A felicidade de por coincidência, uma das vigilantes, professora de português no 3º ciclo e explicadora de mãe, encontrar, na sua sala de exame, a sua querida filhinha.
Se Deus uniu, porquê retirar tal felicidade, por via de uma qualquer lei iníqua.
Ora, a outra vigilante, também da língua lusa, professora do 1º ciclo, católica apostólica romana, nunca iria pecar, pelo menos denunciar uma compincha, apesar da carne ser, por vezes, fraca, na medida em que isso de telemóveis sempre foi uma coisa muito complicada de compreender.
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