradáveis e muito embaraçosas, quando estaciona em latitudes erradas e origina secas de vida em períodos de rigorosos invernos e chuvascos em épocas de bronzeamento solar.
Para combater estas dicotomias de uma natureza ensarilhada, o nosso pequeno homem, das grandes decisões patrióticas, resolveu rumar, estilo furacão, até à horta, conhecer outras paisagens, talvez menos toldadas pelas diversas crises e resolveu ir piscando, um olho de cada vez, quiçá para evitar desavenças camonianas, às moçoilas das ilhas, talvez mais apetitosas que as assessoras do coelho.
Azar dos diabos, havia de aparecer um chumasco, talvez retornado da emigração, talibã free-lancer também um desavindo das harmonias conjugais, a cocar a sua maria, mulher de muitas vidas e a poder chitar-lhe a vida.
Alto aí, tu relvas, se queres negócio, tens de ser menos labaceiro, para evitar que aqui o patrão vire gaitas.
Esta poderia ser uma versão, tão verosímil, como as  propaladas pelos jornas.
Nunca, alguém iria perder tempo a limpar o sebo do meio tostão, quando a posterior desinfestação não lhe garantiria a necessária proteção contra os vírus continentais.

sexta-feira, junho 15, 2012

O Eduquês na Gestão Escolar...?

Existem escolas que parecem ser já autênticos mega-agrupamentos com cerca de 3000 alunos, porque tiveram a infelicidade de abrir as portas à comunidade.
Desde sempre que os frequentadores do ensino recorrente foram considerados como não alunos, ao nunca entrarem para as estatísticas, como forma de a respectiva presença pesar nos custos operacionais das escolas.
Nuno Crato, num dos planos inclinados, insurgiu-se contra este disparate, quiçá visto como uma forma típica do eduquês, mas agora, o panorama volta à tona da água na questão das agregações de escolas, porque existem escolas com um número elevado de alunos que deduzindo os pés-rapados dos nocturnos, fica com menos de 1600 alunos e criando-se desta forma as condições regulamentares para formar fusões aceitáveis, mesmo que na prática, o total de alunos e de alunos não alunos ultrapasse os 6000 estudantes.
Estas contas de tabuada do Mec, estilo Luís de Matos, também permitem desvalorizar os órgãos de gestão ao reduzir o número de horas à respectiva função, obrigando à dispensa do número de adjuntos, de assessores e obrigando os restantes, incluindo o sub-diretor (representante da direção num dos outros estabelecimentos que formam o Mega), a lecionarem, desvalorizando a autoridade da direção.