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domingo, abril 17, 2011
Democracia na Casa de Sócrates...?
O processo de entronização do verdadeiro líder, no dia 11 de Abril em Matosinhos, teve momentos insólitos e perturbadores que poderão ficar contribuir para a compreensão da história do salazarismo...
Alguns dos delegados desafectos à situação apenas tiveram direito a usarem da palavra quando o centro de congressos já se encontrava, praticamente a deshoras às moscas e mesmo assim, quiçá para evitar que zumbidos estranhos da oposição pudessem espiar ideias subversivas, houve o cuidado de cortar a palavra, quando a dissertação se tornou demasiadamente pouco simpática.
Aliás, todo o enquadramento das imagens foi pensado ao pormenor, de forma a apenas centrar nos holofotes a nomenklatura e evitar o aparecimento de eventuais clareiras entre a assistência/delegados (?).
sábado, abril 10, 2010
O Papagaio do Mexia!
Miguel Frasquilho, deputado e vice-presidente da bancada parlamentar do PSD (temos algumas dúvidas sobre a forma como tirou uma Licenciatura em Economia), defendeu, numa tirada de genialidade e de erudição socratiana, a baixa de salários na função pública, ao intervir esta tarde no Congresso do PSD.
Deputados e Ministros e os Coelhos também?
Bava, Mexia et alii também?
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Novelas de Faca e Alguidar
Simplesmente José
Os fenómenos de voyeurismo sobre os pecadilhos dos políticos lusos, acima de qualquer suspeita como o John Terry, já têm tradição histórica ao longo dos últimos 35 anos. Estas cenas culturais têm sido fomentadas e alimentadas pelos mesmos políticos em ascensão nos aparelhos partidários, que depois protestam quando com situações consolidadas se vêem no meio desse pântano que criaram ou de outro.
Tudo começou quando em 1975, forças conservadoras do PS, PSD e CDS se uniram para que o Pato com Laranja fosse impedido de ser exibido na RTP.
Posteriormente, Paulo Portas, através do Independente cascou forte e feio em Cavaco Silva, usando informações em segredo de justiça ou outras inventadas (edições esgotadas e popularidade crescente).
Depois, com a saída de Marcelo Rebelo de Sousa, verificou-se que PSD e PP tentaram calar uma voz incómoda e clamaram por certa imprensa anti-patriótica estar a revelar conversas do foro particular, enquanto que um vigoroso deputado, o sr. Pinto de Sousa afirmava sentir-se envegonhado pelas atitudes de tentativa de silenciamento da crítica (na altura divulgação de conversas privada sobre pressões exercidas sobre um meio de comunicação social não era crime).
Quando o PS sobe ao poder, o sentir dos discursos, dos diversos quadrantes políticosm invertem-se e o Charrua da DREN torna-se a vítima seguinte.
Agora (desde 2007) é o sr. Sousa o alvo e aplicando as mesmas regras e princípios, os amigos do sr. Pinto de ..., tornam-se no principal inimigo do amigo, ao deitarem gasolina na fogueira e depois clamarem por irresponsabilidade criminal dos outros (PS, PSD e CDS).
Informação, desinformação e contra-informação, subinformação e sobreinformação, sem inovação do conhecimento da substância tende a tornar-se rotina.
O sr. Sousa, politicamente ao nunca desmentir categoricamente as insinuações sobre os diversos papéis sócio-políticos que tem vindo a desempenhar e manter os silêncios está a alimentar uma bola de neve de suspeições e tende a tornar-se um cadáver adiado.
O PS anda nervoso e a entrada em cena do Rangel não ajuda a acalmar esta febre novelística policial.
Informação, desinformação e contra-informação, subinformação e sobreinformação, sem inovação do conhecimento da substância tende a tornar-se rotina.
O sr. Sousa, politicamente ao nunca desmentir categoricamente as insinuações sobre os diversos papéis sócio-políticos que tem vindo a desempenhar e manter os silêncios está a alimentar uma bola de neve de suspeições e tende a tornar-se um cadáver adiado.
O PS anda nervoso e a entrada em cena do Rangel não ajuda a acalmar esta febre novelística policial.
Quem com ferros ..., com ferros ...
quinta-feira, junho 14, 2007
As DRENs do Nosso Descontentamento
Os dois últimos Directores da DREN, da Mongólia dos Fundilhos do Atlântico (o anterior é o actual vereador do urbanismo na Câmara Municipal de Ouagadugu e que para as interlocutoras femininas era de uma baixeza atroz), de partidos políticos diferentes, parecem ter o mesmo dom: autoritarismo, prepotência e insultos à discordância. Deve haver uma qualquer maldição que transforma cordeiros em feras.
domingo, abril 22, 2007
O Regresso do Morto-Vivo
PP, hoje em conferência de press, atropelou o Mendes, o Socrates, o Jerónimo e o Louçã. A falar e a prometer, estilo ml, resolver os problemas de todos os tugas, defendendo a saúde pública, a melhoria das reformas, os salários dos trabalhadores, a dignidade do trabalhador, a baixa de impostos, etc. Até parece que nesta nova reencarnação, a amenésia do governo anterior é notória (submarinos a navegarem entre Figueira e Ceira; os tanques do museu do Pulo do Lobo; etc.), PP quer reformular a vida política (a Independente do Sócrates deve corresponder à Moderna ou à Universidade do Parque Eduardo VII de PP).
sexta-feira, março 30, 2007
O Masoquismo das Femininistas do PNR
Direitos da Mulheres durante o regime do botas de santa comba (Código Civil)
1 - A mulher devia residir no domicílio do marido
2 - O marido tinha plena liberdade de dispor dos bens da mulher
3 - A mulher devia prestar obediência ao marido
4 - A mulher não podia, sem autorização do marido:
- Obter passaporte
- Ausentar-se de Portugal
- Hipotecar bens dela
- Vender bens dela
- Comprar bens
- Contrair obrigações
- Abrir contas bancárias
- Celebrar contratos
5 - A mulher não podia requerer a separação com base em adultério do marido, excepto se este mantivesse a outra no domicílio conjugal.
6 - Se a mulher se ausentasse do lar, o marido podia requerer em tribunal o regresso da dela.
7 - O chefe de família era sempre o marido e pai.
8 - Adultério:
- Praticado pelo Homem (adultério apenas em residência conjugal) - tolerado e apenas sujeito a uma coima de três meses a três anos de rendimento.
- Praticado pela Mulher - não tolerado e a mulher arriscava uma pena de prisão de dois a oito anos
9 - Homicídio Conjugal:
- Praticado pelo Homem - tolerado se em causa estivesse a honra e com pena máxima de três meses de prisão.
- Praticado pela Mulher - não tolerado e com pena de prisão maior.
Algumas madames, pelo menos da cidade de Braga, estão com saudades desses tempos, estilo: quanto mais me bates, mais gosto de ti. Portuguesas caducas no seu melhor. O PNR parece ser o movimento mais adequado para betinhas, quiçá, defensoras das festas de ballets rosets.
sábado, setembro 23, 2006
In Puribus
PGR: Floribela revela que o conteúdo do célebre envelope 10 são Morangos Azedos.
O resto da novela está em segredo de justiça...
Segundo Fontes Fidedignas, o Caso da Corneta Furada está em profunda investigação, sobre o Factotum ... (Censurado pelo CPP) ...
Ab aeterno ... Ad calendas graecas ... Ad infinitum
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