Bayard Demaria Boiteux (1916 - 2004)

NA ESCOLA, TAL COMO NO MUNDO, TODOS SOMOS PROFESSORES E TODOS SOMOS ALUNOS.
(Faculdade Economia Porto)

sexta-feira, junho 15, 2012

O Eduquês na Gestão Escolar...?

Existem escolas que parecem ser já autênticos mega-agrupamentos com cerca de 3000 alunos, porque tiveram a infelicidade de abrir as portas à comunidade.
Desde sempre que os frequentadores do ensino recorrente foram considerados como não alunos, ao nunca entrarem para as estatísticas, como forma de a respectiva presença pesar nos custos operacionais das escolas.
Nuno Crato, num dos planos inclinados, insurgiu-se contra este disparate, quiçá visto como uma forma típica do eduquês, mas agora, o panorama volta à tona da água na questão das agregações de escolas, porque existem escolas com um número elevado de alunos que deduzindo os pés-rapados dos nocturnos, fica com menos de 1600 alunos e criando-se desta forma as condições regulamentares para formar fusões aceitáveis, mesmo que na prática, o total de alunos e de alunos não alunos ultrapasse os 6000 estudantes.
Estas contas de tabuada do Mec, estilo Luís de Matos, também permitem desvalorizar os órgãos de gestão ao reduzir o número de horas à respectiva função, obrigando à dispensa do número de adjuntos, de assessores e obrigando os restantes, incluindo o sub-diretor (representante da direção num dos outros estabelecimentos que formam o Mega), a lecionarem, desvalorizando a autoridade da direção.

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